Goiás

Deputado Jean Carlo sofre acidente de carro em Goiás

O deputado Jean Carlo estava a caminho de uma reunião política quando o acidente ocorreu. Ele participou da reunião mesmo com a perna quebrada.

Por Ton Paulo
02/10/2018, 11h40

O deputado estadual goiano Jean Carlo, do PSDB, sofreu um acidente de carro na noite da última segunda-feira (1/10), a caminho da cidade de Silvânia, interior do Estado. De acordo com sua assessoria, Jean quebrou a perna e sofreu escoriações.

Segundo Elder Barbosa, assessor do deputado, Jean Carlo estava a caminho de uma reunião política no município de Silvânia, juntamente com seu motorista e assessor, Reginaldo Oliveira.

Já chegando em Silvânia, uma chuva forte estava caindo e Reginaldo, que conduzia o carro, não viu uma rotatória que estava logo à sua frente, justamente por não haver sinalização no local e pela pouco visibilidade causada pela chuva.

O carro com o deputado e o assessor acabou subindo na rotatória, batendo de  frente com uma árvore.

Pelas fotos, é possível ver o estado em que ficou o carro, com a frente destruída.

Ainda de acordo com Elder, mesmo com as escoriações e a dor na perna, que o deputado descobriu depois ter quebrado, ele seguiu para a reunião em Silvânia. Só após o final dela, o deputado voltou para Goiânia e procurou um hospital.

Apesar do susto, Jean Carlo e seu assessor, Reginaldo, passam bem.

Advogado, Jean Carlo foi eleito deputado em 2014

Desde 1995, quando entrou para a Faculdade de Direito, na Universidade Federal de Goiás (UFG), Jean trabalhou no departamento de Recursos Humanos (RH) e jurídico da empresa São Salvador Alimentos (SSA), dona da marca SuperFrango.

Deputado Jean Carlo sofre acidente de carro em Goiás

Já formado, foi presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Itaberaí na gestão 2010 e 2012.

Após a eleição do governador Marconi Perillo (PSDB) em 2010, Jean Carlo foi convidado a ingressar no governo e trabalhou de 2011 a 2014 na Goiás Fomento como Diretor de Operações. Lá, atuou em operações de crédito voltadas ao desenvolvimento econômico do Estado, por meio de liberações do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-­Oeste (FCO) e de outros créditos. Em abril de 2014, Jean Carlo deixou a Goiás Fomento para se candidatar ao cargo de deputado estadual, tendo êxito em outubro do mesmo ano.

Imagens: Diário da Manhã 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Política

Palocci delator diz que pré-sal provocou 'sonhos mirabolantes' em Lula

Ex-ministro ainda conta que o desenvolvimento do projeto tinha interesses sociais e corruptos.
02/10/2018, 13h16

Um trecho do primeiro depoimento da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma) trata do pré-sal. Segundo as declarações do ex-ministro à Polícia Federal, no âmbito da Operação Lava Jato, a descoberta das reservas de petróleo provocou “sonhos mirabolantes” no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Com a descoberta do pré-sal, o então presidente Lula começa a ter sonhos mirabolantes”, contou.

“O país começava a sofrer com o efeito antecipado da chamada ‘maldição do petróleo’, um termo utilizado na economia; que os próprios diretores da Petrobras começavam a celebrar novos contratos, os partidos políticos começavam a formatar seus planos lícitos e ilícitos, o governo vislumbrava um país riquíssimo e com a real possibilidade de eleger seu programa quatro ou cinco vezes, e empresários ansiosos para ganhar dinheiro com o pré-sal.”

Pré-sal: interesse social e corrupto

De acordo com o delator, após a descoberta do pré-sal, lançou-se a “ideia de nacionalização do projeto” da reserva. Palocci declarou que isso se deu “pelo aspecto social, de geração de empregos e desenvolvimento nacional, e objetivo, para atendimento dos interesses das empreiteiras nacionais, as quais tinham ótimo relacionamento com o governo”.

