Mundo

Google armazenou senhas do G Suite em texto simples

A companhia disse que o problema afetou uma "pequena parcela dos usuários do G Suite", mas não revelou o número exato de contas afetadas.
22/05/2019, 14h18

O Google disse nesta terça-feira, 21, que senhas de contas corporativas que usam o pacote de aplicativos do Google para empresas, chamado G Suite, foram armazenadas em texto simples no sistema do Google – as informações ficaram expostas a funcionários do Google e a administradores das contas do G Suite. A falha no sistema existe desde 2005.

A companhia disse que o problema afetou uma “pequena parcela dos usuários do G Suite”, mas não revelou o número exato de contas afetadas. Segundo a empresa, a falha afetou contas de empresas, e não contas individuais. Hoje, o Google tem 5 milhões de usuários corporativos no G Suite.

O Google afirmou que corrigiu a ferramenta e que recentemente notificou os usuários do G Suite que tiveram suas senhas expostas.

O Google armazena senhas de usuários em seu sistema com duas camadas de proteção: uma de criptografia e outra que usa um algoritmo chamado “hash”, que tornam a informação ilegível para humanos. A falha comprometeu esse segundo recurso – as senhas ainda estavam protegidas por uma estrutura criptografada. “Não temos nenhuma evidência de que acessos inapropriados e mau uso afetaram as senhas”, disse Suzanne Frey, vice-presidente de engenharia do Google, em postagem no blog da empresa.

O Google informou reguladores de proteção de dados sobre a exposição de senhas.

O Facebook já teve um caso parecido com esse. Em março deste ano, a rede social anunciou expôs as senhas de milhões de usuários ao armazená-las em textos simples em seus servidores. De acordo com Brian Krebs, pesquisador de segurança independente que revelou o caso, entre 200 milhões a 600 milhões de usuários foram afetados, incluindo usuários do Instagram.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Trio que aplicava golpe "Bença Tia" é preso, em Aparecida de Goiânia

Delegado estava na agência quando ouviu uma funcionária dizer que cartão foi bloqueado por receber dinheiro ilícito.
22/05/2019, 14h43

A simples visita de um delegado a uma agência bancária na tarde da última terça-feira (21/5) terminou com a prisão de três mulheres suspeitas de aplicar o golpe “Bença Tia”, que consiste no estelionatário se passar por um familiar da vítima e alega precisar de uma certa quantia em dinheiro, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital.

O delegado Divino Batista deu mais detalhes sobre o caso ao Dia Online. “Eu estava na agência ontem, quando ouvi uma funcionária falando que o cartão foi bloqueado por estar recebendo dinheiro ilícito, nesse momento sabia que era o golpe do Bença Tia e acionei a equipe policial”, conta o delegado.

Divino Batista afirmou que a mulher foi identificada como Luciene da Silva Campos, e possuí uma ficha criminal extensa. Conforme o delegado, Luciene estava com R$ 1.300 em espécie enquanto tentava fazer outros saques.

Namorado aplicava o golpe “Bença Tia” de dentro do presídio, enquanto a companheira agenciava os laranjas e gerenciava os recebimentos

Segundo o delegado, o responsável por aplicar o golpe era o namorado de Luciene que está preso e não teve o nome divulgado. “O namorado dela que está no sistema prisional aplicava o golpe e ela era responsável por agenciar as contas e os laranjas para receber o dinheiro”, explica o delegado.

A polícia afirmou que uma vítima do grupo da cidade de Nova Veneza fez cinco depósitos nas contas da associação na última segunda-feira (20/5), que totalizaram R$ 4.500,00. Após a prisão de Luciene, os policiais se deslocaram até sua residência em Hidrolândia onde prenderam a filha de Luciene, Juliana da Silva Souza e encontraram o cartão no nome de Isabel Pinto que também foi presa.

