Goiás

Polícia Civil investiga plano para matar delegado, em Goiás

Dois matadores teriam recebido R$ 80 mil para assassinar o delegado Marlon Luz, que atuou em Caiapônia.
30/04/2019, 17h12

A promotora de Justiça Teresinha de Jesus Paula Sousa, do município de Caiapônia, solicitou à Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) que investigue um plano para matar o delegado Marlon Souza Luz, que atuou na cidade até abril.

Segundo a promotora informou ao Portal Dia Online, a denúncia surgiu durante uma investigação do delegado contra suspeitos de estelionato envolvendo gente poderosa. A reportagem viajou até a cidade,

A atuação de Marlon teve destaque na cidade e região quando cortou na própria carne, pedindo afastamento de policiais civis envolvidos com o crime.

A reportagem esteve na cidade antes de o delegado ser transferido para o município de Jataí, em abril, sob a justificativa de estar em risco. A família dele, no entanto, permanece na cidade. O delegado, procurado insistentemente, não quis comentar o assunto.

Segundo o Portal Dia Online apurou, o delegado descobriu o plano para matá-lo quando foi procurado pelo familiar de um matador da região. Ao saber que se tratava de um delegado de polícia, o criminoso, que contaria com a participação de um comparsa, desistiu.

A dupla ainda teria gasto a quantia paga pelo mandante, ou seja, R$ 80 mil para assassinar o policial.

O caso mais delicado, contudo, investigado pelo delegado, envolve religiosos e um policial civil da cidade. O grupo é suspeito de aplicar um golpe milionário. Ainda não há confirmação se a investigação teria alguma coisa a ver com a trama para matar o delegado, mas o período coincide.

No esquema envolvendo religiosos e o policial – que estaria coagindo vítimas – até o atual presidente da Câmara de Vereadores, Jamilton Morais, caiu no golpe. “Estamos esperando que a Justiça seja feita”, disse. A reportagem não dará detalhes para não atrapalhar as investigações.

Polícia Civil não quis se pronunciar sobre plano para matar delegado, em Goiás

A promotora Teresinha de Jesus Paula Sousa solicitou que a Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) investigasse o plano. O caso, no entanto, foi transferido para a 7° Delegacia Regional de Iporá e ficará sob a responsabilidade do delegado Tiago Junqueira de Almeida.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que o delegado-geral, Odair José Soares, não vai comentar o assunto e nem mesmo emitirá uma nota sobre o caso, que está sob sigilo.

Na cidade, no entanto, o assunto não é novidade. Foi um dos moradores que soube do plano e procurou a delegacia para alertar o delegado, que passou a andar com arma de grosso calibre.

Um dos criminosos que teriam sido contratados para matar o policial está preso por homicídio no presídio de Anicuns e outro foi preso recentemente e está na Cadeia Pública de Caiapônia.

O prefeito de Caiapônia, Caio Lima, relembrou casos de ameaças à juíza da cidade, Gabriela Maria de Oliveira Franco, que teve de andar escoltada 24 horas. “Esse caso assustou todo mundo. Ela e o delegado foram ameaçados por um policial rodoviário federal”, disse. “A atuação do doutor Marlon enquanto esteve em nossa cidade foi muito importante”, garante.

“Tem que encontrar o mandante. É inconcebível ameaçar promotor juiz e delegado, que correm risco de vida. Encontrar e punir que atente contra  vida de políticos também”, ressaltou Caio Lima, antes de enumerar as dificuldades e conquistas da administração municipal.

Radialista na cidade e dono de um site, Guinther Júnior, reconhece a diminuição da criminalidade na cidade, mesmo com baixo efetivo pessoal. “O delegado coordenou operações e investigações de repercussão no Estado e em todo o Brasil”, diz ele.

Em nota enviada à redação do Dia Online, o policial citado pelo prefeito esclarece: “não existe nenhuma comprovação de que o policial rodoviário federal Júlio Augusto Patrocínio tenha ameaçado a Juíza de Caiapônia, da mesma forma que não foi encontrado nenhum processo judicial sobre o assunto.”

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Entretenimento

Conheça lugares para curtir um bom forró em Goiânia

Para dançar coladinho e aproveitar comidinhas de boteco!
30/04/2019, 17h37

O forró é, sem dúvida, um dos ritmos mais contagiantes da música, representando uma verdadeira paixão para milhares de brasileiros. Sucesso desde os mais jovens até os mais velhos, sempre conhecemos alguém que não perde a oportunidade de sair para dançar aquele forrozinho colado. Se você é essa pessoa e está em busca dos melhores lugares para curtir um forró em Goiânia, podemos ajudar!

