Goiás

Show de natal na Praça Cívica começa hoje

O show de natal está em sua 20ª edição.
30/11/2018, 08h08

O tradicional show de natal que acontece todos os anos na Praça Cívica, será inagurado nesta sexta feira (30/11), às 19h. A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) já instalou boa parte da decoração natalina. O evento conta com a presença do governador José Eliton e da presidente de honra da OVG, Fabrina Müller.

A abertura do Show de Natal terá a participação do Papai Noel e a exibição do Coral Infantil do Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter, que apresentará a Cantata de Natal na marquise do Palácio das Esmeraldas. Também haverá apresentação do cantor Almir Pessoa com a Orquestra de Violeiros.

Este ano a Praça Cívica recebeu decoração com luzes que enfeitam a fachada do Palácio das Esmeraldas e as árvores da Praça com lâmpadas led. Um presépio e a Casinha do Papai Noel estão sendo instalados no jardim frontal do Palácio, onde as crianças poderão tirar fotos, participar de brincadeiras e conversar com o Bom Velhinho durante as visitas. O projeto, que visa reavivar o clima e a alegria do Natal, estará aberto ao público das 19 às 22 horas, até o dia 25 de dezembro.

O show de natal na Praça Cívica está em sua 20ª edição, e quem passa pelo local tem notado uma decoração bem mais “enxuta”, comparado aos anos anteriores.

Entrega de brinquedos no show de natal

Os brinquedos que sāo entregue as crianças tradicionalmente na praça cívica, este ano serão distribuídos em um novo formato. Serão realizados 12 eventos em bairros diferentes de Goiânia. A mudança visa democratizar a entrega, fazendo com que as crianças não precisem percorrer um longo trajeto para ter acesso aos brinquedos. Ao todo, no estado serão, distribuídos 600 mil brinquedos nos 246 municípios goianos, entre o dia 1 e 10 de dezembro.

Serão distribuídos bola de futebol, bola de vôlei, boneca, bola encaixe, quebra-cabeça, caminhão caçamba, Kit Chá e Jogo Quem Sou.

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Economia

13º injeta R$ 211 bilhões na economia

O volume é inferior ao do ano passado.
30/11/2018, 08h24

O pagamento da primeira parcela do 13.º salário, que será nesta sexta-feira, 30, para quase 85 milhões de brasileiros, vai injetar R$ 211 bilhões na economia. O volume é inferior ao do ano passado e não deve salvar os varejistas de um Natal “morno”, como é a expectativa do setor.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística Estudos Socioeconômicos, os recursos da primeira parcela do 13.º ficarão 1,3% abaixo do que foi pago no ano passado, já descontada a inflação. E apesar da recente retomada da confiança de empresários e consumidores revelada por vários índices, a expectativa do varejo é de um ritmo de crescimento de vendas neste Natal inferior ao do ano passado.

A Confederação Nacional do Comércio (CNC) espera um avanço real nas vendas de 3,1% neste ano ante 3,9% obtido em 2017. “Será um Natal morno”, diz o economista-chefe da CNC, Fábio Bentes. Entre os fatores para um crescimento menor, ele destaca a inflação maior neste ano. Um levantamento de preços feito pelo economista com 30 produtos e serviços mais consumidos no Natal mostra que, neste ano, eles subiram 4,5%, ante deflação de 1,2% em 2017.

Bentes também aponta a lenta recuperação do emprego como obstáculo a um crescimento mais robusto das vendas e uma certa cautela do consumidor que quer evitar compras a prazo, que normalmente envolvem gastos maiores.

De acordo com pesquisa do SPC Brasil, 57% dos brasileiros vão optar pelo pagamento à vista. “Essa parcela aumenta ainda mais para as camadas de menor renda”, afirma Flávio Borges, superintendente de Finanças. Cautelosa, a dona de casa Marinella Fiori, de 35 anos, por exemplo, adotou essa estratégia para se precaver. Nesta semana, ela foi às compras de brinquedos de Natal para os filhos e afilhados na Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, e pagou à vista. “Vou gastar um pouco menos este ano e vim aqui porque é mais barato que no shopping.” Marinella acha que a economia pode melhorar com a mudança de governo. Mas, como até o momento não houve nada concreto nesse sentido, decidiu “segurar um pouco” o consumo.

Nabil Sahyoun, presidente da Associação de Lojistas de Shoppings, está otimista com as vendas de fim de ano. “A expectativa é de um crescimento real de 3,9%, um crescimento importante, mas sem euforia”, diz. Apesar da melhora na confiança, ele pondera que muitas pessoas estão cautelosas porque o desemprego continua elevado.

