Goiás

Ciclista morre atropelado na BR-153 em Goiás

Falta de iluminação e ausência de lombadas eletrônicas podem ter contribuído para o acidente em que o ciclista morreu.
18/10/2018, 09h32

Um senhor de 58 anos que não teve o nome divulgado morreu atropelado por um caminhão na noite da última quarta-feira (17/10) quando voltava do trabalho no KM 107 da BR-153, próximo a cidade de Santa Tereza de Goiás que fica a 398 quilômetros de Goiânia.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou ao Portal Dia Online que o homem voltava do trabalho de bicicleta quando foi atropelado. Segundo a PRF, testemunhas contaram que no momento do acidente, o senhor estava na frente de um ônibus e que depois que o veículo passou, o ciclista tentou entrar na pista, mas não viu o caminhão que vinha atrás do ônibus e foi atingido pelo veículo.

Falta de iluminação e de lombadas eletrônicas podem ter causado a morte do ciclista

Ciclista morre atropelado na BR-153 em Goiás
Foto: Divulgação/PRF

Ainda de acordo com a polícia, o acidente que terminou com a morte do ciclista pode estar ligado a falta de iluminação na rodovia e a ausência de lombadas eletrônicas no local, retiradas por causa do vencimento do contrato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O senhor chegou ser atendido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Outros casos de ciclistas atropelados em rodovias de Goiás

No mês de janeiro de 2018 um outro ciclista morreu atropelado na BR-153 no perímetro urbano de Anápolis, cidade que fica a 55 quilômetros de Goiânia. No momento em que foi atingido pelo carro o senhor tentava atravessar a rodovia empurrando a bicicleta.

Em abril deste ano Carlos Oliveira Souza, de 61 anos, andava pela Rodovia dos Romeiros GO-060 sentindo Goiânia/Trindade quando foi atingido por um carro. O motorista do veículo chegou a prestar socorro e pediu para Carlos ficar no acostamento enquanto fazia uma ligação, no momento o senhor se levantou e foi atropelado por um outro veículo que não foi identificado.

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Economia

PIS para nascidos em outubro começa a ser pago hoje

De acordo com o calendário, os indivíduos nascidos em outubro tem até o dia 28 de junho de 2019 para sacar o abono do PIS.

Por Ton Paulo
18/10/2018, 10h12

O pagamento do abono salarial do Programa de Integração Social, o PIS, para aqueles que nasceram no mês de outubro começa nesta quinta-feira (18/10). Os valores variam de R$ 80 a R$ 954 reais, conforme o tempo de trabalho ao longo do ano passado.

Os titulares de conta individual na Caixa com saldo acima de R$ 1,00 e com movimentação na conta receberam o crédito automático antecipado nessa terça-feira (16/10).

O pagamento começou no mês de julho, com os nascidos naquele mês. Os recursos de todos beneficiários ficam disponíveis até 28 de junho de 2019.

Estão disponíveis R$ 1.385.455.512,00 para 1.894.404 trabalhadores nascidos em outubro. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo CAIXA Trabalhador, no site da CAIXA ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207.

O abono do PIS

O PIS é uma contribuição tributária de caráter social, que tem por objetivo financiar o pagamento do seguro-desemprego, abono e participação na receita dos órgãos e entidades, tanto para os trabalhadores de empresas públicas, como privadas.

O abono salarial foi instituído através de lei complementar que era destinado ao trabalhadores de empresas privadas que eram administrados pela Consolidação das Leis do Trabalho. O PIS é administrado pelo Ministério da Fazenda e pago pela Caixa Econômica Federal.

Ele tem muitas semelhanças com o COFINS, sendo que uma delas é que existem dois regimes: um cumulativo e um não cumulativo.  No regime cumulativo as alíquotas são de 0,65%, enquanto no não cumulativo são de 1,65%.

