Goiás

Sírio-Libanês será padrão para hospital em Anápolis

O hospital está sendo construído no centro de Anápolis.
27/12/2018, 09h38

Uma parceria feita entre o hospital Sírio-Libanês e empresários de Anápolis foi fechada na última sexta-feira (21/12) para a construção de um hospital na cidade. O complexo terá quase 48 mil ² e está sendo construído no centro de Anápolis, e custará cerca de 190 milhões de reais.

O projeto foi formalizado pelo médico e consultor da Diretoria de Novos Negócios do Hospital Sírio-Libanês, André Alexandre Osmo, pelo diretor técnico do empreendimento, o médico Sérgio Daher, além da diretoria das empresas Atmo Desenvolvimento Imobiliário, ABL Prime e Queiroz Silveira Incorporadora, responsáveis pelo projeto.

“Nosso propósito é construir conhecimento junto com o grupo, dando mais uma contribuição para o aprimoramento da saúde no País”, disse André Osmo.

O primeiro passo será a realização de estudos para alinhar o projeto e a realidade da saúde na cidade e em outros 60 municípios goianos para beneficiar a população. A consultoria irá proporcionar qualidade de assistência à saúde e engenharia do hospital, o que irá fomentar a construção de um empreendimento com planejamento e gestão, considerados fundamentais para a eficiência dos atendimentos aos pacientes.

“Estamos unindo a credibilidade de um grupo de engenharia já consolidado a uma instituição de saúde de grandes contribuições ao País”, comentou o diretor técnico do empreendimento, Sérgio Daher.

Hospital Sírio-Libanês será modelo para Anápolis

Esta é a primeira vez que o Hospital Sírio-Libanês (HSL) presta consultoria para projetos de saúde em Anápolis.

O Hospital Sírio-Libanês foi fundado em São Paulo em 1920 e é um centro de referência internacional em saúde. O hospital atende quase oito mil pacientes por mês.

A instituição irá inaugurar um hospital próprio em Brasília no inicio do próximo ano, além de três unidades ambulatoriais.

No Estado de Goiás, o Sírio-Libanês já desenvolveu consultorias no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol), em 2017.

Imagens: O Anápolis 

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Mundo

Tsunami deixou 22 mil sem casa na Indonésia

O último balanço oficial indica que 430 pessoas morreram.
27/12/2018, 09h43

O governo da Indonésia retomou nesta quarta-feira, 26, os trabalhos de busca das 159 pessoas desaparecidas após o tsunami que atingiu no Sábado (22) as ilhas de Java e Sumatra. O último balanço oficial indica que 430 pessoas morreram, mais de 1,4 mil ficaram feridas e 22 mil estão sem casa.

As ondas gigantes engoliram vilarejos de pescadores e resorts de férias, deixando o litoral repleto de fragmentos de madeira de casas, veículos esmagados e árvores caídas. No quarto dia de busca por sobreviventes, a chuva voltou a complicar a missão das equipes de resgate, que se concentram na cidade de Sumur, no sudoeste de Java.

Cães farejadores reforçam as equipes, que tentam chegar aos vilarejos mais isolados e auxiliar centenas de moradores bloqueados nas pequenas ilhas do Estreito de Sunda. As autoridades pretendem resgatá-los de helicóptero ou barco.

Milhares de desabrigados permanecem em refúgios ou hospitais. Os trabalhadores humanitários advertiram que os recursos de água potável e medicamentos são insuficientes, o que pode levar a uma crise sanitária.

“As fortes chuvas fizeram rios transbordar e causaram inundações em várias partes de Pandeglang. Esta situação provoca dificuldades na retirada e assistência aos refugiados”, disse o porta-voz da Agência de Gestão de Desastres Nacional (BNPB), Sutopo Purwo Nugroho.

A agência meteorológica BMKG emitiu um alerta nesta quarta-feira e pediu às pessoas para ficarem longe da costa por causa da previsão de tempestade, que poderia causar ondas fortes. Os esforços de resgate coincidem com os 14 anos do tsunami que devastou a Indonésia. As ondas afetaram vários países ao longo do Oceano Índico, causando 230 mil mortes. (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Metrópoles - DF 

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Brasil

Mulher de João de Deus também pode ser indiciada, afirma delegado

A mulher do médium prestou depoimento na tarde de ontem.
27/12/2018, 10h14

O delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes de Almeida, afirmou nesta quarta-feira, 26, que Ana Keyla Teixeira Lourenço, de 40 anos, mulher do médium João de Deus, poderá ser indiciada como coautora dos crimes de posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro.