O investigador afirmou que na casa de Luciene ainda foram encontradas porções de maconha embaladas para venda, uma porção de cocaína, uma balança de precisão e munição de uma arma calibre 280. As três foram presas e autuadas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, associação criminosa, posse ilegal de munição, corrupção de menores e estelionato.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Dia Gourmet

Conheça restaurantes para comer o melhor lamen em Brasília

O lamen é um dos pratos mais queridos da gastronomia japonesa e, felizmente, diversos restaurantes em Brasília servem essa delícia!
22/05/2019, 14h50

O lamen, também conhecido como ramen, nasceu na China em uma data que continua sendo um grande mistério para os historiadores. A receita chegou no Japão pelos próprios chineses, onde ganhou mais incrementos e muito mais sabor. Por tal razão é que o prato ganhou o mundo como uma invenção japonesa, onde é possível formar diferentes caldos e combinações. Se você está em Brasília e é um verdadeiro fã da receita, é possível contar com alguns restaurantes especializados.

A título de curiosidade, os lamens são divididos de acordo com o tipo de tempero utilizado para fazer o caldo. É possível usar o sal (Shio), um fermentado de soja e arroz (Miso) ou apenas a soja (Shoyu). Também é possível contar com diferentes acompanhamentos, como ovos ou algum tipo de carne.

Em todo caso, o lamen é o tipo de prato que vem conquistando cada vez mais paladares. Sempre há alguém por perto que é simplesmente apaixonado pela iguaria. Se você é essa pessoa, confira abaixo a listinha que preparamos e encontre o melhor restaurante para saborear essa delícia!

Encontre os melhores restaurantes para comer lamen em Brasília:

1 – Katsu Lamen House

lamen em Brasília
Foto: Reprodução

Se você está em busca de um bom lugar para comer lamen em Brasília, temos aqui uma boa opção! O restaurante possui seu cardápio completamente inspirado na gastronomia japonesa, sendo possível encontrar diversas iguarias para todos os gosto.

No entanto, vale lembrar que a casa é especializada no lamen japonês, trabalhando com uma massa de fabricação própria e que é uma delícia. Como se não bastasse, o ambiente também leva a temática, com decoração encantadora. Vale a pena conhecer e experimentar as delícias servidas por ali.

Horário de atendimento: terça a domingo, das 18h30 às 22h30

Telefones: 

  • (61) 3084-9158
  • (61) 3034-5887

Endereços: 

  • R. 25 Norte, Loja 05 – Águas Claras, Brasília – DF, 71917-180
  • BLOCO E – CLN 411 N, LOJA 39 – Asa Norte, Brasília – DF, 70866-550

2 – Goemon

lamen em Brasília
Foto: Reprodução

Se você é apaixonado por uma boa comida japonesa, certamente irá curtir bastante o Goemon. Por aqui é possível encontrar pratos feitos a partir de receitas tradicionais, mantendo os sabores japoneses.

Você pode optar entre pagar por quilo, pelo buffet ou pelo serviço à la carte, contando com boa variedade de pratos, representando o espacinho perfeito para comer com a família e amigos.

E claro, aqui também é possível encontrar uma das melhores opções de lamen em Brasília, preparado com o macarrão japonês e temperos no ponto. Vale a pena experimentar!

Horário de atendimento: terça a sábado, das 12h às 14h30 e das 18h30 às 23h30 / domingo, das 12h às 14h30

Telefone: (61) 3233-8441

Endereço: Setor, St. Sudoeste Superquadra Sudoeste 105 Bloco c – Cruzeiro / Sudoeste / Octogonal, Brasília – DF, 70670-433

3 – Restaurante Yuzu-an

lamen em Brasília
Foto: Reprodução

Presente em Brasília desde maio de 2012, o restaurante já se transformou em um dos preferidos do público local. Os pratos servidos na casa prezam por resgatar e manter a autêntica culinária japonesa.

