Esportes

Neymar é intimado a depor na sexta, mas assessoria jurídica da CBF tenta adiar

Desde domingo, a DRCI investiga Neymar pelo vídeo divulgado por ele no Instagram.
03/06/2019, 15h14

Os policiais da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) que foram ao CT da seleção brasileira, em Teresópolis (RJ), no fim da manhã desta segunda-feira intimaram o atacante Neymar a depor na sexta-feira na investigação por supostos crimes virtuais cometidos com vídeo divulgado no último domingo com fotos íntimas da mulher que o acusa de estupro.

A assessoria jurídica da CBF que está ajudando a defesa do jogador está tentando adiar a oitiva para a próxima semana. O motivo é que Neymar estará em Porto Alegre na próxima sexta-feira concentrado para o amistoso da seleção brasileira contra Honduras, marcada para o próximo domingo.

Desde domingo, a DRCI investiga Neymar pelo vídeo divulgado por ele no Instagram. Desde o ano passado, é crime passível de prisão a divulgação de imagens íntimas sem consentimento das partes. O vídeo foi retirado do ar nesta madrugada pela rede social “por violar os padrões” da sua comunidade.

No último sábado, veio a público um B.O. registrado por uma mulher em São Paulo. Ela acusa Neymar de estupro sofrido em Paris, para onde viajou a convite do próprio jogador, no mês passado. No B.O., ela afirmou que o atacante estava aparentemente embriagado, e após conversarem e trocarem carícias no hotel onde ela estava hospedada, o jogador se tornou agressivo e “mediante violência, praticou relação sexual contra a vontade da vítima”.

Desde que a acusação de estupro contra Neymar veio à tona, no sábado, o tema é tratado com muita discrição na Granja Comary, em Teresópolis. O atacante segue sua rotina de treinos na preparação para a Copa América, sendo que na quarta-feira a seleção vai enfrentar o Catar em amistoso no Mané Garrincha, em Brasília.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Pai reencontra criança que viu menino ser esquartejado pela mãe, em Brasília

A menina de apenas 8 anos, que testemunhou a morte de Rhuan Maycon, havia sido raptada pela mãe no estado do Acre em 2014.

Por Ton Paulo
03/06/2019, 15h25

O pai da menina que viu o pequeno Rhuan Maycon da Silva Castro ser morto e esquartejado pela mãe reencontrou a filha no último domingo (2/6), em Brasília (DF), após cinco anos sem contato. A menina de apenas 8 anos, que testemunhou a morte de Rhuan Maycon, de 9, havia sido raptada pela mãe no estado do Acre, deixando o pai sem absolutamente nenhuma notícia.

O agente penitenciário e pai da criança, Rodrigo Oliveira, é de Rio Branco, no Acre, e chegou ao Distrito Federal (DF) em um voo comercial por volta das 8h de ontem, domingo. De início, Rodrigo foi levado até a 26ª Delegacia de Polícia, que investiga o caso e, posteriormente, seguiu para o abrigo onde encontrou a filha.

O delegado que investiga o caso, Guilherme Sousa Melo, pretende viajar nesta semana para o Acre para descobrir como era a vida das crianças antes de passarem a viver clandestinamente com Rosana Auri da Silva Candido, de 27 anos, e sua companheira, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28.

Relembre o caso do menino esquartejado pela mãe

O caso aconteceu na última sexta-feira (31/5), no Distrito Federal. Enquanto dormia, Rhuan foi morto pela própria mãe com ajuda de sua companheira. Elas confessaram o crime. De acordo com a polícia, depois de matarem Rhuan a facadas, as mulheres esquartejaram, degolaram a criança e tentaram queimar partes do corpo na churrasqueira da casa onde moravam.

Houve também tentativa de se desfazerem do cadáver colocando pedaços em uma mala e duas mochilas. Conforme um jornal de Brasília, os restos mortais de Rhuan foram localizados em dois endereços: no lote onde a mãe e a companheira dela moravam, na QR 619 de Samambaia (DF), e na via pública da QR 425, em frente à creche Azulão, onde Rosana largou a mala.

Rosana foi vista por transeuntes que estavam em um campo de futebol: desconfiadas da atitude da mulher, tarde da noite, as testemunhas acionaram a polícia.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Pedido de ajuda para velório de criança espancada vira caso de polícia, em Planaltina de Goiás

Despesas do velório da criança haviam sido pagas por um morador da região que se comoveu com o caso.
03/06/2019, 15h47

Além da investigação por maus-tratos e por infanticídio, pois uma menina de sete anos morreu após ser espancada pelos tios em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal (DF), a Polícia Civil vai investigar também um caso de estelionato ligado aos tios e a criança assassinada.

Segundo a publicação de um jornal local, durante o fim de semana circulou um pedido de ajuda pelas redes sociais com dados de duas contas bancárias para bancar os custos do velório e enterro da criança, porém a polícia afirmou que todas as despesas já estavam pagas.

O delegado Antônio Humberto que comanda as investigações afirmou ao periódico que os suspeitos da tentativa estelionato ainda não foram identificados. Conforme o investigador, vai ser enviado um ofício ao banco para revelar os dados do titular das contas.

Além de ter acesso aos dados pessoais da pessoal responsável pelas contas, o delegado busca informações se o titular das contas tem algum parentesco com a menina. A polícia informou também que o enterro da criança foi pago por uma pessoa da região onde ela vivia com os tios e que se comoveu com o caso.

Casal foi preso suspeito de espancar sobrinha até a morte, em Planaltina de Goiás

Na última quarta-feira (29/5) um casal foi preso suspeito de espancar os sobrinhos do casal foram socorridos e levados ao hospital, no entanto uma sobrinha não resistiu aos ferimentos e morreu. Além da criança que morreu, a dupla cuidava de outras três crianças, que também foram agredidas pelos dois e encaminhadas para o hospital, onde ficaram aos cuidados do Conselho Tutelar da cidade.