Na Lojas Cem, especializada em eletrodomésticos e eletrônicos, a expectativa é que o desempenho do Natal deste ano seja muito parecido com o de 2017, com um crescimento real, descontada a inflação, entre 2% e 3%, prevê José Domingos Alves, supervisor-geral da rede. “Não vejo motivos para um grande crescimento. É mais um desejo do que realidade”, diz o executivo. Ele lembra que existem cerca de 60 milhões de inadimplentes no País. Antes de voltar às compras, esses brasileiros precisam limpar o nome. No Natal do ano passado, o faturamento da rede tinha avançado 11% sobre o de 2016. Alves explica que boa parte de crescimento ocorre por conta da base de comparação que era mais fraca.

Pós-Black Friday

De olho na primeira parcela do 13.º salário, o Grupo Carrefour começa nesta sexta-feira uma promoção que vai até domingo nas lojas físicas e no comércio eletrônico. A campanha batizada de “última chance”, em alusão à Black Friday, a megaliquidação que houve na semana passada, envolve descontos nos preços de alimentos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Nos hipermercados, por exemplo, os eletrônicos poderão ser parcelados em até 24 vezes sem juros no cartão da rede. Nesta sexta e sábado, 1, a varejista quita a primeira parcela do financiamento para quem comprar TVs, geladeiras, fogões e lavadoras usando o cartão da empresa.

Stéphane Engelhard, vice-presidente de Relações Institucionais do grupo, está otimista para o Natal. Para as vendas online, ele espera mais que dobrar a receita em relação à mesma data de 2017. O comércio eletrônico tem dois anos de funcionamento na rede.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Dois professores da UFG aparecem na lista de pesquisadores mais influentes do mundo

A lista, divulgada anualmente pela Clarivate Analytics, seleciona os professores pelo "excepcional desempenho em pesquisa".

Por Ton Paulo
30/11/2018, 09h33

Dois professores da UFG, a Universidade Federal de Goiás, aparecem na lista dos pesquisadores mais influentes do mundo, a Highly Cited Researchers 2018, divulgada nesta semana pela consultoria Clarivate Analytics. Luísa Gigante Carvalheiro (professora efetiva) e Robert Colwell (professor visitante) atuam no Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da UFG.

A Highly Cited Researches reúne os pesquisadores mais citados em artigos publicados ao redor do mundo em um período de dez anos. A lista possui cerca de 4 mil pesquisadores em 21 áreas do conhecimento – apenas 12 são brasileiros. Dos 12, apenas a Dra. Luísa Gigante e o Dr. Robert Colwell são de uma instituição de Goiás

Luísa Gigante Carvalheiro é bióloga, doutora em Ecologia pela University of Bristol, e passou a integrar o quadro docente da UFG este ano. Suas pesquisas buscam compreender como alterações ambientais (mudanças climáticas, uso da terra e espécies invasoras, por exemplo) afetam o funcionamento dos ecossistemas, além de entender como a complexa rede de interações ecológicas na qual as espécies estão envolvidas regula tais efeitos.

Robert Colwell, doutor em Ecologia pela University of Michigan, trabalha como professor visitante na UFG desde 2014. Realiza pesquisas nas áreas de biogeografia, modelagem e ecologia teórica. Também desenvolve trabalhos relacionados à interação de espécies e coevolução, especialmente entre plantas e animais.

Conheça a prestigiada lista que teve, este ano, professores da UFG

De acordo com o site da Clarivate Analytics, a lista reconhece “pesquisadores de nível internacional selecionados por seu excepcional desempenho em pesquisa, demonstrado pela produção de vários artigos altamente citados que se classificam no top 1% por citações por campo e ano em Web of Science”.

Ao todo, foram selecionados cerca de 4 mil pesquisadores, em 21 áreas do conhecimento. Os Estados Unidos são o país com maior número de pesquisadores mencionados, 2.639 ao todo; em seguida aparece o Reino Unido, com 546; e em terceiro lugar a China, com 482. A Universidade de Harvard (EUA) é a instituição de pesquisa com maior número de pesquisadores, 186.

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Política

Indicação de Charlle Antônio à AGR gera polêmica

Charlle Antônio é ex-chefe de gabinete do Governador José Eliton.
30/11/2018, 10h58

O governador do Estado de Goiás, José Eliton (PSDB), encaminhou nesta quinta-feira (29/11) à Assembleia legislativa do Estado de Goiás o nome do seu ex- chefe de gabinete, Charlle Antônio, para assumir a Agência Goiana de Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR). Durante a comissão mista, o deputado estadual e vice-governador eleito, Lincoln Tejota (Pros), foi intitulado relator da matéria.

Os deputados de oposição ao tucano na Assembleia acreditam que não haverá aprovação do nome.

O indicado à AGR esteve na Assembleia está semana para dialogar com deputados, e pedir apoio à sua indicação. “Estou otimista com a aprovação do projeto”, diz.

