Goiás

Últimos dias de feriado de carnaval serão de chuva em Goiás, prevê Inmet

Previsão é de umidade máxima de 95%.
04/03/2019, 12h06

Os dois últimos dias do feriado prolongado de carnaval serão de chuva em Goiânia, Pirenópolis e Caldas Novas, e outras cidades do interior de Goiás. De acordo com previsão do Instituto Nacional INMET de Meteorologia (Inmet), o tempo fica de nublado a encoberto com pancadas de chuva e com trovoadas isoladas. Nesta segunda-feira (4/3), as temperaturas não devem ultrapassar os 29º. Já na terça-feira (5/3), a máxima chega aos 31º. Em Brasília também deve chover nestes dois dias.

Chuva nos últimos dias carnaval em Goiás

Veja abaixo a previsão do tempo de hoje e de terça de feriado, em algumas cidades de Goiás, segundo levantamento do Inmet:

Dia 4/3

Caldas novas

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 20º
  • Temperatura máxima: 29º

Goiânia

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 21º
  • Temperatura máxima: 29º

Pirenópolis

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 19º
  • Temperatura máxima: 28º

Brasília – DF

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 18º
  • Temperatura máxima: 26º

Dia 5/3

Caldas novas

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 21º
  • Temperatura máxima: 31º

Goiânia

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 20º
  • Temperatura máxima: 30º

Pirenópolis

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 20º
  • Temperatura máxima: 30º

Brasília – DF

  • Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
  • Temperatura mínima: 18º
  • Temperatura máxima: 28º

Forte chuva no início do feriado de carnaval deixa BR-040 alagada

Na tarde de sábado (2/3), início do feriado de carnaval, uma forte chuva deixou vários pontos da BR-040, altura de Valparaíso de Goiás, alagada. Um vídeo, divulgado pela PRF do Distrito Federal, mostrou uma fila de carros que tentavam seguir em meio à água. Pelas imagens é possível que o volume de água quase chega à altura do banco de um ponto de ônibus instalado na via.

Via: INMET 
Imagens: Repórter RO 

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Goiás

Defensoria Pública investiga fim do programa Jovem Cidadão em Goiás

Conforme a assessoria do órgão, 15 jovens em situação de vulnerabilidade social já procuraram a Defensoria para ter assistência sobre o seu direito na rescisão contratual.

Por Ton Paulo
04/03/2019, 12h52

A promessa do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), de continuar o programa Jovem Cidadão, que oferece capacitação e formação técnico-profissional para jovem do estado, através de nova licitação parece não ter sido suficiente para convencer as autoridades. Um Procedimento Preparatório foi aberto recentemente pela Defensoria Pública do Estado de Goiás para apurar a interrupção por parte do governo dos milhares de contratos em vigor no programa.

Conforme a assessoria de imprensa do órgão, um total de 15 jovens em situação de vulnerabilidade social procuraram a Defensoria na última sexta-feira (1/3) para ter assistência sobre o seu direito na rescisão contratual entre o governo de Goiás e a Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi).

Por meio de nota, a Defensoria Pública declarou que instaurou um Procedimento Preparatório para Propositura de Ações Coletivas (PROPAC) “a fim de averiguar notícias em relação à possível interrupção em massa dos contratos de aprendizagem do programa estadual Jovem Cidadão”.

O órgão informou ainda que recebeu vários relatos de preocupação com o fim do programa. Veja a nota abaixo divulgada pela Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO):

“A Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO), por meio do Núcleo de Defensorias Especializadas da Infância e Juventude da Capital, instaurou um Procedimento Preparatório para Propositura de Ações Coletivas (PROPAC) a fim de averiguar notícias em relação à possível interrupção em massa dos contratos de aprendizagem do programa estadual Jovem Cidadão. Nesta sexta-feira (1/3), a DPE-GO atendeu mais de 15 jovens, a maioria oriundos de família em situações de vulnerabilidade social, que relataram notícias do desligamento assim como a grande preocupação com a expectativa de interrupção do programa. Em Goiás, o programa estadual Jovem Cidadão emprega cerca de 4 mil adolescentes, sendo uma oportunidade para ingresso no mercado de trabalho e transformação social.”

