Trânsito

Acidente na BR-153 deixa carro partido, corpo de motorista mutilado e via interditada 

Trecho que liga a GO-080 a Jaraguá, ficou totalmente interditado das 21h20 de domingo (9/6) às 4h desta segunda-feira (10/6).
10/06/2019, 08h08

Um acidente envolvendo um carro e uma carreta deixou a BR-153, no trecho que liga a GO-080 a Jaraguá, totalmente interditada na noite deste domingo (9/6). Com o impacto da batida, o veículo de passeio foi arrastado e acabou repartido em vários pedaços; o motorista teve o corpo mutilado.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), levantamentos preliminares apontam que o motorista do carro, modelo o VW Gol, que seguia  sentido Anápolis/Jaraguá, invadiu a pista contrária e bateu frontalmente com uma carreta, carregada com bagaço de cana, que seguia no sentido contrário.

Com a batida, a carreta tombou na pista e arrastou-se por cerca de 40 metros. O Gol foi repartido em várias partes e motorista, que ainda não foi identificado, teve o corpo mutilado. Segundo a corporação, a carga da carreta ficou espalgada na rodovia, que ficou completamente interditada das 21h20 de domingo (9/6) às 4h desta segunda-feira (10/6).

Motorista que teve corpo mutilado na BR-153 tinha latas de cerveja no carro

Ainda de acordo com a PRF, foram encontradas várias latas de cerveja junto aos destroços do carro de passeio. Já o motorista da carreta foi submetido ao teste do bafômetro que constatou que ele não estava alcoolizado.

Depois da batida entre o carro e o caminhão, um outro veículo de grande porte, um caminhão guincho, que seguia no mesmo sentido do Gol também atingiu o veículo de passeio.

Acidentes nas rodovias goianas

De acordo com balanço operacional da PRF, neste fim de semana ocorreram nas rodovias federais goianas 21 acidentes, que deixaram 27 pessoas feridas e quatro mortos.

Foram aplicadas 2.350 notificações de multas por infrações diversas onde 1.298 veículos foram flagrados em excesso de velocidade e 46 motoristas foram autuados por não usarem o cinto de segurança. Só nos nove primeiros dias de junho, 83 motoristas foram reprovados no teste de bafômetro e 22 condutores foram presos.

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Economia

Aplicativos de transporte consomem até 10% do orçamento dos usuários

Segundo levantamento, gasto médio com esses apps no mês foi de R$ 119.
10/06/2019, 08h22

Os hábitos de consumo dos brasileiros mudaram radicalmente nos últimos cinco anos. Com a evolução dos smartphones, quase todo tipo de serviço está hoje ao alcance dos dedos. Um levantamento sobre consumo por meio de aplicativos dá a dimensão do peso que esses “gastos invisíveis” têm e mostra o quanto eles podem comprometer o orçamento.

Segundo pesquisa da Guia Bolso, plataforma de organização das finanças pessoais, só os gastos com os principais apps de transporte no País – Uber, 99 e Cabify – comprometeram, em média, 9,5% da renda dos 72 mil usuários da plataforma que utilizaram esse serviço em maio. O gasto médio com esses apps no mês foi de R$ 119.

Em segundo lugar, ficaram as despesas com aplicativos de entrega de comida. A média gasta pelos 39 mil usuários que pagaram por esse serviço em maio foi de R$ 85, uma fatia de 8,1% da renda registrada por esse grupo.

O gasto com aplicativos de filmes e de música consta no orçamento de 30 mil e 49 mil usuários da plataforma, respectivamente. A pressão sobre as contas, no entanto, foi bem menor: nenhuma das duas despesas chegou a passar de 3% do orçamento.

Embora os dados se refiram a uma parcela pequena e específica da população, eles permitem enxergar um novo perfil de consumo que não está relacionado apenas à renda, avalia o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe, Guilherme Moreira. “Os hábitos mudaram de maneira permanente, a estrutura dos gastos mudou. São números interessantes que mostram a importância que essas tecnologias passaram a ter na vida das pessoas”, diz.

O professor explica que esses gastos não são exatamente extras, já que tendem a substituir outras despesas – enquanto crescem os pedidos de comida pelos apps, uma família pode diminuir a frequência da alimentação em restaurantes. “Deveremos ver uma redistribuição dos pesos dos setores”, afirma.

