Entretenimento

Fãs se despedem do cantor Gabriel Diniz; velório ocorre em João Pessoa

Cerimônia foi aberta ao público às 8h, após a liberação dos familiares. O sepultamento será restrito a familiares e amigos de Gabriel.
28/05/2019, 11h14

Fãs de Gabriel Diniz chegaram no início da manhã desta terça-feira, 28, ao ginásio Ronaldão, em João Pessoa, para acompanhar o velório do cantor. A cerimônia foi aberta ao público às 8h, após a liberação dos familiares.

O corpo do cantor foi liberado pelo IML de Sergipe na noite de segunda-feira, 27, e chegou por volta das 5h desta terça ao ginásio. No local, mensagens e coroas de flores ambientavam o espaço. Uma missa está programada para ser celebrada às 15h pelo Padre Luiz Carlos.

Após a cerimônia, o corpo do cantor seguirá em cortejo em carro aberto do Corpo de Bombeiros para o Cemitério Parque das Acácias, no bairro José Américo. O sepultamento será restrito a familiares e amigos de Gabriel.

Conhecido pelo hit “Jenifer”, Gabriel, que tinha 28 anos, voltava de viagem para comemorar o aniversário da namorada, Karoline Calheiros, quando o avião de pequeno porte caiu no trajeto entre Salvador e Maceió. Ele estava acompanhado de Linaldo Xavier e Abraão Farias, pilotos e diretores do Aeroclube de Alagoas. Os três morreram no acidente.

Imagens: Gospel Prime 

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Goiás

Médium João de Deus é denunciado pela nona vez pelo MP

Desta vez, o médium de Abadiânia, município do interior de Goiás, responde por estupro de vulnerável contra seis vítimas.

Por Ton Paulo
28/05/2019, 11h32

O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) denunciou pela nona vez o médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, por crimes sexuais. Desta vez, o médium de Abadiânia, município do interior de Goiás, responde por estupro de vulnerável contra seis vítimas.

As investigações apontam que os crimes teriam ocorrido em uma sala privada durante atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia. De acordo com o MP a um jornal local, duas das vítimas são do Paraná. As outras residem no Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Os promotores ainda informaram que uma das mulheres é cega e que todas as outras apresentavam algum tipo de vulnerabilidade que justifique a tipificação do crime. Consta também que as testemunhas desta denúncia são quatro vítimas, cujos crimes já prescreveram.

Ao Dia Online, a assessoria do MP-GO confirmou a possibilidade uma coletiva de imprensa sobre o caso.

Oitava denúncia contra João de Deus foi feita em março

A oitava denúncia do Ministério Público contra João de Deus foi apresentada no dia 22/3. Ele foi acusado de envolvimento com uma rede de policiais militares e civis em situação ilícita. Além disso, o MP-GO apresentou, na ocasião, novos relatos de abuso sexual, além da prática de falsidade ideológica. As informações são do O Globo.

De acordo com o jornal na época, dois delegados estariam sendo investigados pela corregedoria da Polícia Civil de Goiás. Um policial militar será denunciado por falsidade ideológica e por fazer parte da rede de proteção ao médium.

O MP-GO quis saber, conforme o veículo, se policiais estavam ajudando João de Deus com as vítimas de abuso sexual, para que elas não denunciassem os crimes cometidos por ele.

A força-tarefa criada para desvendar o caso João de Deus também tentou descobrir o papel desempenhado por policiais militares nas atividades financeiras do religioso na cidade de Abadiânia (GO).

O Dia Online também entrou em contato com as assessorias da Polícia Civil (PC) e da Polícia Militar de Goiás (PMGO) na época. A assessoria da PC confirmou, em nota, a existência de uma investigação em curso contra policiais civis por suposto envolvimento deles com João de Deus. Entretanto, negou que tenha relação com a denúncia a ser apresentada hoje pelo MP-GO, uma vez que não existem denúncias contra delegados nesse caso, como informou O Globo.

Veja a nota enviada pela PC na época da denúncia:

“A Polícia Civil informa que a Casa Correicional instaurou investigação preliminar a fim de apurar eventuais irregularidades atribuíveis a servidores desta Instituição no caso citado pelo Ministério Público.”

