Economia

Abertas inscrições de 32 cursos profissionalizantes gratuitos em Goiânia

São 322 vagas disponíveis. Entre as áreas de formação estão a de informática, suporte técnico, telemarketing, mídias sociais para negócios e artesanato.
06/06/2019, 08h15

O Sine Municipal disponibiliza 322 vagas para cursos profissionalizantes gratuitos em Goiânia. As oportunidades contemplam 32 áreas de formação, entre elas a de informática, suporte técnico, telemarketing, mídias sociais para negócios e artesanato. As inscrições já estão abertas e seguem até esta sexta-feira (7/6) . De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec), as vagas são destinadas para maiores de 18 anos que, preferencialmente, estejam desempregados.

As aulas se iniciam na próxima segunda-feira (10/6) e serão ministradas de segunda a sexta-feira nos períodos matutino, vespertino e noturno na Faculdade Delta, no Jardim Planalto, próximo ao Terminal Bandeiras. Os cursos são totalmente gratuitos e os alunos inscritos receberão material didático, vale-transporte (ida e volta) e lanche no local.

“A matrícula em um dos cursos é a chance do interessado reciclar seus conhecimentos, se aperfeiçoar ou mesmo aprender uma nova profissão para então ser reinserido no mercado de trabalho. Com essas oportunidades, o poder público está incentivando a geração de trabalho, emprego e renda”, reforça o gerente de relações e encaminhamento ao mercado de trabalho, Kleber Kieldare.

Inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos em Goiânia

Para se inscrever, os interessados em alguma das 32 áreas de formação devem procurar o Sine Municipal, localizado na Rua 4, no Edifício Parthenon Center, no Setor Central, das 7h30 às 18h. É necessário apresentar Carteira de Trabalho, documento de identificação com foto, CPF e comprovante de endereço atualizado. Mais informações podem ser obtidas pelo número (62) 3524-2707 ou 3524-1478.

Veja abaixo as áreas dos cursos profissionalizantes gratuitos em Goiânia:

  • Administração de estoque
  • Administração pessoal
  • Artesanato
  • Atendente de farmácia
  • Auxiliar de Contabilidade
  • Cerimonial de eventos
  • Coaching
  • Corte e costura
  • Cuidador de idosos
  • Encanador
  • Garçom
  • Gestão de qualidade
  • Informática básica
  • Informática intermediária
  • Libras
  • Manutenção de notebooks
  • Massoterapia
  • Mídias sociais para negócios
  • Normas técnicas NR10
  • Operador de caixa
  • Pedreiro de acabamento
  • Redes de comp. e Protocolos de Comunicação
  • Rotinas administrativas
  • Suporte Técnico
  • Técnicas de Vendas
  • Telemarketing
Imagens: freepik 

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Política

Romário é denunciado em caso envolvendo acidente de carro em 2017

Promotor de Justiça do Rio Márcio Almeida Ribeiro da Silva denunciou o senador por supostamente induzir a erro policiais que apuravam um acidente de carro no qual o parlamentar se envolveu em 2017.
06/06/2019, 08h54

O promotor de Justiça do Rio Márcio Almeida Ribeiro da Silva denunciou o senador Romário (Podemos) por supostamente induzir a erro policiais que apuravam um acidente de carro no qual o parlamentar se envolveu em 2017.

O advogado Rafael Faria, que defende o senador, afirma que “o caso foi encerrado desde que o real condutor do automóvel reconheceu sua condição de responsável pelo veículo e, não menos importante, indenizou a vítima”. “Levando em consideração a denúncia do MP, certamente o reconhecimento da sua inocência se dará no momento oportuno”.

De acordo com o Ministério Público, “no dia 17 de dezembro de 2017, no horário vespertino, na Avenida das Américas, imediações do nº 3255, Barra da Tijuca, o denunciado conduzia o veículo Porsche/Macan, cor preta, placa KQT-6226, mesmo estando com a carteira de habilitação suspensa”.

“Sem observar o dever de cuidado, de forma imprudente avançou o sinal de trânsito em acesso de retorno na referida via, interceptou a trajetória prioritária e colidiu com a motocicleta Kawasaki cor verde, que era conduzida pela vítima Ernesto Gil Cavalcante da Silva, dando causa a lesões corporais”, narra.

Segundo o promotor, “após a colisão, Romário desembarcou do veículo que conduzia e aguardou no local até o socorro da vítima, quando, interpelado por uma testemunha que presenciou a colisão e o denunciado saindo do veículo pelo lado do condutor, este afirmou que assumiria sua responsabilidade”.

“Porém com a chegada da polícia e de alguns amigos, um deles identificado Marcelo Antônio Soares Wagner, ambos dissimularam a dinâmica do acidente, especialmente com relação ao real condutor do veículo no momento da colisão, o que foi corroborado pelo ora denunciado, inovando artificiosamente, em caso de acidente automobilístico com vítima e na pendência do respectivo procedimento policial preparatório e processo penal, quanto ao estado de pessoa, a fim de induzir a erro agente policial, perito e juiz”, afirma.