Charlle foi secretário parlamentar na câmara dos deputados do Senador e governador eleito Ronaldo Caiado (DEM). Porém, após seis anos ele rompeu com o Caiado.

Vida pública de Charlle Antônio

No curriculum vitae encaminhado à Alego, consta que o indicado já foi chefe da Vice-Governadoria do Estado entre 2011 e 2018. Em abril deste ano foi nomeado Chefe de Gabinete do Governador do Estado, onde ficou até outubro, assumindo, posteriormente, a presidência da Agência Brasil Central.

A Agência Goiana de Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) é responsável por regular, controlar e fiscalizar o transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, saneamento básico, recursos hídricos e minerais, gás natural canalizado, parcerias público-privadas, contratos ou parcerias com organizações como OS’s e OSCIP’s, e outros serviços e bens desestatizados, aqueles que pertencem ao Estado, mas cuja administração é delegada a terceiros, como ginásios de esportes e terminais rodoviários. O órgão fiscaliza ainda, a energia elétrica por meio de convênio com a ANEEL.

O atual presidente da AGR é Ridoval Darci Chiareloto. Antes de ingressar no cargo, ele já foi secretário de Desenvolvimento Econômico em Anápolis; secretário estadual de Indústria e Comércio, entre 2003 e 2008; presidente por dois mandatos na Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg); presidente por quatro mandatos na Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia) e presidente do Sindicato Comércio e Varejista de Anápolis.

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Política

Projeto polêmico de Zé Eliton gera reação da base de Caiado na Assembleia

Atendendo a interesse do governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM), Lívio Luciano apresentou um projeto substitutivo à matéria original, oriunda do Governo.

Por Ton Paulo
30/11/2018, 11h00

O clima deve esquentar na próxima semana na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), quando os deputados devem votar uma emenda proposta pelo deputado Lívio Luciano (Podemos), líder da base caiadista, que, na prática, invalida os efeitos do projeto do governador Zé Eliton (PSDB). Atendendo a interesse do governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM), Lívio Luciano apresentou um projeto substitutivo à matéria original, oriunda do Governo, que objetivava a reinstituição dos incentivos, dos benefícios fiscais ou financeiros-fiscais e das isenções relativos ao ICMS.

O relatório do deputado Lívio Luciano chegou a ser colocado em apreciação, mas a tramitação foi prejudicada em razão da obstrução de quórum. Durante uma reunião da Comissão Mista, convocada por Álvaro Guimarães (DEM) ontem (29/11), Lívio informou que na próxima segunda-feira (3/12) o governador eleito, Ronaldo Caiado, vai se reunir com empresários para discutir o assunto. Com isso, o projeto voltará a ser debatido e votado na comissão mista, no dia seguinte (4/12).

Na proposição, o relatório apresentado pelo deputado Lívio Luciano sugere reduzir os incentivos fiscais na média de 12,5%, o que vai de maneira totalmente oposta à proposta original de Zé Eliton, de reinstituir os incentivos. Polêmico, o texto monopolizou as discussões do encontro, mas não chegou a ser votado, em razão da obstrução realizada.

A proposição foi alvo de um amplo debate entre os parlamentares da Alego e dividiu opiniões. Diversos deputados ressaltaram a importância de manter os incentivos fiscais a empresas situadas em Goiás. Um dos argumentos apresentados é o de que, com os cortes, quase meio milhão de empregos acabariam, o que, sem dúvida, prejudicaria o desenvolvimento econômico do Estado.

Já o líder da base caiadista ressaltou que existe uma expectativa grande em torno da redução de créditos outorgados de ICMS, pois Goiás é o Estado com a maior renúncia fiscal do Brasil. Reafirmou que a proposta busca atenuar o déficit orçamentário do Estado, proporcionando condições para a recuperação da sua capacidade financeira para honrar obrigações e realizar investimentos necessários ao bem-estar da população.

Proposta de Caiado visa reduzir incentivos fiscais às empresas em Goiás

A proposta econômica apresentada por Ronaldo Caiado está causando polêmica e reações por parte do empresariado goiano. Em reunião na manhã do dia 21/11, o democrata detalhou o projeto que estabelece redução de incentivos a 13 segmentos com impacto calculado em cerca de R$ 1 bilhão ao ano.

Os setores automotivo, sucroalcooleiro, lácteo e de processamento de aves vão ser os mais atingidos na proposta de corte de benefícios fiscais apresentada ontem pelo governador eleito, e a medida parece ter pego de supresa o setor industrial de Goiás. O presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Otavio Lage, chegou a afirmar, a um jornal local, que a categoria está “atordoada com as propostas feitas pelo governador eleito Ronaldo Caiado sobre incentivos fiscais”.

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