Goiás

Homem é morto a tiros em rua próximo a sua casa, em Aparecida de Goiânia

Jovem tinha várias passagens pela polícia.
20/11/2018, 08h11

Um jovem identificado como Cris Jarlan Rocha Paiva, de 19 anos, foi morto a tiros na tarde da última segunda-feira (19/11) no Jardim Eldorado, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital.

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) por meio do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia, informou ao Portal Dia Online que Cris estava próximo à sua residência, quando um homem dentro de um carro de cor prata se aproximou e efetuou os disparos que mataram o jovem.

Segundo as informações divulgadas, Cris Jarlan tinha passagens por assalto, receptação e tráfico de drogas. Conforme a polícia, a motivação e autoria do crime até o momento são desconhecidas. De acordo com a polícia não há maiores informações sobre o caso, pois no momento do assassinato não havia testemunhas no local. O caso será investigado pelo GIH de Aparecida de Goiânia.

Mortos a tiros na rua em Aparecida de Goiânia

No último sábado (17/11) um homem identificado como Carlos Ferreira da Silva, de 21 anos, estava em casa, quando um conhecido da vítima o chamou para conversar e depois de alguns metros atirou contra ele, no Setor Marista Sul, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital. A motivação do crime também é desconhecida até o momento e Carlos cumpria pena no regime semiaberto.

Em setembro deste ano, a jovem Maiane Silva de Souza, de 21 anos foi baleada na cabeça, em uma rua do Jardim Helvécia, em Aparecida de Goiânia. A jovem estava com o filho de um ano e dez meses. Apesar de ser baleada, Maiane foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO) no entanto, um mês depois a jovem morreu no hospital.

No dia (14/10) o corpo de um homem foi encontrado na porta de um bar com três tiros na cabeça, no Jardim Tiradentes, em Aparecida. Segundo a PC, a equipe esteve no local, pois testemunhas que estavam em uma festa próxima, chamaram a polícia.

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Brasil

Governo publica novo edital do Programa Mais Médicos

Serão ofertadas 8.517 vagas.
20/11/2018, 08h26

O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 20, edital para selecionar profissionais que queiram aderir ao Programa Mais Médicos. Serão ofertadas 8.517 vagas, das quais 8.332 abertas em decorrência da saída de médicos cubanos do programa, que devem deixar o País até o dia 12.

Os profissionais selecionados irão atuar em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, antes ocupados pelos cubanos. As inscrições começam amanhã e seguem até o dia 25 deste mês para médicos brasileiros com CRM Brasil ou com diploma revalidado no País. O salário líquido é de R$ 11.244,56.

O novo edital flexibiliza algumas regras para a seleção de interessados e assim tentar evitar o apagão na assistência básica provocada pela saída de Cuba do programa. O cronograma é mais curto, por exemplo, e os contratados com diploma obtido no exterior serão dispensados de um curso de capacitação, que era exigido desde a criação do programa, em 2013.

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Política

Moro convida chefe no PR para direção-geral da PF

A exoneração de Moro já foi publicada no Diário Oficial da União.
20/11/2018, 08h41

Atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, Maurício Valeixo foi convidado pelo futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, para ocupar o cargo de diretor-geral da corporação. Valeixo, descrito como “profundamente operacional”, deve substituir o também delegado Rogério Galloro, mais respeitado como intelectual do que operacional.

Ex-diretor de Inteligência da PF, Valeixo foi antes diretor de uma outra área-chave para a gestão do futuro ministro da Justiça: a de Combate ao Crime Organizado. Moro só não anunciou oficialmente o nome de Valeixo – com quem mantém boa relação desde a década de 90 – porque ainda monta o quebra-cabeça do ministério e o delegado, apesar de praticamente definido para a PF, é uma peça que se encaixaria em mais de uma posição. O anúncio deve sair nesta semana.

