Goiás

PMGO se manifesta sobre policial que atirou contra colegas de farda e invadiu apartamento em Águas Claras

Em nota à imprensa, a corporação goiana confirmou e lamentou o falecimento do policial.

Por Ton Paulo
09/03/2019, 14h57

A Polícia Militar do Estado de Goiás se manifestou sobre o caso chocante registrado na manhã de hoje (9/3), no município de Águas Claras, região de Brasília, onde um PM de Goiás, após brigar com a esposa, supostamente teve um surto psicótico e disparou contra PMs do Distrito Federal, invadiu um apartamento para tentar fugir e caiu da janela logo em seguida.

Em nota à imprensa, a corporação goiana confirmou e lamentou o falecimento do policial, 3º Sargento Wesley Cardoso Mâncio, de 34 anos, que foi internado no Hospital Santa Maria (DF), logo após ser socorrido.

A PM ainda informou que ainda não sabe em quais circunstâncias se deu a queda que matou o 3º sargento Wesley. Confira abaixo a nota divulgada pela corporação na íntegra:

“NOTA À IMPRENSA

A Policia Militar do Estado Goiás lamenta e confirma o falecimento do 3º SGT Wesley Cardoso Mâncio, após queda de um edifício, em Águas Claras/ DF, onde residia, não sabemos em quais circunstancias se deu a queda, no entanto o 3º Sgt Wesley, que era lotado na 35ª CIPM, Águas Lindas de Goiás, foi socorrido pelo CBMDF e encaminhado ao Hospital de Santa Maria/DF e lá não resistiu aos ferimentos.”

Caso ocorreu na manhã de hoje em Águas Claras

O caso do policial militar goiano que causou pânico nos moradores da Alameda Gravatar, no município de Águas Claras, região de Brasília, foi registrado na manhã deste sábado (9/3). O PM de Goiás, após uma briga com a esposa no apartamento do casal, começou a disparar aleatoriamente com sua arma de fogo. Com a chegada da PM-DF para atender a ocorrência, o homem, então, começou a disparar contra os militares e arrombou a porta de outro apartamento para tentar fugir. O PM só cessou a fuga e os disparos quando caiu da janela do apartamento. Conforme a polícia do Distrito Federal, o homem teria tido um surto psicótico.

Imagens: Correio Braziliense 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Mundo

Apoiadores de Maduro e Guaidó vão às ruas da Venezuela neste sábado, 9

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o opositor Juan Guaidó incentivaram os seus apoiadores a irem para as ruas, em uma nova escalada de tensões.
09/03/2019, 16h17

O governo e a oposição da Venezuela foram às ruas neste sábado, 9, em todo o país, que está saindo do mais longo apagão em décadas, embora ainda haja algumas zonas sem luz.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o opositor Juan Guaidó incentivaram os seus apoiadores a irem para as ruas, em uma nova escalada de tensões.

Maduro, que convocou os seus seguidores para uma marcha “anti-imperialista”, quando completam quatro anos desde que os Estados Unidos declararam que a Venezuela era uma ameaça para a sua segurança, atribuiu o apagão a uma “guerra elétrica” promovida pelo “imperialismo norte-americano”.

“Seguimos em batalha e vitória frente a permanente e brutal agressão contra o nosso povo. Hoje, mais do que nunca, somos anti-imperialistas. Jamais nos renderemos!”, escreveu neste sábado no Twitter. O presidente não fez nenhuma aparição pública durante o apagão, mas é esperado que compareça à manifestação chavista no centro de Caracas.

Venezuela

“Convoco todo o povo venezuelano a nos expressarmos maciçamente nas ruas contra o regime usurpador, corrupto e incapaz que deixou o nosso país às escuras”, disse, em uma mensagem pelo Twitter, na sexta-feira, o presidente do Parlamento, Juan Guaidó.

Guaidó se autoproclamou presidente interino do país em 23 de janeiro, invocando artigos da Constituição, e foi reconhecido pelos Estados Unidos, Brasil e dezenas de países, que acusam o presidente Nicolás Maduro de ganhar a reeleição em eleições fraudulentas.

Confrontos

Opositores ao regime de Maduro e a polícia venezuelana entraram em confronto na manhã deste sábado. Muitos manifestantes tentaram andar por uma avenida em Caracas, mas foram removidos para a calçada pela polícia em uma tentativa de evitar o motim. De acordo com uma emissora local, uma mulher foi atingida por spray de pimenta.

