Goiás

Carnaval em Goiás deve ser de frio e muita chuva

Os dias de festa carnavalesca nos municípios goianos, assim como em outros estados da região Centro-Oeste, devem ser de muita chuva.

Por Ton Paulo
02/03/2019, 12h27

Para os foliões que estão pretendendo cair na festa neste Carnaval em Goiás, é melhor saírem de casa com capa e guarda-chuva. Isso porque os dias de festa carnavalesca nos municípios goianos, assim como em outros estados da região Centro-Oeste, devem ser de muita chuva.

Segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o período entre 2 a 5 de março, o céu ficará de nublado a encoberto, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todos os dias.

A temperatura nesses dias também não deve ser das mais altas. Ainda de acordo com o Inmet, a mínima deve variar entre 19º e 21º, ficando nessa média. Já a máxima deve ficar entre 27º e 30º. Quanto à umidade, para todos os dias a previsão é de umidade máxima de 95%.

Neste sábado (2/3), no Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, o tempo fica bastante instável por causa da presença de grandes áreas de instabilidade. Há risco de chuva forte e volumosa a qualquer hora do dia. Não se descarta a queda de raios, principalmente na região de Rio Verde onde a chuva será mais frequente.

Já no domingo (3/3), com o enfraquecimento das áreas de instabilidade, a nebulosidade diminui e o sol aparece com mais força nos três estados da Região e no Distrito Federal.

Por causa da umidade elevada sobre a Região e o forte aquecimento há condições de pancadas de chuva já pela manhã em Goiânia, Brasília, Cuiabá e Rondonópolis.

Nesta semana, no pré-carnaval em Goiás, chuva causou estragos

Uma chuva forte na tarde de quinta-feira (28/2), pré-carnaval,  causou estragos em Itumbiara, no sul de Goiás, chegando a arrancar parte do asfalto da Avenida Beira Rio, uma das mais movimentadas da cidade. Um pedaço do asfalto foi parar no canteiro da avenida.

Os moradores do município ficaram assustados com os estragos provocados pela chuva. Com a enxurrada, as ruas da cidade ficaram alagadas. Quem estava no trânsito teve que esperar o nível da água baixar para seguir viagem. Alguns carros quase foram levados pela correnteza.

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Política

Lista de investigados pela Receita inclui procuradores

Nomes investigados pela Equipe Especial de Programação de Combate a Fraudes Tributárias relacionados à 1ª região fiscal, engloba Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do DF.
02/03/2019, 13h17

Além de ministros de Cortes Superiores, o grupo da Receita Federal que investigou agentes públicos incluiu em sua lista uma procuradora do Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF), um assessor do Tribunal de Contas da União (TCU) e um procurador do governo do DF. O Estado teve acesso aos nomes investigados pela Equipe Especial de Programação de Combate a Fraudes Tributárias (EEP Fraude) relacionados à 1.ª região fiscal, que engloba Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do DF.

O secretário especial da Receita, Marcos Cintra, esteve ontem com o presidente Jair Bolsonaro. Após o encontro, ele criticou a divulgação das investigações. “Se houver novos vazamentos também serão objeto de inquérito da PF”, disse.

No documento, estão Helena Cristina Mendonça Mafra, do Ministério Público do DF e Territórios, o assessor Marcus Braga de Albuquerque, do TCU, e Elenauro Batista dos Santos, da Procuradoria-Geral do governo do Distrito Federal. Ao todo, 134 contribuintes passaram por essa análise preliminar do Fisco. Destes, 79 casos já foram descartados e não resultaram em investigação formal.

Um dos citados, o assessor do TCU Marcus Braga está lotado no gabinete do ministro Walton Alencar Rodrigues, marido da ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – que também apareceu na lista preliminar de agentes públicos citados pela Receita. O caso da ministra, segundo apurou o Estado, foi um dos descartados após a análise preliminar.

A criação do grupo, em maio do ano passado, marcou uma mudança na forma de atuação do órgão. Em vez de agir por demanda de outras instituições, auditores passaram a iniciar suas próprias apurações. Caso encontrem indícios de crime fora do campo tributário, a orientação é encaminhar os dados para o Ministério Público e a Polícia Federal.

Braga afirmou que não foi notificado pela Receita e que ficou surpreso com a menção do seu nome na lista da Receita. Segundo ele, todas as suas declarações foram aprovadas pelo Fisco. “Não recebi nenhuma notificação daquele órgão”, disse o assessor do TCU.