“Seria muito mais fácil discutir com a OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa contribuições para campanhas eleitorais do que se tentar discutir os mesmos assuntos com empresas estrangeiras”, disse. “Havia, assim, um interesse social e um interesse corrupto com a nacionalização e desenvolvimento do projeto do pré-sal.”

Parte da delação de Palocci foi tornada pública nesta segunda-feira, dia 1º, pelo juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. Moro anotou que não vê “riscos às investigações”. Palocci está preso desde setembro de 2016, quando foi pego na Operação Omertà, desdobramento da Lava Jato. Moro o condenou em uma primeira ação penal a 12 anos e dois meses de reclusão.

O termo número 1 de colaboração do ex-ministro foi anexado à mesma ação penal em que ele confessou crimes pela primeira vez. O processo se refere a supostas propinas de R$ 12,5 milhões da Odebrecht ao ex-presidente por meio da aquisição de um apartamento em São Bernardo do Campo (SP) e de um terreno onde supostamente seria sediado o Instituto Lula, que teria sido bancado pela empreiteira.

Lula está preso em Curitiba desde abril. O petista foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso tríplex.

Defesas

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, divulgou a seguinte nota: “a conduta adotada hoje pelo juiz Sérgio Moro na Ação Penal nº 5063130-17.2016.4.04.7000 apenas reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente Lula”.

“Moro juntou ao processo, por iniciativa própria (“de ofício”), depoimento prestado pelo Sr. Antônio Palocci na condição de delator com o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados, até porque o próprio juiz reconhece que não poderá levar tal depoimento em consideração no julgamento da ação penal”.

“Soma-se a isso o fato de que a delação foi recusada pelo Ministério Público. Além disso, a hipótese acusatória foi destruída pelas provas constituídas nos autos, inclusive por laudos periciais”.

“Palocci, por seu turno, mentiu mais uma vez, sem apresentar nenhuma prova, sobre Lula para obter generosos benefícios que vão da redução substancial de sua pena – 2/3 com a possibilidade de ‘perdão judicial’ – e da manutenção de parte substancial dos valores encontrados em suas contas bancárias”, finaliza o advogado.

A ex-presidente Dilma Rousseff também se manifestou com a seguinte nota, reproduzida na íntegra abaixo:

“As velhas mentiras de Palocci e o novo factoide eleitoral

Dilma rechaça vazamento da ‘delação implorada’ e diz que só ex-ministro pode dizer onde estão R$ 1 bilhão

1. Embora tenham sido feitas há quase sete meses, e rejeitadas pelo Ministério Público Federal da Operação Lava a Jato, as delações sem provas do senhor Antônio Palocci foram surpreendentemente acolhidas pelo juiz federal da 13ª Vara de Curitiba, nesta segunda, e amplamente divulgadas pela mídia, há exatos seis dias da eleição presidencial.

2. Dadas em abril deste ano, as declarações do senhor Palocci tentam incriminar Lula, Dilma e outros dirigentes do PT, para obter o prêmio da liberdade, da redução da pena e da posse de recursos os quais é acusado de ter acumulado ilegalmente.

3. O desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF-4, já havia sentenciado, em 21 de junho deste ano, que “não cabe neste momento inicial o exame detido do conteúdo das declarações prestadas” por Palocci. “Tampouco o momento da homologação é adequado para aferir a idoneidade dos depoimentos dos colaboradores”.

3. Com isso, o desembargador suspendeu a tramitação do termo de colaboração por três meses, para que Palocci apresentasse “à autoridade policial elementos probatórios mínimos de suas alegações”. O que ele não fez.

