Mundo

Estatal russa Rostec retira equipe de defesa da Venezuela

A informação foi dada por uma pessoa próxima ao ministério de Defesa da Rússia.
02/06/2019, 14h35

A estatal russa Rostec, que atua nos setores de aviação, eletrônicos e armamento, anunciou neste domingo a retirada de seus principais consultores de defesa da Venezuela. A empresa, que treinou tropas e orientou o país em contratos de compra de armas, reduziu seu pessoal na Venezuela para apenas doze funcionários, de um total de aproximadamente 1.000 no auge da cooperação entre Moscou e Caracas, alguns anos atrás. A informação foi dada por uma pessoa próxima ao ministério de Defesa da Rússia.

A retirada gradual de funcionários da Rostec da Venezuela deve-se à falta de novos contratos e à aceitação de que o regime de Maduro não tem mais dinheiro para continuar pagando por outros serviços da companhia, segundo fontes. A Rússia está entre os maiores apoiadores internacionais de Maduro, mas a redução da presença de Rostec mostra os limites do alcance da Rússia no país sul-americano em um momento em que Moscou enfrenta dificuldades econômicas. Nos últimos anos, a Venezuela foi um dos maiores clientes de Moscou na região.

A retirada de funcionários permanentes e temporários da Rostec é um revés para Maduro, que frequentemente se refere ao apoio da Rússia e da China como sinal de que outras potências mundiais estão dispostas a ajudá-lo em seu confronto com os EUA. Uma pessoa próxima ao governo russo disse que a Rostec ponderou os benefícios políticos de apoiar Maduro contra as crescentes responsabilidades econômicas do regime russo. “Eles acreditam que a luta está sendo perdida”, disse a fonte.

O último grande contrato que Rostec cumpriu com a Venezuela foi a construção de um centro de treinamento para operar helicópteros militares, em março. Até o final do ano passado, a empresa ainda operava contratos relacionados ao fornecimento de mísseis e sistemas de defesa aérea para o país latino americano, mas os pagamentos foram interrompidos, segundo fonte próxima ao Ministério da Defesa da Rússia.

A Rostec tem enfrentado seus próprios problemas financeiros desde que os EUA, em 2017, começaram a sancionar países que mantivessem relações com a indústria de armas da Rússia. Desde então, vários países atrasaram suas compras de armas russas. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Goiás

Saída de pista deixa dois mortos, em Rubiataba

Mulher que estava no carro chegou a ser socorrida com vida, mas morreu no hospital.
02/06/2019, 15h52

Um acidente envolvendo uma saída de pista na manhã deste domingo (2/6) terminou com a morte de um casal, no KM 28 da GO-434, em Rubiataba, a 220 quilômetro de Goiânia. O Dia Online conversou com o Sargento Farias responsável pela comunicação Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) de Ceres, que atendeu a ocorrência.

De acordo com o sargento, a equipe foi chamada por volta das 07h15 para atender ao um acidente de grave na rodovia. Segundo o militar não houve colisão com outro veículo, e a corporação acredita que no momento do acidente, o condutor perdeu o controle do carro e colidiu com uma árvore às margens da GO.

A equipe de socorrista ao chegar ao local do acidente encontrou duas vítimas, uma fatal e outra em estado grave. Os bombeiros com apoio do Serviço do Atendimento Móvel de Urgências (SAMU) trabalhou para socorrer a vítima em estado grave, uma mulher, que foi levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

Corpo do condutor do veículo ficou preso às ferragens

O Sargento Farias afirmou que devido a força do impacto, o condutor do veículo ficou preso as ferragens e as equipes que atuaram no acidente, precisaram fazer o trabalho de desencarceramento do rapaz. Após retirar o corpo das ferragens do carro, a equipe dos bombeiros deixou a vítima aos cuidados do Instituto Médico Legal (IML).

A equipe que trabalhou no acidente fez a contenção de um óleo lubrificante e combustível que estava fazendo do carro para um córrego na região em que o veículo colidiu com a árvore. De acordo com o Sargento Farias,

De acordo com o Sargento Farias no local há uma pequena nascente, e equipe precisou fazer a contenção do óleo e lubrificante que estavam escoando do carro para evitar um dano ambiental maior a nascente do córrego.

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Esportes

Polícia Civil vai à Granja Comary apurar divulgação de vídeo de Neymar

Divulgar imagens íntimas na internet sem consentimento das partes envolvidas é crime, e a pena prevista é de até cinco anos de prisão.
02/06/2019, 16h19

A Polícia Civil de Teresópolis foi à Granja Comary na manhã deste domingo em uma primeira diligência envolvendo a acusação de estupro contra o atacante Neymar. Mas na ida dos investigadores ao local de concentração da seleção brasileira não teve relação direta com o Boletim de Ocorrência registrado contra o jogador na sexta-feira, mas sim pelo vídeo postado por ele no fim da noite deste sábado.