Governo diz que Jovem Cidadão “não será extinto, mas sim aprimorado”

Caiado (DEM) interrompeu na última quarta-feira (27/2) o contrato de quase 5 mil jovens do programa Jovem Cidadão. A decisão, executada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds), interrompe os contratos de formação laboral em vigor de 4.417 jovens, de 14 a 18 anos, impedindo os jovens de continuarem a formação e qualificação profissional que recebem do programa. A interrupção do termo de colaboração entre a Organização Social (OS) responsável pelo programa, Rede Nacional Pró-Aprendiz (Renapsi), e o Estado paralisa a aprendizagem antes de sua conclusão.

O convênio com a OS deve ser encerrado no dia 14 de março. Segundo a Seds, o programa “não será extinto, mas sim aprimorado”. Os contratos serão interrompidos automaticamente, antes do vencimento, diferentemente do que determina a Lei 10.097/2007, que prevê apenas quatro hipóteses de rescisão do contrato de aprendizagem: “I- desempenho insuficiente ou inadaptação do aprendiz; II – falta disciplinar grave; III – ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo; ou IV – a pedido do aprendiz.”

A Seds informou que “apenas fará nova licitação dentro dos dispositivos legais que regem a administração pública e em consonância com a política de transparência determinada pelo Governo de Goiás”. Em nota à imprensa, a secretaria diz que o edital de licitação está em fase de finalização e será lançado nos próximos dias.

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Política

Confisco do sítio de Atibaia É registrado em cartório

Segundo a magistrada, a lei de lavagem de dinheiro prevê a 'perda, em favor da União, dos bens e valores relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes'.
04/03/2019, 13h57

A 1ª Vara Federal de Bragança Paulista informou a juíza Gabriela Hardt de que foi registrado, no cartório de Atibaia, no interior de São Paulo, o confisco do sítio Santa Bárbara, pivô da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 12 anos e 11 meses na Operação Lava Jato. A ordem de confisco do sítio está entre as determinações da sentença.

Segundo a magistrada, a lei de lavagem de dinheiro prevê a ‘perda, em favor da União, dos bens e valores relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes’.

A juíza afirma que ter concluído ‘que são proveito do crime de lavagem as benfeitorias feitas nas reformas do sítio de Atibaia, para as quais foram empregados ao menos R$ 1.020.500,0o’. “Já foi narrado nesta sentença que não se discute aqui a propriedade do sítio. Contudo, os valores das benfeitorias, feitas em especial no imóvel de matrícula 55.422, registrado em nome de Fernando Bittar e sua esposa, no mínimo equivalem ao valor do terreno, comprado em 2010 pelo valor de R$ 500.000,00”.

Após a sentença, a juíza determinou que o cartório de imóveis em Atibaia formalize o confisco do sítio. A carta precatória enviada pela juíza à Justiça Federal em Bragança Paulista tem como objetivo a ‘formalização do sequestro do imóvel, bem como registro do sequestro no Cartório de Registro de Imóveis competente’. A ordem de confisco do sítio está entre as determinações da sentença que condenou Lula.

Em cumprimento à decisão, a 1ª Vara Federal de Bragança Paulista informou que o ‘Auto de Sequestro de bem imóvel datado de 15/02/2019, foi efetivado o registro do sequestro no R.8 da Matricula 55.422, conforme determinado’.

Agora, na matrícula da propriedade do Sítio, que, após a alienação do imóvel, “eventual diferença entre o valor das benfeitorias objeto dos crimes reconhecidos na sentença e o valor pago pela totalidade’ dele ‘seja revertida aos proprietários’. O sítio está em nome Fernando e Lilian Bittar.

Condenados

A sentença de Gabriela Hardt tem 360 páginas. Também foram condenados os empresários José Adelmário Pinheiro Neto, o Léo Pinheiro, ligado a OAS, a 1 ano, 7 meses e 15 dias, o pecuarista José Carlos Bumlai a 3 anos e 9 meses, o advogado Roberto Teixeira a 2 anos de reclusão, o empresário Fernando Bittar (proprietário formal do sítio) a 3 anos de reclusão e o empresário ligado à OAS Paulo Gordilho a 3 anos de reclusão.