Confira o calendário para o pagamento do PIS de 2018 e 2019

Nascidos em:                   Recebem a partir de:             Recebem até:

Julho                                  26/07/2018                            28/06/2019

Agosto                                16/08/2018                            28/06/2019

Setembro                           13/09/2018                            28/06/2019

Outubro                             18/10/2018                             28/06/2019

Novembro                         20/11/2018                             28/06/2019

Dezembro                         13/12/2018                             28/06/2019

Janeiro                              17/01/2019                             28/06/2019

Fevereiro                          17/01/2019                             28/06/2019

Março                                21/02/2019                            28/06/2019

Abril                                  21/02/2019                             28/06/2019

Maio                                 14/03/2019                              28/06/2019

Junho                               14/03/2019                             28/06/2019

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Goiás

Goiás tem 10 empregadores na lista nacional de trabalho escravo

A lista do Ministério do Trabalho traz 208 empregadores que foram flagrados pela Justiça submetendo seus empregados a condições análogas à de escravo.

Por Ton Paulo
18/10/2018, 11h39

De clubes de futebol a fazendas, o Estado de Goiás tem um total de 10 empregadores, até o momento, na lista do Ministério do Trabalho de nomes que submeteram trabalhadores a condições análogas à da escravidão. A lista de trabalho escravo, que foi inicialmente publicada em novembro de 2016, teve sua última atualização divulgada pelo Ministério na terça-feira (16/10).

O Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à de escravo, da Portaria Interministerial nº 4 de 11 de maio de 2016, traz 208 nomes de empresas físicas e jurídicas ao redor do país que foram autuados pelo Ministério do Trabalho por imporem situações degradantes, exaustivas e que ferem a dignidade humana a seus empregados.

De acordo com o Ministério do Trabalho, considera-se trabalho realizado em condição análoga à de escravo a que resulte das seguintes situações, quer em conjunto, quer isoladamente:

  • a submissão de trabalhador a trabalhos forçados;
  • a submissão de trabalhador a jornada exaustiva;
  • a sujeição de trabalhador a condições degradantes de trabalho;
  • a restrição da locomoção do trabalhador, seja em razão de dívida contraída, seja por meio do cerceamento do uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador, ou por qualquer outro meio com o fim de retê-lo no local de trabalho;
  • a vigilância ostensiva no local de trabalho por parte do empregador ou seu preposto, com o fim de retê-lo no local de trabalho; a posse de documentos ou objetos pessoais do trabalhador, por parte do empregador ou seu preposto, com o fim de retê-lo no local de trabalho.

Na lista, Goiás surge com 10 nomes que foram pegos pela fiscalização por submeterem seus trabalhadores a essas condições. De fazendas a clubes de futebol, confira abaixo quem figura na “lista suja” do Ministério do Trabalho:

Estabelecimento                                                        Município                                  Trabalhadores

Fazenda Bagre                                                                 Caldas Novas                                  3

Alex Teixeira de Oliveira Santos (Pessoa física)       Aparecida de Goiânia                     11

Comfibra Cotton                                                             Mineiros                                          52

Sítio Vilaça                                                                        Minaçu                                             1

Obra Minha Casa Minha Vida/JB Construções        Aparecida de Goiânia                     20

Fazenda São Domingos                                                  Paraúna                                           9

Fazenda Paraíso                                                               Rio Verde                                        7

Fazenda Moreira                                                              Mundo Novo                                  10

Fazenda Curralinho                                                         Jaraguá                                            11

Santa Bárbara Futebol Clube                                         Santa Bárbara                               29

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Goiás

IEL promove ação com mais de 600 vagas de estágio em Goiás

Cursos como Administração e Educação Física são os com maior números de oportunidades.
18/10/2018, 11h47

O Instituto Evaldo Loudi (IEL Goiás) promove na próxima sexta e sábado (19 e 20) a 5ª edição do IEL em ação com mais de 600 vagas de estágio disponíveis para estudantes do Ensino Médio, Técnico e Superior. O projeto dessa vez será feito em parceira com  o Portal Sul Shopping, perto do terminal Garavelo, em Goiânia.

Durante o evento, os estudantes que buscam uma oportunidade de emprego, poderão se cadastrar a diversas vagas de estágio, no programa jovem aprendiz e de empregos em empresas parceiras do IEL de forma gratuita.