Ana Keyla prestou depoimento em Goiânia e negou qualquer conhecimento de ação ilegal do médium envolvendo abuso sexual, armas ou dinheiro dos fiéis. “Mas as investigações demonstram que há indícios de que ela (Ana Keyla) tinha conhecimento das armas e do dinheiro. É difícil uma pessoa não ver uma arma que está em uma gaveta de roupas íntimas”, disse Almeida.

Em buscas na casa do médium acusado de abuso sexual, a polícia encontrou armas irregulares e grande quantidade de dinheiro em espécie. Procurada pela reportagem, a defesa de João de Deus não quis comentar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: tabora news 

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Goiás

Professor preso em Goianésia por abusar de aluna de 13 anos fez outras vítimas

O professor de uma escola de Goianésia, de 30 anos, foi preso depois de ter levado para o motel um aluna de 13 anos.

Por Ton Paulo
27/12/2018, 10h23

Um professor de matemática de uma escola pública do município de Goianésia, a 178 quilômetros de Goiânia, preso na última sexta-feira (21/12) pelo crime de estupro de vulnerável, pode ter feito outras vítimas, também alunas, de acordo com a delegada responsável pelo caso. O professor, de 30 anos, foi preso depois de ter levado para o motel um aluna de 13 anos.

O homem, que não teve a identidade revelada uma vez que a investigação corre em segredo de Justiça, foi preso depois de investigações originadas na denúncia feita pelo pai da vítima no dia 5/11, que descobriu o acontecido. De acordo com a delegada da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Goianésia (DEAM), Poliana Bergamo, a vítima relatou que o envolvimento com o professor iniciou via mensagens por meio do aplicativo Facebook.

Segundo a delegada, o professor perguntou para a menina se ela “tinha coragem de lhe enviar fotos íntimas”. Após isso, o acusado passou a assediar a adolescente, perguntando se ela teria coragem de “ficar com ele”. A menina ainda contou que aceitou “ficar” com o professor, tendo ele a levado a um motel da cidade.

No inquérito policial foram ouvidas testemunhas, que relataram que o professor mantinha uma conduta incompatível com o cargo, uma vez que se aproveita dele para aliciar e assediar as alunas  começando com “brincadeiras” de cunho sexual em sala de aula e, em seguida, oferecendo notas as alunas que se relacionarem amorosamente com ele.

Delegada conta que professor de Goianésia pode ter feito outras vítimas; caso está sendo investigado

A Dra. Poliana Bergamo conta ainda que o professor pode ter feito outras vítimas se utilizando dos mesmos artifícios de assédio. Essas vítimas também seriam alunos do professor.

“Os depoimentos colhidos indicam a existência de outras vítimas. As investigações continuarão. Neste caso específico, o acusado foi preso temporariamente pelo crime previsto no Art. 217-A, estupro de vulnerável, que prevê uma pena de 08 a 15 anos”, informa a delegada Poliana Bergamo.

O crime de estupro de vulnerável se configura com a conjunção carnal ou prática de ato libidinoso com menor de 14 anos, não importando um eventual consentimento da vítima para a prática do ato, sua experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso com o agente praticante.

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Política

Temer excluirá corrupção do indulto, afirma Jungmann

Crimes contra a administração pública e crimes sexuais contra crianças também ficará de fora.
27/12/2018, 10h23

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, confirmou que o presidente Michel Temer excluirá crimes de corrupção do indulto natalino deste ano, conforme antecipou a Coluna do Estadão. Segundo o ministro, o decreto será assinado até sexta-feira, dia 28. A decisão foi acertada na noite de quarta-feira, 26, durante reunião no Palácio do Planalto.

Jungmann afirmou ainda que o texto deixará de fora crimes contra a administração pública e crimes sexuais contra crianças. “Precisa cumprir requisitos de tempo de pena cumprida e bom comportamento. Os requisitos são bem rigorosos se comparados aos anteriores”, disse ele ao Estadão/Broadcast.

Nesta semana, Temer mudou de ideia e decidiu que vai conceder o benefício a presidiários mesmo sem o Supremo Tribunal Federal ter concluído julgamento sobre o decreto do ano passado, contestado pela Procuradoria-Geral da República.

Temer vai acatar pedido feito pelo defensor público-geral federal em exercício, Jair Soares Júnior. Ele solicitou que o decreto seja editado para este ano, alegando que o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo. “A Defensoria Pública da União entende que a não edição do decreto de indulto agravará sobremaneira o estado de coisas inconstitucionais vivenciado no sistema carcerário.”

Mais cedo, o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello afirmou que o instrumento é tradicional no País. “O indulto é uma tradição no Brasil e eu não sei por que nós não concluímos o julgamento da Adin (ação direta de inconstitucionalidade) que impugnou o anterior, de 2017. Agora precisamos pensar nas verdadeiras panelas de pressão que são as penitenciárias brasileiras”, disse Marco Aurélio.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Economia ao Minuto 

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