“A polícia é abusiva mesmo que eles também sofram da mesma calamidade que a gente”, disse a comerciante Lilia Trocel, de 58 anos. “Eu ainda não tenho energia e perdi parte da minha comida”, declarou em referência à comida que estragou durante o apagão.

“Queremos marchar”, gritava um grupo de seguidores de Guaidó a um contingente policial que bloqueava o acesso à Avenida Victoria, no leste de Caracas.

Deputados de oposição denunciaram em suas contas no Twitter que três motoristas que ajudavam, na madrugada de sábado, a instalar um palco onde Guaidó apareceria foram detidos pela polícia, que os obrigou a desmontar os andaimes.

Na sede da estatal telefônica, por outro lado, já era possível identificar um dos palcos do governo, que também fechou uma das principais avenidas de Caracas, onde há a previsão de uma atividade. Não foi confirmada a presença de Maduro.

Agentes do serviço de inteligência rondavam a zona. “Não há água, não há luz, não há comida. Já não aguentamos”, disse Jorge Lugo, venezuelano que levava uma bandeira no pescoço.

Apagão

Depois de mais de 20 horas sem energia elétrica, o serviço foi retomado parcialmente em algumas áreas de Caracas e do interior do país, mas outras cidades, como Maracaibo e Barinas, completavam 40 horas sem fornecimento, segundo a Reuters.

O apagão da Venezuela, que começou na tarde de quinta-feira, afetou inclusive o Estado de Roraima, que precisou recorrer às suas cinco termoelétricas para suprir a energia normalmente procedente da principal hidroelétrica venezuelana de Guri.

A extensa interrupção ocorre em um momento em que o país é sacudido por instabilidade política, hiperinflação e recessão econômica.

Organizações não governamentais denunciaram que a falta de fornecimento de energia e o mal funcionamento, ou a falta de geradores de emergência em hospitais públicos, provocaram, na sexta-feira, as mortes de um recém-nascido e de um adolescente de 15 anos em Caracas.(AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Grupo que roubou R$ 100 mil de cofre de escola em Planaltina é preso

O grupo composto por quatro integrantes foi preso pelos policiais civis na operação batizada de Grand Finale, em Planaltina.

Por Ton Paulo
09/03/2019, 16h40

A Delegacia de Polícia Civil do município de Planaltina, interior de Goiás, em combate aos crimes contra o patrimônio, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva na manhã da última sexta-feira (8/3). O grupo teria roubado cerca de R$ 100 mil reais de uma escola da região.

De acordo com informações da Polícia Civil (PC), Eli Fonseca de Melo e Henrique Pereira de Sousa Ramos foram presos pelos policiais civis na operação batizada de Grand Finale pela prática do crime de furto qualificado e corrupção de menores. Os dois, na companhia de um adolescente, subtraíram um cofre da escola Moraes Gualberto, causando um prejuízo de cerca de R$ 100.000,00. O furto aconteceu no dia 10 do mês passado.

Durante as diligências, os policiais civis ainda encontraram cerca de 300 gramas de maconha com o adolescente envolvido, sendo lavrado um Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC) pela prática dos atos infracionais análogos aos crimes de furto qualificado e tráfico de drogas.

Já Antônio Fábio Alves dos Santos e Arley de Souza Guedes foram presos em razão de roubo majorado pelo emprego de arma de fogo. Após informações repassadas à Polícia Civil, foram efetuadas diligências e ambos foram identificados como autores do crime de roubo majorado com emprego de arma de fogo a um ônibus de transporte de passageiros. O roubo aconteceu também no dia 10 de fevereiro deste ano.

Os autores foram recolhidos na Cadeia Pública de Planaltina e passam à disposição do Poder Judiciário. O cumprimento dos mandados de prisão contou com o apoio da Polícia Militar.

Ainda em Planaltina, 10 foram presos por suspeita de associação criminosa

No final do mês passado, dia 28/2, 10 pessoas foram presas em flagrante suspeitas de integrar uma associação criminosa voltada para a prática de roubo, tráfico de drogas e receptação. O grupo ainda é acusado de crimes como porte e posse de arma de fogo e atuava na região conhecida como Pombal, em Buritis 2, em Planaltina. Entre os presos, um homem e uma mulher cumpriam pena em regime semiaberto. E, segundo a Polícia Civil, ao saírem da prisão para trabalhar, organizavam e comandam o esquema criminoso.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Dinheiro da venda da CELG foi gasto em rodovias e unidades de saúde em 2017, em Goiás

O dinheiro da privatização da estatal foi gasto em sua maioria por meio de decretos para Saneago, obras de rodovias e unidades de saúde.
10/03/2019, 14h00

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi instaurada na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), e tem como objetivo investigar o que foi feito do dinheiro da venda da Companhia Energética do Estado de Goiás (CELG), em 2017.

