Trânsito

Motociclista morre após cair de viaduto na Marginal Botafogo, em Goiânia

O jovem caiu de uma altura aproximada de 8 metros.

Por Ton Paulo
11/06/2019, 08h36

Um motociclista de 25 anos morreu na noite da última segunda-feira (10/6) após cair de um viaduto na Marginal Botafogo, em Goiânia. O jovem estava indo para um aniversário quando perdeu o controle da direção da motocicleta, bateu o veículo na mureta e caiu de uma altura aproximada de 8 metros.

De acordo com informações da Delegacia de Crimes de Trânsito (Dict), o jovem foi identificado Janis Ribeiro Alves. O acidente ocorreu por volta das 19h de ontem, e a ocorrência foi atendida por uma equipe de investigação da delegacia. De acordo com a Dict, a motocicleta deslizou em linha reta na lista e o corpo foi arremessado para a esquerda e caiu embaixo da ponte

Ainda conforme a Dict, Janis estava indo para o aniversário de seu sogro quando acabou perdendo o controle do veículo. Ele colidiu com a mureta do viaduto sobre a Avenida A e acabou caindo. O tráfego no local do acidente precisou ser interditado por um certo tempo.

Um jornal local informou que uma testemunha que vinha em um carro logo atrás afirmou à polícia que não havia outro veículo envolvido, e que a vítima perdeu o controle da moto, bateu na barreira e caiu.

Namorada do motociclista que morreu após cair de viaduto na Margina Botafogo chegou a ligar perguntando por ele

Os policiais relatam que após o acidente, a namorada de Janis ligou perguntando sobre ele, uma vez que ele era aguardado para o aniversário do pai dela

Familiares informaram que ele cursava educação física e trabalhava em uma loja de eletrodomésticos de um shopping de Goiânia.

Em suas redes sociais, Janis demonstrava gostar de motos. Fotos do veículo que ele pilotava enchem seu perfil no Facebook, assim como mensagens de luto que começaram a aparecer de amigos que tomaram conhecimento do acidente e morte do rapaz.

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Goiás

Débito de prêmios do Fica 2018 impede lançamento de nova edição, diz secretário

“Não tenho moral para lançar um novo Fica sem quitar os ‘restos a pagar’ do Fica de 2018”, afirmou Edival Lourenço, em audiência pública na Alego.
11/06/2019, 09h33

O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) de 2019 ainda não foi lançado devido aos débitos dos prêmios da edição do ano passado, de acordo com o secretário estadual de Cultura, Edival Lourenço. Em audiência pública ocorrida na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), na tarde desta segunda-feira (10/6), o responsável pela pasta explicou que “não tem moral” para lançar um novo Fica antes de quitar os “restos” do festival anterior.

De acordo com o secretário, os prêmios do Fica 2018 ainda não foram pagos, incluindo valores de R$ 280 mil. “Não tenho moral para lançar um novo Fica sem quitar os ‘restos a pagar’ do Fica de 2018”, afirmou. Lourenço informou ainda que aguarda um parecer da Controladoria Geral do Estado de Goiás (CGE) para decidir o que fazer.

“O governo fez um decreto que estabelece 90 dias para colocar as prioridades dos restos a pagar, e eu já levei para o governador a preocupação de fazer o Fica de 2019. É um compromisso de Estado, então eu submeti essa questão à Controladoria e estou aguardando um parecer da CGE sobre o Fica para decidir o que fazer”, destacou o secretário. Ainda de acordo com ele, o mesmo vale para a Mostra Canto da Primavera e o Festival de Porangatu.

O Fica

O Fica ocorre desde 1999 na Cidade de Goiás, geralmente no mês de junho. O festival foi idealizado por Luiz Felipe Gabriel, Jaime Sautchuk, Adnair França e Luís Gonzaga e se tornou no marco na cultura em Goiás. Desde a primeira edição, o festival tem crescido e se consolidado. Uma das causas dessa ascensão é o fato de possuir a maior premiação da América Latina no gênero: R$ 240 mil em prêmios.