Via: G1 

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Goiás

Suspeito de matar tio em reunião de família se entrega à polícia em Aragarças

Crime ocorreu em Bom Jesus de Goiás, cidade localizada a 470 quilômetros do local da prisão.
28/05/2019, 12h27

Um homem, suspeito de matar o próprio tio, foi preso depois de se entregar à polícia, em Aragarças, no interior de Goiás. O crime ocorreu em Bom Jesus de Goiás, cidade localizada a 470 quilômetros do local da prisão, durante uma reunião de família.

De acordo com informações da Polícia Civil, o mandado de prisão preventiva contra Willian Lemes Nogueira, de 27 anos, por homicídio, foi cumprido na manhã desta segunda-feira (27/5). Mesmo apresentando-se espontaneamente, ele foi preso porque já tinha mandado de prisão expedido.

Suspeito de matar tio em reunião de família se entrega à polícia em Aragarças
Foto: Reprodução/PCGO

O crime

Ainda conforme repassado pela corporação, Willian matou o próprio tio, José Nogueira Filho, de 47 anos, com um tiro de uma espingarda calibre .28, no abdome. Tudo ocorreu durante uma reunião da família de Willian e José, ocorrida em Bom Jesus de Goiás.

Segundo apuração, o autor e a vítima, que já tinham um relacionamento conturbado, discutiram depois que José Nogueira passou a pedir dinheiro ao seu pai, idoso, e avô do investigado. Willian pediu que a vítima parasse de perturbar o idoso. Depois de discutirem, Willian pegou uma espingarda calibre .28 que estava dentro da casa e efetuou um único disparo contra a região abdominal de José, que não resistiu aos ferimento.

O suspeito fugiu logo após o crime, Willian fugiu. Ele se apresentou manhã de ontem, na delegacia de Aragarças; o investigado por encaminhado para unidade prisional da cidade.

Filho mata pai em reunião de família

Em abril deste ano, um crime semelhante ocorreu em padre Bernardo, também no interior do estado. Na ocasião, um homem foi preso suspeito de matar o próprio pai com um tiro na cabeça, depois de perder uma partida truco. Ele foi preso em Aramina, cidade do interior de São Paulo, para onde fugiu, em menos de 24 depois de cometer o crime.

De acordo com as investigações da PC, Geovani da Silva Magalhães matou o pai, Natal de Oliveira Magalhães, com um tiro na cabeça, depois que o genitor zombou do filho, que havia perdido uma partida de truco. Irritado, Geovani pegou a arma da família e disparou contra Natal, fugindo em seguida.

Imagens: Gazeta FM 

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Goiás

Um ano após tragédia no CIP, Estado de Goiás reconhece responsabilidade e indeniza famílias

Após 1 ano e 2 dias após o incêndio que matou 10 no Centro de Internação Provisória (CIP), o Estado assinou o documento onde reconhece a responsabilidade.

Por Ton Paulo
28/05/2019, 13h05

Após exatos 1 ano e 2 dias do incêndio no Centro de Internação Provisória (CIP), em Goiânia, que matou 10 adolescentes que cumpriam medidas socioeducativas, o Estado de Goiás reconheceu a responsabilidade sobre o ocorrido e assinou, na última segunda-feira (27/5), um termo de acordo de reconhecimento de responsabilidade e reparação civil. O documento garante às famílias dos adolescentes mortos na tragédia no CIP indenização pelas perdas sofridas.

O acordo foi firmado entre o Estado e as famílias das vítimas, e é a primeira vez que um documento dessa estirpe é assinado em Goiás. Ele fixa o entendimento de que “é dever do Estado, imposto pelo sistema normativo, manter em seus presídios os padrões mínimos de humanidade previstos no ordenamento jurídico, é de sua responsabilidade, a obrigação de ressarcir os danos, inclusive morais, comprovadamente causados aos detentos em decorrência da falta ou insuficiência das condições legais de encarceramento”.

O acordo garante garante indenização por danos materiais, o pagamento de pensão mensal (alimentos), pelo Estado, estimada em dois terços do salário-mínimo, até o prazo em que o menor falecido completaria 25 anos de idade. No caso de filho menor do reeducando, o pagamento da pensão será destinada até que este complete 25 anos de idade.

Estado de Goiás se comprometeu a pagar quantia ao núcleo familiar pelas perdas na tragédia no CIP

Fica estabelecido também o pagamento, a título de danos morais, ao núcleo familiar, a quantia de R$125 mil, sendo R$25 mil, em parcela única e o restante parcelado, em 100 vezes. O acordo prevê, ainda, que o Estado de Goiás, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, comprometa-se a não permitir a ocupação por jovens em cumprimento de medida socioeducativa de internação, no Alojamento 1, Ala A, do Centro de Internação Provisória (CIP), local onde ocorreu o incêndio de 25 de maio de 2018.

