Mundo

Reino Unido se prepara para apresentar acordo do Brexit na semana de 3 de junho

A decisão foi tomada depois de um encontro realizado entre a premiê e o líder do principal partido da oposição (Trabalhista), Jeremy Corbyn.
14/05/2019, 19h10

O governo britânico se prepara pra apresentar o acordo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE), o chamado Brexit, na semana do dia 3 de junho, conforme informou há pouco um porta-voz de Downing Street, o endereço oficial da primeira-ministra, Theresa May. A decisão foi tomada depois de um encontro realizado entre a premiê e o líder do principal partido da oposição (Trabalhista), Jeremy Corbyn.

“Esta noite na Europa, a primeira-ministra encontrou o líder da oposição na Câmara dos Comuns para deixar clara a nossa determinação em concluir as negociações e entregar o resultado do plebiscito de deixar a UE”, declarou o porta-voz. Segundo ele, a ideia de “antecipar” o projeto de acordo para a primeira semana do mês que vem é imperativa para que o Reino Unido deixe o bloco comum antes do recesso parlamentar de verão.

Inicialmente, o Brexit estava marcado para 29 de março, mas após ser rejeitada três vezes a proposta do Executivo pelo Legislativo, o governo local se viu obrigado a estender a data do divórcio. Isso ocorreu duas vezes. Primeiro, foi prorrogada para 12 de abril e, depois, para 30 de outubro. Theresa May queria, no entanto, que a separação se desse antes das eleições do Parlamento Europeu, que começam no próximo dia 23, quinta-feira da semana que vem.

As conversas desta noite entre a premiê e o líder da oposição foram “úteis e construtivas”, nas palavras do porta-voz. Em nenhum momento do comunicado, no entanto, o nome de Corbyn é mencionado. A estratégia de Theresa May de fazer uma proposta em acordo com os Trabalhistas se deu para que o projeto tenha mais chance de passar pelo Parlamento britânico.

“As conversações de amanhã continuarão em um nível oficial, à medida que buscamos a maioria estável no Parlamento que garantirá a aprovação segura do Projeto de Acordo de Retirada e a rápida saída do Reino Unido da UE”, trouxe a nota do porta-voz. Não foi informado em que momento haverá uma nova reunião. Há previsão de que a primeira-ministra viaje para Paris nesta quarta-feira para participar de uma cúpula internacional contra o terrorismo na internet.

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Brasil

Suspeito mata e bebe sangue da vítima no Distrito Federal

Polícia esteve na casa do suspeito e encontrou animais mortos, entretanto o provável autor não foi encontrado.
14/05/2019, 20h33

Desaparecido deste o último sábado (11/5) o corpo de Heraldo José de Carvalho, de 43 anos, foi encontrado nesta terça-feira (14/5) em uma tubulação de esgoto, no Distrito Federal (DF). A mulher da vítima registrou o desaparecimento do marido e relatou que uma testemunha presenciou o crime e que o suspeito além de matar o seu companheiro, bebeu o sangue de Heraldo em seguida.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na tarde de hoje uma equipe da 6ª Delegacia de Polícia, do Paranoá, que desde o desaparecimento de Heraldo acompanha o caso esteve com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, no Itapoã, região em que o corpo foi encontrado em busca de mais detalhes sobre o crime.

Conforme a publicação de um jornal da região, o CBMDF afirmou que Haroldo foi encontrado com uma lesão provocada por um objeto perfurocortante na cabeça e com o braço esquerdo fraturado.

Uma testemunha contou a mulher da vítima que presenciou o crime e que o suspeito bebeu o sangue de Heraldo após matá-lo

Responsável pela investigação desde o desaparecimento de Heraldo no último sábado, a delegada Jane Klebia afirmou que a esposa do homem relatou que uma pessoa testemunhou o homicídio. “Conforme as declarações da testemunha do homicídio, após matar Heraldo, o suspeito bebeu o sangue da vítima”, conta a delegada.

De acordo com periódico da região, o suspeito do crime foi identificado, mas não teve o nome divulgado. Uma equipe policial chegou a ir à residência do provável autor, mas ao chegar na casa encontraram vários gatos e um cachorro morto e vísceras de animais.