4. É estarrecedor, portanto, que uma delação não aceita pelo Ministério Público, e suspensa por um juiz de segunda instância, seja acolhida e tenha tido seu sigilo quebrado por um juiz de primeira instância. Sobretudo, neste momento em que o povo brasileiro se prepara para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

5. Em sua terceira tentativa de delação “implorada”, o senhor Palocci inventa que as duas campanhas de Dilma à Presidência teriam arrecadado R$ 1,4 bilhão. Trata-se de um valor absolutamente falso. Apenas a hipótese de recursos tão vultosos não terem sido detectados evidencia o desespero de quem quer salvar a própria pele.

6. Tal afirmação, pela leviandade e oportunismo delirantes, só permite uma conclusão: que o senhor Palocci saiba onde se encontra R$ 1 bilhão, já que o valor declarado e aprovado pelo TSE, é cerca de um terço disso.

7. O que fica evidente é que a negociação feita por essa delação implica que o senhor Palocci, depois de pagar R$ 37,5 milhões, poderá “requerer ou representar ao juiz pela concessão de perdão judicial”, tenha reduzida “em até 2/3 (dois terços) da pena privativa de liberdade e/ou sua substituição por restritiva de direitos” ou, ainda, “a suspensão do processo e do prazo prescricional”.

Imagens: Exame.com 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

PM encontra R$ 1 milhão em táxi que seria para campanha em Goiás

Os policiais militares prenderam duas pessoas que estavam dentro do carro.
02/10/2018, 13h23

Um carro com mais de R$ 1 milhão foi barrado pela Polícia Militar Rodoviária, na TO-050, saída para Porto Nacional. A Polícia desconfia que o dinheiro viria para abastecer eleição em Goiás. O caso foi registrado na manhã desta terça-feira (2/9). A Polícia Militar informou que os militares fizeram buscas e encontraram o dinheiro dentro de malas.

Segundo a Polícia Miliar, os suspeitos que estavam no carro, não conseguiram explicar de onde vinha a quantia.

Veja vídeo de apreensão:

Destino de Goiás?

Os policiais militares, mesmo assim, não têm dúvidas: a partir de informações que levantaram, é possível suspeitar que o dinheiro seria utilizado para campanha eleitoral, ou seja, flagrante crime eleitoral. A PM tocantinense acredita, ainda, que o dinheiro teria como destino políticos em Goiás.

“Durante abordagem de rotina, o batalhão rodoviário de divisas abordou um veículo conduzido por um taxista. Durante uma abordagem, verificou-se que havia uma grande quantia de dinheiro em espécie sendo transportada pelos passageiros. Após verifiação preliminar, como os responsáveis não conseguiram demonstrar a origem ilícita, nós encaminhamos à PF para fazer levantamento, uma vez que verificou-se que poderia haver algum vínculo eleitoral desse recurso”, explicou o major João Pedro ao G1 Tocantins.

Os policiais militares prenderam duas pessoas que estavam dentro do carro. A dupla foi levada para a sede da Polícia Federal (PF), em Palmas, onde vão ser ouvidos e terão de explicar onde buscaram o dinheiro e para onde levariam.

Em menos de 24 horas, essa foi a segunda apreensão de uma quantia alta em dinheiro. Na segunda-feira (1º/9), policiais civis encontraram R$500 mil com Luís Olinto, irmão de deputado estadual Olyntho Neto (PSDB0, em Araguaína.

Os dois passageiros são do Estado de Goiás e estavam apenas passando por Palmas. Os policiais desconfiam que o caso pode se tratar de crime eleitoral, com envolvimento de políticos dos estados de Goiás e do Pará que pleiteam vagas nas eleições 2018.

O comandante também revelou que uma aeronave em Palmas aguardava os suspeitos e o piloto foi detido para dar mais explicações, já que ainda não há informações do destino desse dinheiro.

Via: G1 
Imagens: G1 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Política

Saiba qual é a diferença entre votos brancos e nulos

Esses votos não são contabilizados no resultado das eleições.
02/10/2018, 13h50

Apesar do comparecimento a um local de votação nas eleições ou justificativa de ausência ser obrigatório no Brasil, o eleitor é livre para escolher ou não um candidato, já que tem opção de votar em branco ou nulo.