Na ponta dos dedos

Para Cláudia Mendes Nogueira, sócia da consultoria Oficina de Valor, a popularização desses aplicativos conseguiu ser rápida, pois eles atuam com serviços que já faziam parte, ainda que de outra maneira, da vida das pessoas. “São fáceis de usar, não há uma grande barreira de entrada.” Ela chama atenção, entretanto, para o outro lado dessas facilidades. “O controle dos gastos é um hábito que se adquire ao longo da vida e é um ponto sensível para os mais jovens.”

Diretor do Guia Bolso, Julio Duram concorda que não é difícil perder o controle com esses gastos. “Se você olhar as categorias, todas são sobre conveniência, são um caminho mais simples e curto. Mas tem uma armadilha: você gasta e só vê o tamanho do estrago no fim do mês, quando falta dinheiro”, diz.

Foi assim, pouco a pouco, que a engenheira carioca Priscila Lourinho, 28 anos, fechou alguns meses no vermelho por causa das despesas com apps de transporte. Em vez do trajeto mais em conta até o trabalho, de metrô, prevaleciam os minutos ganhos de carro. “Não me planejava e depois percebi que estourava o orçamento. Hoje tenho isso mapeado. Aprendi que tempo é dinheiro, literalmente.”

Para o relações públicas Hamilton Rodrigues, de 33 anos, a opção pelo aplicativo para ir de casa, no bairro da Pompeia, para o trabalho, em Pinheiros, ambos na zona oeste de São Paulo, é resultado da comodidade, já que praticamente não resulta em economia de tempo. Priorizando o conforto, ele já estourou o orçamento em cerca de R$ 500. “Valores pequenos parecem que não vão afetar, então você acaba relaxando e pedindo carro por qualquer coisa. Sempre tem uma desculpa”, brinca.

Oferta

Sem esperar pelos institutos oficiais de pesquisa que confirmem essa nova realidade, empresas já oferecem serviços para facilitar o acesso a esse tipo de consumo e também para acompanhar os gastos. A fintech Neon Pagamentos lançou no mês passado um serviço para controlar o uso do cartão nos pagamentos de Netflix, iFood, Spotify e Uber. Segundo a empresa, a faixa de consumidores entre 28 e 34 anos é a que compromete a maior parte da renda com os serviços, chegando a 30%. “Identificamos esse comportamento e colocamos nosso foco em jovens que começam a ganhar o próprio dinheiro”, diz o diretor da Neon Alexandre Álvares.

Um dos fundadores da plataforma digital Jeitto, Carlos Barros destaca que esse mercado, que começou a decolar em 2014, não se restringe às faixas de renda mais altas. Pagamentos em dinheiro, por exemplo, atingem público cinco vezes maior do que o do cartão, conta. Entre os usuários da Jeitto que ganham até um salário mínimo, os gastos com app de transporte são, em média, de R$ 52. De um a dois salários, de R$ 58. “Isso revela o alcance dos aplicativos em todas as classes, alavancados pelo uso dos smartphones em todas as rendas”, avalia. Segundo pesquisa mais recente da TIC Domicílios, 60 milhões de brasileiros acessavam a internet exclusivamente pelo celular em 2017.

Planejamento

Se bem planejado, o gasto com aplicativos pode até representar um alívio para o bolso, como no caso da relações públicas Louise Arcanjo, de São Caetano (SP). Ela deixou de usar o carro particular depois de colocar os custos na ponta do lápis. Usando o fretado da empresa para ir ao trabalho e indo à capital só com app, economiza até R$ 150 por mês. “Fui fazer as unhas e deixei o carro estacionado. Quando voltei, vi que o preço cobrado era o dobro do que sairia se fosse pelo aplicativo. Aí decidi fazer as contas.”

Segundo simulação da 99, o carro próprio só compensa financeiramente para quem percorre 35 quilômetros por dia ou mais: para quem vai de Pinheiros, na zona oeste, ao Brooklin, na zona sul de São Paulo, a economia pode chegar a quase R$ 6 mil por ano para quem usa apps; para quem vai de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, ao centro da capital, ter carro próprio pode sair quase R$ 3 mil mais barato.

