Goiás

Homem que matou a facadas e ateou fogo ao corpo de artista é preso, em Goiás

Por causa de R$ 500, vítima foi sequestrada e encontrada morta. Ele gritava pelas ruas pedindo socorro.
23/05/2019, 17h15

A Polícia Civil de Goiás prendeu Fabrício Arthur Silvestre de Souza, de 21 anos, a poucos dias de completar um ano de um crime brutal em Aragarças, no interior de Goiás. Fabrício matou a facadas e ateou fogo ao corpo do artista plástico Wanderlei Luiz do Nascimento no dia 28 de maio de 2018.

Fabrício foi a uma residência cobrar uma dívida de R$ 500 de Wanderlei, que, por sua vez, não estava com o dinheiro.

O suspeito, com a ajuda de um menor de idade, levaou Wanderlei dali, sob gritos de socorro. No dia seguinte, a Polícia soube que um cadáver, com perfurações pelo corpo e carbonizado, foi encontrado na região.

Para o Portal Dia Online, o delegado Ricardo Galvão disse que Fabrício nega o crime. “Mas o comparsa dele assume tudo e conta a dinâmica do crime”, salienta.

Enquanto era levado pela dupla, a vítima pedia socorro e gritava para as pessoas que presenciavam a cena. Testemunhas o ouviram pedir para que não fizessem “aquilo” com ele.

Depois de matar Wanderlei, o assassino fugiu para Cuiabá. Andando pelas ruas da cidade em que matou um dos clientes da sua boca de fumo, ele acabou preso.

Artista plástico morto a facadas e carbonizado era conhecido por causa de pinturas em Aragarças, no interior de Goiás

Conhecido como Garrincha, Wanderlei foi encontrado morto no bairro Alto Horizonte, em Aragarças. Nos últimos anos de vida, ele havia abandonado as artes plásticas e passou a usar drogas e a contrair dívidas com traficantes.

Por causa da dívida, foi torturado, esfaqueado e teve o corpo carbonizado, abandonado pelo menos a 100 metros de onde foi levado pela dupla que o matou.

Wanderlei chegou a conceder entrevistas quando pintava usando os dedos em cerâmicas. Para manter o vício, o artista cometeu furtos e roubos. Ele também morou debaixo de uma ponte na cidade onde era constantemente visto usando drogas.

Depois de preso, Fabrício Arthur Silvestre de Souza foi levado para o presídio da cidade, onde vai aguardar o julgamento.

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Goiás

Barragem da fazenda do cantor Gusttavo Lima não corre mais risco de romper, em Goiás

Delegado afirmou que vai ser preciso construir uma nova estrutura na barragem.
23/05/2019, 18h51

O delegado Luziano de Carvalho da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema) afirmou na tarde desta quinta-feira (23/5) que a barragem na fazenda do cantor Gusttavo Lima, às margens da BR-020, em Bela Vista de Goiás não corre mais o risco de romper.

Luziano de Carvalho esteve na fazenda na tarde de hoje para uma nova vistoria do barramento, na fazenda do cantor. Após o procedimento o delegado afirmou que o risco da barragem se romper é nulo, devido as providências tomadas para esvaziar o barramento.

A barragem que vem sendo monitorada há uma semana, após apresentar rachaduras, corria o risco de romper e atingir seis casas e a rodovia. Diante do risco, a polícia determinou um prazo até esta quinta-feira (23) para que o barramento fosse esvaziado até um nível suficiente para evitar o rompimento da barragem.

A um jornal local, a assessoria do cantor afirmou que um novo barramento vai ser feito na represa, através de estudos técnicos e ambientais.

Delegado afirmou que nenhum novo processo criminal vai ser aberto pelo risco de rompimento da fazenda do cantor

O delegado afirmou também que não vai ser aberto nenhum processo criminal, pois não há fatos novos para se registrarem. “A possibilidade da barragem se romper era real, pois o que parecia ser uma nascente, era uma infiltração e era uma questão de tempo até a barragem se romper”, relata o delegado.

Luziano de Carvalho além de afirmar que a determinação da polícia foi cumprida, elogiou o trabalho dos profissionais que atuaram para baixar o volume da barragem. Segundo o delegado, os responsáveis conseguiram deixar a barragem no nível que os peixes pudessem permanecer no local.

Luziano de Carvalho afirmou que uma nova estrutura vai precisar ser construída na barragem, pois devido ao incidente e após o barramento ser esvaziado, foi constatado que a mesma foi construída sem nenhuma técnica.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Mundo

Trump confirma encontro com Xi Jinping no G-20

O chefe da Casa Branca ainda afirmou que há muitas companhias deixando a China para voltar aos Estados Unidos, como resultado de sua política tarifária.
23/05/2019, 19h12

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que irá se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping, durante as reuniões do G-20 que acontecerão em junho. Ao comentar o anúncio de US$ 16 bilhões em incentivos fiscais a fazendeiros americanos feito hoje, Trump pontuou que os EUA ajudaram a “construir a China nos últimos 30 anos”.

“A China não nos dava nada, agora nos dá milhões”, declarou, em referência às tarifas sobre importações de produtos chineses aplicadas por sua gestão, acrescentando que “agora é hora de insistirmos em um bom acordo para agricultores”.

