Entretenimento

Ivete Sangalo é uma das mulheres mais poderosas do Brasil, segundo Forbes

A seleção também traz o nome de Rosa Weber, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e reúne diversas executivas.
26/05/2019, 17h36

A Forbes divulgou neste sábado, 25, em seu site a lista das 20 mulheres mais poderosas do Brasil. O ranking, que foi publicado originalmente na edição de fevereiro da revista, traz personalidades como a cantora Ivete Sangalo, a influenciadora digital Camila Coelho, as atletas Marta e Maya Gabeira.

A seleção também traz o nome de Rosa Weber, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e reúne diversas executivas.

Veja a lista das 20 mulheres mais poderosas do Brasil, segundo a Forbes:

Alice Ferraz, CEO e fundadora da plataforma de blogs Fhits

Ana Fontes, CEO da Rede Mulher Empreendedora (RME) e presidente do Instituto RME

Ana Paula Assis, presidente da IBM para a América Latina

Ana Paula Bógus, general manager da Kimberly-Clark Professional Brasil

Camila Coelho, influenciadora digital

Camilla Junqueira, CEO da Endeavor

Gabriela Manssur, promotora de justiça do MP do Estado de São Paulo

Ivete Sangalo, cantora, atriz e apresentadora

Juliana Azevedo, presidente da Procter & Gamble Brasil

Luciana Marsiano,diretora-geral da Tiffany & Co. no Brasil

Maria Silvia Bastos Marques, presidente e CEO da Goldman Sachs Brasil

Marta, jogadora de futebol

Maya Gabeira, surfista

Nina Silva, CEO do Movimento Black Money

Patrícia Villela Marino, presidente do Humanitas360 e cofundadora do Civi-co

Renata Campos, head da Takeda Brasil

Rosa Weber, ministra do STF e do TSE

Sandrine Ferdane, CEO do BNP Paribas Brasil

Viveka Kaitila, presidente e CEO da General Electric Brasil

Vivien Rosso, CEO do A.C.Camargo

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Brasil

O assassinato do jornalista que denunciava políticos no Rio de Janeiro

Jornalista que publicava reportagens denunciando políticos foi morto a tiros.
26/05/2019, 19h28

Robson Giorno, de 45 anos, era um crítico jornalista no município Maricá, no Rio de Janeiro, e pretendia ser prefeito quando, na noite de sábado (26/5) foi morto a tiros.

Segundo informações do Jornal O Dia, o jornalista estava na porta de casa às 22h no bairro Boqueirão quando foi baleado pelo atirador que se aproximou em um Palio prata.

Além de dono do jornal O Maricá, Giorno era filiado ao partido Avante e pretendia concorrer, no pleito do ano que vem, a prefeito.

Assim que soube da morte do jornalista, a Polícia Civil foi à região em que ocorreu o assassinato para colher depoimentos de familiares.

Os policiais procuraram testemunhas e imagens de câmeras de segurança que possam contribuir com a identificação do automóvel usado e os assassinos.

Segundo fontes ouvidas pelo repórter do Jornal O Dia, Rafael Nascimento, a polícia não vai descartar nenhuma hipótese de motivação, mas que a principal delas é a de crime político.

Dez dias antes de morrer, jornalista publicou reportagem contra político do Rio de Janeiro

O jornalista e sua equipe divulgaram diversas reportagens contra políticos locais. Dez dias antes de ser morto a tiros, Robson Giorno publicou uma investigação contra o deputado federal do PSL, Filippe Poubel.

Segundo a reportagem de Giorno, o deputado teria adquirido uma mansão na cidade avaliada em R$ 1 milhão.

A mesma reportagem investigativa indicava que o político do PSL não teria condições de comprar um imóvel com este valor já que ele teria declarado R$ 55 mil em bens.

Robson, depois de a reportagem ser publicada, disse que procuraria a Polícia Federal (PF) para que o órgão investigasse o caso.

Dias depois foi morto a tiros enquanto chegava caminhando em casa e sem realizar o sonho de ser prefeito do município.