O suspeito ainda não foi encontrado e segue foragido. A polícia trabalha para efetuar a prisão do indivíduo apontado como autor deste crime e entender a motivação por trás do assassinato.

Imagens: G1 Distrito Federal 

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Goiás

Professor Tatão será empossado no Conselho Estadual de Educação nesta sexta-feira

Reitor da UniRV vai para o seu terceiro mandato como membro titular do Conselho.
14/05/2019, 21h09

O nome do Reitor da UniRV, Professor Tatão foi o primeiro aprovado para compor o Conselho Estadual de Educação (CEE).

Sua indicação para representar as Fundações Municipais de Educação Superior foi acatada por unanimidade, após sabatina na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).

A cerimônia de posse acontecerá nesta sexta-feira, 17, às 11 horas na sede do CEE.

Professor Tatão ocupa o cargo pela terceira vez

Graduado em Engenharia Elétrica, mestre em economia e doutor em Ciências Sociais, Professor Tatão irá compor o Conselho na condição de membro titular pelo período de quatro anos. Será o terceiro mandato do Reitor no Conselho.

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Goiás

Jovem é preso na BR-060, em Guapó, com cerca de 300 quilos de maconha

Aos policiais da DRACO e da PRF, responsáveis pela prisão, suspeito contou que receberia R$ 10 mil para levar a droga de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, à Brasília.
15/05/2019, 07h58

Um jovem de 21 anos foi preso, na noite desta terça-feira (15/5), na BR-060, em Guapó, transportado cerca de 300 quilos de maconha. A droga, adquirida em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, deveria ser entregue em Brasília, de acordo com informações preliminares. Aos policiais responsáveis pela prisão, o rapaz contou que receberia R$ 10 mil pelo transporte dos entorpecentes.

Emanoel Ferreira Brito, que conduzia um carro VW Fox, desobedeceu uma ordem de parada dos policiais, tentou fugir, mas acabou capotando o carro às margens da rodovia. Ele foi preso em ação conjunta entre a Delegacia Estadual de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Suspeito preso com 300 kg de maconha em Guapó receberia R$ 10 mil

Conforme apontam as investigações, Emanoel pegou o carregamento de droga em Ponta Porã, cidade localizada no Mato Grosso do Sul, e levaria até Brasília, a mando de uma conhecida organização criminosa – ORCRIM. pelo transporte da maconha, ele receberia cerca de R$ 10 mil.

O jovem, preso em flagrante, deve responder pelo crime de organização criminosa voltada para a comercialização de substâncias entorpecentes.

PC apreende maconha vinda do Mato Grosso do Sul; droga seria entregue em Goiás

Em fevereiro deste ano, a Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), com o apoio do Grupo Tático 3, apreendeu mais de 700 quilos de maconha, na na GO-341, entre Mineiros e Jataí. a droga também havia saído do Mato Grosso do Sul e seria entregue em Goiás.

Dois homens, identificados como Wagner Araújo Gonçalves, de 25 anos, e Raimundo Francisco Viana, de 36 anos, foram presos. De acordo com o delegado Eduardo Gomes, responsável pelo caso, Wagner dirigia o carro um carro roubado que fazia a escolta da carga. Ele apresentou documento falso no momento da abordagem. Raimundo estava em outro veículo, carregado com os tabletes de maconha.

Ainda conforme explicou o investigador, as ações em torno das abordagens em rodovias, sobretudo nas que dão acesso a Mato Grosso do Sul, costumam ser intensificadas no início do ano, quando a produção da droga aumenta nas “regiões produtoras” do país.

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Educação

Paralisação deve atingir 75 instituições federais; MEC não descarta novos cortes

Cientistas e pesquisadores de diversas instituições e estudantes de faculdades privadas também vão aos protestos convocados.
15/05/2019, 08h09

Pelo menos 75 das 102 universidades e institutos federais do País convocaram protestos para esta quarta-feira, 15, em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos determinado pelo Ministério da Educação (MEC). Eles terão apoio de universidades públicas estaduais de diversos Estados – incluindo São Paulo, onde os reitores de USP, Unicamp e Unesp convocaram docentes e alunos para “debater” os rumos da área. Um dos alvos do protesto, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta terça-feira, 14, que as universidades precisam deixar de ser tratadas como “torres de marfim” e não descartou novos contingenciamentos.