Diferente da maior parte de restaurantes do segmento, o Yuzu-an não é adepto de sushis e sashimis, que nem se encontram no cardápio. No entanto, é possível conhecer outras diversas iguarias japonesas, como o lamen que é uma delícia.

O prato é servido às terças e também faz parte dos “Especiais da noite”. Sua receita é formada por macarrão fresco servido quente em caldo especial de shoyu, acompanhado de moyashi, milho, cebolinha e chacu – lombo de porco fatiado. Vale a pena experimentar! Para conferir o cardápio completo, clique aqui.

Horário de atendimento: terça a sábado, das 12h às 14h30 e das 19h às 21h30 / domingo, das 12h às 15h

Telefone: (61) 99605-4500

Endereço: St. de Clubes Esportivos Sul Clube Cultural e Recreativo Nipo-Brasileiro de Brasília Lote 1 – Asa Sul, Brasília – DF, 70200-001

4 – Mei Wei

lamen em Brasília
Foto: Reprodução

Para quem prefere a comodidade de um shopping, o Mei Wei pode ser a escolha certa. Localizado no DF Plaza Shopping, conta com um balcão bem moderninho e encantador. Para quem não se importa de comer por ali, certamente a experiência será boa o bastante.

No cardápio é possível encontrar boas opções de comida japonesa, desde os tão queridos sushis até o delicioso Donburi. Além disso, também é possível contar com algumas opções de lamen, que podem ser servidos com alguns ingredientes a escolha.

Horário de atendimento: todos os dias, das 11h às 22h

Telefone: (61) 3597-9087

Endereço: Lote 1 Mezanino Rua Copaíba Loja 139 – Águas Claras, Brasília – DF, 71919-900

5 – Nippon

lamen em Brasília
Foto: Reprodução

Para quem está em busca de um bom lamen em Brasília, o Nippon também representa uma das melhores opções. Com duas unidades na capital federal, o prato pode ser encontrado na unidade da 403 Sul.

Além disso, ainda é possível encontrar diversas iguarias da culinária japonesa, com boa diversidade de sushis. Vale a pena conhecer e se deliciar!

Horário de atendimento: segunda a quinta, das 12h às 14h30 e das 19h às 23h / sexta, das 12h às 14h30 e das 19h às 00h / sábado, das 12h às 15h30 e das 19h às 00h / domingo, das 12h às 16h30

Telefone: (61) 3323-5213

Endereço: s/n, Asa Sul Comércio Local Sul 403 – Asa Sul, Brasília – DF, 70237-520

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Esportes

Por corrupção, chefe do atletismo do Quênia no Rio-2016 é suspenso por 10 anos

le acabou sendo punido com a dura sanção depois de pedir propina de US$ 12 mil (cerca de R$ 49 mil, pela cotação atual) para ajudar atletas a não serem flagrados em testes antidoping com substâncias proibidas.
22/05/2019, 15h44

Michael Rotich, técnico e chefe da equipe de atletismo do Quênia durante os Jogos Olímpicos do Rio-2016, foi suspenso por dez anos nesta quarta-feira após se envolver em um grande escândalo de corrupção. Ele acabou sendo punido com a dura sanção depois de pedir propina de US$ 12 mil (cerca de R$ 49 mil, pela cotação atual) para ajudar atletas a não serem flagrados em testes antidoping com substâncias proibidas.

Rotich foi banido pelo Comitê de Ética da Associação das Federações Internacionais de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês) após uma investigação de três anos motivada por uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Sunday Times. Ele também foi condenado a pagar uma multa de US$ 5 mil (aproximadamente R$ 20,4 mil) e mais US$ 14 mil (algo em torno de R$ 57 mil) em custos processuais.