Em outro movimento, Moro confirmou ontem os delegados da PF Érika Marena e Rosalvo Ferreira Franco – pioneiros da Lava Jato – como os primeiros nomes na equipe de transição. Ambos ajudaram a construir e consolidar o modelo de apuração adotado na operação, com forças-tarefa para assuntos prioritários. No início do mês, Moro disse que pretende adotar esse estilo para combater o crime organizado em todo o País. Deflagrada em março de 2014, a Lava Jato é considerada a maior investigação contra a corrupção já realizada no País.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, Érika pode ser escolhida por Moro para comandar órgão estratégico para investigações internacionais no ministério: o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI).

Um terceiro indicado para integrar a equipe de Moro na transição é Fabiano Bordignon, chefe da PF em Foz do Iguaçu (PR), que não atuou na Lava Jato. Cotado para assumir o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), ele já foi diretor da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, e em Foz do Iguaçu investigou a rota do crack no Brasil – a cidade se tornou um ponto de entrada da droga no País nos últimos anos.

Com a exoneração publicada no Diário Oficial da União, Moro chegou ontem a Brasília e almoçou com Érika, Rosalvo e Bordignon, além de Flávia Blanco, que pode ser chefe de gabinete, e o agente Marcos Koren, que supervisiona a sua segurança na capital federal. Aos jornalistas, Moro afirmou que está cuidando da formação do ministério e do organograma de atividades na transição. “No momento certo os anúncios públicos serão feitos.”

Rosalvo afirmou que está colaborando na transição e que continuará à disposição do futuro ministro. Os outros dois delegados não falaram com a reportagem ontem. Até quinta-feira, Moro poderá se reunir com os ministros Torquato Jardim, da Justiça, e Raul Jungmann, da Segurança Pública – pastas que serão fundidas na sua gestão.

Histórico

Atual superintendente da PF em Sergipe, Érika Marena participou da origem da Lava Jato ao lado do delegado Marcio Anselmo – outro nome especulado como possível integrante da equipe de Moro. Na época, a Superintendência do órgão no Paraná era comandada por Rosalvo, que deixou o posto no fim do ano passado após quatro anos.

A possível ida de Érika para a pasta foi informada pela Coluna do Estadão na sexta-feira passada. A delegada também comandou a Operação Ouvidos Moucos, que ficou marcada pela prisão e posterior suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Luiz Carlos Cancellier.

Érika foi quem batizou a operação, da qual fez parte até o fim de 2016. A partir de então, atuou nos casos de Santa Catarina e, em dezembro de 2017, ocupou a Superintendência da PF em Sergipe.

Antes da Lava Jato, havia trabalhado no caso Banestado, nos anos 2000, no qual também atuou Moro. Foi procuradora do Banco Central e técnica da Justiça Eleitoral.

A conduta da delegada foi questionada na Operação Ouvidos Moucos, deflagrada em setembro de 2017 para combater supostos desvios de dinheiro em programas de ensino a distância da UFSC. No mês da morte de Cancellier, a família apresentou uma queixa-crime ao Ministério da Justiça contra a delegada pedindo instauração de procedimento administrativo para apurar a responsabilidade por eventuais abusos e excessos. Uma sindicância da Corregedoria da PF sobre a conduta da delegada concluiu que não houve irregularidade nos procedimentos adotados na Operação Ouvidos Moucos.

Os ministérios da Justiça e da Segurança Pública não responderam à reportagem se houve arquivamento da queixa-crime.

A delegada tem, porém, bastante prestígio na PF. Chegou a ser eleita como primeiro nome em lista tríplice da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, em maio de 2016, para apresentar ao governo Temer, como sugestão para indicação à Diretoria-Geral. Érica teve 1.065 votos. Naquele ano, o presidente Michel Temer escolheu como diretor-geral Fernando Segóvia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Veja 

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Goiás

Feirantes temem possível fim da Feira Hippie na Praça do Trabalhador, em Goiânia

Preocupação foi exposta pelos feirantes em uma audiência pública na Assembleia Legislativa, para discutir a Revitalização da Praça do Trabalhador.

