Brasil

Ônibus colide com carros, capota e deixa 10 mortos em Campos do Jordão (SP)

Além dos dez óbitos, outras 51 pessoas ficaram feridas.
10/06/2019, 08h30

Um grave acidente envolvendo um ônibus e pelo menos três carros deixou dez vítimas fatais na noite deste domingo, 9, na rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123), em Campos do Jordão.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o motorista do ônibus, que pertence à empresa Brasil Santana, teria perdido o controle do coletivo, que tinha mais de 40 passageiros a bordo, e colidiu com os veículos antes de capotar. A causa do acidente ainda é incerta.

Além dos dez óbitos, outras 51 pessoas ficaram feridas. O resgate foi acionado às 21h38 e envolveu 17 viaturas entre Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária e Polícia Militar e deixou as duas faixas da via interditadas.

Os feridos com maior gravidade foram encaminhados para o Hospital Regional de Taubaté, enquanto os demais foram para a Santa Casa de Pindamonhangaba. As vítimas fatais foram levadas para o IML de Taubaté.

Imagens: G1 

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Política

Site divulga supostos diálogos de Moro; PF apura ação de hackers

As conversas supostamente mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram.
10/06/2019, 09h02

A Polícia Federal instaurou há cerca de um mês um inquérito para investigar ataques feitos por hackers aos celulares de procuradores da República que atuam nas forças-tarefas da Lava Jato em Curitiba, no Rio e em São Paulo, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo com uma fonte a par da investigação. Há 4 dias, outro inquérito foi aberto para apurar ataques ao celular do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Neste domingo, 9, o site The Intercept Brasil divulgou o suposto conteúdo de mensagens trocadas pelo então juiz federal Sergio Moro e por integrantes do Ministério Público Federal, como o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba.

As conversas supostamente mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram. O site afirmou que recebeu de fonte anônima o material. O The Intercept tem entre seus fundadores Glenn Greenwald, americano radicado no Brasil que é um dos autores da reportagem.

De acordo com o site, há conversas escritas e gravadas nas quais Moro sugeriu mudança da ordem de fases da Lava Jato, além de dar conselhos, fornecer pistas e antecipar uma decisão a Dallagnol.

Os hackers miraram especialmente em mensagens trocadas por meio do Telegram. As vítimas, que não haviam acionado a verificação em duas etapas, recurso que adiciona camada adicional de segurança às mensagens, tiveram suas conversas violadas pelos criminosos, segundo fonte a par da investigação.

Os procuradores notificaram a Polícia Federal após um deles desconfiar de mensagem recebida por meio do aplicativo. O ataque em massa foi descoberto e começou a ser apurado pela PF.

Um investigador que conversou com a reportagem sob reserva diz que somente as vítimas do ataque poderão confirmar se o conteúdo das mensagens é verdadeiro. Isso porque é muito comum que hackers incluam passagens falsas no meio de conversas “roubadas” das vítimas.

Um integrante da cúpula do Ministério Público Federal, que falou ao jornal sob reserva, disse que foi “imprudente” o uso do Telegram e não das vias oficiais, já que há uma rede oficial e segura do MPF para esse fim.

O ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo Tribunal Federal, disse que esse tipo de comunicação não deveria ocorrer por aplicativos. “A troca de mensagens entre juiz e Estado acusador tem de ser no processo, com absoluta publicidade. A internet é sempre perigosa”, disse. Ele não quis comentar, porém, o teor das conversas e eventual repercussão em casos em andamento.

A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba afirmou, em nota divulgada na noite deste domingo, que “não sabe exatamente ainda a extensão da invasão”, mas que “possivelmente” foram copiados “documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança” dos integrantes do grupo e de suas famílias.

Disse ainda antecipar que os criminosos tentem usar o material roubado para constranger os integrantes da força-tarefa, falseando o conteúdo das conversas. “Uma vez ultrapassados todos os limites de respeito às instituições e às autoridades constituídas na República, é de se esperar que a atividade criminosa continue e avance para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto, falsificar integral ou parcialmente informações e disseminar ‘fake news’.”

