Goiás

Jovem é preso na BR-060, em Guapó, com cerca de 300 quilos de maconha

Aos policiais da DRACO e da PRF, responsáveis pela prisão, suspeito contou que receberia R$ 10 mil para levar a droga de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, à Brasília.
15/05/2019, 07h58

Um jovem de 21 anos foi preso, na noite desta terça-feira (15/5), na BR-060, em Guapó, transportado cerca de 300 quilos de maconha. A droga, adquirida em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, deveria ser entregue em Brasília, de acordo com informações preliminares. Aos policiais responsáveis pela prisão, o rapaz contou que receberia R$ 10 mil pelo transporte dos entorpecentes.

Emanoel Ferreira Brito, que conduzia um carro VW Fox, desobedeceu uma ordem de parada dos policiais, tentou fugir, mas acabou capotando o carro às margens da rodovia. Ele foi preso em ação conjunta entre a Delegacia Estadual de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Suspeito preso com 300 kg de maconha em Guapó receberia R$ 10 mil

Conforme apontam as investigações, Emanoel pegou o carregamento de droga em Ponta Porã, cidade localizada no Mato Grosso do Sul, e levaria até Brasília, a mando de uma conhecida organização criminosa – ORCRIM. pelo transporte da maconha, ele receberia cerca de R$ 10 mil.

O jovem, preso em flagrante, deve responder pelo crime de organização criminosa voltada para a comercialização de substâncias entorpecentes.

PC apreende maconha vinda do Mato Grosso do Sul; droga seria entregue em Goiás

Em fevereiro deste ano, a Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), com o apoio do Grupo Tático 3, apreendeu mais de 700 quilos de maconha, na na GO-341, entre Mineiros e Jataí. a droga também havia saído do Mato Grosso do Sul e seria entregue em Goiás.

Dois homens, identificados como Wagner Araújo Gonçalves, de 25 anos, e Raimundo Francisco Viana, de 36 anos, foram presos. De acordo com o delegado Eduardo Gomes, responsável pelo caso, Wagner dirigia o carro um carro roubado que fazia a escolta da carga. Ele apresentou documento falso no momento da abordagem. Raimundo estava em outro veículo, carregado com os tabletes de maconha.

Ainda conforme explicou o investigador, as ações em torno das abordagens em rodovias, sobretudo nas que dão acesso a Mato Grosso do Sul, costumam ser intensificadas no início do ano, quando a produção da droga aumenta nas “regiões produtoras” do país.

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Educação

Paralisação deve atingir 75 instituições federais; MEC não descarta novos cortes

Cientistas e pesquisadores de diversas instituições e estudantes de faculdades privadas também vão aos protestos convocados.
15/05/2019, 08h09

Pelo menos 75 das 102 universidades e institutos federais do País convocaram protestos para esta quarta-feira, 15, em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos determinado pelo Ministério da Educação (MEC). Eles terão apoio de universidades públicas estaduais de diversos Estados – incluindo São Paulo, onde os reitores de USP, Unicamp e Unesp convocaram docentes e alunos para “debater” os rumos da área. Um dos alvos do protesto, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta terça-feira, 14, que as universidades precisam deixar de ser tratadas como “torres de marfim” e não descartou novos contingenciamentos.

Cientistas e pesquisadores de diversas instituições e estudantes de faculdades privadas também vão aos protestos convocados. É o caso, por exemplo, de PUC-SP e Mackenzie. Além da comunidade do ensino superior, a rede básica também aderiu à paralisação. Pelo menos 33 dos principais colégios particulares de São Paulo vão integrar o movimento, apesar da federação nacional das escolas sugerir corte de ponto de funcionários faltosos. A Apeoesp, sindicato dos professores da rede estadual pública de São Paulo, o maior da América Latina, convocou os professores a paralisarem – o mesmo foi feito pelos sindicatos da rede paulistana.

Atos em todos os Estados vêm sendo chamados pelas maiores entidades estudantis e sindicais do País, incluindo a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Em Brasília, o prédio do MEC já amanheceu nesta terça-feira cercado por homens da Força Nacional de Segurança Pública. O secretário executivo da pasta, Antoni Paulo Vogel, afirmou que a proteção foi pedida pelo governo federal. “Temos de estar preparados para evitar qualquer tipo de problema. Simples assim.”