Nós aqui do Portal Dia Online preparamos uma listinha com alguns locais que você precisa conhecer. Além de serem ótimos para dançar, ainda contam com cardápios bem atrativos, com deliciosas comidas de boteco e aquela cervejinha gelada para acompanhar! Confira!

Conheça os melhores lugares para curtir um bom forró em Goiânia:

1 – Coronel 1889

Forró em Goiânia
Foto: Reprodução

Para quem adora um bom forró em Goiânia e está em busca de um lugar para dançar agarradinho, o Coronel 1889 é uma das melhores alternativas! Localizado no Setor Sul, possui fácil acesso e oferece um ambiente bastante agradável, com decoração rústica e aquele climinha bem descontraído.

No cardápio é possível encontrar o que há de melhor da comida de boteco, sem falar nas cervejas diversas. Para deixar tudo ainda melhor, sempre rolam festinhas com forró ao vivo para todos que quiserem se jogar!

Horário de atendimento: segunda a quinta, das 11h às 14h30 / sexta, das 11h às 14h30 e das 21h às 3h / sábado, das 21h às 3h / domingo, das 19h às 00h

Telefone: (62) 3594-8648

Endereço: Rua 89, 110 – Quadra F28 – St. Sul, Goiânia – GO, 74093-140

2 – Tapera’s Bar

Forró em Goiânia
Foto: Reprodução

Há mais de sete anos presente na cidade, o Tapera’s foi planejado especialmente para quem adora um bom samba, pagode ou forró em Goiânia. Por ali é possível dançar e se divertir muito, tudo isso enquanto aproveita as comidas e bebidas da casa. É sem dúvida, um dos melhores lugares para curtir música ao vivo! Clique aqui e conheça mais sobre a casa.

Horário de atendimento: sexta e sábado, das 21h às 3h / domingo, das 19h às 00h

Telefone: (62) 98547-1341

Endereço: Av. Laurício Pedro Rasmussen, 213 – Feliz, Goiânia – GO, 74630-330

3 – Taberna Music Pub

Forró em Goiânia
Foto: Reprodução

Embora a casa tenha a maior parte de sua programação voltada para o rock e pop rock, aos domingos é possível encontrar uma boa alternativa para quem curte um forró em Goiânia, já que o Taberna reserva esse dia em especial para o estilo em pé de serra. Vale a pena dar aquela conferida e ainda desfrutar de boas bebidas e as melhores comidinhas de boteco.

Horário de atendimento: quinta a sábado, das 21h às 5h / domingo, das 19h às 00h

Telefone: (62) 99688-5819

Endereço: Av. Laudelino Gomes, 226 – St. Bela Vista, Goiânia – GO, 74823-440

4 – RR Sports Bar

Forró em Goiânia
Foto: Reprodução

Mais um bom lugarzinho para curtir música boa em Goiânia e dançar um pouquinho! O RR Sports Bar possui uma estrutura pequena mas nada impede que seu público aproveite a calçada e todo o espaço presente.

Além de possuir boa comida e bebidas para todos os gostos, é possível encontrar o que há de melhor do samba por ali. Embora esse seja o verdadeiro foco, ainda é possível encontrar um pouquinho de forró para animar a galera. Vale lembrar que às sextas rola um grupo de chorinho e não é cobrado couvert artístico. Vale a pena conhecer!

Horário de atendimento: todos os dias, das 10h às 00h

Telefone: (62) 3224-7947

Endereço: Av.paranaiba Quadra, 4A Lote,11 N,1958 – Aeroporto, Goiânia – GO, 74075-057

5 – Cruzeiro Shows e Eventos

Forró em Goiânia
Foto: Reprodução

A casa se encontra no Setor Sul e também representa uma boa opção para quem curte forró em Goiânia. Embora seja um lugar mais simples, ainda é bastante acolhedor e agradável, representando uma boa alternativa para levar os amigos!

Horário de atendimento: terça, quinta, sexta e sábado, das 22h às 6h /  domingo, das 19h às 00h

Telefone: (62) 3541-6318

Endereço: Praça do Cruzeiro, 121 – St. Sul, Goiânia – GO, 74093-320

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Goiás

Professor é morto a tiros por aluno dentro da escola em Valparaíso

Aluno ameaçou professor após ser informado que seria transferido de Colégio.
30/04/2019, 17h38

Um professor foi morto a tiros na tarde desta terça-feira (30/4) dentro da sala dos professores do Colégio Estadual Céu Azul, em Valparaíso de Goiás no Entorno do Distrito Federal (DF), por um aluno da instituição. A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) foi chamada e fez o isolamento da aérea, a Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) por meio do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) também está no Colégio e faz os levantamentos sobre a ocorrência.