Segundo a nota, os procuradores têm “tranquilidade” de que as mensagens “refletem atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial” e que não irão “se dobrar à invasão imoral e ilegal, à extorsão ou à tentativa de expor e deturpar suas vidas pessoais e profissionais”.

Também por meio de nota, Sergio Moro afirmou que, nas mensagens em que é citado, “não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado”. O ministro da Justiça disse lamentar “a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores” e o “sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”.

Preocupação

Os ataques de hackers vêm sendo recorrentes e já eram motivo de preocupação dentro do MPF. Em maio, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou instauração de procedimento administrativo para acompanhar a apuração de tentativas de ataques cibernéticos a membros do MPF.

Raquel Dodge determinou ainda que a Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR adotasse providências para diagnosticar eventuais ataques e resolver o problema. À época, ela considerou os ataques graves e afirmou que eles poderiam comprometer diversas apurações em curso.

No final de abril, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou que seu celular havia sido “clonado ou hackeado”.

O relator do processo da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 2.ª Região, Abel Gomes, também foi alvo de hacker, como mostrou a Coluna do Estadão no Sábado.

Na semana passada, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, teve seu celular pessoal clonado. Ele cancelou a linha e determinou a abertura de investigações. O ministro desconfiou de uma ligação recebida por ele e, logo em seguida, bloqueou a linha. Procurados pela reportagem, a Polícia Federal, a Procuradoria-geral da República e Palácio do Planalto não comentaram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Menino de 3 anos é encontrado sozinho de madrugada em matagal, em Goiânia

O menino, que tinha marcas de agressão e estava completamente sozinho na madrugada, no meio do matagal, foi levado para a Central de Flagrantes.

Por Ton Paulo
10/06/2019, 09h11

Um motorista de App levou um baita susto na madrugada desta segunda-feira (10/6) ao ir buscar uma passageira. O homem, ao passar perto de um matagal localizado no Residencial Santa Fé, em Goiânia, notou um vulto, e ao parar para ver, descobriu ser uma criança de 3 anos zanzando sozinha. O menino, que tinha marcas de agressão e estava completamente sozinho na madrugada, no meio do matagal, foi levado para a Central de Flagrantes.

Em informações repassadas ao Dia Online, a Polícia Civil contou que o caso ocorreu na Rua das Fardas, no Residencial Santa Fé, na madrugada de hoje. Ao perceber que era uma criança que estava no matagal, o motorista de App tentou se aproximar, mas o menino, identificado pelas iniciais I.R.R., se afastou assustado. Após uma conversa, o homem acabou convencendo a criança e a levou para a Central de Flagrantes da polícia.

Ainda conforme a polícia, na delegacia, o motorista contou que notou um veículo branco rondando a região onde encontrou a criança, e este chegou a parar. O homem também relatou que ouviu uma pessoa gritar o nome de alguém do matagal, possivelmente o nome do menino.

O menino foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde ficou constatada a presença de várias lesões em seu corpo ocasionadas por agressão física.

Pai de menino de 3 anos encontrado em matagal já foi alvo de denúncia por abandono de incapaz

De acordo com a polícia, já havia um registro policial contra os pais do menino por abandono de incapaz. Eles foram contactados e se apresentaram na Central de Flagrantes ainda nesta madrugada. Em sua defesa, o pai da criança disse que o caso se tratava de uma ocasião em que eles precisaram ir ao supermercado e deixaram o filho sozinho.

Ainda conforme a polícia, o pai, um vendedor de 38 anos, havia registrado o desaparecimento do filho, e na segunda ligação à polícia foi informado que a criança havia sido encontrada.

À polícia, o homem contou que a esposa e mãe da criança, uma dona de casa de 25 anos, tinha problemas de insônia, e que eles costumavam fazer caminhadas na madrugada para ajudá-la a dormir.

O pai contou que foi trocar a fralda do caçula ao voltar da caminhada e, quando percebeu, não viu o menino. Em seguida, foi para casa pegar o carro para procurá-lo pelas ruas do bairro. Como não achou, chamou a polícia.

