Dia Gourmet

Comida típica de Brasília reúne o que há de melhor da gastronomia brasileira

Embora ainda não tenha pratos realmente típicos, a culinária do DF é formada pelo que há de melhor na gastronomia brasileira.
27/05/2019, 17h56

Já reparou como o Brasil é um país diverso? Seja por sua gente, cultura, tradição ou gastronomia, todo canto sempre reserva suas características particulares e é isso que nos torna tão especiais. E por falar na gastronomia, é comum que cada região apresente seus pratos típicos, mas há um lugarzinho em especial que parece receber de braços abertos todas as culinárias do país e do mundo: Brasília. Por ser uma cidade relativamente jovem, ainda não se pode dizer que exista comida típica de Brasília. No entanto, a gastronomia local vem se formando e reúne o que há de melhor de cada pedacinho do país.

O processo de construção da capital possui forte influência sobre a culinária do local, já que trabalhadores de todas as partes do Brasil se empenharam para que a cidade fosse erguida. Assim, cada um trazia as principais comidas de sua região. Como muitos acabaram se estabelecendo na capital, pratos do Nordeste, Sueste e Centro-Oeste, principalmente, também marcam a culinária brasiliense. Curioso? Então dê uma olhada!

Comida típica de Brasília é composta por boas misturas

1 – Churrasco

Foto: Pexels

Quem é que não adora um bom churrasco, não é mesmo? Aclamado por pessoas de todas as partes do país, também é bastante apreciado em Brasília, tanto, que acabou se transformando em um de seus pratos típicos, sempre presente na mesa dos brasilienses.

A capital conta com diversas churrascarias e casas especializadas em carnes, tudo para agradar e satisfazer o paladar da clientela. O modo de preparo é o mesmo utilizado pelo restante do país, onde as carnes são temperadas com sal grosso e levadas à churrasqueira, onde permanecem de acordo com as preferências de cada um.

2 – Filé de Tilápia

Foto: Reprodução/ Tudo Gostoso

Já reparou que a capital possui diversos restaurantes especializados em peixes e frutos do mar? Esta é, de fato, uma paixão dos brasilienses. Por sua vez, o filé de tilápia também acabou se transformando em uma comida típica de Brasília, embora tenha origens diferentes.

Na cidade é possível encontrar diversos criadouros da espécie, fazendo com que seja uma das preferidas e também das mais consumidas pela população local.

O modo de preparo fica a gosto de cada um, podendo ser empanado e frito ou assado. O que diferencia o prato feito em Brasília do encontrado no restante dos estados é seu acompanhamento. Normalmente é servido com arroz e gergelim torrado, acompanhado ainda de um bom vinagrete. Uma delícia!

3 – Pato no Tucupi

Foto: Reprodução/ Terra

Embora tenha suas origens na culinária paraense, o prato também já foi adotado como uma comida típica de Brasília. É elaborado com tucupi, um líquido de cor amarelada extraída da raiz da mandioca brava, e também com jambu, uma erva típica da região norte. Arroz e farinha são ótimos acompanhamentos!

Pelo sabor forte e marcante, os brasilienses acabaram se adaptando bem ao prato, que hoje está presente em bons restaurantes da cidade e nas mesas de muitas famílias que moram na região.

4 – Arroz com Pequi

Foto: Reprodução/ Sumerbol

E o arroz com pequi também foi adotado como uma comida típica de Brasília. O prato, que tem suas origens em Goiás e também é muito presente em Minas Gerais, é um dos mais buscados por quem visita o DF.

Por ser um fruto típico do cerrado, nem todo mundo já teve a oportunidade de experimentar e os brasilienses são realmente sortudos. Fato é que o pequi sempre divide opiniões, já que é praticamente impossível gostar só um pouquinho – ou você ama ou odeia.

Assim como os goianos, é comum que a população de Brasília tenha o tão famoso arroz com pequi introduzido em sua alimentação desde cedo, despertando o amor pelo fruto. A receita ainda leva cebola, cebolinha, alho e sal. E para quem quiser algo mais completo, dá para aproveitar e fazer uma galinhada com tudo misturado!

5 – Buchada de Bode

Foto: Reprodução/ Do Pernambuco

Sim, a buchada de bode também está bastante presente nas mesas dos brasilienses! O prato chegou na capital através dos trabalhadores nordestinos, ainda na época em que Brasília estava sendo construída. Desde então, vem marcando presença em restaurantes e reuniões de família.

O sabor forte do prato é ocasionado pelo fígado, tripas, pulmão, rins e coração do bode, que são picados em tirinhas ou cubos bem pequenos. O tempero é a gosto, mas não pode faltar uma boa pimenta-do-reino, folhas de louro, alho e cebola! Assim como o arroz com pequi, não é fácil agradar a todos, mas certamente é um prato bastante querido e se tornou uma comida típica de Brasília!