Por fim, o Estado compromete-se a destinar espaço ou a construir monumento, com ampla visibilidade, dirigido à manifestação e expressão artística ou cultural por adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, em reverência às vítimas do incêndio e repúdio à violação de direitos humanos, com vistas a despertar a consciência e posturas destinadas à sua prevenção.

Reportagem especial do Dia Online contou história das famílias dos jovens que morreram queimados no CIP

Em julho do ano passado, o Dia Online publicou uma reportagem exclusiva sobre as famílias dos adolescentes que morreram queimados no CIP. A reportagem conseguiu falar com as mães e responsáveis de todos os jovens que morreram na tragédia, e trouxe relatos avassaladores das famílias que trazem o outro lado da história. Você pode ler a reportagem clicando aqui.

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Brasil

PF pega R$ 3 mi em dinheiro vivo em ação contra fraude no transporte escolar

Parte do dinheiro estava armazenada em caixa de papelão e pastas.
28/05/2019, 13h55

A Polícia Federal (PF) apreendeu nesta terça-feira, 28, na Operação Atalhos cerca de R$ 3 milhões em dinheiro vivo. A ação, deflagrada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), mira fraudes em licitações de transporte escolar da prefeitura de Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, envolvendo verbas federais.

Parte do dinheiro estava armazenada em caixa de papelão e pastas. Os agentes cumprem 21 mandados busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Três Lagoas, nas cidades de Campo Grande, Naviraí e Três Lagoas e também municípios de Luís Antônio e de Americana, ambos em São Paulo.

A investigação teve início a partir de apuração da CGU que constatou “uma série de irregularidades graves na contratação e execução do PNATE no município, que atende 880 alunos residentes na zona rural”.

A investigação apontou “a existência de organização que fraudava processos licitatórios, por meio de direcionamento, favorecimentos, conluios, sobrepreço e superfaturamento de contratos”.

De acordo com a CGU, a Atalhos também identificou um grupo de empresas de transportes previamente escolhido para vencer as licitações na prefeitura, obstando a participação de empresas idôneas que não participavam do esquema. Foram detectados, ainda, contratos fraudulentos e a prática de crimes de peculato, corrupção passiva e pagamento de propina.

A PF apontou irregularidades em três licitações que envolviam recursos federais do Programa Nacional de Transporte Escolar (PNATE). A investigação identificou “agentes públicos, empresários e particulares que participaram do direcionamento dos certames para que estes fossem vencidos por empresas preestabelecidas, sendo objeto da investigação a identificação de cada responsável pelas atividades delitivas”.

As licitações e os contratos de prestação de serviços decorrentes de procedimentos fraudadas se referem aos anos de 2015 a 2017. Os processos e contratos públicos sob investigação alcançaram cerca de R$ 12 milhões.

“Até o momento já foi identificado sobrepreço contratual de aproximadamente R$ 1,6 milhão, em razão dos direcionamentos”, informou a PF em nota.

Um total de 13 investigados foi intimado para prestar esclarecimentos nas delegacias da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul e em São Paulo. Participam da operação 90 policiais federais e sete servidores da CGU.

A operação recebeu o nome de Atalhos em alusão a um caminho mais curto, porém igualmente ilegal, entre o objeto da licitação, a prestação de serviços de transporte escolar e as fraudes praticadas pelos investigados para burlar os processos e superfaturar os contratos com a Prefeitura.

Defesa

“A Prefeitura Municipal de Três Lagoas, representada pelo prefeito Angelo Guerreiro, informa que tomou conhecimento, nesta manhã, da operação ‘Atalhos’ deflagrada pela Polícia Federal. O prefeito afirma que os servidores estão colaborando e à disposição das autoridades”.

“A operação investiga denúncia de irregularidades que teriam acontecido em licitações na gestão anterior. Informa também que todos os procedimentos licitatórios do município de Três Lagoas são realizados em estrita observância ao interesse público, respeitando todos os parâmetros legais vigentes e está à disposição das autoridades competentes oferecendo todo o suporte visando a elucidação dos fatos, colaborando assim com as investigações”.

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