Brasil

Segurança é baleado em assalto no Shopping Metrô Itaquera

Em 2016, outro vigilante já havia sido baleado em uma tentativa de assalto no shopping.
07/06/2019, 14h48

Um segurança foi baleado após um assalto a uma loja do Shopping Metrô Itaquera, em Itaquera, zona leste de São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 7. Até o momento, ninguém foi preso.

O assalto foi anunciado por volta das 10h50, segundo a Polícia Militar. Não há informação de quantos criminosos participaram do roubo.

O grupo teria baleado um segurança terceirizado e fugido em seguida. A vítima foi socorrida ao Hospital Santa Marcelina, também em Itaquera.

Apesar da ocorrência, o shopping continuou funcionando normalmente nesta sexta-feira.

O caso foi registrado no 64.º Distrito Policial (Cidade AE Carvalho), de acordo com a PM.

Em nota, o Shopping Metrô Itaquera afirma que “prestou atendimento de primeiros socorros” ao segurança e “encaminhou a vítima ao hospital mais próximo”.

Também diz colaborar com as autoridades para “esclarecimento dos fatos”.

Em 2016, outro vigilante já havia sido baleado em uma tentativa de assalto no shopping.

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Goiás

Deputado propõe criação de 'Sine' para pessoas com deficiência em Goiás

O projeto, voltado ao acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho, é de autoria do deputado estadual Amilton Filho (SD).

Por Ton Paulo
07/06/2019, 15h14

Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o desemprego no Brasil já bate a marca de 12,5%, atingindo cerca de 13,2 milhões de pessoas. E se já é difícil para uma pessoa sem deficiência conseguir emprego, essa dificuldade para alguém que possui algum tipo de necessidade especial é ainda maior. Nesse cenário, um deputado de Goiás apresentou um projeto de lei que propõe a criação de uma central de empregos, uma espécie de “Sine” para pessoas com deficiência (PcD).

O projeto é de autoria do deputado estadual Amilton Filho (SD), e já está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Goiás, a Alego. De acordo com o parlamentar, a proposta vem justamente para facilitar o acesso da PcD ao mercado de trabalho. “Vejo empresas buscando a contratação de pessoas com deficiência, até pagando anúncios em rádio, mas tendo dificuldades de encontrá-las, justamente porque o acesso delas ao mercado de trabalho é mais difícil”, explica.

Ainda segundo o parlamentar, as PcD atendem a requisitos especiais no mercado, o que demanda um atendimento à parte. “Pessoas com necessidades especiais precisam de um atendimento diferenciado, pois atendem a requisitos de vagas específicas de trabalho. Essa central será uma maneira de democratizar o acesso ao emprego no Estado”, destaca Amilton, autor do projeto 133/2019.

Conforme projeto, central de empregos funciona como ‘Sine’ para pessoas com deficiência em Goiás

Segundo o deputado Amilton Filho, a central de empregos para PcD funcionaria como uma espécie de Sistema Nacional de Emprego, o Sine, e facilitaria tanto para a PcD quanto para a empresa para preencher uma vaga disponível. “Seria uma espécie de Sine, funcionando dentro do Vapt-Vupt, seria de grande auxílio para as pessoas que têm necessidades especiais e buscam por um emprego”, comenta.

Entre as atribuições da central estão a confecção de levantamentos sobre vagas disponíveis e o envio de notificações aos indivíduos em busca de emprego e que tenham se cadastrado previamente. Empresas interessadas na contratação de pessoas com necessidades especiais também serão cadastradas no sistema e as prefeituras poderão oferecer benefícios para empregadores que contratarem PcD.

O projeto, que se encontra na CCJ, tem na relatoria o deputado Hélio de Sousa.

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Goiás

Adolescente é morto estrangulado no Case Vera Cruz, em Goiânia

Suspeito do crime é outro adolescente que estava na cela com a vítima.
07/06/2019, 15h35

Um adolescente de 15 anos foi morto dentro do Centro de Atendimento Socieducativo (Case) Vera Cruz, em Goiânia, na noite da última quinta-feira (6/6). Segundo as informações divulgadas pela polícia, o principal suspeito do crime é um adolescente de 17 anos, que dividia a cela com a vítima.

O menor foi apreendido em flagrante pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) por crime análogo a homicídio qualificado e levado para a Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) que investiga o caso.

Em nota enviada à imprensa a Secretaria de Desenvolvimento Social de Goiás (SEDS-GO) confirmou que adolescente morreu às 19h20 e que a causa da morte vai ser esclarecida por meio de inquérito instaurado pela Depai.

Suspeito do crime afirmou a polícia que vítima cometeu suicídio, mas perícia apontou que o adolescente foi assassinado

O delegado titular da DIH, Francisco José Silva, afirmou em entrevista ao G1 que o suspeito apresentou diversas contradições em seu depoimento e que a vítima teria cometido suicídio. Porém, após a perícia da Polícia Técnico-Científica constatou que não se tratava de suicídio e sim de homicídio.

“A perícia constatou que o sulco ao redor do pescoço do jovem era horizontal e com uma profundidade uniforme, estava no meio do pescoço e não houve interrupção na região da nunca, que é compatível com estrangulamento e não suicídio”, explica o delegado.