De acordo com a denúncia, “em comunhão com seu amigo, Romário inovou artificiosamente em caso de acidente automobilístico com vítima, na pendência de procedimento policial preparatório e investigatório, o estado de pessoa, a fim de induzir a erro o agente policial, perito e juiz, ao se omitir na admissão de ser o real condutor do veículo”.

Defesa

A defesa do senador Romário, o advogado Rafael Faria informa que “o caso foi encerrado desde que o real condutor do automóvel reconheceu sua condição de responsável pelo veículo e, não menos importante, indenizou a vítima. Levando em consideração a denúncia do MP, certamente o reconhecimento da sua inocência se dará no momento oportuno”.

Imagens: UOL 

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Goiás

Prefeitura desautoriza Saneago sobre reajuste na conta de água

A Agência de Regulação de Goiânia (ARG) defende que o reajuste foi publicado pela Saneago e AGR de forma "atropelada".

Por Ton Paulo
06/06/2019, 08h57

O reajuste de 5,79% na conta de água no estado de Goiás, recentemente anunciado pela Saneago e que seria aplicado em julho, pode não acontecer. A Agência de Regulação de Goiânia (ARG) defende que o reajuste, que foi aprovado pelo Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação (AGR), foi aprovado sem análise prévia da Prefeitura de Goiânia, tendo sido feito de forma “atropelada”.

Conforme a ARG, a Saneago não tem autonomia para definir novos valores sem o aval do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB). O presidente da autarquia, Paulo César Pereira, em entrevista a um jornal local, declarou que “a Saneago, de forma açodada, atropelada, e a AGR, publicaram o aumento da tarifa desconsiderando a Prefeitura, que é o poder concedente”.

Ele afirma também que a tendência é de aprovação do percentual solicitado pela empresa, mas é “ilegal” qualquer reajuste realizado sem o respeito ao prazo de 30 dias após a autorização do prefeito.

Saneago já havia anunciado aumento na conta de água

O reajuste de 5,79% nos serviços de água e esgoto foi aprovado na última sexta-feira (31/5) pelo Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação (AGR) e começa a ser calculado no mês corrente, mas a cobrança chegaria na próxima fatura.

Segundo informou a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento de Goiás, a Saneago, o aumento ocorre anualmente e é uma forma de repor a inflação referente ao ano anterior, para equilibrar a empresa financeiramente. Conforme a companhia, a energia elétrica representou 47% dos custos segundo a metodologia da AGR.

Apesar do índice de reajuste aprovado ser de 5,79% para os serviços, os dados do Índice Nacional de Preços do Consumidor (INPC) indicaram que os números da inflação, usados para calcular o aumento, ficaram em 3,43% no ano passado, portanto dois porcento menor do que o reajuste aprovado pela AGR.

Via: O Popular 

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Saúde

Sancionada lei que libera e facilita internação involuntária de dependente químico

Conforme a lei, a internação se dará a pedido de familiar ou do responsável legal ou, na absoluta falta deste, de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos responsáveis.
06/06/2019, 10h26

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com muitos vetos, uma lei com mudanças na política contra drogas. O texto agora prevê e facilita a internação involuntária de usuários de droga, quando esta ocorre sem o consentimento.

A lei diz que a internação se dará a pedido de familiar ou do responsável legal ou, na absoluta falta deste, de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad), com exceção de servidores da área de segurança pública.

A internação involuntária só deverá ocorrer após a formalização da decisão por médico responsável, será indicada depois da avaliação sobre o tipo de droga utilizada, o padrão de uso e na hipótese comprovada da impossibilidade de utilização de outras alternativas terapêuticas previstas na rede de atenção à saúde.

Esse tipo de internação perdurará apenas pelo tempo necessário à desintoxicação, no prazo máximo de 90 dias, tendo seu término determinado pelo médico responsável. No entanto, a nova lei permite à família ou ao representante legal, a qualquer tempo, requerer ao médico a interrupção do tratamento.

“A internação, em qualquer de suas modalidades, só será indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes”, diz a lei. “Todas as internações e altas de que trata esta lei deverão ser informadas, em, no máximo, de 72 (setenta e duas) horas, ao Ministério Público, à Defensoria Pública e a outros órgãos de fiscalização”, acrescenta o texto, que ainda deixa “vedada a realização de qualquer modalidade de internação nas comunidades terapêuticas acolhedoras”.

O texto altera a Lei 11.343/2006 e mais outras 12 para tratar do Sisnad, definir as condições de atenção aos usuários ou dependentes de drogas e tratar do financiamento das políticas sobre drogas.