Em vídeos divulgados pela publicação inglesa durante a Olimpíada do Rio e gravados em uma parceria com a emissora alemã ARD, Rotich apareceu pedindo dinheiro a dois repórteres disfarçados, que se passaram de maneira fictícia por um técnico e um líder de uma equipe de atletas britânicos. Em troca da propina, o chefe do atletismo queniano prometia fornecer informações sigilosas, avisando, com até 12 horas de antecedência, sobre o momento em que competidores seriam alvo de exames realizados pelas autoridades antidoping.

Após a revelação do escândalo durante os Jogos do Rio, Rotich foi preso ao retornar ao Quênia, em agosto de 2016, quando promotores pediram que o ex-chefe da equipe de atletismo do país fosse mantido sob custódia por temerem que ele atrapalhasse as investigações do seu caso. Naquela ocasião, a Federação de Atletismo do Quênia exigiu que Rotich deixasse o Rio e voltasse ao seu país, para facilitar a investigação.

Os vídeos que flagraram Rotich pedindo propina foram divulgados depois de uma série de escândalos de doping e corrupção envolvendo atletas e dirigentes de peso do atletismo do Quênia. No seu caso, o ex-chefe queniano da modalidade foi filmado ao lado de uma outra pessoa do seu país, um homem identificado como Joseph Mwangi, que disse que ele poderia fornecer a sustância eritropoietina, conhecida como EPO, hormônio cuja utilização é proibida e que serve para melhorar a resistência dos competidores. A promessa era de entregar aos atletas o EPO quando eles estivessem na Quênia.

Três vídeos foram gravados em um encontro de Rotich com repórteres disfarçados ocorridos em janeiro e fevereiro de 2016. O então líder do atletismo queniano disse, nestas ocasiões, que poderia usar a sua influência na famosa região de altitude elevada chamada de Rift Valley, usada para o treinamentos dos competidores no Quênia, para descobrir quando as autoridades antidoping estavam planejando realizar testes nos atletas britânicos que estariam no país em preparação para a Olimpíada do Rio.

Rotich afirmou aos repórteres disfarçados que ele conhecia as pessoas que realizavam os exames antidoping no Quênia e diria a eles: “Eu estou no comando da região. Você se importaria de tempos em tempos deixar-me saber se você está vindo para testar nossos próprios atletas ou atletas internacionais?”.

Ao pedir propina, o ex-chefe do atletismo do Quênia disse que estava confiante de que estas pessoas que realizaram os testes o avisariam com 12 horas de antecedência sobre os exames nos atletas britânicos, o que permitiria que os mesmos tentassem liberar as substâncias proibidas de seus organismos antes do encontro com as autoridades antidoping. Estes testes fora de competição ocorrem de maneira surpresa com o objetivo de surpreender atletas e impedi-los de praticar qualquer ação que não permita a detecção do uso de doping.

Ao tentar se defender em seu caso no qual agora foi punido com dez anos de suspensão pela IAAF, Rotich alegou que estava apenas juntando informações de corrupção para apresentá-las às autoridades. Porém, a sua justificativa foi rejeitada pelos três membros do Comitê de Ética da entidade máxima do atletismo que o julgaram.

Embora as ações ilegais de Rotich não tenham deflagrado nenhum caso de doping ou de encobrimento de uso de substâncias proibidas por parte de atletas, os testes sem

aviso prévio em competidores no Quênia acabaram motivando uma investigação mais detalhada no caso de Asbel Kiprop, campeão olímpico da prova dos 1.500 metros nos Jogos de Pequim-2008.

CAMPEÃO OLÍMPICO É SUSPENSO – O queniano Kiprop admitiu que foi avisado por antecedência sobre um teste antidoping que seria realizado em seu país no final de 2017, assim como reconheceu ter pago uma pequena quantia em dinheiro a um dirigente de controle de dopagem, em uma prática que ele sugeriu que era comum no Quênia.