Franciso José afirmou que devido as contradições apresentadas pelo suspeito, o adolescente confessou ter estrangulado a vítima até a morte e que recebeu a ordem de um outro colega, que também é menor, internado em outra ala do Case. Segundo a publicação o menor infrator não revelou o nome do interno que ordenou o assassinato.

Após confessar o crime, o suspeito afirmou que usou uma corda para estrangular o companheiro de cela, mas a corda não foi encontrada.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Goiás

Técnica de enfermagem e familiares são indiciados por sequestro em maternidade de Goiânia

Elenita quis presentear a prima que perdeu o filho no sexto mês de gestação levando o recém-nascido deixado para adoção.
07/06/2019, 16h10

A técnica de de enfermagem Elenita Aparecida Lucas Corrêa, de 41 anos, foi indiciada pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) sequestrar um bebê de apenas cinco dias da maternidade Nascer Cidadão, em Goiânia. Além de Elenita, outras três pessoas da família também foram indiciadas pelo crime.

O delegado do caso Wellington Lemos informou que o grupo não premeditou o crime, mas agiram de maneira coordenada para ficar com a criança em um lar substituto. Elenita, a tia, a prima e o marido da prima de Elenita chegaram a ser presos no dia do crime, entretanto durante audiência de custódia os familiares da técnica de enfermagem foram liberados temporariamente, enquanto Elenita permanece detida.

Na ocasião, a defesa dos acusados informou que Elenita quis ajudar a prima e o bebê. Enquanto os advogados dos outros envolvidos afirmou que eles não tinham conhecimento da ação de Elenita. Os quatros respondem por subtração de incapaz.

Delegado afirmou que técnica de enfermagem não recebeu dinheiro ou vantagem para levar a criança

A técnica de enfermagem vai responder também por ter colocado a vida do bebê em risco, pois a criança estava recebendo tratamento médico e foi retirada da maternidade, colocada dentro de um baú em uma moto e transportado por 50 quilômetros até a casa da tia de Elenita.

Em entrevista ao G1 o delegado do caso afirmou que não houve oferta em dinheiro ou alguma vantagem para que a criança fosse retirada da maternidade. Conforme as informações divulgadas no dia do crime, Elenita queria presentear a prima, que estava grávida e perdeu o filho no sexto mês de gestação.

Em relação à mãe do recém-nascido, que abandonou o filho na maternidade, a mesma não vai ser indiciada criminalmente e informou durante depoimento que deixou o filho para adoção, pois não tinha condições financeira para criá-lo.

Via: G1 

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Esportes

Neymar diz em depoimento que assessores produziram vídeo de sua defesa, afirma TV

O jogador foi ouvido por cerca de 1 hora e 30 minutos no inquérito que investiga suposto vazamento de imagens íntimas.
07/06/2019, 16h13

O atacante Neymar disse que teve ajuda de uma pessoa de sua assessoria e de um técnico de informática para montar o vídeo no qual se defende da acusação de estupro feita pela modelo Najila Trindade Mendes Souza, segundo informações da TV Globo. A declaração foi feita na noite de quinta-feira na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), na Cidade da Polícia, na zona norte do Rio de Janeiro. O jogador foi ouvido por cerca de 1 hora e 30 minutos no inquérito que investiga suposto vazamento de imagens íntimas.

No último sábado, veio a público um Boletim de Ocorrência registrado por uma mulher em São Paulo. Ela acusa Neymar de ter sofrido estupro em Paris, para onde viajou a convite do próprio jogador, no mês passado. No B.O., ela afirmou que o jogador estava aparentemente “alterado” e, após conversarem e trocarem carícias no hotel onde ela estava hospedada, o jogador se tornou agressivo e “mediante violência, praticou relação sexual contra a vontade da vítima”.

O jogador justificou que apenas gravou a parte do vídeo onde explicava toda a situação para o público e não tinha total conhecimento do restante do material que seria acrescentado. O atleta do Paris Saint-Germain também permitiu que a polícia acessasse o conteúdo inteiro da conversa entre ele e a modelo. Não houve, no entanto, a apreensão do aparelho.

Na saída do depoimento, Neymar deu uma breve declaração. “Só quero agradecer todo o apoio e mensagem que todo mundo mandou, agradecer todo o carinho. Me senti muito amado”, afirmou, sem responder perguntas dos jornalistas.

Uma das advogadas do jogador, Maíra Fernandes, afirmou que a oitiva foi tranquila. “Neymar acabou de prestar depoimento e fez questão de vir o quanto antes para esclarecer tudo o que era devido. Nós confiamos plenamente que vamos provar a inocência dele”, disse. “Ele está tranquilo em relação a isso e nós também”.

DIVULGAÇÃO EM PARTES – O vídeo gravado por Neymar apresentava apenas parte da conversa entre ele e a suposta vítima. A sequência das conversas, após os dois encontros, foi divulgado na noite da última quinta, no programa Cidade Alerta, da TV Record.

Segundo a captura de tela das conversas, Najila enviou para Neymar uma foto das nádegas, que continha marcas vermelhas e de supostas agressão. Ao ser confrontado pela imagem, o atacante respondeu com uma brincadeira e insinuou que os sinais eram resultado dos pedidos da modelo. “Mas as marcas, você foi culpada também (risos). Você pedia mais”, enviou o camisa 10 do Paris Saint-Germain.

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