Goiás

Incêndio atinge ferragista na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia

Não há informações sobre o que teria causado o incêndio.
20/12/2018, 11h27

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) controlou na manhã desta quinta-feira (20/12) um incêndio em uma ferragista,  na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital. Para controlar o fogo, a rua precisou ser interditada durante a operação.

De acordo com a corporação, ao ser acionada para atender a ocorrência, as testemunhas afirmaram ouvir explosões durante o incêndio. Ao Portal Dia Online os bombeiros informaram que foram utilizadas oito viaturas para controlar o incêndio e cinco mil litros de água para evitar que o fogo se propagasse.

A corporação afirmou que não houve registro de vítimas, e que a operação durou cerca de 40 minutos para controlar as chamas. Não há informações sobre o que teria causado o incêndio. Com o fogo controlado, a rua Paracatu, que havia sido interditada, foi liberada.

Incêndio em Aparecida de Goiânia

No dia 29 de outubro de 2018, os bombeiros foram chamados para atender uma outra ocorrência de incêndio, em Aparecida de Goiânia. Um bar e boliche pegou fogo durante a madrugada, a corporação precisou de mais de cinco horas para controlar as chamas no local. O bar e boliche teve oito pistas de boliches, cadeiras, mesas de pebolim, entre outros móveis totalmente destruídos pelo incêndio.

Outros incêndios foram registrados em Goiás este mês

Os Bombeiros atenderam a uma outra ocorrência de incêndio na madrugada da última quarta-feira (19/12) no Setor Leste Vila Nova, em Goiânia. Para controlar as chamas, 21 bombeiros trabalharam na ocorrência, que atingiu uma loja de autopeças e uma de peças usadas de veículos na região. Durante a ocorrência a corporação informou que foram utilizados 13 mil litros de água para controlar as chamas.

No início deste mês de dezembro, o Corpo de Bombeiros Militar teve que ser acionado para controlar um incêndio em uma faculdade de Catalão, a 256 quilômetros de Goiânia. De acordo com informações dos bombeiros à época, o incêndio teve início quando um carrinho de pipoca pegou fogo na entrada da instituição e atingiu o anfiteatro da faculdade, a Cesuc. No momento, um evento era realizado no prédio.

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Política

De doméstica a secretária da Educação de Goiás, conheça Fátima Gavioli

A professora Fátima Gavioli, de Rondônia, que trabalhava como doméstica na casa de um político para poder bancar os estudos, assumirá a pasta em janeiro.

Por Ton Paulo
20/12/2018, 11h32

Anunciada pelo governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) em sua diplomação na manhã desta quarta-feira (19/12) pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), a nova secretária de Educação de Goiás vem de fora do estado (assim como alguns outros – muitos – nome das gestão Caiado), e possui uma história de superação. A professora Fátima Gavioli, de Rondônia, que trabalhava como doméstica na casa de um político para poder bancar os estudos, assumirá a pasta em janeiro de 2019 e muito já se especula sobre sua forma de atuação.

Nascida no Paraná, Fátima Gavioli, de 50 anos, reside em Rondônia desde os anos 1980. É mãe de dois filhos, e construiu a carreira como professora no Estado de Rondônia. Fátima é Mestre em Educação e Licenciada em Letras e Pedagogia, além de Pós-graduada em Gestão Pública pelo Centro de Liderança Pública de São Paulo (CLP-SP) e Consultora da Fundação Lemann. Fátima também é bacharel em Direito.

Fátima foi empossada como secretária de Educação do estado da região norte em 2014, na época do governo de Confúcio Moura.

De doméstica a secretária da Educação de Goiás, conheça Fátima Gavioli
Foto: Reprodução

De acordo com um jornalista de Rondônia, Rubens Coutinho, a um jornal goiano, uma das bandeiras de Gavioli durante sua gestão da Educação rondoniense foi a abertura de acessibilidade das populações distantes dos centros urbanos à Educação. De acordo com o repórter, uma das coisas que Fátima trabalhou em Rondônia foi levar Educação para locais muito distantes dos centros urbanos do estado, como as populações ribeirinhas.

Candidata ao cargo de Deputada Estadual em Rondônia pelo PSB, Professora Fátima Gavioli obteve 4.344 votos totalizados (0,53% dos votos válidos) mas não foi eleita nas Eleições 2018.

Fátima Gavioli trabalhava como empregada doméstica para bancar os estudos

Atualmente, a futura secretária de Educação de Goiás tem um currículo vasto e inúmeros títulos de formação acadêmica. Entretanto, a professora teve que enfrentar uma dura realidade até chegar onde está.