Enquanto o corpo do jornalista era velado e sepultado, nenhuma palavra mais foi publicada no site O Maricá.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

O fim de Joãozinho, o menino que matou pela primeira vez aos 11 anos, em Goiás

Veja imagens que mostram momento em que Joãozinho foi morto com 6 tiros no meio da rua.
26/05/2019, 22h18

O Brasil conheceu a história do adolescente João Carlos de Souza Silva, de 14 anos, após reportagem do Domingo Espetacular, da Record TV, na noite de 26 de maio. Joãozinho, como era conhecido, foi assassinado a tiros, no Setor Vida Nova, na periferia de Trindade, em Goiás, no último dia 21.

Na ficha de Joãozinho arquivada em uma delegacia de Trindade, a cronologia de crimes que terminaria com o adolescente caído morto em cima da bicicleta, uma Monark preta, com seis perfurações pelo corpo franzino. Para policiais da cidade, a morte era questão de tempo.

Veja o vídeo:

Filho de pai, mãe e avô envolvidos com o tráfico de drogas, Joãozinho fez carreira precoce na criminalidade.

Aos 11 anos, foi apreendido pela primeira vez ao confessar que matou com um tiro Deuzelino Francisco da Conceição, de 56 anos, na tarde do dia 29 de outubro de 2015. Deuzelino era motorista e fazia entregas em um supermercado quando foi abordado por Joãozinho e um comparsa. Como a vítima disse que não tinha dinheiro, foi morta com um tiro.

Do final de 2015 até janeiro de 2019, o adolescente somou 13 passagens: latrocínio, receptação, tráfico de drogas, desobediências, posse de drogas, porte ilegal de arma de fogo, roubo, furto de veículo e desacato.

O fim de Joãozinho, o menino que matou pela primeira vez aos 11 anos, em GoiásDepois de provavelmente ter matado o motorista durante o assalto, Joãozinho, ainda uma criança, foi matriculado em uma escola e inscrito em um projeto da Polícia Militar. Ele não sofreu qualquer punição por conta do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

No primeiro dia de aula, no entanto, Joãozinho bateu em uma criança de 4 anos, ameaçado colegas, professores e até quebrou uma carteira. Ele acabou sendo transferido e, depois, abandonou os estudos.

Aos cuidados de um tio, Joãozinho transformou o cotidiano da casa que passou a morar. Agredia os primos e chegou a ameaça-los. Acabou sendo entregue ao Conselho Tutelar novamente conforme um relatório assinado pelo tio no dia 3 de março de 2016.

Órfão de pai traficantes, Joãozinho foi morar com avô, também traficante em Goiás

O fim de Joãozinho, o menino que matou pela primeira vez aos 11 anos, em Goiás
Foto: reprodução.

O pai de Joãozinho foi assassinado em 2011 a tiros. Em 2012, a mãe do menino morreu esfaqueada. Órfão, ele passou a morar com o avô, José Tavares de Miranda. Em fevereiro deste ano, José morreu na cadeia pública de Trindade, onde cumpria pena por tráfico de drogas.

Segundo a Polícia, Joãozinho assumiu o posto do avô. Envolvido com uma facção criminosa, foi executado enquanto conversava com rapazes em cima de sua bicicleta, uma “monark” preta. Ele vestia uma desgastada camisa do Goiás Esporte Clube.

Joãozinho foi sepultado em um cemitério público de Trindade três dias depois de ter sido assassinado. Apenas o tio compareceu ao velório que durou 30 minutos.

No enterro, apenas o barulho da terra caindo sobre o caixão do menino de 14 anos.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Preso jovem que se escondeu em baú de cama para furtar loja, em Águas Lindas

O suspeito cortou os fios e quebrou o sistema de alarme de aparelhos celulares, mas ainda assim a empresa de segurança foi acionada. Com a chegada da PM, ele se rendeu e foi preso.
27/05/2019, 08h22

Um jovem foi preso na noite deste domingo (26/5), depois de se esconder dentro do baú de  uma cama, esperar a loja fechar e em seguida tentar furtar celulares. O caso ocorreu em uma unidade de uma conhecida rede de lojas de móveis e eletroeletrônicos, em Águas Lindas de Goiás, interior do estado. Com o suspeito foram apreendidos ao menos seis aparelhos, avaliados em R$ 10 mil.