A juíza condenou os empresários Marcelo Odebrecht a 5 anos e 4 meses , Emilio Odebrecht a 3 anos e 3 meses, Alexandrino Alencar a 4 anos e Carlos Armando Guedes Paschoal a 2 anos. O engenheiro Emyr Diniz Costa Junior recebeu 3 anos de prisão. Todos são delatores e, por isso, vão cumprir as penas acertadas em seus acordos.

Gabriela Hardt absolveu Rogério Aurélio Pimentel, o ‘capataz’ das obras do sítio.

A Lava Jato afirma que o sítio passou por três reformas: uma sob comando do pecuarista José Carlos Bumlai, no valor de R$ 150 mil, outra da Odebrecht, de R$ 700 mil e uma terceira reforma na cozinha, pela OAS, de R$ 170 mil, em um total de R$ 1,02 milhão.

Ação

O sítio Santa Bárbara é pivô da terceira ação penal da Lava Jato, no Paraná, contra o ex-presidente – além de sua segunda condenação. O petista ainda é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro por supostas propinas da Odebrecht – um terreno que abrigaria o Instituto Lula e um apartamento vizinho ao que morava o ex-presidente em São Bernardo do Campo.

Prisão

O ex-presidente já cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão no caso triplex, em ‘sala especial’, na sede da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, desde 7 abril de 2018, por ordem do então juiz federal Sérgio Moro.

Lula foi sentenciado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo suposta propina de R$ 2,2 milhões da OAS referente às reformas do imóvel.

Nota da Defesa de Lula

A defesa do ex-presidente Lula recorrerá de mais uma decisão condenatória proferida hoje (06/02/2019) pela 13ª. Justiça Federal de Curitiba que atenta aos mais basilares parâmetros jurídicos e reforça o uso perverso das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política, prática que reputamos como “lawfare”.

A sentença segue a mesma linha da sentença proferida pelo ex-juiz Sérgio Moro, que condenou Lula sem ele ter praticado qualquer ato de ofício vinculado ao recebimento de vantagens indevidas, vale dizer, sem ter praticado o crime de corrupção que lhe foi imputado. Uma vez mais a Justiça Federal de Curitiba atribuiu responsabilidade criminal ao ex-presidente tendo por base uma acusação que envolve um imóvel do qual ele não é o proprietário, um “caixa geral” e outras narrativas acusatórias referenciadas apenas por delatores generosamente beneficiados.

A decisão desconsiderou as provas de inocência apresentadas pela Defesa de Lula nas 1.643 páginas das alegações finais protocoladas há menos de um mês (07/01/2019) – com exaustivo exame dos 101 depoimentos prestados no curso da ação penal, laudos técnicos e documentos anexados aos autos. Chega-se ao ponto de a sentença rebater genericamente a argumentação da defesa de Lula fazendo referência a “depoimentos prestados por colaboradores e co-réus Leo Pinheiro e José Adelmário” (p. 114), como se fossem pessoas diferentes, o que evidencia o distanciamento dos fundamentos apresentados na sentença da realidade.

Ainda para evidenciar o absurdo da nova sentença condenatória, registra-se que:

– Lula foi condenado pelo “pelo recebimento de R$ 700 mil em vantagens indevidas da Odebrecht” mesmo a defesa tendo comprovado, por meio de laudo pericial elaborado a partir da análise do próprio sistema de contabilidade paralelo da Odebrecht, que tal valor foi sacado em proveito de um dos principais executivos do grupo Odebrecht (presidente do Conselho de Administração); esse documento técnico (elaborado por auditor e perito com responsabilidade legal sobre o seu conteúdo) e comprovado por documentos do próprio sistema da Odebrecht foi descartado sob o censurável fundamento de que “esta é uma análise contratada por parte da ação penal, buscando corroborar a tese defensiva” – como se toda demonstração técnica apresentada no processo pela defesa não tivesse valor probatório;

– Lula foi condenado pelo crime de corrupção passiva por afirmado “recebimento de R$ 170 mil em vantagens indevidas da OAS” no ano de 2014 quando ele não exercia qualquer função pública e, a despeito do reconhecimento, já exposto, de que não foi identificado pela sentença qualquer ato de ofício praticado pelo ex-presidente em benefício das empreiteiras envolvidas no processo;

– foi aplicada a Lula, uma vez mais, uma pena fora de qualquer parâmetro das penas já aplicadas no âmbito da própria Operação Lava Jato – que segundo julgamento do TRF4 realizado em 2016, não precisa seguir as “regras gerais” – mediante fundamentação retórica e sem a observância dos padrões legalmente estabelecidos.

