Goiás

Pacientes passam mal em princípio de incêndio em maternidade de Goiânia

A maternidade precisou ser evacuada, e alguns funcionários passaram mal por causa da fumaça que se espalhou.

Por Ton Paulo
12/06/2019, 08h26

Um princípio de incêndio em uma maternidade de Goiânia, registrado no final da tarde da última terça-feira (11/6), fez com que o local precisasse ser evacuado às pressas. De acordo com os bombeiros, alguns pacientes passaram mal devido à fumaça que se espalhou nas alas do hospital.

O começo de incêndio ocorreu no Hospital e Maternidade Dom Bosco, no Setor Marechal Rondom, em Goiânia, e o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h40. A corporação conta que, conforme testemunhas, uma solda feita em uma maca teria espalhado faíscas e começado o fogo na sala de tomografia.

Sete crianças tiveram que ser retiradas do local, assim como três funcionários que passaram mal por causa da fumaça. Os trabalhadores foram levados para um Pronto Socorro próximo da maternidade e as chamas foram contidas pelas equipes dos bombeiros.

A reportagem do Dia Online entrou em contato com o hospital, que confirmou a ocorrência das chamas. Entretanto, a funcionária não soube especificar a ocorrência do incidente.

Além de caso de princípio de incêndio em maternidade de Goiânia, chamas em apartamento deixaram feridos

Em março deste ano, um incêndio em um apartamento de Goiânia deixou dois homens feridos. A ocorrência foi registrada na madrugada de domingo (17/3). Segundo o Corpo de Bombeiros na ocasião, as vítimas, de 22 e 28 anos, tiveram várias queimaduras e foram levadas ao hospital, onde foram internadas em estado grave. A suspeita da corporação é que o fogo tenha sido causado intencionalmente, durante uma briga, pelo vazamento de gás de cozinha.

O caso aconteceu por volta das 4h50, no primeiro dos seis andares do edifício, localizado no Setor Pedro Ludovico. O imóvel ficou bastante destruído e foi interditado pela Defesa Civil.

De acordo com o coordenador de operações dos bombeiros na época, Major Adely Henrique de Souza, moradores ouviram uma discussão antes da explosão.

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Saúde

Prefeitura autoriza início das obras do hospital público veterinário de Goiânia

A previsão é de que as obras sejam finalizadas em três meses, após assinatura do decreto, que deve ocorrer nos próximos dias.
12/06/2019, 09h19

Foi autorizado nesta terça-feira (11/6), o início das obras do hospital público veterinário de Goiânia, a Unidade Ambiental de Saúde e Bem Estar Animal. De acordo com a gestão municipal, as obras terão prazo de no máximo três meses. O projeto que propunha a criação do hospital foi autorizado em setembro do ano passado pelo prefeito Iris Rezende (MDB), após aprovação dos vereadores da capital.

Em reunião com secretários e o vereador Zander Fábio (Patriota), autor do projeto, ficou acordado que o prefeito assinará, nos próximos dias, o decreto que  regulamenta o Projeto de Lei que cria o hospital público veterinário para atender animais domésticos, nativos ou exóticos de todos os tamanhos que vivem em estado de abandono ou que pertençam a pessoas sem condições financeiras para pagar tratamentos ou ações preventivas, além de animais que forem encaminhados por órgãos públicos, ONGs ou protetores.

“Vamos dar celeridade à implantação deste projeto. O objetivo é buscar soluções rápidas, eficientes e de baixo custo, além de parcerias para garantir o atendimento de excelência no hospital. Universidades e entidades do setor veterinário podem somar muito”, destacou Iris Rezende. Depois da Ordem de Serviço, a previsão é que as obras terminem em no máximo 90 dias.

Hospital público veterinário de Goiânia

A Unidade Ambiental de Saúde e Bem Estar Animal será instalada no prédio do antigo Centro de Controle de Zoonoses, localizado no Setor Balneário Meia Ponte, região Norte de Goiânia. Ela atenderá como um sistema “SUS” para os animais, onde o dono do paciente vai dispor de um cartão com seus dados para viabilizar o atendimento.

