Brasil

Presidente do Inep é demitido

Vicenzi estava em meio a uma disputa com integrantes da procuradoria do Ministério da Educação (MEC), órgão ao qual o Inep é ligado.
16/05/2019, 19h16

O presidente do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), Elmer Vicenzi, foi demitido nesta quinta-feira, 16. Ele estava no cargo desde 29 de abril.

Vicenzi é ex-delegado da Polícia Federal e assumiu após a demissão de Marcus Vinicius Rodrigues, que foi o primeiro a assumir o posto na gestão de Jair Bolsonaro e caiu porque resolveu acabar com a avaliação de alfabetização.

O órgão é responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Vicenzi estava em meio a uma disputa com integrantes da procuradoria do Ministério da Educação (MEC), órgão ao qual o Inep é ligado. Ele defendia a transparência dos dados produzidos pelo Inep, como avaliações e indicadores educacionais. havia divergências também em relação ao Enem.

Vicenzi é a primeira baixa do MEC na gestão de Abraham Weintraub. A pasta ficou marcada pelas dezenas de demissões quando Ricardo Vélez Rodríguez era o ministro.

O ex-presidente elogiava da forma como o Enem é atualmente e inutilizou o relatório de uma comissão que foi formada na gestão anterior para analisar a “adequação” das questões. A ideia era a de que o grupo identificasse questões que tivessem “teor ofensivo”. Ele chegou a declarar que os itens (como são chamadas as perguntas da prova) são bens públicos e não poderiam ser jogados fora.

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Goiás

MPGO aciona UEG para impedir fechamento da unidade em Goianésia

Notícia mobilizou estudantes e moradores da cidade para impedir o encerramento das atividades da universidade.
16/05/2019, 20h07

Uma ação civil pública em caráter de urgência foi protocolada na última quarta-feira (15/5) pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), para impedir o encerramento das atividades da unidade da Universidade Estadual de Goiás (UEG), em Goianésia.

Segundo a ação movida pelo promotor de justiça Antônio de Pádua Freitas Júnior, o órgão além de impedir o fechamento da unidade, determinou que seja apresentada uma cópia do processo administrativo que fala sobre extinção do câmpus de Goianésia.

De acordo com o MPGO, a UEG afirmou ser necessária uma nova estruturação da unidade devido a dificuldades financeiras e por essa razão daria início ao processo de extinção do câmpus universitários e cursos de sua grade curricular. A unidade afirmou que uma “Comissão de Redesenho” foi criada e vai ser responsável por constatar quais os câmpus não atendem os critérios necessários e os que atendem para rediscutir a sua permanência ou fechamento.

Comissão para rediscutir permanência da UEG em Goianésia foi criada sem aprovação do Conselho Acadêmico

O MPGO afirmou que a UEG fez uma reunião no dia 31 de janeiro deste ano, onde foram estabelecidos os critérios para serem aplicados em cada unidade da Universidade espalhada pelo estado. Entretanto, o promotor afirma que houve irregularidades na formação do colegiado, pois a comissão foi criada no momento da reunião sem a aprovação do Conselho Acadêmico e seus integrantes, ou diretores do câmpus que estavam presentes.

“Nomeados voluntariamente à comissão de redesenho, não tiveram aprovação prévia do plenário do Conselho Acadêmico e possuem interesses diretos na análise de aplicação dos critérios de avaliação, pois vários são diretores dos câmpus envolvidos”, justifica o promotor na ação.

Conforme documento protocolado junto ao MPGO, foram verificadas irregularidades na alteração da aplicação dos critérios pré-fixados pela comissão. Segundo ação, as modificações feitas prejudicaram diversas unidades da UEG, entre elas o câmpus de Goianésia, que integra a lista dos campis que vão ser submetidos a rediscussão de permanência.

O MPGO afirmou que desde que as informações sobre o fechado da unidade de Goianésia chegou ao conhecimento da população, houve uma grande mobilização popular descontentes com a situação. Vale lembrar que a UEG é a única instituição de ensino superior que há no município.

O promotor destacou na ação que após o anúncio do possível fechamento da unidade, foi promovida uma audiência pública para debater o assunto e elaborado um abaixo-assinado que reforça a necessidade da manutenção da UEG em Goianésia.