Fátima é de família pobre, nasceu no Paraná e chegou em Rondônia no ano de 1985. Apesar de ser indicada como a próximo secretária de Educação em Goiás, a facilidade de acesso aos estudos não se fez presente em sua trajetória. Fátima trabalhou como doméstica por sete anos em Cacoal, Rondônia, antes de conseguir se formar e entrar no magistério.

A professora foi empregada doméstica na casa de um dos maiores líderes políticos de Rondônia na época, Divino Cardoso, prefeito da cidade de Cacoal naquele tempo.

Indicada por Ronaldo Caiado, Fátima assume a Secretaria de Educação de Goiás em Janeiro de 2019.

Via: Sagres Online 

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Goiás

Lei Orçamentária Anual de Goiânia para 2019 é aprovada por unanimidade em segunda votação

A LOA 2019 estima arrecadar R$ 5,2 bilhões, dos quais R$ 2,9 bilhões deverão ser destinados à saúde, previdência e assistência social.
20/12/2018, 11h58

Com 178 emendas apresentadas pelos vereadores durante a tramitação na Comissão Mista da Câmara Municipal, a Lei Orçamentária Anual de 2019 (LOA 2019) foi aprovada por unanimidade em segunda votação na sessão da última terça-feira (18/12).

A lei espera arrecadar durante o próximo ano o equivalente a R$ 5,2 bilhões, com R$ 2,9 bilhões destinados à saúde, previdência e assistência social. Vale lembrar que a LOA estima e fixa a receita e as despesas de todos os órgãos da Prefeitura de Goiânia.

A LOA foi aprovada em primeira votação no dia 11 de dezembro de 2018 no plenário da câmara. O vereador Clécio Alves (MDB) foi o relator do projeto e apresentou uma emenda impositiva, para fortalecer o Instituto Municipal de Assistência Social (Imas). A proposta do emedebista, dos R$ 5,2 bilhões que a Prefeitura estima arrecadar, pede que R$ 8 milhões sejam repassados ao instituto para reestruturação do Imas e para otimizar os seus serviços.

“Não acredito que o prefeito Iris Rezende (MDB) vai vetar o projeto parcialmente, pois da maneira que fiz o relatório, ele vai ter que vetar o projeto inteiro”, afirma. Ainda segundo o vereador, o valor para ser repassado ao Imas é baixo comparado ao que vai ser arrecadado no próximo ano.

Emendas impositivas foram apresentadas a Lei Orçamentaria Anual de 2019

Além do vereador Clécio Alves, após as 178 emendas aprovadas no projeto da LOA 2019, o presidente eleito da Câmara, o Guarda Civil Metropolitano (GCM) Romário Policarpo (PTC) usou o plenário da casa, para apresentar outras emendas impositivas.

As emendas apresentadas pelo vereador buscam garantir benefícios nas áreas de saúde e educação com a reforma de escolas e equipamento de atendimentos básico de saúde da família nos setores Itatiaia, Criméia e Vale do Sonhos. Líder do prefeito na casa, Tiazinho Porto (PROS) chegou a afirmar durante a sessão que não sabe quantas emendas vão ser aceitas pelo prefeito Iris Rezende (MDB), mas que não deve acontecer como em anos anteriores, quando todas elas foram vetadas.

Com a aprovação em segunda e última votação, a LOA 2019 foi enviada para o prefeito que vai analisar e definir se veta ou sanciona a lei para o ano que vem.

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Goiás

Comando Vermelho tinha seis empresas de fachada para lavar dinheiro, em Goiás

As empresas, todas em Goiânia, faziam parte do braço financeiro da facção na capital goiana, administrado por três integrantes da organização criminosa, presos ontem (19/12).

Por Ton Paulo
20/12/2018, 12h41

A facção criminosa Comando Vermelho, com origem no Rio de Janeiro, utilizava nada menos que seis empresas de fachada para lavar o dinheiro oriundo do tráfico, em Goiás. As empresas, todas em Goiânia, faziam parte do braço financeiro da facção na capital goiana, administrado por três integrantes da organização criminosa, presos ontem (19/12), na Operação Red Bank, da Polícia Civil (PC).

A Operação Red Bank, deflagrada pela PC através da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), desarticulou o braço financeiro do Comando Vermelho em Goiás. A operação apreendeu ao todo, na posse da facção, R$ 2 milhões de reais em espécie, R$ 5 milhões em cheques, R$ 5 milhões e veículos de luxo e R$ 8 milhões em imóveis.

Ao todo, 32 mandados de busca e apreensão foram cumpridos e nove pessoas foram presas. Três deles, Keila Mara, Álvaro Pereira, Oniar Júnior e Paulo Henrique, eram os principais responsáveis pela articulação financeira da facção em Goiás.