No dia da prisão dos dois, a polícia precisou solicitar reforço policial para evitar que o suspeitos fossem linchados. O jovem de 19 anos suspeito do crime foi encaminhado para o presídio da cidade, enquanto a companheira, uma adolescente de 17, foi para um centro de reabilitação. Os dois foram presos em flagrante pelos por maus-tratos e infanticídio.

A prisão dos suspeitos do crime não foi o suficiente para acalmar a população, pois na manhã da última sexta-feira (31/5), moradores da região incendiaram a casa dos tios das crianças. Todos os crimes são investigados pela polícia.

Via: G1 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Idosa é morta durante assalto a residência, em Campo Alegre de Goiás

Caso vai ser investigado como latrocínio (roubo seguido de morte).
03/06/2019, 15h48

Uma idosa de 83 anos foi morta no último domingo (2/6) durante um assalto a sua residência, em Campo Alegre de Goiás, a 250 quilômetros de Goiânia. A vítima foi identificada como Kasue Mishizuka pela Polícia Civil.

De acordo como Registro de Atendimento Integrado (RAI) das forças policiais, vizinhos da residência da idosa, que fica no centro da cidade, encontraram a casa da vítima arrombada e chamaram a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO).

A polícia, ao chegar na casa de Kasue, identificou que o suspeito do crime usou um machado para arrombar as duas portas da residência e depois agrediu a vítima. Conforme o relatado pela polícia, Kasue foi encontrada em um quarto da residência ainda com vida, mas bastante ferida e a casa completamente revirada.

Idosa chegou a ser socorrida mas não resistiu e morreu no hospital

Ainda conforme o registrado, a polícia chamou uma ambulância do Hospital Municipal de Campo Alegre de Goiás para socorrer a vítima, que compareceu à residência acompanhada da médica plantonista, que entubou a vítima e encaminhou a idosa para o pronto socorro da Santa Casa de Misericórdia de Catalão. O Dia Online entrou em contato com a unidade de saúde, que confirmou a morte da idosa.

A polícia não informou o que foi levado da residência de Kasue, e declarou que o suspeito fugiu após o crime. Até o momento ninguém foi preso e não há informações sobre a autoria do crime. O caso foi registrado na delegacia de Ipameri e vai ser investigado como latrocínio (roubo seguido de morte).

Idosa foi morta por homem que conheceu na internet

No dia 22 de maio deste ano, um homem foi preso suspeito de matar uma idosa de 68 anos asfixiada, em Taguatinga, no Distrito Federal. A morte da idosa foi registrada inicialmente como suicídio. Durante as investigações a polícia descobriu que o suspeito Rocemiro Penijaro Ferreira da Silva, de 44 anos, e a vítima se conheceram pela internet e estavam se encontrado sem o conhecimento dos filhos da vítima.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Mãe de bebê sequestrado em maternidade de Goiânia não responderá criminalmente

De acordo com a mãe do bebê, que foi sequestrado na maternidade mas encontrado no mesmo dia, ela não teria condições de criá-lo.

Por Ton Paulo
03/06/2019, 16h27

A mãe que deixou seu bebê em uma maternidade de Goiânia para a adoção após concebê-lo não vai responder a nenhum processo criminal. Segundo o delegado que cuida do caso, o bebê, que foi sequestrado na última quinta-feira (30/5) por uma técnica de enfermagem mas encontrado no mesmo dia, não foi deixado abandonado, e sim aos cuidados médicos e com disponibilidade para a adoção. A mulher teria aberto mão do bebê sequestrado por não ter condições financeira de criá-lo.

De acordo com o delegado Wellington Lemos, responsável pelo caso, a mulher, de 40 anos, tem já tem dois filhos biológicos e cuida de um terceiro, que seria filho do namorado. À polícia, a mulher disse que o deixou na maternidade pois a gravidez não tinha sido planejada e ela não tinha condições de criá-lo.

Entretanto, conforme o delegado, ela não será investigada criminalmente. “A ação dela não foi ilegal ou criminosa, ela não deixou o bebê abandonado, deixou aos cuidados médicos. Ela disse que ainda está duvidosa, mas tende a manter a adoção, porque não tem condições de criá-lo”, disse o delegado a um veículo local. A criança está sob os cuidados do Conselho Tutelar.

Relembre o caso do bebê sequestrado em maternidade de Goiânia

No dia 30 do último mês, uma quinta-feira, o bebê, deixado para a adoção foi sequestrado por uma técnica de enfermagem da maternidade Nascer Cidadão, em Goiânia. Ele teria viajado ao menos 30 quilômetros dentro do baú de uma motocicleta, de acordo com informações do delegado Wellington Lemos na época. A técnica de enfermagem da unidade de saúde foi presa e o bebê encontrado após 10 horas de busca.

A criança nasceu no último sábado (25/5), mas foi abandonado pela mãe na maternidade. Cinco dias depois, neste 30 de maio, o bebê foi levado de dentro da ala neonatal por uma servidora. O desaparecimento foi rapidamente comunicado à Polícia Militar e a Guarda Municipal, que acionaram a Polícia Civil. O caso foi investigado pelo 22º Distrito Policial.

Conforme relato de testemunhas, a ação da técnica da enfermagem foi muito rápida e planejada. Antes de pegar a criança, ela cortou os fios do sistema de monitoramento para que o crime não fosse registrado. Elenita não trabalha na ala onde a criança estava internada. Uma outra enfermeira relatou à polícia que ela entrou no leito e pediu para segurar o bebê para fazê-lo arrotar, mas instantes depois ela saiu da sala com o recém-nascido no colo.

Via: G1 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.