Autonomia e custos. O ministro Weintraub afirmou na terça ser favorável até à entrada da polícia nas universidades. “Autonomia universitária não é soberania”, disse, durante café da manhã com jornalistas. Ele argumentou que, no passado, a regra pode ter feito sentido, “mas atualmente é dispensável”.

Ele destacou ainda que a autonomia das instituições deve se dar também na área financeira, com a criação de mecanismos que permitam a busca de recursos e patrocínios. “Hoje elas não podem… Não estou falando em cobrar, sou contra cobrar dos alunos de graduação.” Mas, emendou, “o ideal seria a criação de mecanismos para que empresas se tornem patronas de instituições, possam construir prédios, colocar nomes nas novas instalações”, disse. “Essas torres de marfim que a gente criou impedem que renda possa ser gerada para ser usada na pesquisa.”

O ministro se esquivou de fazer comentários sobre a greve, mas condicionou a liberação dos recursos bloqueados à aprovação da reforma da Previdência e não descartou novos cortes. Weintraub procurou ainda reduzir a importância do bloqueio sofrido pela pasta que lidera, citando outros ministérios que tiveram contingenciamentos maiores, como a Defesa.

O ministro disse ter recebido 50 reitores desde que assumiu e, de acordo com os relatos, a conta das universidades está em dia e “a vida segue normal”. Ele reiterou que o bloqueio só deve ser sentido no segundo semestre. “Se tiver algum problema, vou até o Ministério da Economia, para abrir exceção.”

À tarde, em entrevista à Rádio Jovem Pan, Weintraub voltou a negar o contingenciamento de 30% – anunciado pelo próprio MEC. “Mostrem os números. Parem de mentir. Estamos contingenciando 3,5%.”

Pela manhã, ele havia sido dramático ao falar sobre seu curto período à frente do Ministério da Educação. Transcorridos menos de dois meses da sua posse, ele se queixa de perseguição. “Estou sendo caçado com taco de beisebol e machadinha. O inimigo número 1 de tudo”, disse. “Estou sendo moído.”

Justiça

A juíza Renata Almeida de Moura Isaac, titular da 7.ª Vara Cível de Salvador, solicitou que a União justifique, em até cinco dias, cada um dos bloqueios orçamentários que impôs às instituições de ensino superior no País. O pedido é consequência da ação popular impetrada pelo deputado federal Jorge Solla (PT-BA), no dia 30 de abril, que pediu a “anulação imediata” dos cortes, sob alegação de que o ministro Abraham Weintraub (Educação) atribuiu publicamente a decisão à uma reprimenda às instituições que “promoviam balbúrdia”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Terra 

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Goiás

Oftalmologista de Rio Verde cobrava mais de R$ 1 mil por cirurgias do SUS, diz MP

As vítimas ouvidas disseram que ele chegava a mostrar uma embalagem vazia, alegando que seria a lente utilizada, pela qual cobrava valores superiores a R$ 1 mil.

Por Ton Paulo
15/05/2019, 08h57

Um médico oftalmologista de Rio Verde, a serviço do município, está sendo alvo de uma ação do Ministério Público de Goiás (MP-GO) por improbidade administrativa. De acordo com a denúncia do órgão, o médico fazia cobranças por procedimentos cirúrgicos do Sistema Único de Saúde (SUS), que deveriam ser gratuitos, pedindo aos pacientes valores superiores a R$ 1 mil reais.

A ação do MP-GO contra o médico oftalmologista João Paulo Peloso Reis Passos é em caráter liminar, onde foi pedida a indisponibilidade de bens do réu, assim como seu afastamento da função pública, mediante a suspensão do termo de credenciamento firmado entre ele e o município.

Conforme apontado pelo órgão, depoimentos de pacientes do médico confirmaram as suspeitas de que o médico cobrava por procedimentos cirúrgicos. Entre as alegações para a cobrança estava, no caso de pacientes que passavam pela cirurgia de catarata, a necessidade de comprar uma lente de “melhor qualidade”. As vítimas ouvidas pelo MP-GO disseram que ele chegava a mostrar uma embalagem vazia, alegando que seria a lente utilizada, pela qual cobrava valores superiores a R$ 1 mil, aceitando, inclusive, parcelamento do valor.

