Trânsito

Jovens morrem após caminhonete cair em barranco na Avenida Perimetral, em Goiânia

Motorista, que sobreviveu ao acidente, foi submetido ao teste do bafômetro que apontou 2.00 mg/L de álcool por litro de ar expelido.
20/05/2019, 08h03

Duas pessoas morreram e outras ficaram feridas após a caminhonete em que estavam cair em um barranco de aproximadamente 10 metros de altura na Avenida Perimetral Norte, em Goiânia. O grave acidente ocorreu na noite deste domingo (19/5), sentido Setor Goiânia II/Shopping Passeio das Águas. O motorista, que sobreviveu ao acidente, foi submetido ao teste do bafômetro que apontou que ele dirigia bêbado.

Segundo informações da Delegacia Especializada em Investigação de Crimes de Trânsito de Goiânia (DICT), o motorista do veículo, Lin Waner Garcia de Oliveira, de 32 anos, perdeu o controle da direção, atravessou o canteiro central da avenida, desceu em barranco de aproximadamente 10 metros de altura, chocou em algumas árvores e por fim, em quatro palmeiras plantadas na entrada de uma residência. O veículo parou de ponta cabeça.

Motorista de veículo que caiu em barranco na Avenida Perimetral dirigia bêbado

Duas passageiras, que ainda não foram identificadas, morreram na hora. Uma terceira ocupante do veículo foi socorrida e encaminhada em estado regular para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL). Lin Waner também ficou ferido e foi levado para o Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO).

Conforme repassado pela Dict, o condutor da caminhonete foi submetido ao teste do bafômetro, que apontou 2.00 mg/l de de álcool por litro de ar expelido. Ainda durante a madrugada desta segunda-feira (20/5), Lin Waner seguia na unidade de saúde acompanhado de uma equipe da Polícia Militar. Ainda de acordo com a Dict, ele será autuado em flagrante.

Acidentes

De acordo com balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF), neste fim de semana ocorreram nas rodovias federais goianas 23 acidentes com 41 pessoas feridas e uma morte. No período, foram aplicadas 2.186 notificações de multas por infrações diversas onde 1.196 veículos foram flagrados em excesso de velocidade, 111 motoristas foram autuados por não usarem o cinto de segurança e 45 condutores foram flagrados utilizando celular na direção.

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Goiás

Morte de costureira em Goiânia, em 2016, é solucionada; namorado é o assassino

Namorado da vítima, que pedia justiça pela morte da namorada nas redes sociais, foi o responsável pelo crime.

Por Ton Paulo
20/05/2019, 08h47

Após quase 3 anos de investigação desde a ocorrência do crime, em 2016, a Polícia Civil apresentará nesta segunda-feira (20/5) o assassino da costureira Nayara Saraiva, de 22 anos. O caso ocorreu em dezembro de 2016 em Goiânia. A moça, que desapareceu depois de sair para o trabalho, teve o corpo encontrado quatro dias depois. O cadáver estava  em uma mata do Setor Estrela Dalva, vizinho do Recanto do Bosque, onde morava. Após a investigação, a polícia concluiu que Erick Lima, seu namorado na época, é o responsável pela morte de costureira.

Conforme a polícia, Erick teria cometido o crime por ciúmes. Ele foi preso preventivamente na última sexta-feira (17/5), após representação da Polícia Civil, e será apresentado pelos policiais na manhã de hoje.

Quando o crime ocorreu, um homem chegou a ser detido como suspeito de ter matado Nayara. Ele foi preso nas proximidades do terminal de ônibus do Residencial Recanto do Bosque. O homem chegou a confessar furtar e roubar celulares de mulheres da região, mas negou ter abordado e matado Nayara.

A participação no crime foi descartada e ele foi liberado.

Responsável pela morte de costureira clamava por justiça nas redes sociais

A descoberta do corpo de Nayara, no dia 19/12 de 2016, provocou uma forte comoção entre os familiares e amigos da vítima. A moça, que trabalhava como costureira e era descrita como uma pessoa tranquila e sem inimigos, desapareceu quatro dias antes de ser achada morta após sair a pé para o trabalho, a quatro quadras de casa. O último contato foi feito com o namorado, via mensagem de celular. Uma pessoa que passava pelo local viu o cadáver e acionou a Polícia Militar.

Na ocasião, o corpo foi identificado pelo seu irmão, Eduardo Saraiva, que disse ter reconhecido a irmã pelas roupas e algumas características físicas. O então namorado, Erick Lima, foi um dos que demonstraram profundo abalo emocional pela morte de Nayara. Na época, Erick, com 24 anos, chegou a implorar de joelhos para ver o corpo da namorada no IML quando este foi encontrado.

Pelas redes sociais, Erick fazia inúmeras declarações de amor para Nayara. Após a sua morte, não era raro ver publicações de textos pedindo justiça no perfil do Facebook do rapaz.