Dia Online entrou em contato com o delegado Rafael Abrão que durante o levantamento das informações descobriu que o estudante discutiu com uma professora e o professor que também é coordenador da instituição interveio.

“Durante a discussão entre os envolvidos o educador afirmou que o rapaz seria transferido de escola, o que não agradou o menor que foi embora e ameaçou o educador”, explica o investigador.

Após ameaça, aluno volta ao Colégio e mata professor

Segundo o delegado, o professor foi identificado como Júlio Cesar Barros, de 41 anos e era coordenador da instituição. “No período da tarde o aluno voltou a instituição armado e foi até a sala dos professores e efetuou dois disparos contra o coordenador, um dos tiros atingiu as costas do educador e o segundo em uma distância mais curta acertou a cabeça de Júlio”, conta o delegado.

Após ser baleado, os outros professores que estavam na escola chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu) para socorrer a vítima dos disparos, no entanto os socorristas ao chegar ao local, constataram a morte de Júlio.

A polícia tem informações sobre o estudante e busca nesse momento fazer a apreensão do menor. Por se tratar de um Colégio Estadual, a reportagem entrou em contato com a Secretaria do Estado de Educação (Seduc) que por meio de nota lamentou a morte do professor e que equipes da Seduc estão no local e acompanham as investigações. A Secretaria afirmou também que tem trabalhado em todos os sentidos para contribuir na cultura da paz.

Confira a nota

“Nota da SeducA Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) lamenta a morte do professor Júlio Barroso, coordenador de turno do Colégio Estadual Céu Azul, de Valparaíso de Goiás. Com imenso pesar, informa que o professor Júlio foi baleado por L. R. L., de 17 anos, aluno da escola. O Serviço de Saúde (Samu) foi acionado, mas, infelizmente, o professor morreu ainda na unidade escolar. Também foram acionadas a Polícia Militar e a Policia Civil, a cargo de quem correm as investigações. 

A Seduc acompanha o ocorrido e está com equipes no local para prestar o apoio à comunidade escolar neste momento de tristeza e perplexidade. Também, com o mesmo propósito, será deslocada à cidade de Valparaíso uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogo, assistente social e integrantes da Superintendência de Segurança Escolar da Seduc. A Seduc reitera que tem feito todos os esforços no sentido de contribuir para a cultura da paz.”

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Brasil

Gêmeas siamesas unidas pelo crânio são separadas em cirurgia de 20 horas

O estado delas ainda é considerado muito delicado, mas, de acordo com a equipe médica, a recuperação das pacientes supera as expectativas.
30/04/2019, 18h33

O Hospital da Criança de Brasília fez no último fim de semana uma cirurgia de 20 horas para separação das gêmeas Lis e Mel, que nasceram ligadas pelo crânio em junho do ano passado. O estado delas ainda é considerado muito delicado, mas, de acordo com a equipe médica, a recuperação das pacientes supera as expectativas. Lis já foi retirada do coma induzido. “Há ainda um longo período pela frente, mas o resultado obtido até o momento é muito bom. Estamos confiantes”, afirmou o anestesiologista da equipe, Luciano Alves Fares.

Casos de gêmeos que nascem ligados pelo crânio (definidos pela ciência como craniópagos) são raríssimos. A estimativa é de que ocorra um em cada 2,5 milhões de nascimentos. O diagnóstico da má-formação foi feito ainda na 10ª semana de gestação. Quinze dias depois, uma equipe multidisciplinar, liderada pelo neurocirurgião Benício Oton de Lima, começou a ser formada para acompanhar o caso. “Foi a primeira e provavelmente a última cirurgia desse tipo que vou fazer na minha vida. Esse é um caso muito raro”, contou Oton de Lima.

A ideia de fazer a cirurgia de separação vinha sendo trabalhada desde a gestação. Mas a estratégia cirúrgica foi definida apenas no primeiro mês de vida dos bebês, quando exames descartaram o risco de drenagem venosa compartilhada. Isso significava que o sistema venoso de cada uma das gêmeas era independente, o que permitia que a cirurgia fosse feita em apenas uma etapa.

As crianças nasceram com a parte frontal direita ligada uma a outra. Como a distância entre os crânios era muito pequena, foi necessária a realização de fisioterapia e uma série de procedimentos preparatórios para a operação. Em janeiro, por exemplo, uma cirurgia foi feita para implantação de cinco extensores de silicone. O objetivo era expandir a pele da face das crianças que mais tarde seria usada para cobrir a cicatriz da cirurgia na região frontal.