Em 2016 a defesa demonstrou perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU a ocorrência de grosseiras violações às garantais fundamentais, inclusive no tocante à ausência de um julgamento justo, imparcial e independente. O conteúdo da sentença condenatória proferida hoje somente confirma essa situação e por isso será levada ao conhecimento do Comitê, que poderá julgar o comunicado ainda neste ano – e eventualmente auxiliar o país a restabelecer os direitos de Lula.

Cristiano Zanin Martins

Defesa de Bittar

O criminalista Alberto Zacharias Toron, que defende o empresário Fernando Bittar, condenado a 3 anos de reclusão no processo do sítio de Atibaia, disse que a sentença da juíza Gabriela Hardt ‘é equilibrada’. “Vamos recorrer, mas a sentença mostra a disparidade entre a acusação e a realidade reconhecida por uma juíza que não é exatamente uma liberal, ao contrário, é reconhecida como uma juíza linha dura.”

Para Toron, é importante destacar que a força-tarefa do Ministério Público Federal da Operação Lava Jato imputava a Bittar – proprietário do sítio de Atibaia – a prática de 44 atos de lavagem de dinheiro. “A doutora Gabriela Hardt condenou Bittar por apenas uma lavagem. Isso mostra a prática de acusação excessiva do Ministério Público.”

O criminalista avalia que a força-tarefa da Lava Jato ‘com sua estratégia usual de fazer acusação excessiva quer compelir a pessoa a fazer uma delação, no caso queriam que falassem do Lula e da dona Marisa, quando na verdade não há base nenhuma para uma acusação dessa magnitude’.

O advogado demonstra preocupação com o plea bargain, acordo penal adotado em larga escala nos Estados Unidos e que o ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro incluiu no pacote anticrime entregue ao Congresso nesta quarta, 6.

“Agora vem o plea bargain do Moro. Vão te acusar de crimes que levam a uma pena de 100 anos. O que você faz? Se fizer acordo a pena cai para 5 anos. A pessoa vai aceitar. Vamos ter que discutir muito isso.”

“O que é importante destacar é que o próprio Ministério Público, nas alegações finais, reconheceu que o Fernando Bittar é o verdadeiro proprietário do sítio de Atibaia”, segue Toron. “Enfim, ficou definida a propriedade do sítio.”

Defesa de José Carlos Bumlai

“José Carlos Bumlai recebeu com imensa surpresa a notícia de sua condenação e dela irá recorrer, pois jamais contribuiu financeiramente com as reformas do sítio de Atibaia. A sentença é atécnica e não aponta a origem nem a ilicitude dos valores que seriam objeto da suposta lavagem. Além disso, a pena e o regime de cumprimento impostos a ele são totalmente desproporcionais.”

Defesa de Roberto Teixeira

“A magistrada já deu a substituição, aplicou regime aberto e substituiu por prestação de serviços à comunidade. Mas vou recorrer, até porque o Ministério Público Federal vai recorrer.”

“A defesa de Roberto Teixeira, embora reconheça qualidades e méritos da prolatora da sentença irá recorrer, pois entende que ele, como exposto desde a resposta à denúncia até as alegações finais, não cometeu o delito que lhe é imputado.”

“Entende também que a sua inocência ficou comprovada pela prova dos autos e que, em consequência, a sentença contrariou todos os elementos carreados para o processo que demonstraram a atipicidade da conduta de Roberto Teixeira.”

“É importante deixar claro que a conduta de Roberto Teixeira foi uma conduta do advogado. Sua conduta foi a do advogado na defesa dos interesses de seu cliente. Dessa forma não pode ele ser punido criminalmente porque será punida assim a Advocacia.”

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Goiás

Uma tonelada de maconha é apreendida, em Chapadão do Céu

Durante a abordagem três pessoas foram presas em flagrante por tráfico internacional de drogas.
04/03/2019, 13h58

Uma tonelada de maconha foi apreendida na noite do último domingo (3/3) pelo Comando de Operação de Divisas (COD) em Chapadão do Céu, na divisa de Goiás com o Mato Grosso do Sul. Além dos entorpecentes, três pessoas que transportavam as drogas também foram presas pela polícia.