Já em outros casos, o médico dizia que a situação clínica do paciente exigia o pagamento de valor extra, por um procedimento específico, mesmo sendo estes, diagnósticos imprecisos. Essa cobrança seria ilegal, uma vez que a Secretaria Municipal de Saúde repassa o valor de R$ 1,3 mil ao profissional credenciado, no qual já está incluso o valor das lentes utilizadas, bem como o risco cirúrgico e os demais materiais utilizados no procedimento.

No decorrer das investigações, foi feita ainda a oitiva de outros profissionais oftalmologistas que realizam cirurgias pelo SUS em Rio Verde, os quais corroboraram a informação de que é injustificável a cobrança de valor além do que já é pago pela SMS.

Oftalmologista de Rio Verde

Improbidade administrativa parece não ter sido o único ato praticado pelo médico oftalmologista João Paulo Peloso, de acordo com o Ministério Público. Conforme apurado pelo órgão, no dia 13/2 deste ano, o médico chegou a dirigir-se às Promotorias de Justiça de Rio Verde para registrar notícia de fato falsa, imputando a um outro médico da cidade conduta ilícita por ele não praticada. Este médico havia sido testemunha durante as investigações que apuravam as irregularidades atribuídas a João Paulo.

Ainda segundo o MP-GO, em uma outra situação o oftalmologista ligou para um de seus pacientes informando que ele seria notificado para depor e que não deveria falar nada sobre os valores que haviam sido cobrados pela cirurgia. A um outro paciente, ele alegou que seu caso necessitava a colocação de um anel, durante a cirurgia de catarata. No entanto, o município não autorizaria este procedimento, o qual deveria ser feito na rede particular, pelo valor de R$ 7,5 mil, podendo ser dividido em até cinco vezes no cartão de crédito.

Assim, o paciente asseverou que não poderia arcar com este valor e que tentaria solicitar a cirurgia em Goiânia, pedindo ao médico o encaminhamento para a realização do procedimento. João Paulo, contudo, resistiu em preencher o encaminhamento e amedrontou o paciente quanto à possibilidade de perda da visão, sugerindo a realização do pagamento proposto.

A reportagem do Dia Online entrou em contato com a defesa do médico, que alegou que ainda não teve acesso aos autos. O espaço permanece aberto para futuras manifestações.

Via: MP-GO 

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Goiás

Presos outros dois suspeitos de envolvimento na morte de médica em Brasília

No início das investigações, ex-motorista de Gabriela Rebelo Cunha, de 44 anos, já havia sido preso por latrocínio e ocultação de cadáver. Após o crime, ele ainda manteve contato com a família da médica, passando-se por ela.
15/05/2019, 09h37

Foram presos nesta quarta-feira (14/5), outros dois suspeitos de envolvimento na morte da médica Gabriela Rebelo Cunha, de 44 anos, ex-diretora do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), no Distrito Federal. De acordo com informações da Polícia Civil do DF, os dois homens, sendo um cozinheiro e um desemprego, estão presos temporariamente.

No início do ano, Rafael Henrique Dutra da Silva, de 32 anos, que trabalhava como motorista e pessoa de confiança da cirurgiã geral, já havia sido preso por latrocínio e ocultação de cadáver. Gabriela desapareceu em outubro do ano passado; seus restos mortais foram encontrados no dia 28 de janeiro, em Brazlândia. Ela foi assassinada no dia 24 de outubro, mas o que chamou a atenção da polícia é que durante dois meses, antes de ser preso, o Rafael manteve contato com a família da médica de Brasília por WhatsApp, passando-se por ela.

Morte de médica em Brasília

No dia do crime, Rafael levou Gabriela ao HRT e em seguida até uma agência bancária em Sobradinho para que ela fizesse uma transferência bancária. Quando os dois estavam retornando para Taguatinga, ele parou o carro próximo a uma parada de ônibus, alegando que estava ouvindo um barulho na roda.