Cientistas e pesquisadores de diversas instituições e estudantes de faculdades privadas também vão aos protestos convocados. É o caso, por exemplo, de PUC-SP e Mackenzie. Além da comunidade do ensino superior, a rede básica também aderiu à paralisação. Pelo menos 33 dos principais colégios particulares de São Paulo vão integrar o movimento, apesar da federação nacional das escolas sugerir corte de ponto de funcionários faltosos. A Apeoesp, sindicato dos professores da rede estadual pública de São Paulo, o maior da América Latina, convocou os professores a paralisarem – o mesmo foi feito pelos sindicatos da rede paulistana.

Atos em todos os Estados vêm sendo chamados pelas maiores entidades estudantis e sindicais do País, incluindo a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Em Brasília, o prédio do MEC já amanheceu nesta terça-feira cercado por homens da Força Nacional de Segurança Pública. O secretário executivo da pasta, Antoni Paulo Vogel, afirmou que a proteção foi pedida pelo governo federal. “Temos de estar preparados para evitar qualquer tipo de problema. Simples assim.”

Autonomia e custos. O ministro Weintraub afirmou na terça ser favorável até à entrada da polícia nas universidades. “Autonomia universitária não é soberania”, disse, durante café da manhã com jornalistas. Ele argumentou que, no passado, a regra pode ter feito sentido, “mas atualmente é dispensável”.

Ele destacou ainda que a autonomia das instituições deve se dar também na área financeira, com a criação de mecanismos que permitam a busca de recursos e patrocínios. “Hoje elas não podem… Não estou falando em cobrar, sou contra cobrar dos alunos de graduação.” Mas, emendou, “o ideal seria a criação de mecanismos para que empresas se tornem patronas de instituições, possam construir prédios, colocar nomes nas novas instalações”, disse. “Essas torres de marfim que a gente criou impedem que renda possa ser gerada para ser usada na pesquisa.”

O ministro se esquivou de fazer comentários sobre a greve, mas condicionou a liberação dos recursos bloqueados à aprovação da reforma da Previdência e não descartou novos cortes. Weintraub procurou ainda reduzir a importância do bloqueio sofrido pela pasta que lidera, citando outros ministérios que tiveram contingenciamentos maiores, como a Defesa.

O ministro disse ter recebido 50 reitores desde que assumiu e, de acordo com os relatos, a conta das universidades está em dia e “a vida segue normal”. Ele reiterou que o bloqueio só deve ser sentido no segundo semestre. “Se tiver algum problema, vou até o Ministério da Economia, para abrir exceção.”

À tarde, em entrevista à Rádio Jovem Pan, Weintraub voltou a negar o contingenciamento de 30% – anunciado pelo próprio MEC. “Mostrem os números. Parem de mentir. Estamos contingenciando 3,5%.”

Pela manhã, ele havia sido dramático ao falar sobre seu curto período à frente do Ministério da Educação. Transcorridos menos de dois meses da sua posse, ele se queixa de perseguição. “Estou sendo caçado com taco de beisebol e machadinha. O inimigo número 1 de tudo”, disse. “Estou sendo moído.”

Justiça

A juíza Renata Almeida de Moura Isaac, titular da 7.ª Vara Cível de Salvador, solicitou que a União justifique, em até cinco dias, cada um dos bloqueios orçamentários que impôs às instituições de ensino superior no País. O pedido é consequência da ação popular impetrada pelo deputado federal Jorge Solla (PT-BA), no dia 30 de abril, que pediu a “anulação imediata” dos cortes, sob alegação de que o ministro Abraham Weintraub (Educação) atribuiu publicamente a decisão à uma reprimenda às instituições que “promoviam balbúrdia”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Terra 

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