6 – Chico Angu

Foto: Reprodução/ YouTube

O Chico Angu, feito de frango com quiabo e angu, é bastante popular na gastronomia mineira e acabou se tornando um dos queridinhos também dos brasilienses. A influência do prato chegou na capital federal por meio do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek, que era mineiro e apaixonado pelo prato. Desde então faz parte da culinária da cidade.

 7 – Pão de Queijo

Foto: Reprodução/ Mais Minas

E quem é que não adora um bom pãozinho de queijo, não é mesmo? Típico da culinária de Minas Gerais, também foi adotado pela gastronomia local e atualmente representa um dos lanches preferidos dos brasilienses.

É possível encontrar em praticamente todas as panificadoras e lanchonetes da capital, sendo sempre um dos mais pedidos. Tudo de bom!

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Goiás

Caiado assina convênio e amplia repasse à Santa Casa de Misericórdia de Anápolis

No dia 14 deste mês, a unidade anunciou a suspensão dos atendimentos de urgência e emergência por falta de verba.
27/05/2019, 19h14

O governador Ronaldo Caiado (DEM) assinou nesta segunda-feira (27/5) o convênio com a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis. Além da assinatura do acordo, Caiado anunciou a ampliação de recursos destinados a unidade de R$ 500 para R$ 600 mil por mês.

O acordo foi assinado durante uma reunião que ocorreu na manhã de hoje, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira em Goiânia e contou a participação de diversas figuras políticas como os secretários de Governo e Saúde de Goiás, Ernesto Roller e Ismael Alexandrino, além do prefeito de Anápolis Roberto Naves (MDB) e da diretoria da Santa Casa, irmã Aldenir Mota Ribeiro.

“Nós assinamos um convênio com a Santa Casa e o valor destinado a ela vai ser ampliado em poucos dias. Essa foi uma determinação minha ao secretário de saúde, para que o valor seja de R$ 600 mil”, salientou Caiado.

O prefeito de Anápolis, Roberto Naves fez questão de agradecer ao governador pelo investimento na unidade de saúde do município.

A diretora da Santa Casa, irmã Aldenir Mota Ribeiro afirmou que nos 75 anos de existência da unidade, a data de hoje é um dia ímpar na história da instituição. “Vimos seriedade nas suas palavras governador, afirmando que a saúde é prioridade em seu governo”, comentou a diretora da Santa Casa.

Ismael Alexandrino afirmou que o Estado está inteiramente à disposição e que a aproximação entre governo estadual e município é fundamental para impulsionar o crescimento de Goiás. “Ambos precisam andar de mãos dadas para que a população seja a maior beneficiada”, completa o secretário.

Acordo foi assinado após Santa Casa anunciar a paralisação de suas atividades no dia 14 deste mês

No dia 14 deste mês, a Santa Casa de Anápolis anunciou a suspensão dos serviços de urgência e emergência na unidade, devido a falta de repasse do Estado. Na ocasião a Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES) informou que não havia nenhum convênio vigente entre a SES e a unidade de saúde.

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Brasil

46 detentos são mortos em presídios de Manaus

As mortes ocorrem um dia depois que 15 detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, foram assassinados.
27/05/2019, 19h43

O governo do Amazonas confirmou que 46 presos foram encontrados mortos em celas de três presídios do Estado nesta segunda-feira, 27.

As mortes, segundo a secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap), ocorreram por enforcamento no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM I), em Manaus.

Agentes do Grupo de Intervenção Prisional (GIP) e do Batalhão de Choque da Polícia Militar fazem nesta segunda revista e a recontagem dos presos. Um inquérito será aberto para investigar os homicídios.

As mortes ocorrem um dia depois que 15 detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, foram assassinados. (Com Agência Brasil)

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Brasil

Supervisora do HRT é exonerada suspeita de vender vagas de cirurgias no Distrito Federal

Em uma das negociação servidora negocia uma cirurgia por R$ 350.
27/05/2019, 20h39

Um processo administrativo foi aberto pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, para investigar um esquema de vendas de cirurgias no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Conforme a publicação de um jornal local, o principal alvo da investigação é a supervisora da emergência do HRT, Ruby Lopes. O periódico teve acesso a diversos áudios que mostram a supervisora negociando as cirurgias na unidade.

O governador em exercício do Distrito Federal (DF) Paco Britto, exonerou a servidora do cargo, o afastamento foi publicação em uma edição extra do Diário Oficial (DODF), após o caso ser denunciado. Conforme a publicação Ruby Luiz Ricardo Mota do Nascimento vai substituir Ruby na supervisão da emergência da unidade.

Conforme a publicação, a servidora prometia que iria conseguir as cirurgias para os pacientes e outros procedimentos médicos com um valor bem abaixo do mercado, em um hospital particular de Brasília. Para conseguir a vaga, a servidora cobrava o pagamento de uma taxa aos pacientes.