Por Ton Paulo
20/11/2018, 08h43

Trabalhadores da tradicional Feira Hippie de Goiânia, considerada a maior feira ao ar livre da América Latina, temem que ela possa estar ameaçada na Praça do Trabalhador. Essa foi a principal preocupação exposta pelos feirantes em uma audiência pública promovida pelo deputado estadual Humberto Aidar (MDB) na última segunda-feira (19/11), na Assembleia Legislativa, para discutir a Revitalização da Praça do Trabalhador, projeto da Prefeitura de Goiânia que já tem o orçamento pronto.

O projeto do prefeito Iris Rezende, que prevê a revitalização da Praça do Trabalhador e Entorno e o prolongamento da Avenida Leste-Oeste até Senador Canedo, está orçado em R$ 6,6 milhões e, segundo o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, engenheiro Dolzonan Mattos, “o Paço vai negociar com os feirantes como será a logística durante a obra, de modo que a Feira Hippie possa ter o menor impacto possível”. Entretanto, os feirantes rebatem, dizendo que ainda não houve qualquer contato.

Divino Pereira, feirante há 15 anos e que estava presente na audiência pública, expôs sua preocupação e medo de ser retirado da Praça. “Já tem 15 anos que meu sustento é a feira hippie, acho que o prefeito quer tirar a gente de lá, para ter uma Praça do Trabalhador bonita”, conta.

Divino ainda diz que a Prefeitura não se pronunciou sobre o lugar para onde os feirantes serão transferidos – e se haverá essa transferência. “A gente não tem pra onde ir, tem várias famílias que dependem da feira”, expõe.

Para o deputado Humberto Aidar, os trabalhadores da feira precisam ser esclarecidos. “Segundo recadastramento recente, são mais de cinco mil famílias que estão sem saber o que vai acontecer. Então, nós convidamos todas as partes, a começar pelo prefeito, e todas as secretarias para dizer ao feirante que tamanho é esse projeto. Queremos esclarecer se as bancas vão ocupar que espaço, se isso será feito por módulos, ou se eles querem transferir para outro local”, declara em entrevista à imprensa da Assembleia Legislativa, se referindo à audiência pública promovida.

A reportagem do Dia Online tentou contato com o Paço Municipal para ter um posicionamento sobre o assunto, mas até o fechamento desta matéria, não obteve retorno.

A Feira Hippie em Goiânia

Surgida ainda na década de 1960, a Feira Hippie contempla mais de 6 mil barracas e conta com quase 100 mil trabalhadores.

A maior feira ao ar livre da América Latina tem até uma rádio comunitária, denominada: “Hippie”, que presta serviço de utilidade pública anunciando desde documentos perdidos a crianças desaparecidas. Além disso, são anunciados promoções e sorteios.

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Entretenimento

Isis Valverde dá à luz primeiro filho, Rael

O bebê ganhou o nome de Rael.
20/11/2018, 09h09

Isis Valverde tem, enfim, o pequeno Rael nos braços. O menino, fruto de seu relacionamento com André Resende, nasceu nesta segunda-feira, 19.

Rael, nome que tem significados como “arcanjo do Sol”, “guerreiro de Deus” e “filho divino legítimo”, nasceu às 18h49, com 3,380 quilos e 51 centímetros. A atriz deu à luz em uma maternidade da zona sul do Rio de Janeiro.

A gravidez foi anunciada em abril deste ano. Ela usou uma foto de seu cachorrinho ao lado de uma placa com a frase “Mamãe vai me dar um humano” para revelar a novidade.

Dois meses depois, Isis se casou com Resende em uma cerimônia em um sítio em Guaratiba, no Rio de Janeiro. Na ocasião, ela usou um vestido bordado à mão que demorou três meses para ficar pronto.

No Instagram Stories, a atriz compartilhou mensagens de pessoas que a parabenizaram pela chegada do pequeno Rael.

Imagens: ig 

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