Morte de costureira em Goiânia, em 2016, é solucionada; namorado é o assassino
Foto: Reprodução/Facebook

De acordo com a polícia, Erick matou a namorada por ciúmes, e o crime configura feminicídio. Fontes ouvidas pela reportagem do Dia Online, chocadas pela prisão de Erick, o descrevem como uma pessoa tranquila e gentil, que jamais se envolveu em qualquer tipo de confusão.

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Economia

Contas digitais podem ser até 50% mais baratas que as tradicionais

Com taxas mais baixas para serviços que não estão no pacote contratado, grandes e pequenos bancos também aumentaram a competição para atrair clientes.
20/05/2019, 09h51

Sem tarifa mensal e a necessidade de se deslocar até uma agência bancária nem mesmo para abrir a conta corrente, as contas digitais têm ganhado espaço no mercado brasileiro. Com taxas mais baixas para serviços que não estão no pacote contratado, grandes e pequenos bancos também aumentaram a competição para atrair clientes, que antes eram fisgados por fintechs, as startups do setor financeiro. Embora a cesta de serviços em geral seja reduzida, os direitos desses clientes são os mesmos dos que possuem contas tradicionais.

Para quem faz poucas transações, a vantagem financeira é clara: as contas digitais podem sair por até metade do preço das tradicionais, de acordo com levantamento feito pelo professor Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo (EESP/FGV). Em média, o cliente de contas tradicionais paga R$ 180 por ano apenas para manter a conta corrente funcionando, sem contar as taxas cobradas quando se ultrapassa a lista de operações do pacote mensal.

Na conta tradicional, além da tarifa média de R$ 15 por mês, as instituições financeiras costumam cobrar um valor médio de R$ 7 por operação para fazer mais de cinco transferências bancárias no período.

As contas digitais, em geral, não cobram tarifa de manutenção, mas têm um limite menor para transações gratuitas, que varia de instituição para instituição e fica na média de dois saques e duas transferências no mês, de acordo com Sampaio, da FGV. Quando se ultrapassa essa média, o cliente paga em torno de R$ 6 em saques adicionais e R$ 3 para DOCs e TEDs extras.

A popularidade das movimentações online pode ser notada na quantidade de contas correntes, digitais ou tradicionais, que foram abertas por meios eletrônicos. De acordo com dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), foram abertos 2,5 milhões de contas pelo celular em 2018 ante 1,6 milhão no ano anterior. Pelo computador, foram abertas 434 mil contas no ano passado, bem acima das 26 mil de 2017.

Fintechs

Da mesma forma que as contas tradicionais, a digital é regulada pelo Banco Central – a diferença fica no tamanho da cesta de serviços oferecida aos clientes. As regras são diferentes, porém, para as contas de pagamentos de fintechs que não têm autorização para fazer negociações com o dinheiro dos clientes. Essas instituições não podem, por exemplo, emprestar para outros bancos ou fazer investimentos para obter lucro. O BC determina que elas mantenham os depósitos separados de outros ativos da empresa, podendo apenas aplicá-los em títulos do governo.

Para o cliente, o importante é ficar atento aos detalhes do produto: algumas dessas contas já foram desenvolvidas para o uso do cartão de débito, saques e transferências para outros bancos. Outras ainda não comportam todos esses serviços.

Exemplo de conta de pagamento, a NuConta, da Nubank, tem a função de débito desde dezembro. A fintech tem mais de 4,8 milhões de clientes no Brasil – desde que ganhou esse novo serviço, mais de 2 milhões de pessoas aderiram à NuConta. Do total de 1,2 milhão de pessoas que pediram acesso à nova funcionalidade, 900 mil já receberam o convite para utilizá-la.

Eduardo Topedo, produtor musical e de eventos, deixou de usar o sistema bancário tradicional quando abriu uma conta digital na Neon Pagamentos. “Comecei a usá-lo como banco principal. O aplicativo era melhor, não pagava tarifa nem transferências”, explica.

Hoje, ele também é cliente na Nubank. “No início, usava essa segunda conta para guardar dinheiro porque rendia mais. Agora, faço a maior parte das movimentações por lá, mas mantenho o cartão de débito da Neon para compras online.”

Para não pagar tarifa nenhuma, Topedo transformou em conta poupança a conta em um grande banco pela qual recebe seu salário: todo mês transfere o ordenado para as contas digitais onde faz as movimentações.

Proteção

“Não tem por que pensar que alguém que tem conta em fintechs precisa de uma conta normal”, afirma o professor Eduardo Coutinho, do Ibmec de Minas Gerais. Segundo ele, a segurança dessa modalidade é a mesma das contas tradicionais ou digitais em grandes bancos, já que os depósitos de até R$ 250 mil, sejam eles em grandes e pequenos bancos ou até mesmo nas instituições de pagamentos, são protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), entidade privada, sem fins lucrativos, que administra o mecanismo de proteção aos depositantes e investidores no Sistema Financeiro Nacional.

Na mesma linha, o professor Joelson Sampaio afirma: “O risco de instituições menores quebrarem é maior, pois o impacto da falência de instituições maiores, em geral, é prevenida até pelo próprio governo. Mas a garantia do FGC é a mesma”.