Os atendimentos incluem animais domésticos, nativos ou exóticos de todos os tamanhos, que estiverem abandonados ou pertencerem a tutores sem condições financeiras para pagar tratamentos ou ações preventivas, além dos que forem encaminhados por órgãos públicos, ONGs ou protetores.

Dentre os serviços oferecidos estão atendimento hospitalar clínico, cirúrgico, reparatório e de internação, atendimento emergencial, atendimento de resgate para vítimas de acidentes, exames laboratoriais e de imagem, vacinação, castração, fisioterapia, atendimento farmacológico e adestramento, para evitar condutas agressivas, além de registro e cadastramento dos animais abandonados.

Funcionamento

O presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), Gilberto Marques Neto, esclareceu que a unidade não será utilizada a verba pública destinada à saúde da população. “Serão recursos do fundo do meio ambiente para resolver esse assunto que é de grande relevância para a cidade”, garantiu.

Imagens: Vidanimal 

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Goiás

Polícia prende autores e divulga imagens chocantes de chacina em Goiânia

Os vídeos da chacina chocam pelo nível extremo de violência do crime.

Por Ton Paulo
12/06/2019, 09h22

Uma operação integrada entre a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), da Polícia Civil, o 42° BPM e o Grupo de Radiopatrulha Aérea da PM (Graer) levou à prisão dos autores de uma chacina em Goiânia ocorrida em abril deste ano. Na época, os suspeitos invadiram uma festa que acontecia numa residência de um setor da capital e executaram quatro homens, poupando as mulheres. Os vídeos da chacina (anexos na matéria) chocam pelo nível extremo de violência do crime.

A matança foi registrada no dia 4 de abril deste ano, em uma casa no Residencial Três Marias, em Goiânia. Na ocasião, durante uma festa que acontecia na residência, foram mortos Antônio Carlos de Jesus Silva, Gustavo Henrique Vascurado Mesquita de Carvalho, Jean Carlos Ribeiro Braga, e Wanderson Inácio Araújo da Silva. Halisson Teles Cândido ficou ferido.

De acordo com a Polícia Civil, as mulheres presentes foram poupadas pelos executores. Localizados pela Polícia Militar (PM), Gustavo Luiz Chimango Dias e o adolescente A.C.L confessaram participação nos homicídios e indicaram Anderson Reis dos Santos, vulgo “Neguinho”, e William de Oliveira, vulgo “Macaco”, como sendo os outros autores da chacina. A motivação do crime, de acordo com a investigação, está relacionada a desavenças entre membros de facções criminosas rivais.

Vídeos mostram cenas chocantes da chacina em Goiânia, ocorrida em abril deste ano

Vídeos de imagens de câmeras de segurança de residência vizinha registraram parte do crime, em cenas cruéis, em que uma das vítimas, após alvejada por diversos disparos de arma de fogo no meio da rua, ainda é atropelada propositalmente pelos executores, durante fuga do local.

Já em outro vídeo, é possível ver os corpos dos executados espalhados na área de entrada da residência. Devido ao impacto das imagens, a reportagem do Dia Online optou por nublar os vídeos.

Veja abaixo:

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Brasil

Anvisa põe em consulta cultivo de maconha medicinal

Agência reguladora espera aprovar a regulamentação ainda este ano, mas há resistência dentro do governo federal.
12/06/2019, 09h30

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai levar à consulta pública a proposta para liberação do cultivo e da produção de maconha no País para fins medicinais e científicos. A nova regra prevê o plantio restrito a lugares fechados por empresas credenciadas. Associações e familiares de pacientes que, hoje, têm autorizações na Justiça para a produção do extrato de canabidiol, ficariam proibidos de manipular a planta. A Anvisa espera aprovar a regulamentação ainda este ano, mas há resistência dentro do governo federal.