O problema é levar as pessoas a calcular o que vale mais a pena, diz Pâmela Vaiano, diretora da 99, citando pesquisa da empresa, em parceria com o instituto Ipsos, segundo a qual 76% dos brasileiros não planejam seus gastos com transporte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Rodobens 

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Brasil

Ônibus colide com carros, capota e deixa 10 mortos em Campos do Jordão (SP)

Além dos dez óbitos, outras 51 pessoas ficaram feridas.
10/06/2019, 08h30

Um grave acidente envolvendo um ônibus e pelo menos três carros deixou dez vítimas fatais na noite deste domingo, 9, na rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123), em Campos do Jordão.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o motorista do ônibus, que pertence à empresa Brasil Santana, teria perdido o controle do coletivo, que tinha mais de 40 passageiros a bordo, e colidiu com os veículos antes de capotar. A causa do acidente ainda é incerta.

Além dos dez óbitos, outras 51 pessoas ficaram feridas. O resgate foi acionado às 21h38 e envolveu 17 viaturas entre Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária e Polícia Militar e deixou as duas faixas da via interditadas.

Os feridos com maior gravidade foram encaminhados para o Hospital Regional de Taubaté, enquanto os demais foram para a Santa Casa de Pindamonhangaba. As vítimas fatais foram levadas para o IML de Taubaté.

Imagens: G1 

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Política

Site divulga supostos diálogos de Moro; PF apura ação de hackers

As conversas supostamente mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram.
10/06/2019, 09h02

A Polícia Federal instaurou há cerca de um mês um inquérito para investigar ataques feitos por hackers aos celulares de procuradores da República que atuam nas forças-tarefas da Lava Jato em Curitiba, no Rio e em São Paulo, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo com uma fonte a par da investigação. Há 4 dias, outro inquérito foi aberto para apurar ataques ao celular do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Neste domingo, 9, o site The Intercept Brasil divulgou o suposto conteúdo de mensagens trocadas pelo então juiz federal Sergio Moro e por integrantes do Ministério Público Federal, como o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba.

As conversas supostamente mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram. O site afirmou que recebeu de fonte anônima o material. O The Intercept tem entre seus fundadores Glenn Greenwald, americano radicado no Brasil que é um dos autores da reportagem.

De acordo com o site, há conversas escritas e gravadas nas quais Moro sugeriu mudança da ordem de fases da Lava Jato, além de dar conselhos, fornecer pistas e antecipar uma decisão a Dallagnol.

Os hackers miraram especialmente em mensagens trocadas por meio do Telegram. As vítimas, que não haviam acionado a verificação em duas etapas, recurso que adiciona camada adicional de segurança às mensagens, tiveram suas conversas violadas pelos criminosos, segundo fonte a par da investigação.

Os procuradores notificaram a Polícia Federal após um deles desconfiar de mensagem recebida por meio do aplicativo. O ataque em massa foi descoberto e começou a ser apurado pela PF.

Um investigador que conversou com a reportagem sob reserva diz que somente as vítimas do ataque poderão confirmar se o conteúdo das mensagens é verdadeiro. Isso porque é muito comum que hackers incluam passagens falsas no meio de conversas “roubadas” das vítimas.

Um integrante da cúpula do Ministério Público Federal, que falou ao jornal sob reserva, disse que foi “imprudente” o uso do Telegram e não das vias oficiais, já que há uma rede oficial e segura do MPF para esse fim.

O ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo Tribunal Federal, disse que esse tipo de comunicação não deveria ocorrer por aplicativos. “A troca de mensagens entre juiz e Estado acusador tem de ser no processo, com absoluta publicidade. A internet é sempre perigosa”, disse. Ele não quis comentar, porém, o teor das conversas e eventual repercussão em casos em andamento.

A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba afirmou, em nota divulgada na noite deste domingo, que “não sabe exatamente ainda a extensão da invasão”, mas que “possivelmente” foram copiados “documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança” dos integrantes do grupo e de suas famílias.

Disse ainda antecipar que os criminosos tentem usar o material roubado para constranger os integrantes da força-tarefa, falseando o conteúdo das conversas. “Uma vez ultrapassados todos os limites de respeito às instituições e às autoridades constituídas na República, é de se esperar que a atividade criminosa continue e avance para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto, falsificar integral ou parcialmente informações e disseminar ‘fake news’.”

Segundo a nota, os procuradores têm “tranquilidade” de que as mensagens “refletem atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial” e que não irão “se dobrar à invasão imoral e ilegal, à extorsão ou à tentativa de expor e deturpar suas vidas pessoais e profissionais”.

