Goiás

Homem é morto a tiros dentro de loja de pneus, em Goiânia

Vítima fazia o alinhamento de uma caminhonete, quando foi alvejado pelos suspeitos.
20/12/2018, 08h08

Um homem foi morto a tiros na tarde da última quarta-feira (19/12) dentro de uma loja de Pneus, quando fazia o alinhamento de uma caminhonete, na Avenida Pedro Ludovico, no Parque Oeste Industrial, em Goiânia.

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) informou ao Portal Dia Online que a vítima foi identificada como César Luiz Ramos, de 34 anos. Segundo as informações repassadas pela polícia, a vítima estava fazendo o alinhamento de uma caminhonete, quando dois homens encapuzados desceram de outra caminhonete e atiraram pelo menos seis vezes contra Cézar e fugiram em seguida.

De acordo com a polícia, Cézar morreu no local e um mecânico que não teve o nome revelado foi baleado na mão e encaminhado a uma unidade hospitalar próxima a oficina, para tratar o ferimento.

Conforme a PC, a dupla que fugiu logo depois do assassinato abandonou o carro em uma rua e colocaram fogo no veículo. A polícia vai usar imagens das câmeras de segurança do homicídio, para tentar identificar os suspeitos e a motivação do crime.

Mortos a tiros em Goiânia

No último dia 12 de dezembro de 2018, Michael Crichiton Pereira, de 18 anos, foi morto a tiros, no Conjunto Vera Cruz II, em Goiânia. Michael foi atingido com cinco tiros e a principal suspeita da polícia é o envolvimento com o tráfico de drogas.

Em novembro outros casos também foram registrados na capital

No dia 5 de novembro de 2018, Pedro Cleibe Vieira Gonzaga, de 43 anos, estava em casa com a família, quando outros homens invadiram sua residência, no setor Chácaras Recanto das Minas Gerais, em Goiânia, e o alvejaram com vários tiros de calibre nove milímetros. Durante o atendimento a ocorrência, a polícia encontrou o corpo da vítima debaixo de um berço de criança, como se tentasse fugir e se proteger dos disparos.

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Economia

Brasileiro já passa 21 anos na aposentadoria

Um reflexo disso é o aumento recente no número de aposentadorias pagas a pessoas com mais de 80 anos.
20/12/2018, 08h18

Os brasileiros estão passando uma parte cada vez maior de suas vidas na aposentadoria, o que tende a pressionar ainda mais as despesas públicas, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em uma década e meia, a duração média dos benefícios concedidos por tempo de contribuição saltou de 14,7 anos para 20,9 anos, no caso dos homens, e de 15,2 anos para 21,2 anos, no caso das mulheres. Isso significa que os brasileiros que se aposentam por tempo de contribuição ficam um quarto de suas vidas na inatividade, recebendo os pagamentos do INSS.

A aposentadoria por tempo de contribuição é considerada um “privilégio” porque é acessada geralmente pelos mais ricos, que conseguem permanecer por mais tempo num emprego com carteira assinada. Pelas regras atuais, para se aposentar por tempo de contribuição são necessários 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) de contribuição. Essa modalidade deixaria de existir com a instituição de uma idade mínima, considerada essencial para equilibrar as contas públicas. No ano que vem, o déficit esperado com a Previdência é de R$ 218 bilhões.

A pesquisa considera apenas os benefícios já cessados, ou seja, cujos beneficiários faleceram. Para as aposentadorias solicitadas mais recentemente e ainda em vigor, a expectativa de duração dos pagamentos é até maior e, no caso das mulheres, já ultrapassa o tempo de contribuição exigido para a concessão (30 anos).

A idade média de concessão da aposentadoria por tempo de contribuição foi de 55,6 anos para homens e 52,8 anos para mulheres. Considerando a expectativa de sobrevida dos brasileiros nessas idades, o benefício será pago por 24 anos aos homens e por quase 31 anos às mulheres.

“Dado que as pessoas estão vivendo mais, naturalmente os benefícios vão ter duração maior e vão pressionar a despesa. É preciso ir adequando a Previdência às transformações demográficas”, afirma o pesquisador Rogério Nagamine, um dos autores do estudo. A nota técnica também foi desenvolvida pelos técnicos Alexandre Zioli Fernandes, Carolina Fernandes dos Santos e Otavio Sidone.

Precoces

Como o Brasil ainda permite aposentadorias precoces, Nagamine alerta que os benefícios pagos por aqui acabam durando mais do que em vários países da Europa, que têm expectativa de vida maior, mas exigem idade mínima para pedir o benefício.

Um reflexo disso é o aumento recente no número de aposentadorias pagas a pessoas com mais de 80 anos. No INSS, eles chegaram a 3,6 milhões no ano passado, ante 2,7 milhões em 2010. Um aumento de 34%, segundo dados coletados por Nagamine e publicados em recente boletim da Fipe.