De acordo com o professor especialista em direito eleitoral Daniel Falcão, votos nulos, assim como os brancos, não são computados como válidos e não são contabilizados em um resultado eleitoral. Portanto, não causam o cancelamento de um pleito.

Para defensores da campanha do voto nulo, o Artigo 224 do Código Eleitoral prevê a necessidade de marcação de nova eleição se a nulidade atingir mais de metade dos votos do país. Segundo Falcão, o grande equívoco dessa teoria está no que se identifica como “nulidade”.

“A nulidade a que se refere o Código Eleitoral decorre de outra situação. A constatação de fraude nas eleições, como, por exemplo, eventual cassação de candidato eleito condenado por compra de votos. Nesse caso, se o candidato cassado obteve mais da metade dos votos, será necessária a realização de novas eleições.” Outro caso é a opção pelo voto em branco ou nulo. “ Se em uma localidade com 2 mil votos, 1.999 fossem brancos ou nulos, o único voto válido elegeria quem o recebeu”, exemplificou.

Votos brancos e nulos

O eleitor vota nulo quando digita na urna eletrônica um número que não pertence a nenhum candidato e aperta o botão “confirma”. O voto em branco é registrado quando o eleitor pressiona o botão “branco” e em seguida a tecla verde para confirmar.

O professor Daniel Falcão também alerta que, uma vez confirmado, o voto é contabilizado. “Há casos em que o eleitor vota no primeiro cargo, no caso, deputado federal, confirma e não vota para os demais cargos, abandona a votação. Nessas situações o voto confirmado, mesmo que apenas em um cargo, é contado”, lembra, ao desmentir notícias falsas de que, nesses casos, todos os votos são anulados.

Antes de decidir como vai votar, o eleitor também precisa saber que, ao contrário do que têm sido propagado em redes sociais, votos brancos não são direcionados para o candidato que está à frente na votação. Este mito surgiu com o antigo Código Eleitoral de 1965, que determinava que os brancos contassem para o quociente eleitoral. Isso fazia com que o quociente fosse mais alto, dificultando que legendas partidárias de menor expressão alcançassem o índice. A regra caiu com o código aprovado em 1997.

Abstenções

Segundo o professor Daniel Falcão, a abstenção na votação, mesmo em números elevados, não provoca a realização de uma nova eleição. Nesses casos, os eleitores que não compareceram para votar apenas perdem a oportunidade de escolher seus representantes e manifestam o seu descontentamento.

No próximo domingo (7), os eleitores brasileiros votarão em seis candidatos. A primeira opção na urna será para deputado federal, seguida de deputado estadual ou distrital, senador 1, senador 2, governador e, por último, presidente da República.

Imagens: Agência Brasil 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Confira as zonas eleitorais de Goiânia e esclareça suas dúvidas

Confira quais são as zonas eleitorais de Goiânia e ainda tire dúvidas sobre o que é a seção eleitoral e o local de votação.
02/10/2018, 14h28

Conforme o tempo passa, mais próximos ficamos do dia de eleger nossos representantes. O primeiro turno das eleições 2018 acontecerá no dia 7 de outubro (próximo domingo), onde a população deverá votar para os cargos de deputado federal e estadual, senador, governador e Presidente da República. Mas com a proximidade do dia, também surgem algumas dúvidas, como: “quais são as zonas eleitorais de Goiânia?”, “onde eu voto?”, “quais documentos preciso levar?”.

Para tirar suas dúvidas e te ajudar a não se perder na hora de votar, separamos abaixo uma lista com todas as zonas eleitorais de Goiânia. Tratam-se de regiões geográficas dotadas de um Cartório Eleitoral responsável pelos eleitores que residem naquele local.