O casal tem outros dois filhos: uma menina e 2 e um menino de 6 anos. Eles também foram encaminhados ao IML e foram encontrados sinais de agressão no menino. O pai confessou as agressões contra as crianças e disse que estava “corrigindo os filhos”.

O caso foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), e já está sendo investigado. Entretanto, a polícia adianta que o caso “efetivamente não parece normal, e há evidências em tese abandono e lesão corporal”.

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Entretenimento

Ator de Chiquititas e seus pais são assassinados a tiros na zona sul de São Paulo

Paulo Curpertino Matias, de 48 anos, pai na namorada de Rafael e principal suspeito, fugiu do local e ainda não foi localizado.
10/06/2019, 09h34

O ator de Chiquititas Rafael Henrique Miguel, de 22 anos, e seus pais foram assassinados na tarde deste domingo, 9, na zona sul de São Paulo. Os disparos supostamente aconteceram após algum desentendimento com o pai da namorada de Rafael, que abriu fogo contra a família do jovem.

Segundo o site G1, Rafael, conhecido por seu papel na novela Chiquititas, e seus pais João Alcisio Miguel, de 52, e Miriam Selma Miguel, de 50 anos, haviam ido à casa da namorada dele conversar sobre o namoro. O ator já havia atuado em produções da TV Globo e em comerciais.

O comerciante Paulo Curpertino Matias, de 48 anos, fugiu do local e ainda não foi localizado. O crime foi cometido na Estrada do Alvarenga, no bairro da Pedreira, e o autor está sendo procurado pela polícia.

A Polícia Militar atendeu a um chamado para ocorrência com disparos de arma de fogo às 13h45, de acordo com informações da assessoria de imprensa da corporação. Os corpos foram encontrados em via pública. O caso deverá ser investigado pelo 98º Distrito Policial (Jardim Miriam).

Imagens: Revista Quem 

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Goiás

Aparelho de Raio X pega fogo em hospital, em Luziânia

Felizmente, as chamas foram rapidamente controladas pelo Corpo de Bombeiros e ninguém saiu ferido.

Por Ton Paulo
10/06/2019, 09h57

Os pacientes do Hospital do Jardim Ingá, localizado em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF), levaram um susto no início da tarde do último domingo (9/6). É que um aparelho de Raio X do local acabou pegando fogo, enchendo o hospital de fumaça e causando pânico. Felizmente, as chamas foram rapidamente controladas pelo Corpo de Bombeiros e ninguém saiu ferido.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros a um veículo local, um funcionário sentiu o cheiro de fumaça que saía de dentro da sala de Raio X e, ao ver que se tratava de fogo, pediu socorro. O sargento Barbo, dos bombeiros, explicou que o aparelho sofreu danos externos, sendo que a cápsula está totalmente isenta de dano.

Apesar do fogo ter sido rapidamente controlado, uma parte do hospital precisou ser interditada por causa da fumaça que se espalhou. Além de funcionários, cinco pacientes estavam no local na hora do incidente  mas ninguém ficou ferido.

Ao jornal O Grito, o secretário de Saúde de Luziânia, Watherson Roriz, informou que por questão de segurança todos os pacientes que estavam no hospital foram transferidos para outras unidades de saúde. Agora a Polícia Civil investigará a causa do incêndio.

A reportagem do Dia Online não conseguiu contato com a direção do hospital.

Hospital de Luziânia teve apenas aparelho de Raio X danificado pelas chamas, mas pacientes de clínica de Goiânia não tiveram a mesma sorte

Em setembro do ano passado, um incêndio em uma clínica de reabilitação deixou dois pacientes, de 32 e 17 anos, mortos e um ferido, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil na época, outro interno, Lindomar Venâncio Paixão, de 28 anos, confessou ter ateado fogo em colchões para tentar fugir do local.

O incêndio começou por volta das 21h30 do dia 3/9, na Comunidade Terapêutica Beth Shalom, localizada no Sítio Recreio Pindorama. As chamas atingiram um dos quartos, onde havia sete internos. Ao todo, a clínica abrigava 30 pacientes.

Os corpos da vítimas ficaram carbonizados.

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