Dois anos após a privatização da estatal e com a CPI criada, a defesa do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) reuniu provas para mostrar que o  dinheiro da venda da CELG D, foi gasto no mesmo ano que a estatal foi vendida em obras na sua maioria de rodovias e outras áreas como saúde e quitar parte das dívidas que a CELG tinha adquirido.

Conforme matéria publicada em um Jornal local, o valor de R$ 1,104 bilhão foi gasto em diversas cidades de Goiás. Entre as principais obras que o dinheiro da venda da estatal foi investido estão as obras de saneamento ou nas unidades de saúde e em sua maioria na melhoria de rodovias. A publicação traz que pelo menos 53 municípios foram citados nos documentos, que tiveram recursos provenientes da venda da estatal, utilizado inclusive no âmbito do Programa Goiás na Frente.

Dinheiro da privatização da CELG D foi gasto em 2017

O montante foi gasto no mesmo ano da privatização da estatal. Vale ressaltar que o maior índice de gasto desse dinheiro foi registrado nos últimos meses de 2017. Por exemplo de outubro a dezembro de 2017, o governo na época conforme os documentos enviados para investigação gastou o equivalente a 51,1% do total recebido pela venda da CELG D.

Mesmo com a alegação de que o dinheiro foi usado no Programa Goiás na Frente, a publicação mostra que a verba não foi usada nos contratos firmados com os municípios. O dinheiro da privatização da estatal conforme mostra a matéria foi gasto em sua maioria por meio de decretos para Saneago, obras de rodovias e unidades de saúde, consideradas prioritárias pela antiga gestão e repasses para a Celg Participações (CelgPar).

Vale  lembrar que além da CPI instaurada na Alego, um outro inquérito que investiga onde o dinheiro da venda da CELG D foi gasto, está em andamento no Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO).

Via: O Popular 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Trecho da GO-060 entre Fazenda Nova e Isaraelândia é interditado

Um grupo do exército brasileiro está a caminho da região para poder oferecer uma ponte, que é colocada sobre as partes, para que o transporte entre Israelândia, Iporá e do Oeste goiano possa ser reestabelecido, afirmou o governador.
10/03/2019, 15h30

O trecho da GO-060 entre Israelândia e Fazenda Nova, foi interditado na madrugada deste domingo (10/3) pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO), devido ao rompimento de um bueiro na via, por conta das chuvas desta madrugada na região.

O CBMGO foi chamado para atender a ocorrência, mas no local devido o rompimento do bueiro foi determinado que a rodovia fosse completamente interditada.

Trecho da GO-060 entre Fazenda Nova e Isaraelândia é interditado
FOTO: Divulgação

O governador Ronaldo Caiado (DEM) recebeu a notícia sobre o rompimento do bueiro na GO-060 e afirmou que entrou em contato com o Ministro da Integração Regional. Conforme o governador a Defesa Civil do Ministério entrou em contato com o CBMGO, e uma equipe está se deslocando para o local do rompimento do bueiro.

Caiado afirmou também que um grupo do exército brasileiro está a caminho da região para poder oferecer uma ponte, que é colocada sobre as partes, para que o transporte entre Israelândia, Iporá e do Oeste goiano possa ser reestabelecido.

Trechos da GO-060 foram interditados pela Justiça

No dia 13 de fevereiro deste ano, uma ação de tutela movida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) foi aceita pela Justiça e interditou parcialmente trechos das rodovias GO-060 e da GO-173, para que a Goinfra, pudesse fazer os reparos necessários em regime de urgência nos trechos determinados pela ação.

A decisão do juiz de Israelândia estabeleceu na ocasião um prazo de 24 horas para que a agência fizesse os levantamentos sobre as condições de tráfeco no KM 207 da GO-060, com pena de multa e manutenção da interdição sobre as rodovias.

O magistrado Marcos Boechat determinou após a ação do MP-GO que os trechos da GO-173 entre Israelândia e Jaupaci e da GO-060 entre os municípios de Iporá e o trevo de Moiporá fosse parcialmente interditados.

Em nota enviada à imprensa a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) afirmou que uma equipe foi para o local na madrugada de hoje, e que as equipes vão fazer uma análise técnica para determinar quais as melhores medidas a serem adotadas para a recuperação da via.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.