Segundo a organização, a vigésima edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), ocorrida em 2018, reuniu um público de 40 mil pessoas em seis dias de evento. Cerca de 6 mil visitantes passaram pelas salas de cinema, mesas de meio ambiente, de cinema e oficinas e minicurso realizadas na edição.

Imagens: FNA 

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Brasil

Professor é condenado a 40 anos de prisão por estupro de alunas de 12 a 14 anos

Na sentença, a juíza determinou também o pagamento de uma indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil a cada vítima, bem como a perda do cargo público.
11/06/2019, 09h44

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou um professor a uma pena de 40 anos de reclusão, em regime fechado, por estupro, assédio, corrupção de menores, importunação e constrangimento contra alunas da Escola Estadual Odete Ignez, em Nioaque, a 180 quilômetros de Campo Grande.

Segundo o processo judicial, os casos ocorreram em 2017, quando as vítimas tinham de 12 a 14 anos. Na sentença, a juíza Larissa Luiz Ribeiro determinou também o pagamento de uma indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil a cada vítima, bem como a perda do cargo público.

O processo correu em segredo de Justiça. De acordo com o Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul, uma vítima narrou que o professor “a acariciou quando estava voltando do intervalo das aulas”. Uma colega de escola confirmou tal situação e disse que “o professor começou a conversar com a vítima como se tivessem algum relacionamento”.

De acordo com os autos, o acusado sempre “sondou a aluna para que ela fosse à casa dele tomar tereré, uma bebida típica de Mato Grosso do Sul”.

A vítima disse que o professor “a beijava e abraçava de modo muito diferente do normal e que (durante) um desses abraços sentiu a mão dele abaixando em seu corpo até pegar em sua nádega”.

Outra vítima, de 12 anos, disse que os fatos ocorreram depois das férias de inverno. Narrou que ele começou com “umas brincadeiras sem graça e perguntava se o tinha traído nos fins de semana de descanso”.

A adolescente contou que “teve um dia em que estavam fazendo trabalho escolar no pátio da escola e que, ao tentar tirar uma dúvida com ele, (o professor) tentou beijá-la”. “Ele chegou perto de mim e eu virei o rosto e saí”, disse a aluna.

Ela afirmou também que o acusado tinha “a mania de puxar as meninas pela cintura para chegar mais perto”. Contou que, “normalmente, o professor fazia isso dentro da sala, onde estava a turma inteira presenciando os fatos”.

Em sua defesa, o denunciado negou os crimes. Ele pediu a absolvição, por “ausência de provas robustas”.

Para a juíza Larissa Luiz Ribeiro, os documentos juntados nos autos, bem como os depoimentos individuais de vítimas e testemunhas, “comprovam absolutamente os crimes cometidos pelo professor”.

A magistrada esclareceu que o delito de estupro de vulnerável “foi perfeitamente demonstrado, já que o réu colocou a mão na cintura da vítima, desceu e apalpou sua nádega, com vítima menor de 14 anos, com intuito de satisfazer sua lascívia, e não apenas importunar a vítima”.

Imagens: Andragogia Brasil 

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Política

Ameaça de morte e Homem de Ferro: vereadores de Caldas Novas protagonizam briga incomum

Supostas ameaças de morte num print de WhatsApp, fantasias de Homem de Ferro e pedidos de cassação permeiam a briga dentro da Câmara Municipal de Caldas Novas.

Por Ton Paulo
11/06/2019, 11h06

Uma desavença entre membros da Câmara Municipal de Caldas Novas, município a 170 quilômetros de Goiânia, está chamando a atenção dos moradores. Isso porque o presidente da Casa denuncia que foi ameaçado de morte por parte de um vereador que teria chamado os colegas parlamentares de “ladrões”, além de ter se fantasiado de Homem de Ferro dentro do Plenário da Câmara. As ameaças teriam sido registradas num print de conversa de WhatsApp, e teriam vindo depois que o presidente da Câmara autorizou a abertura de um processo de quebra de decoro contra o colega.