Para atualizar ou fazer a transferência de seu Título de Eleitor por exemplo, é preciso comparecer no cartório da sua zona correspondente. A partir daí, o objetivo é melhorar o funcionamento da Justiça Eleitoral em todo o país.

Diferença entre zona eleitoral, local de votação e seção eleitoral

Para sanar dúvidas e evitar confusões sobre o tema, entenda melhor qual a diferença entre os termos:

Zona eleitoral: é apenas uma região geográfica, conforme citamos anteriormente;

Local de Votação: são os edifícios onde as pessoas precisam ir para registrarem seus votos, a exemplo de escolas, universidades e postos de saúde.

Seção Eleitoral: é a unidade de votação na qual cada eleitor está vinculado. Por exemplo, se você vota em uma escola, é provável que cada sala se transforme em uma seção eleitoral, composta por uma mesa receptora de voto (MRV), onde ficam os mesários e a urna eletrônica.

Confira agora as zonas eleitorais de Goiânia:

Zona Eleitoral: 1

  • Endereço: AV. T-7 ESQ. C/ AV. MUTIRÃO N. 371 SALA 401 ED. LOURENÇO OFFICE
  • Bairro: SETOR OESTE
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4336
  • Nº de Eleitores: 107405
  • Email: [email protected]

Zona Eleitoral: 2

  • Endereço: AV T-7 COM AV MUTIRÃO N 371 SL 402 ED. LOURENÇO OFFICE ST. OESTE
  • Bairro: SETOR OESTE
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4317
  • Nº de Eleitores: 111354
  • Email: [email protected]

Zona Eleitoral: 127

  • Endereço: AV. T-7, ESQ. COM AV. MUTIRÃO, N. 371, 4 ANDAR – SALA 404
  • Bairro: SETOR OESTE
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4318
  • Nº de Eleitores: 110321
  • E-mail: [email protected]

Zona Eleitoral: 133

  • Endereço: AVENIDA T-7, N 371, 4 ANDAR, EDIFÍCIO COMERCIAL LOURENÇO OFFICE
  • Bairro: SETOR MARISTA
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4316
  • Nº de Eleitores: 110596
  • E-mail: [email protected]

Zona Eleitoral: 134

  • Endereço: AV. T-7 C/ AV. MUTIRÃO, N.371, 4 ANDAR, SL. 406, ED. LOURENÇO OFFICE
  • Bairro: SETOR OESTE
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4323
  • Nº de Eleitores: 109985
  • E-mail: [email protected]

Zona Eleitoral: 135

  • Endereço: AV. T-7, C/ MUTIRÃO, N 371, QD.R-34, LT.1, 4 ANDAR, ED LOURENÇO OFFICE
  • Bairro: SETOR OESTE
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4314
  • Nº de Eleitores: 109830
  • Email: [email protected]

Zona Eleitoral: 136

  • Endereço: AV. T-7 ESQ. C/ AV. MUTIRÃO, N.371, SALA 408, ED. LOURENÇO OFFICE
  • Bairro: SETOR OESTE
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4309
  • Nº de Eleitores: 99833
  • E-mail: [email protected]

Zona Eleitoral: 146

  • Endereço: AV T-7 COM AV CASTELO BRANCO, NR 371 SALA 409 ED LOURENÇO OFFICE
  • Bairro: SETOR OESTE
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74140110
  • Telefone: (62) 3920-4321
  • Nº de Eleitores: 108907
  • E-mail: [email protected]

Zona Eleitoral: 147

  • Endereço: AV. T-7 ESQ. C/ AV. MUTIRÃO N. 371 SALA 410 ED. LOURENÇO OFFICE
  • Bairro: SETOR MARISTA
  • Município Sede: GOIÂNIA
  • CEP: 74003010
  • Telefone: (62) 3920-4307
  • Nº de Eleitores: 109248
  • E-mail: [email protected]

*Caso sua zona seja de outra cidade, é possível conferi-la a partir do site do TRE. Basta clicar aqui!

Via: TRE TRE GO 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.