O Instituto também vai proporcionar aos candidatos capacitação profissional por meio de palestras com especialistas, que vão ensinar aos estudantes como construir o currículo, dar dicas para o momento da entrevista de emprego e sobre a importância de traçar objetivos para a vida e carreira profissional.

As palestras trarão também noções e tendências do mercado de trabalho atual. Os estudantes que quiserem participar das palestras devem se cadastrar pelo site www.ielgo.com.br/estagio até às 17h desta quinta-feira (18/10).

Vagas de estágio para vários cursos

O IEL também fará durante o evento sorteio de brindes e vai oferecer vagas de estágio e aprendizado para  estudantes do Ensino Médio, Técnico e Superior. Além destas vagas, o Instituto também vai oferecer vagas de emprego em dez grandes empresas da cidade de Goiânia.

Segundo as informações divulgadas pelo IEL, os cursos de Administração, Ciência Contábeis, Ensino Médio, Gestão Executiva, Pedagogia, Direito, Gestão Comercial, Ciência da Computação, Publicidade e Propaganda e Educação Física são os que possuem maior número de vagas disponíveis. O IEL afirmou que no evento também possui vagas para outras áreas.

Confira a programação das palestras

As palestras são gratuitas e requerem inscrição antecipada

Sexta-feira (5/10)

14h30 – Construção de Currículos e Dicas para Seleção

16h30 – Projeto de Vida, Carreira e Empregabilidade

Sábado (6/10)

14h30 – Construção de Currículos e Dicas para Seleção

16h30 – Projeto de Vida, Carreira e Empregabilidade

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Economia

Pagamento do 13º salário injeta R$ 211,2 bilhões na economia

O valor representa 3% do PIB.
18/10/2018, 12h19

O pagamento do 13º salário vai injetar R$ 211,2 bilhões na economia brasileira até dezembro. O valor representa cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, beneficiando cerca de 84,5 milhões de trabalhadores do mercado formal, inclusive aposentados, pensionistas e empregados domésticos.

As estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam um rendimento adicional de R$ 2.320,00, com fonte na relação anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Os trabalhadores do mercado formal representam 48,7 milhões, ou 57,6% do total beneficiados pelo pagamento do 13º salário. Os empregados domésticos são 1,8 milhão, ou 2,2% do total. Os aposentados e pensionistas representam 34,8 milhões, ou 41,2% do total. Dos R$ 211,2 bilhões pagos, os empregados do mercado formal ficarão com 66%, ou R$ 139,4 bilhões. Os aposentados e pensionistas receberão R$ 71,8 bilhões, ou 34%.

Regiões

Os estados da região Sudeste ficarão com 49,1% do pagamento do 13º salário, seguido pelos estados do sul com 16,6%, Nordeste com 16%, Centro-oeste com 8,9% e Norte com 4,7%. O beneficiário com o maior valor médio (R$ 4.278,00) será pago no Distrito Federal e o menor no Maranhão (R$ 1.560,00) e Piauí (R$ 1.585,00).

A maior parcela que será paga aos assalariados do setor de serviços (incluindo administração pública), que receberão R$ 137,1 bilhões, ou 64,1% do total destinado ao mercado formal. Os empregados da indústria receberão 17,4%, os comerciários 13,3%, enquanto que os da construção civil ficarão com 3,1% e da agropecuária com 2,1%. O valor médio do 13º salário do setor formal ficará em R$ 2.927,21, sendo que a maior média será paga aos trabalhadores do setor de serviços com valor de R$ 3.338,81 e o menor para os trabalhadores do setor primário da economia, com R$ 1.794,86.

A economia paulista receberá cerca de R$ 60,7 bilhões, ou 28,8% do total do Brasil. Os beneficiados são estimados em 21,6 milhões, equivalente a 25,6% do total.

Confira quem tem direito ao 13º salário

Por lei, tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade. No caso de auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do abono anual será proporcional ao período recebido.

Aqueles que recebem benefícios assistenciais (Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – BPC/LOAS e Renda Mensal Vitalícia – RMV) não têm direito ao abono anual.

Imagens: mix vale 

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