Nesse momento, segundo o acusado, um comparsa entrou no veículo, simulou um assalto e mandou-os ir para Brazlândia. Chegando em uma estrada de chão, a médica foi enforcada, e o corpo foi deixado no local. Em depoimento, Rafael confessou que pagou R$ 5 mil a um comparsa para que ele matasse a cirurgiã.

Semanas após o crime, Rafael fez saques bancários das contas de Gabriela, nas quais ele tinha as senhas, e ainda comprou um carro popular com o dinheiro dela. Com ele, os policiais encontraram os dois carros da médica e pertences furtados do apartamento de Gabriela.

O motorista foi indiciado por latrocínio e ocultação de cadáver. Foi ele quem apontou onde o corpo de Gabriela estava escondido. O crime foi solucionado pela Divisão de Repressão a Sequestros (DRS), que agora prendeu mais dois suspeitos de envolvimento no assassinato.

Motorista desviava dinheiro de contas de médica

Segundo as investigações, o motorista era a pessoa de confiança da médica e era ele quem pagava contas para ela, resolvia pendências em bancos e ainda atuava como corretor. Ele chegou a vender imóveis para ela, sendo um em Pirenópolis, região turística de Goiás, avaliado em R$ 70 mil. Foi apurado ainda que, por mês, Rafael desviava cerca de R$ 1,5 mil das contas de Gabriela. O prejuízo chega a R$ 200 mil.

O motorista confessou ter premeditado o crime juntamente com um homem identificado como Baiano, com intenção de ficar com os bens da médica. De acordo com a polícia, ambos teriam cumprido pena juntos no Centro de Internação e Reeducação (CIR), no Complexo Penitenciário da Papuda. O acusado de matar a médica já tem passagens por estelionato e tentativa de homicídio, quando ainda era menor.

Imagens: Metrópoles - DF 

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Goiás

Novo aumento no preço da gasolina em Goiânia entra em vigor nesta quinta (16)

O aumento deve ser de dois centavos no preço do litro do combustível.

Por Ton Paulo
15/05/2019, 09h58

Para quem já está andando com o carro na reserva, é melhor se apressar para abastecê-lo. Isso porque um novo aumento do preço da gasolina está previsto para entrar em vigor nos postos de combustível na próxima quinta-feira (16/5), e Goiânia está inclusa. O aumento deve ser de dois centavos no preço do litro do combustível.

A variação decorre de pesquisas realizadas pelo Estado que estabelece, em seguida, o preço médio dos impostos pagos pelos postos. Em entrevista a um veículo local, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás – Sindiposto -, Márcio Martins, disse que a tabela foi revista e o fato acabou onerando os empresários. Por esse motivo, segundo ele, o valor da gasolina tende a aumentar em até dois centavos.

O presidente do Sindiposto ainda destaca que “normalmente, quando o valor a ser ajustado oscila entre um e dois centavos, muitos empresários nem aderem o reajuste”. Segundo ele, pode ser que isso aconteça agora. “Ou seja, a decisão de reajustar ou não ficará a cargo dos empresários”, explica.

A oscilação do preço final ocorrerá apenas sobre o valor da gasolina. “Os preços cobrados pelo etanol e o diesel devem continuar como estão”, garantiu.

Além do aumento no preço da gasolina, etanol teve reajuste de 10% no mês passado

O aumento no preço da gasolina não foi o primeiro a pegar o motorista de surpresa. Isso porque o etanol também teve um reajuste em abril deste ano, de 10%. O combustível passou de R$ 2,99 para R$ 3,29, em média. Sindicato de postos de combustíveis declarou na ocasião que encarecimento do etanol em Goiânia se deu pelo “aumento nos custos de aquisição dos combustíveis nas distribuidoras”.

O aumento pegou muita gente de surpresa na época, uma vez que o reajuste foi de 10% de uma só vez. Por um app desenvolvido pela UFG em parceria com o Ministério Público, o Olho na Bomba, que mostra o preço médio dos combustíveis em Goiás, e possível ver a padronização do aumento, com exceção de alguns postos, como nos setores Rio Formoso e Eldorado que, conforme a última consulta no app (14h40 de hoje), mantiveram congelado o preço de R$ 2,99 do etanol.

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