Procuradora

Diretora da 11.ª Procuradoria Cível do DF, a procuradora Helena Mafra também aparece na lista de alvos do grupo. Por meio da assessoria do órgão, ela disse que não foi notificada e que vai aguardar o Fisco notificá-la sobre o caso. O procurador do DF Elenauro dos Santos, que também integra a lista, não respondeu aos contatos da reportagem.

A atuação da EPP Fraude está no centro de uma crise entre o Fisco e a cúpula do Judiciário, após vazamento de que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, a mulher do ministro Dias Toffoli e Isabel Gallotti eram alvo do grupo. A crise resultou em ordem de inspeção no Fisco pelo Tribunal de Contas da União e um inquérito da PF.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Casos de latrocínio apresentam alta de 28,57% em Goiás

Roubos e furtos em residências e furtos ao comércio também cresceram.
02/03/2019, 14h14

Segundo levantamento da Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), com base nos dois primeiros meses do ano, os casos de latrocínio tiveram alta de 28,57% no estado; outros três tipos de crimes também cresceram, sendo eles: roubos em residências (26,89%), furtos ao comércio (55,97%) e furtos em residências (6,68%). Ainda de acordo com os indicadores, crimes como homicídios, estupros, tentativas de homicídios, roubos de veículos, entre outros apresentaram queda.

Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (1/3), pelo titular da pasta, Rodney Miranda, juntamente com o governador Ronaldo Caiado (DEM). De acordo com o secretário, dos 12 indicadores monitorados, nove registraram queda. “A redução da criminalidade é fruto de integração e inteligência”, afirmou. Ainda segundo ele, o objetivo é fazer com que Goiás se torne referência nacional no combate ao crime. “Vamos aumentar o policiamento ostensivo e trabalhar com ainda mais inteligência”, explicou.

Índice de crimes em Goiás

Nos dois primeiros meses do ano, de acordo com monitoramento da SSP, o número de quadrilhas desarticuladas cresceu 300% em relação ao mesmo período do ano passado. Houve aumento de 79,25% nas apreensões de drogas, 26,18% no cumprimento de mandados de prisão, 3,28% nas prisões em flagrante e 42,39% nas operações policiais.

O número de homicídios caiu 21,56%, sendo o menor índice para o mês nos últimos sete anos. Casos de tentativas de homicídio apresentaram redução de 18,13%, menor índice nos últimos cinco anos. Os crimes de estupro e roubos a pedestres cederam 10,20% e 27,24%, respectivamente.

Conforme o levantamento de dados, os roubos de veículos caíram 53,31% e 45,45% o número de casos de roubos ao comércio. Os furtos de veículos diminuíram 21,90% e furtos a pedestres caíram 12,22%. Dos crimes monitorados no estado, três apresentaram alta, sendo eles: latrocínios (28,57%), roubos em residências (26,89%), furtos ao comércio (55,97%) e furtos em residências (6,68%).

Crimes que apresentaram queda em Goiás

Veja abaixo a porcentagem de queda e aumento dos 12 crimes monitorados, de acordo com a SSP Goiás:

  • Homicídios: -8,61%
  • Estupros: -20,87%
  • Tentativas de homicídios: -15,56%
  • Latrocínios: -6,25%
  • Roubos a transeuntes: -26,19%
  • Roubos de veículos: -53,45%
  • Roubos ao comércio: -47,07%
  • Furtos de veículos: – 20,63%
  • Furtos a transeuntes: -16,23%
  • Roubos em residências: 27,14%
  • Furtos ao comércio: 46,68%
  • Furtos em residências: 3,06%
Via: SSP-GO 
Imagens: M10 

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Goiás

Com fim da terceira classe, soldados da PM de Goiás passam a receber R$ 5 mil

Lei foi sancionada nesta sexta-feira, 1º de março. Próxima proposta do governo estadual, que deve ser encaminhada à Alego, garante auxílio aos familiares de policiais mortos em serviço.
02/03/2019, 15h29

A lei que acaba com a terceira classe de policiais militares de Goiás foi sancionada nesta sexta-feira (1/3), com isso, os soldados que pertenciam ao grupo, e que eram remunerados com R$ 1,5 mil, passam a receber R$ 5.767 mensais. De acordo com cálculos do governo estadual, com a mudança, o impacto orçamentário e financeiro deve ser de mais de R$ 140 milhões. Com a lei sancionada, todos os agentes que eram da terceira classe passam a integrar a 2ª classe de soldado.