De acordo com informações da Polícia Militar, uma equipe da 35ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), estava em patrulhamento no Jardim Barragem I quando foi informada sobre um furto na loja Casas Bahia. No local, foi constatada a movimentação de alguém dentro do estabelecimento, porém não havia nenhum sinal de arrombamento.

Os policiais fizeram contato verbal e uma voz masculina gritou, de dentro da loja, que queria negociar. Ainda segundo a PM, o gerente já estava em deslocamento, uma vez que o sistema de segurança do local foi acionado. O responsável pelo estabelecimento comercial abriu a porta e o autor do furto obedeceu às ordens da guarnição e se rendeu.

Jovem que se escondeu em baú de cama havia quebrado o sistema de alarme

Depois de ser preso, o jovem contou aos PMs que se escondeu no baú de uma das camas à venda enquanto a loja estava aberta. Ao perceber que o estabelecimento foi fechado, saiu do esconderijo, cortou os fios e quebrou o sistema de alarme dos aparelhos. Mas ainda assim a empresa de segurança foi acionada quando os dispositivos foram violados.

Foram recuperados seis celulares avaliados em aproximadamente R$10 mil. Os envolvidos e os objetos que seriam furtados foram apresentados na Delegacia da cidade para as providências cabíveis.

Furto

Segundo o Código Penal, o crime de furto pode resultar em pena de um a quatro anos de reclusão, e multa; a pena aumenta-se de um terço, se o crime é praticado durante o repouso noturno. Em caso de furto qualificado, se cometido com destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa, a pena é de dois a oito anos de reclusão, e multa.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Criminosos usavam empresas de fachada para vender carros roubados, em Goiânia

A operação, que já havia apreendido dezenas de carros de luxo, descobriu várias empresas de fachadas usadas no esquema.

Por Ton Paulo
27/05/2019, 08h40

A Polícia Civil apresentou no último domingo (26/5) os resultados da Operação Sétimo Selo, deflagrada no dia 9/4 deste ano em Goiânia com o objetivo de desarticular uma sofisticada organização criminosa responsável pela receptação de veículos roubados e furtados, adulteração de sinais identificadores de veículos automotores e financiamento e custeio para o tráfico de drogas. A operação, que já havia apreendido dezenas de carros de luxo, descobriu várias empresas de fachadas usadas no esquema.

A operação, que foi deflagrada através da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, Derfvra, apurou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro, com a utilização de empresas e “laranjas”. Alguns veículos do grupo eram passados a outros grupos criminosos, diretamente ligados ao tráfico de drogas.

De acordo com a Derfvra, essa organização criminosa era constituída por dois núcleos de chefia distintos: o primeiro era liderado pelos Irmãos “Bola”, Luís César Martins de Souza e Luís Eduardo Martins de Souza, proprietários das empresas Giru’s Veículos Ltda – EPP, conhecida como Mega Imports; Mega Gyn Comércio de Veículos Ltda- EPP, conhecida como Mega Veículos; e Mega Gyn Negócios Ltda – EPP, conhecida como Mega Imports Auto, todas em Goiânia. Conforme a polícia, esses indivíduos eram tidos como “intocáveis” e mantinham um aparato empresarial para legitimar várias ações criminosas.

O segundo Núcleo era chefiado pelos sócios da sociedade empresarial Maranata Veículos, representados por Lindermberg Hudson de Souza e Ulemberg Nunes de Lima. Durante as investigações foram cumpridos, no total, 18 mandados de prisão; 25 mandados de busca e apreensão, bem como realizado o sequestro de 51 imóveis e valores bancários, avaliados em mais de R$ 40 milhões de reais.

Veículos roubados e de luxo, usados em empresas de fachada, foram apreendidos na operação

De acordo com a Polícia Civil, foram apreendidos em poder desses indivíduos 30 veículos de luxo. Também foram apreendidos 10 câmbios de veículos, sendo que nove são de automóveis roubados/furtados; três motores de caminhões, dois deles adulterados e um pertencente a um veículo roubado e, ainda, dois blocos de motores adulterados. Com essa ação a Polícia Civil desarticula uma das maiores organizações criminosas da região da “Robauto”. A investigação contou com o apoio da Polícia Técnico-Científica.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.