Atualmente, a agência já permite o registro de medicamentos feitos com substâncias como canabidiol e tetrahidrocannabinol (THC), mas só um produto importado conseguiu a regulamentação. A maioria dos pacientes que recebe prescrição médica de tratamentos com derivados da cannabis pede à Anvisa autorização para importar o produto. Até o fim de 2018, cerca de 6 mil pacientes conseguiram a liberação. O problema, porém, é custo. Um tratamento por três meses chega a R$ 2 mil.

Dois pontos na proposta já são criticados. O primeiro é a restrição da produção para fins medicinais em ambientes fechados, o que pode elevar o custo. O outro é a restrição de produção a empresas.

Segundo o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Elisaldo Carlini, um dos maiores especialistas em entorpecentes do Brasil, a proposta inviabiliza a pesquisa. “Em ciência, é necessário controlar todo o processo, do plantio a produção do fármaco.”

Para o médico e presidente da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal, Leandro Ramires, a restrição às empresas manteria o mercado informal de usuários de medicamentos à base de cannabis no País. Embora sejam cerca de 6 mil pessoas autorizadas a importar o medicamento, há estimativas de que mais de 60 mil fazem uso ilegal. “O processo regulatório vai deixar o preço de produção muito caro”, diz.

“É importante que a regulamentação leve em consideração os pequenos empreendedores e, principalmente, associações que são, no fundo, os agentes que levaram a essa proposta de regulamentação”, afirma Rodrigo Mesquita, representando a Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas. Já Carolina Nocetti, médica e consultora técnica em terapia canabinoide, lembra que a abertura para a discussão foi o primeiro passo em alguns Estados americanos.

A principal resistência à proposta deve vir de dentro do próprio governo. Em maio, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, afirmou que seria “irresponsável” por parte da Anvisa liberar o uso de maconha medicinal. Os grupos de trabalhos para a discussão foram formados em 2017, ainda sob a gestão do ex-presidente Michel Temer.

A reportagem apurou que há em curso no governo um movimento para retardar a aprovação da proposta. Capitaneada por Terra, a ideia é que o presidente Jair Bolsonaro indique um nome ligado à pasta para a vaga em aberto na diretoria da Anvisa. O indicado poderia barrar o andamento da proposta quando terminar a fase das audiências públicas, que vai durar 60 dias.

Exemplo

A consultora Elisabete Ferreira, de 39 anos, não aguentava mais apanhar da filha e ver a criança se agredindo. A menina, de 11 anos, foi diagnosticada com autismo quando tinha 4 anos e meio e apresentava episódios de agressividade.

“A gente não conseguia mais sair de casa. Eu vivia com marcas e já tinha até um espaço no guarda-roupa para o meu filho mais novo se esconder.” No ano passado, ocorreu a indicação médica de um derivado de maconha. “Agora, ela é uma criança calma. Hoje, vejo um futuro para a minha filha. Consigo imaginar que ela vai frequentar a escola.”

Modelo canadense

A proposta brasileira segue o modelo canadense e a produção não poderá ser ao ar livre. As diretrizes da Anvisa só autorizam o cultivo em ambientes fechados que tiverem sistema de segurança 24 horas e a edificação reforçada com sistema de dupla porta e paredes e dutos resistentes à invasão. As edificações não poderão ter nenhuma identificação.

A medida poderá inviabilizar financeiramente o pequeno produtor e empresas de startups, já que o custo para produção em plantio de áreas externas, em média, é de US$ 0,05 a grama; em áreas fechadas, o valor supera US$ 1, segundo empresas consultadas pela reportagem.

A normatização proposta pela Anvisa não prevê a necessidade de as empresas interessadas na produção de maconha pedirem autorização específica à Polícia Federal, mas, de acordo com a equipe técnica da agência, durante o processo de licenciamento, a Anvisa vai pedir um parecer da PF para que o órgão autorize o início da licença de produção.