O projeto, apresentado pelo governo estadual à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), tornou-se lei durante evento realizado na manhã de ontem, na Academia da Polícia Militar, no Setor Universitário, em Goiânia. Segundo o governador Ronaldo Caiado (DEM), a próxima proposta a ser encaminhada aos deputados goianos é a que garante auxílio aos familiares de policiais mortos em serviço.

Governo de Goiás propõe fim da terceira classe dos policiais militares

O projeto que propunha a extinção da terceira classe, instituída pelo governo anterior, foi encaminhado à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) pelo atual governo de Goiás. A matéria foi aprovada, definitivamente, na última quarta-feira (27/2).

Na mesma ocasião, além dessa medida, Caiado anunciou ainda, em entrevista coletiva, que pediu o pagamento do auxílio-alimentação, aprovado pelos deputados, em votação definitiva, nesta terça-feira (26/2); e o pagamento do teto salarial para os professores.

O governador, no início do mandato, declarou que concederia, de forma imediata, à Polícia Militar de Goiás (PMGO) um reajuste salarial que corrigiria as “distorções” sofridas pela categoria. O governador explicou que não haveria aumento, pois o objetivo é “resgatar aquilo que é devido ao policial militar”. “É inaceitável um policial militar ganhar 1.500 reais por mês. Então eu não estou aumentando salário, estou corrigindo uma distorção”, reforçou.

Também durante uma coletiva, o gestor estadual ponderou ainda que a terceira classe era uma falta de respeito com os agentes da segurança pública. “2661 servidores vão sair desta categoria criada por que não respeito pela segurança pública. Hoje estamos reformando a legislação para que tais categorias sejam extintas e possamos dar um salário digno e compatível com o trabalho que eles exercem”, concluiu.

Imagens: Facebook 

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Saúde

Mais de 97 mil crianças de Goiás recebem Cadernetas de Saúde até o fim de março 

Segundo Ministério da Saúde, documento permite acompanhar a saúde da criança até os nove anos de idade.
02/03/2019, 16h45

Até o fim deste mês, cerca de 97.348 crianças moradoras de Goiás receberão a nova Cadernetas de Saúde da Criança – Passaporte da Cidadania. De acordo com o Ministério da Saúde, órgão responsável pela distribuição do material, o documento permite acompanhar a situação de saúde das crianças até os nove anos de idade.

As cadernetas começaram a ser entregues aos estados fevereiro e até o fim de março, todas as famílias com crianças no país portarão o documento. Ao todo, foram adquiridas 3.277.186 cadernetas. Número é baseado na média de nascidos vivos do ano de 2017 registrada pelos estados no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC).

Cadernetas de Saúde devem ser entregues em unidades públicas e privadas de Goiás

O documento deve ser distribuído, segundo orientação do Ministério da Saúde, nas maternidades públicas e privadas e também nas unidades de saúde da atenção primária. As informações de saúde registradas na caderneta permitem acompanhamento e compartilhamento dos profissionais com a família, com o objetivo de facilitar a comunicação entre os serviços que cuidam da criança nos diversos níveis de atenção.

De acordo com o MS, a Política Nacional de Saúde da Criança prevê a disponibilização da Caderneta de Saúde da Criança, com atualização periódica de seu conteúdo, conforme o artigo 9º do anexo X, assim como a distribuição gratuita para todas as crianças nascidas em território nacional.

Distribuição de Cadernetas de Saúde por estado

  • Acre – 18.974
  • Amazonas – 88.350
  • Amapá – 19.608
  • Alagoas – 55.174
  • Bahia – 229.816
  • Ceará – 146.964
  • Distrito Federal – 65.062
  • Espírito Santo – 61.702
  • Goiás – 97.348
  • Mranhão – 126.258
  • Minas Gerais – 294.510
  • Mato Grosso do Sul – 48.906
  • Mato Grosso – 62.090
  • Pará – 157.822
  • Paraíba – 64.892
  • Pernambuco – 153.428
  • Piauí – 57.886
  • Rio Grande do Norte – 53.442
  • Rio de Janeiro – 245.610
  • Rondônia – 31.072
  • Roraima – 12.914
  • Rio Grande do Sul – 164.670
  • Santa Catarina – 111.160
  • Sergipe – 38.612
  • São Paulo – 663.670
  • Tocantins – 27.214
  • *Reserva Técnica – 180.032

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