Goiás

Homem é morto a tiros na frente da esposa, em Goiânia

Ricardo se colocou na frente da esposa para que ela não fosse morta.
14/11/2018, 08h57

Um homem identificado como Ricardo de Campos Moreira, de 29 anos, foi morto a tiros dentro de casa ao lado da esposa na madrugada desta quarta-feira (14/11), na Rua Sp 16, no Setor Perim, em Goiânia.

O caso foi registrado pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) que informou ao Portal Dia Online que a ocorrência foi registrada às 12h54 desta madrugada. A PC informou que a dupla entrou na casa por um portão lateral, em seguida arrombou a porta da cozinha e chegaram ao quarto do casal exigindo a chave do carro. Os homens atiraram quatro vezes contra a vítima.

Os peritos que estiveram na casa, relataram que pela movimentação, os suspeitos conheciam bem a casa. No relato, a esposa de Ricardo, que não teve o nome divulgado, disse não ter visto os suspeitos e que o marido antes de morrer, se colocou na frente dela, para que não fosse morta.

A polícia informou que Ricardo tinha passagens pela polícia pelo crime de roubo e que tinha ganhado a liberdade há poucos dias.

Pm fez busca na região e encontrou suspeito

Segundo as informações divulgadas, a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) fez uma busca por presos do regime semiaberto, monitorados pela tornozeleira eletrônica, que estiveram na região. Durante às buscas, a PM descobriu um preso do regime semiaberto, esteve no setor em duas oportunidades e foi levado para ser ouvido pelo delegado plantonista da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH).

Assim como a vítima, Genilson cumpre pena pelos crimes de roubo e foi preso como suspeito de ter participado da morte de Ricardo, durante a madrugada de hoje. A polícia afirmou que não há informações sobre a motivação do crime e que nada foi levado da casa do casal.

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Brasil

Número de blocos para o carnaval de SP aumenta 20%

O evento deste ano reuniu cerca de 8 milhões de foliões na capital paulista.
14/11/2018, 09h07

O número de blocos inscritos para o carnaval de rua de São Paulo aumentou 20% em relação a 2017, segundo a Prefeitura da capital. De 2 a 19 de outubro, 538 agremiações apresentaram propostas de desfiles. O município está prevendo a presença de até 10 milhões de pessoas no carnaval do ano que vem.

O evento deste ano reuniu cerca de 8 milhões de foliões na capital paulista. Por recomendação do Ministério Público, a Avenida 23 de maio, que foi usada como local para grandes desfiles, não será mais utilizada para isso em 2019. O uso da Avenida Faria Lima, em Pinheiros terá o planejamento revisto.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: virgula 

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Economia

Oi tem prejuízo líquido de R$ 1,336 bi no 3º trimestre (70 vezes maior em 1 ano)

O maior prejuízo da Oi está relacionada à oscilação cambial.
14/11/2018, 09h12

A operadora Oi, que está em recuperação judicial, fechou o terceiro trimestre de 2018 com prejuízo líquido consolidado, atribuído aos acionistas controladores, de R$ 1,336 bilhão. A perda é 70 vezes maior do que a registrada no mesmo trimestre de 2017, quando a companhia teve prejuízo de R$ 19 milhões.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de rotina atingiu R$ 1,459 bilhão, queda de 9,1% na comparação anual. A margem do Ebitda de rotina encolheu 0,3 ponto porcentual, para 26,6%. A receita líquida foi a R$ 5,481 bilhões no terceiro trimestre, baixa de 8,1%.

A maior parte do salto no prejuízo da Oi está relacionada à oscilação cambial. A operadora apresentou um resultado financeiro líquido consolidado negativo de R$ 1,455 bilhão no terceiro trimestre de 2018, ante um resultado positivo de R$ 17 milhões no mesmo período de 2017.

Segundo explicou a companhia, há cerca de um ano o real havia apresentado valorização frente ao dólar e ao euro, impactando positivamente as dívidas denominadas nas duas moedas. Como consequência, a tele apurou uma receita financeira de R$ 857 milhões no terceiro trimestre de 2017, contribuindo para melhorar o balanço daquele período, o que não aconteceu neste ano.