A prisão dos suspeitos e a apreensão das drogas ocorreram após uma abordagem da polícia a dois veículos na BR-060. Um dos carros usado pela associação criminosa é um Renault/Duster que estava com os entorpecentes.

Um outro carro do modelo VW/Fox também foi apreendido. Conforme as informações da polícia, o veículo era usado como batedor para o carro que estava transportando as drogas. Após a abordagem e pesagem do material, a quantidade de entorpecentes apreendida era de uma tonelada de maconha.

Maconha vinha do Paraguai e seria distribuída em Goiás e no Distrito Federal neste Carnaval

A polícia afirmou que além dos carros e os entorpecentes apreendidos, os celulares dos responsáveis pelo transporte também foram apreendidos. Conforme as informações da polícia, a maconha foi adquirida no Paraguai e iria ser distribuída neste feriado de Carnaval em Goiás e no Distrito Federal.

As drogas, carros e celulares apreendidos durante a ação policial foram encaminhados para a sede da Polícia Federal (PF). Os três homens presos na abordagem policial vão responder por tráfico internacional de drogas.

Veja o vídeo que mostra os policias do COD retirando a maconha do veículo

Uma tonelada e meia de maconha foi apreendida na BR-060

Após receber uma denuncia anônima na noite do dia 20 de janeiro de 2019, policiais civis da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), conseguiram abordar uma caminhonete carregada com uma tonelada e meia de maconha, na BR-060.

Após identificar o carro que transportava os entorpecentes, os policiais fizeram o acompanhamento da caminhonete. Na abordagem, o motorista tentou revidar e acabou bateu o veículo na sequência, mas acabou conseguindo fugir da polícia. O veículo e as drogas foram apreendidos e encaminhados para sede da Denarc.

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Goiás

Foliões deixam rastro de mais de 500 quilos de lixo na Praça Cívica, em Goiânia

Entretanto, esse número ainda deve aumentar após término da limpeza.

Por Ton Paulo
04/03/2019, 14h33

Os foliões e seus bloquinhos espalham animação, glitter e alegria por onde passam neste carnaval. Entretanto, parece que eles deixaram um rastro não tão bonito na Praça Cívica, em Goiânia, no último (3/3). Isso porque segundo levantamento da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), mais de 500 quilos de lixo foram coletados na manhã desta segunda-feira (4/3) pelos trabalhadores no local. Entretanto, esse número ainda deve aumentar após término da limpeza.

Segundo a empresa, conforme divulgado por um jornal local, as equipes também recolheram aproximadamente 600 quilos de lixo na região da Rua 226 do setor Leste Universitário. A média de resíduo recolhida pelos servidores da Comurg diariamente é três vezes menor do que o retirado hoje.

No meio do lixo deixado pelos puladores de carnaval estão latas de alumínio, garrafas de vidro, copos plásticos e panfletos de divulgação, entre outras coisas.

Já em Brasília (DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recolheu 4,6 toneladas de lixo nas primeiras 24 horas de carnaval. O balanço se refere ao que foi coletado entre a tarde de sexta-feira (1/3)  quando os primeiros blocos foram às ruas, e às 14h do último sábado (2/3).

Além da Praça Cívica, sevidores da Comurg estão espalhados em toda a Goiânia para conter a sujeira dos foliões

Ainda conforme a Comurg, o sistema operacional funciona através de escala. Estão em serviço aproximadamente 4 mil servidores divididos em diversas equipes espalhadas por pontos da cidade que recebem maior aglomeração de pessoas como na região Central e Sul, como Avenida Circular, no Setor Pedro Ludovico, Avenidas T-63, Avenida 85 e Avenida T-11 no Setor Bueno, setor Leste Universitário, nas imediações da 5ª avenida e rua 52, no Jardim Goiás.

No ano passado, em três dias de folia, cerca de oito toneladas de lixo foram retiradas das principais regiões de folia na cidade: Praça Cívica, Rua 115, Cepal Setor Sul, Parque Vaca Brava e Ginásio Goiânia Arena.

Via: Mais Goiás 

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