Os prints aos quais a reportagem do Dia Online teve acesso mostram uma suposta conversa entre o vereador Rafael Moraes (PTB), e o procurador da Câmara Municipal de Caldas Novas, ocorrida no início deste mês de junho. Nas conversas, é possível ver mensagens atribuídas ao vereador Rafael Moraes onde ele diz que o presidente da Câmara, Geraldo Pimenta (PP), “não seria presidente até o final do mês”, uma vez que “morto não preside nada”.

As supostas ameaças de morte contra o presidente da Câmara, que também é pastor da Assembleia de Deus, teriam sido motivadas por um processo aberto contra o vereador Rafael por quebra de decoro. Como confirmado tanto por Geraldo quanto por Rafael, durante uma sessão no Plenário o vereador do PTB reproduziu um trecho de uma famosa música, que diz: “Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão!”.

Vereador foi à Câmara de Caldas Novas vestido de Homem de Ferro

No dia 3 de junho, na cassação do vereador Rafael por quebra de decoro, o parlamentar resolveu vestir-se como seu personagem preferido da Marvel: o Homem de Ferro. Rafael postou uma foto em suas redes sociais usando o capacete do personagem no Plenário da Câmara, usando a bandeira do município de Caldas Novas como capa.

Na época, por meio de nota, a Câmara Municipal de Caldas Novas informou que o vereador teve “práticas incompatíveis com o exercício do mandato parlamentar e ofensivo à dignidade institucional do Poder Legislativo local”. Moraes teria dito também, em sessão, que vereadores teriam recebido suposta “mesada” de uma estatal para não aprovar uma CPI.

Entretanto, o processo de cassação foi arquivado devido à falta do número mínimo na formação de uma comissão especial de investigação.

Vereador nega ameaças de morte a Presidente da Câmara

Nos prints obtidos pelo Dia Online (veja abaixo), é possível ver uma suposta conversa entre o vereador Rafael Moraes e uma pessoa que seria o procurador da Câmara. No meio da conversa, Moraes teria dito que o presidente da Câmara, Geraldo Pimenta (PP), “não seria presidente até o final do mês”, uma vez que “morto não preside nada”.

O presidente Pimenta acabou tendo acesso à conversa, e foi à delegacia da cidade, onde registrou um Termo Circunstanciada de Ocorrência (TCO) contra Rafael Moraes. Entretanto, ao Dia Online, Moraes diz que o print “não passa de uma montagem”.

“Essa é mais uma tentativa de me calar. Isso começou em março, quando notifiquei o presidente a prestar contas da Câmara, desde então ele tem tentado me calar”, declara.

Ainda conforme o vereador, a conversa com o procurador na Câmara, na verdade, foi para esclarecimentos quanto ao rito do processo que poderia fazê-lo perder o mandato, e que ele não ameaçou o vereador Pimenta de morte. “Eu posso ter dito algo como “eu vou matar ele de raiva”, uma expressão comum, mas eu jamais ameaçaria alguém de morte. Essa é uma montagem, uma tentativa de me silenciar”, diz.

O vereador contou também que o presidente da Câmara teria chegado até ele e dito: “Eu vou inventar uma denúncia de ameaça de morte contra você!”. “Ele chegou em mim, disse isso mostrando o celular e se afastou, rindo”, conta Rafael Moraes.

“Tudo o que ele faz é midiático”, diz presidente da Câmara sobre vereador

O vereador e presidente da Câmara de Caldas Novas parece discordar com veemência da versão dada por Moraes. Segundo ele, a ameaça de morte estaria provada nos prints apresentados à polícia.

Quanto à versão apresentada por Rafael Moraes, de que ele teria dito que inventaria uma denúncia contra o vereador, Pimenta diz: “Jamais. Isso não condiz com minha conduta, meus princípios. Agora, se ele diz que os prints são falsos, a investigação vai dizer”, declara.

O presidente também disse que “tudo o que o vereador Rafael Moraes faz é midiático”, e que, apenas este ano, teve que lhe dar duas advertências por quebra de decoro. “Ele não respeita ninguém dentro da Casa. Na eleição para presidente da Câmara, quando ele perdeu por um voto, foi até meu gabinete e disse que nunca mais me deixaria em paz”, revela.