Todos os registros terão a validade de dois anos, renováveis. Os responsáveis técnicos e administrativos também deverão apresentar atestado de antecedentes.

A venda e a entrega das plantas produzidas só poderá ser feita às instituições de pesquisa, fabricantes de insumos farmacêuticos e de medicamentos. As regras de comercialização impedem, por exemplo, que pessoas físicas tenham acesso à planta de maconha de maneira legal. A medida proíbe ainda que a planta seca seja vendida e entregue para farmácias de manipulação.

Até o momento, dez empresas privadas já mostraram interesse em produzir maconha no País, conforme a Anvisa. “Não há espaço para nenhum procedimento para que possa haver uso não medicinal desta substância”, afirma o diretor-presidente da agência, William Dib. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: JOTA 

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Goiás

Com playground e pista de caminhada, praça é entregue à população do Parque Atalaia

“Toda semana estamos entregando ou lançando uma nova obra em nossa cidade”, destacou o prefeito Gustavo Mendanha.
12/06/2019, 09h50

Moradores do Parque Atalaia foram beneficiados com mais uma opção de lazer. Nesta terça-feira (11/6) a Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da secretaria de Desenvolvimento Urbano, realizou a entrega da Praça Dona Nedina Silvestre Siqueira que a partir de agora poderá ser utilizada para a prática de atividades físicas e convivência.

O prefeito Gustavo Mendanha destacou o trabalho que a prefeitura tem realizado em prol da comunidade. “Toda semana estamos entregando ou lançando uma nova obra em nossa cidade”, disse. Segundo ele, Dona Nedina deixou um exemplo. “Feliz por essa homenagem”.

“Estamos trabalhando contra a crise e entregando obras. Vamos reconstruir ou construir mais de 100 praças até o final da nossa gestão. E por isso temos lutado em busca de recursos, seja próprios ou por meio de emendas para que possamos melhorar cada vez mais a qualidade de vida dos moradores de Aparecida”, disse o prefeito.

Presente na solenidade, o atual secretário estadual de indústria e comércio Wilder Morais destinou recursos para obra enquanto senador da república. “Tenho uma história com Aparecida de Goiânia. Aqui tive a honra de também participar da revitalização da Praça da Matriz. Estou feliz de estar ao lado deste jovem prefeito que tem realizado um excelente trabalho no município”, declarou.

Nova praça em Aparecida de Goiânia dispõe de 2,4 mil metros quadrados

O espaço recebeu o nome de uma importante moradora da região. Nascida em Aparecida de Goiânia, Dona Nedina desenvolveu durante muitos anos trabalho social importante na região, além de ser uma das fundadoras da Comunidade Nossa Senhora da Guia, que hoje é Paróquia São José. Ana Amélia Siqueira é filha de Dona Nedina e não esconde a emoção de ter o nome da mãe imortalizado no setor onde ela deixou a marca da solidariedade. “Ficamos muito orgulhosos porque participamos da história dela e sabemos o quanto esse lugar foi importante para ela. O meu avô nasceu aqui, minha mãe nasceu aqui e todos os 15 filhos também. É uma grande honra para todos nós”, declara.

A praça conta com pista de caminhada, playground, academia aberta e paisagismo que foram divididos em 2,4 mil metros quadrados. O secretário de Desenvolvimento Urbano, Max Menezes, destacou que a SDU tem trabalhado em diversos projetos para ampliar o número de praças na cidade e também embelezar as principais vias do município, que já estão sendo contempladas com moderno projeto paisagístico. “Somos cerca de mil servidores à disposição para cuidar da cidade, construindo praças, fazendo a roçagem, limpando terrenos baldios e executando outros serviços. Temos uma equipe completamente comprometida com a comunidade. Isso é ter responsabilidade com a administração”, disse.

Participaram da inauguração, vereadores, secretários, familiares de Dona Nedina e moradores da região que aproveitaram o momento para lazer.

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