Via: MPGO 

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Goiás

Campanha de vacinação da CASAG imuniza 13 mil pessoas em Goiás

“Nós da CASAG, nos esforçamos muito para atender a toda a advocacia goiana. A sensação é de dever cumprido. Continuaremos trabalhando para que em 2020, seja ainda melhor”, declara Rodolfo.
16/05/2019, 20h42

Em uma ação de quase 30 dias, a segunda edição da Campanha de Vacinação contra o virus H1N1, realizada pela Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (CASAG), imunizou cerca de 13 mil pessoas, entre advogados, estagiários e familiares, em uma força tarefa de grandes proporções e que envolveu oito veículos, que deslocaram mais de 10 mil quilômetros, levando mais de 130 colaboradores, vacinas e equipamentos.

Foram adquiridas 13.000 doses da imunização contra o vírus H1N1 e, pela segunda vez na história da Caixa de Assistência, todo o estado foi atendido com pontos de vacinação da CASAG, ou seja, todas as 53 subseções goianas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/GO), que abrangem os 246 municípios goianos, contaram com pontos de atendimentos. A CASAG é a única entidade de classe a realizar uma campanha de vacinação nestas dimensões e proporções.

Ao todo foram 23 dias de campanha, nos quais a equipe de colaboradores da CASAG se desdobrou ao lado de profissionais da saúde, para atender a todos os advogados e dependentes que adquiriram as doses, pelo simbólico valor de R$ 50,00 (dose). Cada advogado teve a oportunidade de comprar até quatro unidades da vacina, que imuniza contra os vírus da gripe H1N1, H3N3 e os dois subtipos da Influenza B.

Presidente da CASAG diz que o sentimento ao final da campanha é de dever cumprido

De acordo com a secretária-geral da CASAG, Valéria Alves dos Reis Meneses, a instituição buscou mais uma vez atender às demandas de imunização da gripe H1N1 e obteve êxito na tarefa. “Mais uma vez, fomos em Goiás a instituição que mais assegurou a vacinação em larga escala, a exceção da rede de saúde pública. É a CASAG cuidando do bem-estar e da saúde da advocacia”, afirma Valéria.

Para o presidente da CASAG, Rodolfo Otávio Mota, o sentimento ao final da campanha é de dever cumprido. “Nós da CASAG, nos esforçamos muito para atender a toda a advocacia goiana. A sensação é de dever cumprido. Continuaremos trabalhando para que em 2020, seja ainda melhor”, declara Rodolfo.

Rede Pública

Na Rede Pública, a campanha de vacinação, segue até o dia 31 de maio. Em Goiás, o número de pessoas que devem se vacinar é de 1,6 milhões de pessoas. No entanto, a cobertura até o momento chegou a somente 30%.

De acordo com o Ministério da Saúde, até o último dia 27 de abril, 99 brasileiros morreram devido à Síndrome Respiratória Aguda Grave, a gripe, em todo o país. Em Goiás, a Secretaria Municipal de Saúde divulgou a confirmação de seis casos, sendo cinco de H1N1 e um de Influenza B. Duas mortes por H1N1 foram confirmadas.

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Goiás

Estudantes de Comunicação realizam bazar em prol do CEVAM

O evento é uma ótima oportunidade para quem deseja comprar ou trocar produtos por um preço acessível, além de contribuir com uma ação social.
16/05/2019, 20h59

Visando disponibilizar ao público produtos, como roupas, sapatos, acessórios e itens culturais com preço acessível, ocorre nesta sexta-feira (17), o bazar beneficente ‘Abrace uma Causa’, das 17h às 22 horas, na Faculdade Araguaia – Unidade Bueno. Todo o valor arrecadado será convertido em doações ao Centro de Valorização da Mulher Consuelo Nasser (Cevam), que celebra em 2019, 38 anos de existência.

O projeto ‘Abrace uma Causa’ é uma ação de responsabilidade social que reforça o intuito da Faculdade Araguaia de trabalhar atividades destinadas ao voluntariado com os estudantes. Além disso, o projeto faz parte de um movimento que luta para combater a violência contra as mulheres, que sofreu um aumento considerável e preocupante no último ano.