O ideal para padrões previdenciários e atuariais é que o trabalhador contribua dois anos para cada ano de recebimento do benefício. Isso porque a contribuição sempre é menor do que o valor que será recebido pelo segurado no futuro. Para se ter uma ideia, um trabalhador que ganha o salário mínimo paga hoje R$ 76,32 ao INSS, enquanto seu empregador arca com R$ 190,80 ao mês, para que ele ganhe no futuro exatamente um salário mínimo (atualmente em R$ 954).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: jusbrasil 

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Brasil

Secretário de Transportes de Osasco é assassinado a tiros na madrugada

Ele deixa a esposa e um filho.
20/12/2018, 08h25

O secretário de Transportes e Mobilidade Urbana de Osasco, Osvaldo Vergínio, de 55 anos, foi morto por disparos de arma de fogo. O crime ocorreu na madrugada de hoje (20), na Rua Heitor dos Prazeres, en Osasco, Grande São Paulo, segundo a Secretaria da Segurança Pública.

A Polícia Civil investiga a motivação do crime e faz diligências para localizar e prender os autores do assassinato. A ocorrência foi registrada no 5º Distrito Policial, que funciona em regime de plantão.

Osvaldo era formado em Direito e atuou na Polícia Militar. Foi vereador de Osasco, tendo assumido a presidência da Câmara dos Vereadores entre 2007 e 2008. Nas eleições de 2008, foi o vereador mais votado da região e reeleito para a presidência da Câmara. Em 2013, foi eleito deputado estadual. Ele deixa a esposa e um filho.

Imagens: Agência Brasil 

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Política

PF faz novas buscas em endereços ligados a Aécio

Essa é a segunda fase da Operação Ross.
20/12/2018, 08h31

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 20, a segunda fase da Operação Ross, que investiga suposta propina do Grupo J&F ao senador Aécio Neves (PSDB) entre 2007 e 2014. Policiais federais cumprem três mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, em endereços ligados ao tucano.

São alvos a mãe de Aécio e o primo Frederico Pacheco. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após solicitação da Polícia Federal.

A primeira fase da operação deflagrada no dia 11 de dezembro e fez buscas em endereços ligados ao senador, à irmã dele, Andréa Neves, e ao deputado federal Paulinho da Força (SD-SP).

Ross é um desdobramento da Operação Patmos, deflagrada pela PF em maio de 2017. Os valores investigados, que teriam sido utilizados também para a obtenção de apoio político, ultrapassam os R$ 100 milhões.

De acordo com o Ministério Público Federal, em troca dos recursos financeiros, Aécio teria prometido favorecimentos em um eventual governo presidencial (2015 a 2018) além de influência junto ao governo estadual de Minas Gerais, neste caso, com o objetivo de viabilizar a restituição de créditos tributários.

A PF batizou a operação numa referência a um explorador britânico que dá nome à maior plataforma de gelo do mundo localizada na Antártida, fazendo alusão às notas fiscais frias que estão sob investigação.

Defesa

Na primeira fase da Operação Ross, a defesa do senador Aécio Neves afirmou em nota enviada à imprensa que a ação tem como base as delações de executivos da JBS “que tentam transformar as doações feitas a campanhas do PSDB, e devidamente registradas na Justiça Eleitoral, em algo ilícito”. Aécio negou irregularidades. O espaço está aberto para novas manifestações do parlamentar.

Imagens: Estadão Conteúdo 

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Entretenimento

Livraria Saraiva fecha lojas no Paraná

Em outubro 19 lojas espalhadas pelo Brasil fecharam as portas.
20/12/2018, 08h46

A Livraria Saraiva, em início de processo de recuperação judicial, vai fechar suas duas livrarias do Paraná até o fim do ano. Elas ficam nos shoppings Muller e Crystal, em Curitiba.

No Shopping Muller, resta uma unidade da rede Livrarias Curitiba, forte na região Sul e que quer conquistar mais espaço em São Paulo.

Com este anúncio, a maior rede de livrarias do País vê seu número de lojas diminuir de cerca de 100 para menos de 80 em dois meses – em outubro, ela fechou 19 lojas espalhadas pelo Brasil.

A dívida reportada pela empresa é de R$ 675 milhões. No momento, ela conseguiu acordo com algumas das principais editoras, que aceitaram retomar o fornecimento de livros para abastecer as lojas para o Natal – mediante pagamento à vista.

Leia o comunicado da Saraiva

A Saraiva comunica que está em constante avaliação da operação de sua rede de lojas, considerando aberturas, reformas e fechamentos, dentro de seu plano de transformação e de manter sua operação saudável. Seguindo essa estratégia, as lojas do Shopping Crystal e Shopping Mueller, ambas em Curitiba (PR), encerram suas atividades em dezembro. A rede reforça que continua operando na região por meio de seu e-commerce.

Imagens: jconline 

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