Os policiais foram recebidos pelo administrador do CT da seleção, e ficaram poucos minutos. Os agentes chegaram por volta de 10h30 da manhã, quando Neymar e o restante do elenco não estavam na Granja – o grupo recebera folga ao meio-dia de sábado. O atacante desembarcou em seu helicóptero cerca de meia hora depois da saída da polícia.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). A especializada “irá apurar suposta divulgação de vídeo por parte do jogador Neymar. A 110°DP (Teresópolis) já realizou diligências que vão auxiliar nessa investigação”. Divulgar imagens íntimas na internet sem consentimento das partes envolvidas é crime, e a pena prevista é de até cinco anos de prisão.

No vídeo publicado nas redes sociais, Neymar começa explicando o caso e lamentando a acusação, a qual nega. “Fui pego de surpresa. Foi muito ruim, muito triste escutar isso, porque quem me conhece sabe do meu caráter, da minha índole, sabe que eu jamais faria uma coisa desse tipo”, disse o jogador, visivelmente abalado.

Depois, o vídeo prossegue com imagens da suposta conversa do jogador com a vítima. As trocas de mensagem divulgadas por Neymar mostram um flerte entre o jogador e a mulher, com fotos íntimas e declarações dos dois lados. Procurada, a assessoria do atacante ainda não se manifestou sobre a nova investigação da Polícia Civil.

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Goiás

João de Deus apresenta melhoras mas permanece internado, em Goiânia

Defesa não informou se vai pedir para que a internação do médium seja prorrogada.
02/06/2019, 17h46

A defesa do médium João de Deus, informou neste domingo (2/6) que o seu cliente apresentou melhora no seu quadro de saúde e que o mesmo segue internado em um hospital de Goiânia. Vale lembrar que o prazo de internação concedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) termina hoje.

João de Deus é acusado de abusos sexuais durante os atendimentos na casa Dom Antônio de Loyola, em Abadiânia, porém ele sempre negou ter praticado os abusos.

João de Deus foi preso no dia 16 de dezembro de 2018 e no dia 22 de março deste ano, o médium recebeu autorização para ser transferido para o Instituto de Neurologia de Goiânia para tratar de um aneurisma no abdômen. O ministro Nefi Cordeiro prorrogou o prazo de internação do acusado pela segunda vez no dia 2 de maio de 2019.

“Antes de receber a alta médica ele não poderá deixar o hospital, pois não temos conhecimento do tratamento aplicado a ele pelos médicos. A única coisa que nós sabemos é que ele está evoluindo bem”, explicou a defesa de João de Deus.

João de Deus segue internado até os médicos darem alta médica ao paciente

A equipe de advogados do médium não informou se pretende solicitar uma nova prorrogação do prazo para que o médium permaneça internado.

O hospital por sua vez apenas afirmou que João de Deus segue internado, mas não deu detalhes sobre o seu estado de saúde, a pedido do médium. João de Deus foi denunciado nove vezes pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) e oito delas foram aceitas pela Justiça. Nos oitos casos de que é réu, são 32 vítimas.

Além das acusações pelos abusos sexuais, João de Deus responde também pelos crimes de corrupção de testemunha e coação; falsidade ideológica e dois por posse ilegal de arma de fogo e munição.

Via: G1 

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Goiás

Antes de esquartejar o filho, mãe "trocou o sexo" da criança em Goiás

Mulheres moraram em três cidades de Goiás antes de cometerem brutal assassinato do menino de 9 anos.
03/06/2019, 01h17

O casal acusado de matar Rhuan Maycon da Silva Castro, de apenas 9 anos, também assumiu que “trocou o sexo” da criança.  As mulheres que o mataram enquanto dormia, incluindo a mãe, e depois esquartejaram o corpo, trouxeram o garoto e uma menina, de 8 anos, para Goiás em maio de 2017, quando deceparam o órgão sexual. O crime chocou o Brasil na sexta-feira (31/5), no Distrito Federal (DF).

A própria mãe da criança, Rosana Auri da Silva Cândido, e a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, confessaram que um ano antes de matar o menino arrancaram o pênis dele. Para a Polícia Civil do Distrito Federal, as mulheres contaram que fizeram o procedimento de “troca de sexo” de maneira improvisada quando ainda moravam em Goiás.

Criança esquartejada após temporada em Goiás foi morta com cabelos grandes pela mãe

Segundo as duas, o menino não se identificava com o sexo masculino e queria se tornar garota. O delegado-chefe adjunto da 26ª DP, Guilherme Sousa Melo, confirmou que o procedimento foi feito. A criança ainda foi morta com o cabelo grande.

As duas fugiram do Acre em meados de 2015 para viverem como casal, mas trouxeram as crianças. Os pais das duas crianças passaram a procurar desesperadamente pelos filhos, que viviam mudando de cidades.

Apenas em Goiás, as criminosas teriam passado por Goiânia, Aragoiânia e Anápolis. Depois seguiram com as crianças para Samambaia, onde mataram o menino degolado, esquartejaram o corpo, tentaram queimar partes em uma churrasqueira, distribuíram pedaços em malas e jogaram uma delas em um bueiro.

Presa pelo homicídio do filho, a cabeleireira Rosângela confessou à polícia ter decepado o pênis do menino há cerca de um ano. A Polícia ainda não sabe em qual cidade goiana as mulheres mutilaram a criança.

O que se sabe é que depois de cortarem o órgão do menino, as mulheres costuraram a região mutilada e improvisaram sua versão de um órgão genital feminino.

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