“O Cevam tem um papel histórico e fundamental para a sociedade goiana. Ele envolve um tema muito complicado e complexo que é a questão da violência contra a mulher. O órgão não só faz a questão de divulgação, mas também abriga mulheres, famílias inteiras e faz um papel que o estado às vezes não faz”, afirma Karine Prado, uma das coordenadoras do evento.

Diretora afirma que Cevam muitas vez faz o trabalho que o Estado não faz e que sem ajuda financeira é mais difícil manter a unidade

Segundo dados da Secretaria de Segurança Púbica de Goiás (SSPGO), os casos de feminicídio em 2018 cresceram 22,58%. Até novembro do ano passado por exemplo, Goiás já havia registrado 161 casos de feminicídio, ocupando até então, o terceiro lugar no ranking nacional, segundo levantamento realizado pelo jornal O Globo.

“Nós somos a única instituição que mantém as portas abertas 24 horas por dia para receber e atender as mulheres em situação de vulnerabilidade. Nem o Governo faz isso. Mas é muito difícil conseguirmos prestar um bom atendimento quando falta ajuda financeira para manter a unidade. Por isso, precisamos de constantes doações”, afirma Maria das Dores Dolly, diretora-conselheira do Cevam.

Na mesma data, a instituição realiza simultaneamente a segunda edição da Feira Trocaê. O evento tem como objetivo estimular o intercâmbio cultural por meio da troca de livros e outros bens culturais. A exemplo da primeira edição, o público deverá levar no mínimo dois produtos, sendo um para troca e outro para doação a instituições de caridade. Durante a feira, poderão ser trocados livros, CDs, vinis, gibis e outros elementos configurados como produtos culturais.

SERVIÇO: 

Bazar Abrace uma Causa e Feira Trocaê

Data: 17 de maio (sexta-feira)

Horário: 17h às 22h

Local: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno (Endereço: Av. T-10, 1047 – St. Bueno, Goiânia – GO) Entrada gratuita (levar produtos culturais para troca e produtos para doação ao Cevam)

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Trânsito

Acidente entre ônibus e caminhão deixa 11 feridos na BR-060, interior de Goiás

Batida ocorreu por volta das 5h55 desta sexta-feira (17/5). Pista está parcialmente interditada.
17/05/2019, 07h32

Um acidente envolvendo um ônibus de viagem e um caminhão deixou ao menos 11 pessoas feridas. A batida entre os veículos ocorreu por volta das 5h55 desta sexta-feira (17/5), na altura do quilômetro 458 da BR-060, entre Rio Verde e Jataí, cidades localizadas na região Sudoeste de Goiás.

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), duas viaturas do Corpo de Bombeiros de Goiás (CBMGO) e duas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atuaram na ocorrência. Conforme informações da polícia, a pista segue parcialmente interditada no momento.

Veja abaixo alguns registros do acidente feitos pelas equipes da PRF e do Corpo de Bombeiros:

Seis vítimas, com ferimentos mais graves, foram resgatadas pelas viaturas do Corpo de Bombeiros e encaminhadas para o Hospital das Clínicas de Jataí. De acordo com a corporação, o motorista do ônibus apresentava fratura nas pernas e foi socorrido pela equipe do Samu. As outras quatro pessoas, que sofreram apenas escoriações, foram atendidas no local e não necessitaram ir para uma unidade de saúde.

O ônibus, com 25 passageiros, havia saído de Maceió, em Alagoas, com destino a Rondonópolis, no Mato Grosso. Segundo informações apuradas no local, alguns passageiros iriam trabalhar com corte da cana-de-açúcar na região matogrossense. No momento da batida, a pista estava molhada, o que pode ter sido um fator provocante. De acordo com o inspetor da PRF, Newton Morais, as causas do acidente serão investigadas.

Acidente na BR-060 é o quinto ocorrido nas rodovias goianas

Nas últimas 24 horas, de acordo com balanço operacional da PRF, ocorreram nas rodovias federais goianas outros quatro acidentes, que deixaram seis pessoas feridas. Durante o período, foram aplicadas 574 notificações de multas por infrações diversas, no qual 285 veículos foram flagrados em excesso de velocidade e 32 motoristas foram autuados por não usarem o cinto de segurança.

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