A equipe, com cerca de 50 integrantes, enfrentou uma maratona de encontros para planejamento da cirurgia e treinamento dos procedimentos que seriam realizados. Cinco profissionais estrangeiros, ligados ao The Children’s Hospital at Montefiore, dos Estados Unidos, que já tinham experiência nesse tipo de caso, foram convidados para acompanhar a operação. A equipe de convidados, três médicos e duas enfermeiras, assistiu a cirurgia.

“O planejamento foi fundamental. Avaliamos todas as etapas, todos os riscos. Ainda há muito pela frente, mas tudo está caminhando como o imaginado”, afirmou o cirurgião plástico da equipe, Ricardo Machado Homem. Não há ainda como saber se haverá sequelas nos bebês. Mas Oton Lima afirma haver chances de boa recuperação. Em primeiro lugar, porque a cirurgia foi feita ainda no primeiro ano de vida dos bebês, quando a neuroplasticidade (capacidade de recuperação) é mais acentuada. Além disso, a ligação dos crânios ocorreu no lobo frontal, onde há menos riscos de sequelas.

As gêmeas são as primeiras filhas do casal Camila Vieira Neves, de 25 anos, e Rodrigo Martins Aragão, de 30 anos. “Meu sonho é agora levá-las para passear. Fazer coisas simples, que ainda não conseguimos fazer.” A expectativa é de que as meninas permaneçam mais 15 dias no hospital antes da alta. O casal mora em Ceilândia, cidade nas proximidades de Brasília. “Ver as duas separadas foi um sonho que se realizou. Uma espera que acabou e a certeza de que a gente ganhou uma guerra. Sabemos que teremos outras batalhas, mas a gente vai vencer.”

A cirurgia foi feita em duas etapas, com duas salas de apoio. Equipes também eram distintas. O grupo encarregado de atender Mel estava equipado com toucas, máscaras e luvas amarelas. A equipe que atuou com Lis, usou rosa. “Tudo foi separado, instrumentos, insumos, com cores específicas de cada uma”, contou o anestesiologista. “Estamos muito otimistas e nos preparando para, no dia 1º de junho, comemorar o aniversário de 1 ano das meninas com um bolo e uma festa”, completou.

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Entretenimento

Morre, aos 72 anos, a sambista Beth Carvalho

Considerada uma das maiores sambistas do Brasil, Beth Carvalho morreu nesta terça-feira.
30/04/2019, 19h01

Aos 72 anos, morre no Rio de Janeiro a sambista Beth Carvalho nesta terça-feira (30/4).

A artista estava internada no no Hospital Pró-Cardíaco. Ela foi levada ao hospital em 8 de janeiro de 2019.

Beth Carvalho é um ícone do samba brasileiro, com letra e voz fazendo a alegria nos últimos 50 anos.

A artista é tão importante, que é chamada de madrinha pelos sambistas de renome como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Arlindo Cruz.

Beth, com seu cabelo ruivo e encaracolado, percorri palcos, botecos e escolas de samba sempre sorridente. Nos últimos, no entanto, sofria com uma insuportável dor na coluna.

Em 2010, a conhecida rainha do samba, ficou emocionada com a homenagem de uma escola de samba.

Nascida em 5 de maio de 1946, a grande Beth Carvalho, ou para os anais da história, Elizabeth Santos Leal de Carvalho, foi professora de música e, depois, uma das maiores influenciadoras da música popular brasileira.

Entre 1965 e 1971, lançou quatro discos que alavancaram sua carreira. Entre eles, “Muito na Onda”. O lançamento explodiu nas rádios.

Já na gravadora Tapecar, em 1971, lançou “Amor, amor”, “Canto para um novo dia” e “Pra seu Governo”, este último, sem dúvidas, um dos mais belos trabalhos de Beth Carvalho.

Artistas lamentam morte da sambista Beth Carvalho

A partir daí, Beth lançou em parceria com os grandes sambistas, como Nelson Cavaquinho.

Ao jornal Extra, Arlindo Cruz lamentou: “Eu estou em choque. Ela tinha me convidado pra cantar no show dela no dia 5. Seria a primeira vez que a gente ia cantar junto. Eu estava muito ansioso.”

Por meio das redes sociais, outros famosos também lamentaram a morte da artista. O ator Humberto Carrão, declarou: “Perdemos hoje a Madrinha do samba. Obrigado por tanto, Beth.”

A cantora Daniela Mercury escreveu: “A extraordinária Beth Carvalho se foi. Minha inspiração, minha amiga: você é o samba que nos inspira a resistir, que canta o Brasil mais profundo.”

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