O chefe da Casa Branca ainda afirmou que há muitas companhias deixando a China para voltar aos Estados Unidos, como resultado de sua política tarifária. Trump aproveitou para defender o acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA, na sigla em inglês), que seria “muito melhor que Nafta, o pior acordo já feito pelos EUA”

Houve também críticas aos democratas, que não estariam fazendo “nada além de investigar” o presidente. Sobre a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, Trump afirmou que a líder “não entende nada de contas públicas, mas precisa aprender”.

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Brasil

Professor de Colégio Militar é demitido suspeito de assediar aluna no Distrito Federal

Antes de ser demitido, professor foi afastado por 15 dias das funções.
23/05/2019, 20h08

Um professor do Colégio Militar Dom Pedro II, na Asa Sul, que integrava o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), foi demitido após ser denunciado por uma estudante da instituição de assediá-la sexualmente.

A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investiga o caso. De acordo com a publicação de um jornal local, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou que não pode divulgar outros detalhes sobre o assunto, pois o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) impede a divulgação, por se tratar de uma menor de idade.

Segundo o periódico, CBMDF afirmou que a adolescente e os pais fizeram a denúncia contra o professor no dia 24 de abril deste ano. A corporação informou também que desde que foi informada o comandante Marcos Antônio Nascimento de Souza Apolônio, afastou o professor de suas funções pelo prazo de 15 dias.

Após o fim da suspensão do militar, que ocorreu no dia dois do mês corrente, o professor foi demitido do Colégio por justa casa. O CBMDF informou que existem indícios de que o professor não tem os requisite para permanecer como docente na instituição de ensino.

Além de perder o emprego como professor no Colégio, o militar passar a ser alvo de um processo administrativo que vai determinar o futuro do professor na corporação. Entretanto, o CMBDF, aguarda o fim da investigação da polícia, para prosseguir com o processo administrativo contra o militar.

Um professor foi afastado de sua atividades após ser acusado de abusar de uma aluna sexualmente, em Anápolis

No dia 15 deste mês, o professor do Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás Gabriel Issa, situado em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, foi afastado das funções após ser acusado por uma aluna de abusar sexualmente da adolescente.

O caso é investigado pela DPCA de Anápolis, e viralizou nas redes sociais como o Instagram após a vítima relatar o caso e usar a hashtag #QuemOmiteConsente. Diante das denúncias e da repercussão nas redes, a direção do colégio optou por afastar o docente das funções.

Na ocasião o colégio afirmou que o professor estaria enviando mensagens de cunho sexual para a adolescente. Todavia, o professor também utilizou as redes sociais para afirmar que não usava a rede em que as mensagens foram trocadas e que vai provar que outra pessoa se passou por ele. O caso é investigado pela polícia.

Via: G1 

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Brasil

PF prende 9 por tráfico de macaco-prego, tucano-toco, arara-canindé entre outros

Segundo a Procuradoria, as investigações "começaram em 2018, mas estima-se que os alvos atuem no mercado ilegal há dez anos".
23/05/2019, 20h31

A Operação Urutau, das Polícias Federal e Militar Ambiental de São Paulo, e do Ibama, levou à cadeia nove pessoas por suposto tráfico de animais silvestres. Além dos mandados de prisão (preventivas e temporárias), as autoridades cumpriram 16 ordens de busca e apreensão em diversas cidades paulistas. Segundo o Ministério Público Federal, responsável pelos pedidos de prisão, a ação desarticula uma rede que se estendia por diferentes estados e abarcava desde a captura dos animais até a venda pela internet, sem nenhum tipo de controle ou autorização.

“A coordenação dos crimes concentrava-se nas cidades de São Paulo e Guarulhos. Entre as espécies negociadas estão algumas em risco de extinção, como as araras vermelha e canindé, o macaco-prego e o tucano-toco. Os animais eram anunciados em redes sociais e sites hospedados no exterior e vendidos dentro do território nacional, com preços muito abaixo dos praticados no mercado regular. Os criminosos cobravam entre R$ 500 e R$ 7 mil por aves e mamíferos cujo valor, quando comercializados por criadores devidamente autorizados, pode alcançar até R$ 50 mil”, afirma o Ministério Público Federal em São Paulo.

Segundo a Procuradoria, as investigações “começaram em 2018, mas estima-se que os alvos atuem no mercado ilegal há dez anos”. “As provas já coletadas indicam que os envolvidos apostavam na impunidade para dar sequência às atividades ilícitas. Em trocas de mensagens, um dos coordenadores, que já tinha passagem pela polícia por homicídio, chegou a admitir que o risco de ser preso novamente valeria a pena, pois o tráfico de animais não resultaria em mais que quatro meses de detenção caso fosse pego”.

Neste ano, antes mesmo de a operação ser deflagrada, os agentes realizaram apreensões de centenas de pássaros e macacos que estavam em posse de alguns dos criminosos. Diversos animais já estavam debilitados ou mortos devido às condições precárias de transporte e cativeiro a que eram submetidos. Nesta quinta, além de mais animais, os investigadores encontraram armas e uma série de documentos falsificados, utilizados pelo grupo para dar aparência de regularidade à venda aos futuros compradores”, afirma o MPF.

De acordo com a Procuradoria, as autoridades alertam para os riscos da aquisição de animais silvestres comercializados sem a autorização dos órgãos de conservação. “A prática não só gera prejuízos ambientais, mas também acarreta perigos à saúde humana, com a possível transmissão de meningite e outras doenças graves devido à ausência de controle sanitário. Os compradores ficam ainda sujeitos a punições. O crime de receptação qualificada, por exemplo, pode levar a penas que variam de três a oito anos de prisão, além do pagamento de multa”.

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