Sobre a prestação de contas cobrada pelo vereador Rafael Moraes, Pimenta conta que o o balancete da Câmara foi apresentado em Plenário. “Temos o balancete de janeiro, fevereiro, março e abril, e ele sabe disso, ele tem acesso”, finaliza.

Apesar de ter feito o TCO contra Moraes, Pimenta preferiu não representar criminalmente contra o vereador pelas supostas ameaças de morte.

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Goiás

Corpo de vice-prefeito de Mimoso de Goiás é encontrado em gruta de fazenda

Manoel Ubaldino de Freitas desapareceu no último domingo (9/6) e foi encontrado na manhã desta segunda-feira (10/6), já sem vida. A causa da morte será investigada.
11/06/2019, 11h17

O corpo do vice-prefeito de Mimoso de Goiás, no interior do estado, foi encontrado dentro de uma gruta da fazenda no qual era dono. O resgate do corpo foi feito pelo Corpo de Bombeiros de Águas Lindas, que foi acionado por um vizinho. Manoel Ubaldino de Freitas desapareceu no último domingo (9/6) e foi encontrado na manhã desta segunda-feira (10/6), já sem vida.

A gruta fica localizada a aproximadamente 300 metros da sede da fazenda de Manoel, conhecido carinhosamente na cidade como ‘Né’. O corpo foi encontrado a cerca de 10 metros da entrada da caverna. De acordo com informações da corporação, o resgate foi complicado e durou aproximadamente duas horas devido a grande dificuldade de locomoção dentro da gruta.

Foram utilizadas técnicas de espeleologia, rapel e escalada para realizarem o resgate. Após o salvamento, o corpo do vice-prefeito foi deixado aos cuidados do Instituto Médico Legal (IML), de Luziânia, responsável pelas ocorrências da cidade. O Dia Online confirmou junto ao órgão se tratar do corpo de Manoel Ubaldino. A causa da morte será investigada.

O corpo já foi liberado e será velado a partir das 14h de hoje (11/6) no salão social da Prefeitura de Mimoso de Goiás. O sepultamento está previsto para ocorrer às 18h30 desta terça-feira, no Cemitério de Padre Bernardo, conforme informado pelo prefeito da cidade, Genivaldo Gonçalves Dos Reis. 

Amigos lamentam morte de vice-prefeito de Mimoso de Goiás

Nas redes sociais, amigos e parentes de ‘Né’ lamentam sua morte. Em uma das publicações, o prefeito da cidade descreve o amigo como uma pessoa bondosa e muito alegre. Veja abaixo a homenagem na íntegra publicada por Genivaldo Gonçalves Dos Reis:

Manoel Ubaldino de Freitas o popular (Né), foi vereador por 5 mandatos em Mimoso, atual vice-prefeito, prestou relevantes serviços ao povo Mimosense. Um exemplo de amor ao próximo, sempre ajudou as pessoas, trabalhador, cuidava de seu povo e principalmente dos mais humildes.

Eu sempre falava que Mimoso tinha 2 prefeitos um em Mimoso e um na zona rural, porque o Né sempre trouxe até nós as demandas da população rural, defensor do homem do campo, homem íntegro e honesto.Partiu deixando uma tristeza enorme, uma grande perca, só Deus para amenizar a dor de todos nesse momento.

Descanse em paz!

Post original:

Manoel Ubaldino de Freitas o popular (Né), foi vereador por 5 mandatos em Mimoso, atual vice-prefeito, prestou…

Posted by Genivaldo Gonçalves Dos Reis on Monday, June 10, 2019

PSDB Goiás publica nota de pesar sobre morte de vice-prefeito de Mimoso de Goiás

Em nota, presidente do PSDB Goiás e prefeito de Trindade, Jânio Darrot, também lamentou a morte do parlamentar. “Nesse momento de dor e tristeza, elevamos nossos pensamentos ao Divino Pai Eterno para que conforte os corações dos familiares, amigos e da população mimosense”, escreveu no perfil oficial do partido do Facebook.

Post original:

Nota de pesar do presidente do PSDB Goiás e prefeito de Trindade, Jânio Darrot, diante da morte do vice-prefeito do…

Posted by PSDB Goiás on Monday, June 10, 2019

Imagens: Facebook 

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