Ao longo de 10 meses, policiais do Draco investigaram o esquema financeiro em atividade no estado. A operação descobriu que Paulo Henrique atuava como operador. Ele recebia o dinheiro do tráfico (criminosos faccionados) e repassava os altíssimos valores para as seis empresas de fachada, onde eram lavados. São elas: Confiança Turismo, Master Business, Prime Turismo, Leal Negócios, Vitória Negócios e Euro Multimarcas, todas em Goiânia.

Em seguida, o dinheiro era repassado à Keila, Álvaro e Onias, que atuavam no “distanciamento” dos valores. O dinheiro, por fim, era aplicado em imóveis e carros de luxo, fundos de investimento e convertido em dólares.

Comando Vermelho tinha seis empresas de fachada para lavar dinheiro, em Goiás
Apartamento de Keila e Álvaro (Foto: PC)

Polícia Civil deflagrou na manhã da última quarta-feira (19/12) uma operação que tem por objetivo desarticular o braço financeiro da facção criminosa Comando Vermelho no estado de Goiás. A operação, que foi batizada de Red Bank (que significa Banco Vermelho), prendeu nove pessoas até agora.

A operação, conduzida pelo delegado Douglas Pedrosa, foi deflagrada pelos investigadores da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), depois de vários meses de apuração do caso.

Contando com apoio de diversas outras unidades da Polícia Civil, os policiais prenderam nove pessoas, apreenderam 21 veículos de luxo, uma lancha, aproximadamente R$ 2 milhões de reais em espécie e R$ 5 milhões de reais em cheques.

A apresentação detalhada do caso será feita na manhã de hoje.

O Comando Vermelho em Goiás

Comando Vermelho (CV) é outra das maiores organizações criminosas do Brasil. Foi criada em 1979 na prisão Cândido Mendes, na Ilha Grande, Angra dos Reis, Rio de Janeiro.

Em novembro deste ano, um dado preocupante relacionado à segurança pública goiana foi entregue pelo Ministério da Segurança Pública ao governador eleito Ronaldo Caiado (DEM). De acordo com o relatório entregue ao democrata, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) contam com ao menos 1.500 membros em Goiás, respectivamente.

Os números foram entregues a Caiado em audiência que ele teve com o ministro Raul Jungmann. As informações também dão conta de que os integrantes das facções estão distribuídos principalmente em grandes cidades goianas como Anápolis, Catalão, Formosa, Jataí e Itumbiara.

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Esportes

MP cumpre mandados e vê ex-cartolas do Inter agirem como 'organização criminosa'

A casa do ex-presidente Vitorio Piffero também foi alvo dos mandados de busca e apreensão.
20/12/2018, 14h11

O Ministério Público do Rio de Grande do Sul (MP-RS) cumpriu 20 mandados de busca e apreensão em residências e empresas de Porto Alegre, Eldorado do Sul e Viamão ligadas a ex-dirigentes do Internacional, entre eles o ex-presidente Vitorio Piffero. Os cartolas são investigados por suspeitas de desvio de recursos e diversos outros crimes durante a gestão de Piffero, nos anos de 2015 e 2016.

Em entrevista coletiva realizada no início da tarde desta quinta-feira, representantes do MP qualificaram a ação dos dirigentes como uma organização criminosa, com braços nos principais setores do clube e com participação direta do ex-presidente.

Também são investigados o ex-vice de finanças Pedro Affatato, o ex-vice de administração Alexandre Limeira, o ex-vice de patrimônio Emídio Marques Ferreira, o ex-vice de futebol Carlos Pellegrini e o ex-vice jurídico Marcelo Domingues de Freitas e Castro.

Segundo o MP, as irregularidades englobam desvio de recursos para obras que nunca foram realizadas, superfaturamento de gastos, como a compra de passagens aéreas, e pagamento de propina na contratação de jogadores, além de acordos trabalhistas com jogadores prejudiciais ao clube em favorecimento de terceiros. As suspeitas se tornaram públicas em 2017, após um relatório de uma auditoria contratada pelo clube apontar indícios de irregularidades nas contas.

“O Inter, além de colaborar durante a investigação inteira, é vítima de todos esses fatos. Estávamos diante de uma organização criminosa. A partir do momento em que o clube tem em todos os braços importantes do clube, o patrimonial, o financeiro, o jurídico e o esportivo, esse tipo de desvio, havia organização criminosa. E a participação do presidente”, afirmou o promotor Flávio Duarte, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP.

“Não se imagina que cada um dos dirigentes estivesse agindo por conta própria, sem a ciência. Principalmente um presidente que era participante. Participava do futebol, chegou a exercer o cargo na própria gestão. Tinha participação em todas as esferas em que constatamos as fraudes”, reforçou o representante do Ministério Público.

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