Ainda assim, há quem prefira continuar correntista de um grande banco e ter a conta de pagamento como complemento. Bruno Romano, profissional de marketing, foi um dos escolhidos para testar a NuConta. Ele faz a maior parte das movimentações pela fintech, mas mantém uma conta corrente com tarifa mensal de R$ 30, pelos benefícios que o banco oferece. “Tenho sala de embarque preferencial, seguro viagem e sistema de pontos no cartão. Por isso, prefiro manter, apesar de não fazer muitas transações por lá”, conta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Finance News 

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Trânsito

Motorista bate em mureta de proteção, é arremessado e morre, na BR-060

Por motivos desconhecidos, o homem perdeu o controle da direção do carro, derivou para a esquerda e bateu em cheio contra uma mureta que faz a proteção da rodovia.

Por Ton Paulo
20/05/2019, 10h10

Um trágico acidente de trânsito fez uma vítima fatal na madrugada do último domingo (19/5) na BR-060, entre os municípios de Guapó e Goiânia. Um homem, que estava com seu cunhado no mesmo carro, foi arremessado do veículo e morreu após colidir com uma mureta de proteção da rodovia.

O acidente ocorreu no KM 163 da BR-060. De acordo com informações da Delegacia de Crimes de Trânsito (Dict), Eduardo Montelo Franca, de 29 anos, conduzia um carro modelo Kia Cerato e tinha como passageiro seu cunhado, Paulo Araújo Santana Júnior. Ainda conforme a Dict, por motivos desconhecidos, Eduardo perdeu o controle da direção do carro, derivou para a esquerda e bateu em cheio contra uma mureta que faz a proteção da rodovia.

Com a colisão, o veículo acabou capotando, e Eduardo foi arremessado com violência para fora do carro. Ele veio a óbito no local. Já o passageiro, Paulo Araújo, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).

Além de acidente na BR-060, ocorrência também fez vítimas na Avenida Perimetral Norte, em Goiânia

Ainda no dia de ontem, um outro acidente grave acabou fazendo vítimas fatais, este na Avenida Perimetral Norte, em Goiânia. Segundo a Dict, duas pessoas morreram e outras ficaram feridas após a caminhonete em que estavam cair em um barranco de aproximadamente 10 metros de altura. O grave acidente ocorreu na noite deste domingo (19/5), sentido Setor Goiânia II/Shopping Passeio das Águas. O motorista, que sobreviveu ao acidente, foi submetido ao teste do bafômetro, que apontou que ele dirigia bêbado.

Segundo informações da Dict, o motorista do veículo, Lin Waner Garcia de Oliveira, de 32 anos, perdeu o controle da direção, atravessou o canteiro central da avenida, desceu em barranco de aproximadamente 10 metros de altura, chocou em algumas árvores e por fim, em quatro palmeiras plantadas na entrada de uma residência. O veículo parou de ponta cabeça.

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Brasil

Servidora é morta pelo marido, policial civil, dentro da Secretaria de Educação do DF

Logo após o crime, ocorrido na manhã desta segunda-feira (20/5), o homem tirou a própria vida.
20/05/2019, 11h42

Uma servidora pública foi morta a tiros pelo marido dentro do prédio da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Logo após o crime, ocorrido na manhã desta segunda-feira (20/5), o homem, identificado preliminarmente como Sérgio Murilo do Santos, um policial civil, tirou a própria vida.

Conforme relatos de testemunhas, o homem entrou no prédio e, momentos depois, o casal começou a discutir. Ele sacou a arma atirou contra a mulher e em seguida disparou um tiro em sua boca.

Por meio do perfil no Twitter, o secretário de Educação, Rafael Parente, confirmou o crime ocorrido no local. “Houve um homicídio agora na nova Sede II, na 511 norte. Estou a caminho. A Caravana da Educação da Regional do Núcleo Bandeirante está suspensa. O primeiro relato é de que um homem matou a esposa e se suicidou”, escreveu.

Veja publicação:

Suspeito de matar servidora da Educação do DF disse que precisava usar serviço no local

Ao Correio Braziliense, Isabel Helena Rabelo, 47 anos, também uma servidora da Secretaria, contou que a mulher morta pelo marido trabalhava no serviço de atendimento ao público, que foi aberto recentemente no local. Ainda de acordo come ela, para conseguir entrar no prédio, Sergio disse na portaria que precisava de um serviço prestado na área de trabalho da mulher. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas ao chegar no local as duas pessoas já estavam sem sinais vitais.

O crime ocorreu no terceiro andar do prédio da Secretaria. A unidade é nova e estava em funcionamento há apenas uma semana. Todas as atividades no local foram suspensas.

Mulher morta pelo marido era servidora desde 2001

A vítima, identificada como Débora Tereza Correia, 43 anos, era servidora da Educação desde 2001; ela ja atuou em escolas e na  Escola de Formação Eape. Atualmente Débora trabalhava na Subsecretaria de Gestão de Pessoas, na diretoria de cadastro da pasta.

Servidora é morta pelo marido, policial civil, dentro da Secretaria de Educação do DF
Foto: Reprodução

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