Próximo do procedimento supervisora ligava avisando que o exame seria feito no HRT

Vale ressaltar que a servidora aproveitava a proximidade da data do procedimento para informar aos pacientes que os atendimentos seriam efetuados no HRT, que é um hospital público e não poderia cobrar nenhum valor aos enfermos. Uma das cirurgias vendidas por Ruby durante uma negociação ficou com o valor de R$ 350 para o paciente. Diante das denuncias apresentadas, a servidora não se posicionou sobre o caso até o momento.

Durante uma negociação com um paciente, Ruby explica que o valor cobrado é para comprar os materiais para o procedimento cirúrgico, e encerra a conversa com o interessado informando a ele, que caso não efetue o pagamento da taxa, vai ter que aguardar por uma vaga em um posto de saúde.

Em outra conversa, a servidora afirma que o valor de R$ 350 não daria nem para ir ao hospital e cita o Hospital Santa Marta, que é particular, e onde supostamente ela conseguiria a cirurgia por esse valor. A direção do hospital afirmou que não tem conhecimento sobre Ruby e muito menos vínculo com a supervisora do HRT.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Goiás

UniRV, o conhecimento que faz o bem

Por ano são mais de 150 mil atendimentos realizados gratuitamente à comunidade em diversas áreas.
27/05/2019, 20h58

Fundada no ano de 1973, a Universidade de Rio Verde – UniRV hoje é uma das principais Instituições de Ensino Superior do Estado de Goiás. Além do câmpus administrativo, instalado em uma área de 62 alqueires, a UniRV também está presente nas cidades de Aparecida de Goiânia, Caiapônia, Goianésia e Formosa.

Hoje são cerca de 8.000 acadêmicos frequentando um dos 34 cursos de graduação oferecidos em quatro grandes áreas: Ciências Humanas e Sociais; Ciências Exatas e Engenharias; Ciências Biológicas e da Saúde e Ciências Agrárias, 11 cursos de curta duração e 15 cursos de pós-graduação. Além do mestrado em Produção Vegetal, implantado em 2004, devidamente recomendado pela Capes/MEC, o primeiro a ser oferecido por uma instituição de nível superior do interior de Goiás.

Consolidada como uma das melhores universidades do país, uma das características relevantes da UniRV é a sua atuação junto à comunidade. Praticamente todos os cursos da instituição desenvolvem projetos sociais. O trabalho em campo não só possibilita o aprimoramento dos acadêmicos, como também reflete na melhoria da qualidade de vida da população.

UniRV promove mais de 150 mil atendimentos gratuitos à comunidade

Por ano são mais de 150 mil atendimentos realizados gratuitamente à comunidade em diversas áreas. Como exemplo, são os atendimentos do Núcleo de Práticas Jurídicas, auxiliando gratuitamente as pessoas de baixa renda, no Fórum de Rio Verde e na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e o Programa Saúde na Roça, que presta atendimento em todas as áreas junto à comunidade rural.

Para oferecer uma infraestrutura aliada ao ensino de qualidade, a Instituição conta com mais de 100 laboratórios para pesquisa, 8 núcleos de estímulos a prática de atividade sócio culturais e cientificas, 12 clínicas escola, 1 academia escola, 1 fazenda experimental, Academia gratuita para servidores e acadêmicos, 2 Consultórios odontológicos com São 4 salas de RX, um laboratório de Imaginologia e 64 consultórios de atendimento, Biblioteca física com acervo de mais de 80 mil itens, 3 bibliotecas virtuais com mais de 20 mil obras. Além da construção de um Centro de Convenções com capacidade para 3 mil pessoas, com dois minis auditórios e estacionamento para 500 carros.

Com uma longa e expressiva trajetória na educação superior, a UniRV construiu uma história diferenciada das demais e consciente da sua importância para a formação do cidadão, bem como do seu compromisso para com a responsabilidade social, desenvolve ainda projetos voltados para a “Melhor Idade”, promovendo a interação entre a Instituição e a comunidade da terceira idade, por meio de oficinas de artes, teatro, dança, canto e música, bem como da participação nas aulas dos diferentes cursos, junto a professores e acadêmicos. Além da participação em um dos maiores projetos de desenvolvimento sustentável, bem-estar social e a qualidade de vida nas comunidades carentes do Brasil, o Projeto Rondon.

Serviços prestados a comunidade por mês

Total: 150 mil atendimentos/procedimentos (ano base 2018)

Academia de educação física – 17755 atendimentos

Clínica Escola de Fisioterapia – 1000 atendimentos

Clínica Escola de Medicina (Aparecida) – 341 atendimentos

Clínica Escola de Medicina (Goianésia) – 400 atendimentos

Clínica Escola de Medicina (Rio Verde) – 2000 atendimentos

Clínica Escola de Medicina Veterinária – 150 atendimentos

Clínica Escola Odontologia – 2911 atendimentos

Clínica Escola de Psicologia – 141 atendimentos

Farmácia Escola – 121 atendimentos

Núcleo de Prática Jurídica (Caiapônia) – 60 atendimentos

Núcleo de Prática Jurídica (Rio Verde) – 173 atendimentos

Programa Saúde na Roça – 50 mil atendimentos

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