Flagrado com EPO em um exame, Kiprop foi suspenso por quatro anos, em punição anunciada no último sábado pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU, na sigla em inglês). Ouro nos Jogos de Pequim, ele também é tricampeão mundial dos 1.500m após ter triunfado em finais desta prova em 2011, 2013 e 2015.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Política

Na Câmara, Delegado Waldir chama estudantes de "maconheiros"

O parlamentar chamou os estudantes presentes de "maconheiros" e mandou "ir trabalhar" o professor e agrônomo que filmava todo o ocorrido.

Por Ton Paulo
22/05/2019, 16h01

Uma enorme confusão se formou na tarde desta quarta-feira (22/5) durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, que tratava sobre o contingenciamento do orçamento imposto pelo governo federal à Educação superior e básica. Em um vídeo gravado no momento da balbúrdia, é possível ver o deputado goiano Delegado Waldir, líder do PSL na Câmara, visivelmente alterado. Aos gritos, o parlamentar chama os estudantes presentes de “maconheiros” e manda “ir trabalhar” o professor que filmava todo o ocorrido.

A audiência pública, que teve início por volta das 9h30 de hoje, estava prevista para terminar às 14h, mas foi encerrada em meio a um verdadeiro pandemônio. Isso porque, conforme havia sido combinado no início da audiência, representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) teriam direito à palavra antes do encerramento. Entretanto, parlamentares da base governista não aceitaram. O deputado Delegado Waldir foi um deles.

No vídeo obtido pela nossa reportagem, é possível ver o deputado gritando “maconheiros!” – se referindo aos estudantes presentes que teriam a palavra. Num dado momento, o dono da filmagem grita para o parlamentar: “Vou mostrar lá em Goiás como o senhor trata os estudantes!”. O deputado, então, parece se irritar mais, e grita em resposta: “Pode mostrar! Petista! Vai trabalhar!”, ao que o homem responde “Não sou petista, deputado! Me respeite, sou professor universitário!”.

Deputado Delegado Waldir disse que “universidades federais são zonas de livre consumo de drogas”

À reportagem do Dia Online, o deputado Delegado Waldir explicou sua exasperação. Segundo ele, a audiência pública acontecia desde a manhã, e todos – incluindo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, que estava presente – estavam cansados e não tinham almoçado, e que não seria correto os representantes das entidades estudantis terem a palavra, uma vez que alguns deputados também não tinham se manifestado. “Tinha mais 50 deputados para falar, e a quatro minutos de encerrar a audiência, a presidente da mesa, que é do PCdoB, disse que iria dar a palavra para o pessoal da UNE!”, contou.

O deputado comentou o teor do debate na audiência, e disse que as universidades federais eram “zonas de livre consumo de drogas”. “Olha o que aconteceu ontem! As drogas que a Rotam apreendeu lá naquela casa da UFG! E nas universidades federais a PM não pode entrar, aí vira festa, elas viram zonas de livre consumo de drogas. As universidades, mas os institutos federais não! Os institutos são espetaculares!”, disse.

Professor que filmou Delegado Waldir disse que fala de estudantes já estava programada

Ouvido pela reportagem do Dia Online, o professor da Escola de Agronomia  da UFG, Flávio Alves, autor do vídeo da confusão na Câmara, comentou o ocorrido. Segundo o professor, que também preside o Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg), a fala dos representantes da UNE e UBES, que foi impedida por deputados da base do governo, já estava programada.

“No início da audiência, foi combinado que os estudantes teriam direito à fala pouco antes do encerramento. O deputado Delegado Waldir chegou posteriormente, por isso não viu”, explica.

O professor e agrônomo também falou sobre a reação do deputado ao ser visto filmado. “Quem tentou impedir os estudantes de falarem foi a tropa de choque do governo, que inclui o Waldir. Ele não é normal. Se fosse outra pessoa, eu diria que ele estava sob efeito de maconha, mas como era ele… Ele se comporta de forma agressiva em todo lugar”, finaliza.

Veja o vídeo do momento da confusão:

Após a confusão, representante da UNE, Mariana Dias, falou aos presentes. Veja abaixo:

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.