A norma tem origem em projeto de lei de autoria do ex-deputado e hoje ministro da Cidadania, Osmar Terra. Embora valorize o papel das comunidades terapêuticas no tratamento de dependentes químicos, como previa o projeto aprovado no Congresso, a lei sancionada trouxe vários vetos envolvendo esses centros de reabilitação, que, em sua maioria, funcionam com base em fé religiosa, terapia pelo trabalho e pela abstinência.

Bolsonaro vetou, por exemplo, o artigo que definia a composição do Sisnad. Esse era justamente o trecho que incluía formalmente as comunidades terapêuticas acolhedoras no sistema. “O dispositivo proposto define regras de competência, funcionamento e organização de órgãos do Poder Executivo, invadindo a competência privativa do Chefe do Poder Executivo para dispor por decreto sobre tal matéria”, cita a razão do veto.

O texto determina que o tratamento do usuário ou dependente de drogas deverá ser ordenado em uma rede de atenção à saúde, com prioridade para as modalidades de tratamento ambulatorial, podendo, excepcionalmente, haver internação em unidades de saúde e hospitais gerais, mediante autorização do médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM) do Estado onde o estabelecimento da internação é localizado.

De acordo com a nova lei, entende-se por Sisnad o conjunto ordenado de princípios, regras, critérios e recursos materiais e humanos que envolvem as políticas, planos, programas, ações e projetos sobre drogas, incluindo-se nele, por adesão, os Sistemas de Políticas Públicas sobre Drogas dos Estados, Distrito Federal e municípios. “O Sisnad atuará em articulação com o Sistema Único de Saúde – SUS, e com o Sistema Único de Assistência Social – SUAS”, diz a norma.

O texto sancionado institui a Semana Nacional de Políticas sobre Drogas, que será comemorada anualmente na quarta semana de junho, e dispõe sobre a internação voluntária e a involuntária, que ocorre contra a vontade do dependente.

Sobre os vários vetos, Bolsonaro rejeitou ainda o trecho da reinserção social e econômica, que previa uma reserva de 30% das vagas em empresas vencedoras de licitação para obras públicas voltadas para pessoas atendidas pelas políticas sobre drogas.

Também ficou de fora da nova lei as deduções do Imposto de Renda (IR) nas doações por pessoas físicas ou jurídicas a projetos de atenção a usuários de drogas, assim como vários pontos que tratavam da organização do Sisnad, incluindo funcionamento e composição de alguns conselhos.

Imagens: Portal Adesso 

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Goiás

Temperaturas baixas permanecem em Goiás pelos próximos dias, prevê Inmet

Os termômetros devem marcar de 8ºC a 10ºC em diversas regiões do estado.
06/06/2019, 10h54

No início desta semana, os goianos foram surpreendidos com as temperaturas baixas, principalmente pelas manhãs, onde foram registrados de 9ºC a 15ºC. E é bom preparar os casacos, pois os dias frios podem permanecer em Goiás por ao menos mais uma semana, de acordo com previsão do site ClimaTempo e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os termômetros devem marcar entre 8ºC e 10ºC em diversas regiões do estado.

Além do friozinho, ocasionado por uma forte massa de ar frio que influencia o Sul, o Sudeste e parte do Centro-Oeste, o tempo seco também é destaque nesse período. Com isso, o corpo fica mais vulnerável a problemas alérgicos e respiratórios, como irritações nos olhos, nariz, garganta e pele.

Temperaturas baixas em Goiás

Até o próximo domingo (9/6), o Inmet prevê dias nublados a parcialmente nublados nas regiões Centro, Leste e Sul de Goiás. Nas demais áreas, o tempo deve ficar parcialmente nublado a claro. Conforme o ClimaTempo, os dias podem ser de sol e sem nuvens no céu. Durante a noite o tempo fica aberto ainda sem nuvens.

Veja abaixo a previsão estendida para os próximos dias no estado:

Quinta-feira, 6 de junho

  • Máxima: 34ºC
  • Mínima: 8ºC
  • Claro a parcialmente nublado com períodos de nublado

Sexta-feira, 7 de junho

  • Máxima: 34ºC
  • Mínima: 10ºC
  • Nublado a parcialmente nublado

Sábado, 8 de junho

  • Máxima: 34ºC
  • Mínima: 9ºC
  • Nublado a parcialmente nublado no centro, leste e sul. Parcialmente nublado na demais áreas

Domingo, 9 de junho

  • Máxima: 34ºC
  • Mínima: 10ºC
  • Parcialmente nublado a claro períodos de nublado no centro e oeste

Madrugada fria em Goiás

De acordo com publicação do ClimaTempo, a capital goiana está entre as que registram a madrugada mais fria nesta quinta-feira (5/6). Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília bateram seus recordes de frio para 2019. Já Goiânia, São Paulo e Vitória também tiveram a madrugada fria também, mas não estabeleceram o novo recorde de baixa temperatura.

Via: INMET Climatempo 
Imagens: Correio do Povo 

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