Também por meio de nota, Sergio Moro afirmou que, nas mensagens em que é citado, “não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado”. O ministro da Justiça disse lamentar “a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores” e o “sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”.

Preocupação

Os ataques de hackers vêm sendo recorrentes e já eram motivo de preocupação dentro do MPF. Em maio, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou instauração de procedimento administrativo para acompanhar a apuração de tentativas de ataques cibernéticos a membros do MPF.

Raquel Dodge determinou ainda que a Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR adotasse providências para diagnosticar eventuais ataques e resolver o problema. À época, ela considerou os ataques graves e afirmou que eles poderiam comprometer diversas apurações em curso.

No final de abril, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou que seu celular havia sido “clonado ou hackeado”.

O relator do processo da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 2.ª Região, Abel Gomes, também foi alvo de hacker, como mostrou a Coluna do Estadão no Sábado.

Na semana passada, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, teve seu celular pessoal clonado. Ele cancelou a linha e determinou a abertura de investigações. O ministro desconfiou de uma ligação recebida por ele e, logo em seguida, bloqueou a linha. Procurados pela reportagem, a Polícia Federal, a Procuradoria-geral da República e Palácio do Planalto não comentaram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Menino de 3 anos é encontrado sozinho de madrugada em matagal, em Goiânia

O menino, que tinha marcas de agressão e estava completamente sozinho na madrugada, no meio do matagal, foi levado para a Central de Flagrantes.

Por Ton Paulo
10/06/2019, 09h11

Um motorista de App levou um baita susto na madrugada desta segunda-feira (10/6) ao ir buscar uma passageira. O homem, ao passar perto de um matagal localizado no Residencial Santa Fé, em Goiânia, notou um vulto, e ao parar para ver, descobriu ser uma criança de 3 anos zanzando sozinha. O menino, que tinha marcas de agressão e estava completamente sozinho na madrugada, no meio do matagal, foi levado para a Central de Flagrantes.

Em informações repassadas ao Dia Online, a Polícia Civil contou que o caso ocorreu na Rua das Fardas, no Residencial Santa Fé, na madrugada de hoje. Ao perceber que era uma criança que estava no matagal, o motorista de App tentou se aproximar, mas o menino, identificado pelas iniciais I.R.R., se afastou assustado. Após uma conversa, o homem acabou convencendo a criança e a levou para a Central de Flagrantes da polícia.

Ainda conforme a polícia, na delegacia, o motorista contou que notou um veículo branco rondando a região onde encontrou a criança, e este chegou a parar. O homem também relatou que ouviu uma pessoa gritar o nome de alguém do matagal, possivelmente o nome do menino.

O menino foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde ficou constatada a presença de várias lesões em seu corpo ocasionadas por agressão física.

Pai de menino de 3 anos encontrado em matagal já foi alvo de denúncia por abandono de incapaz

De acordo com a polícia, já havia um registro policial contra os pais do menino por abandono de incapaz. Eles foram contactados e se apresentaram na Central de Flagrantes ainda nesta madrugada. Em sua defesa, o pai da criança disse que o caso se tratava de uma ocasião em que eles precisaram ir ao supermercado e deixaram o filho sozinho.

Ainda conforme a polícia, o pai, um vendedor de 38 anos, havia registrado o desaparecimento do filho, e na segunda ligação à polícia foi informado que a criança havia sido encontrada.

À polícia, o homem contou que a esposa e mãe da criança, uma dona de casa de 25 anos, tinha problemas de insônia, e que eles costumavam fazer caminhadas na madrugada para ajudá-la a dormir.

O pai contou que foi trocar a fralda do caçula ao voltar da caminhada e, quando percebeu, não viu o menino. Em seguida, foi para casa pegar o carro para procurá-lo pelas ruas do bairro. Como não achou, chamou a polícia.

O casal tem outros dois filhos: uma menina e 2 e um menino de 6 anos. Eles também foram encaminhados ao IML e foram encontrados sinais de agressão no menino. O pai confessou as agressões contra as crianças e disse que estava “corrigindo os filhos”.

O caso foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), e já está sendo investigado. Entretanto, a polícia adianta que o caso “efetivamente não parece normal, e há evidências em tese abandono e lesão corporal”.

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