Imagens: Olhar Digital 

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Política

Portaria do gabinete de transição define coordenadores de cada grupo de trabalho

Onyx Lorenzoni é quem define os coordenadores de cada grupo temático de trabalho da transição.
14/11/2018, 09h32

O Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, (14/11), traz a publicação de portarias do ministro de Estado Extraordinário, o coordenador do gabinete de transição governamental, Onyx Lorenzoni, que define os coordenadores de cada grupo temático de trabalho da transição.

O general Augusto Heleno recebeu como atribuição coordenar o grupo técnico de Defesa do gabinete de transição governamental. O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, está sendo designado para coordenação do grupo técnico de Economia e Comércio Exterior.

O astronauta Marcos Pontes, confirmado para o ministério de Ciência e Tecnologia, vai coordenar o grupo técnico de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do gabinete de transição.

Caberá a Gustavo Bebianno a coordenação do grupo de Modernização do Estado e também a função de secretário-geral do gabinete de transição governamental.

Arthur Bragança de Vasconcellos Weintraub fica com a coordenação do grupo técnico de Saúde, Previdência e Desenvolvimento Social. A coordenação do grupo de Desenvolvimento Regional ficará com Gulliem Charles Bezerra Lemos.

Antônio Thomaz Lessa Garcia Junior será coordenador de administração da secretaria-geral do gabinete de transição. Luiz Henrique dos Santos Machado terá a função de secretário-executivo adjunto do conselho de transição.

Para a função de coordenador de cerimonial da secretaria-geral do gabinete de transição foi designado Paulo Uchoa Ribeiro Filho. Rafael Moya Fernandes Lopes será coordenador de gestão interna.

Imagens: UOL 

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Goiás

Ricardo Eletro não paga aluguel e é despejada pelo Buriti Shopping

Segundo advogados do Buriti, a loja não deu qualquer satisfação sobre a falta de pagamento.
14/11/2018, 10h16

A rede Ricardo Eletro não pagou aluguéis no Buriti Shopping, em Aparecida de Goiânia e o juiz J. Leal de Sousa, da 1ª Vara Cível de Aparecida de Goiânia, determinou o despejo da loja.

Os advogados do shopping, Leonardo Honorato e Carlos Márcio Macedo, informam que a loja deixou de cumprir suas obrigações contratuais sem dar qualquer satisfação, o que justifica o despejo.

De acordo com os advogados, as empresas firmaram contrato de locação para fins comerciais, pelo prazo de 60 meses, iniciando em junho de 2014. A Ricardo Eletro, contudo, deixou de pagar os aluguéis e ainda se recusou a devolver o imóvel. Durante a ação, a loja entrou em recuperação extrajudicial e solicitou a suspensão do despejo.

Foi noticiado que o juízo concursal proferiu decisão suspendendo todas as ações de despejo em andamento. Isso porque foi deferida tutela de urgência nos autos da recuperação extrajudicial, suspendendo, pelo prazo de 180 dias úteis, ações e execuções contra a empresa, inclusive pedidos de despejo e falência em andamento.

O shopping center impugnou tais argumentos e pontuou que tal decisão é inválida, já que foi dada por juízo incompetente, sendo o juízo da 1ª Vara Cível de Aparecida de Goiânia o único competente para decidir sobre uma suspensão ou não do feito.

“O tema possui entendimento bastante solidificado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), inclusive já foi objeto de Conflito de Competência suscitado pela própria Ricardo Eletro, no qual se afastou o processo de Despejo do Juízo Recuperacional”, pontua Honorato.

Em sua decisão, o juiz J. Leal de Sousa ressaltou que o advento de recuperação do locatário não tem o condão de suspender ação de despejo promovida pelo locador por falta de pagamento de créditos, em respeito do direito de propriedade.

“Assim, indubitavelmente, permanece a competência deste juízo para o pedido de despejo; não para cobrança de prestações anteriores ao pedido de recuperação”, finalizou.

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