Esportes

Com direito a recorde, Bottas supera Hamilton e crava a pole do GP da Rússia

29/09/2018, 11h10

No duelo interno da Mercedes, o finlandês Valtteri Bottas surpreendeu ao superar o inglês Lewis Hamilton e cravar, neste sábado, a pole do GP da Rússia da Fórmula 1, sua segunda nesta temporada. Bottas se beneficiou do fato de o companheiro de equipe, que iniciou o treino com ares de favoritismo, errar no final e abortar a última volta, e quebrou o recorde da pista, ao marcar 1min31s387 no Circuito de Sochi, onde tem bom retrospecto.

Pole pela segunda vez na temporada – havia largado na frente no GP da Áustria – e em busca de sua primeira vitória nesta temporada, o piloto da Mercedes foi 0s145 mais rápido que Hamilton, segundo colocado, para conquistar sua sexta pole na carreira.

A disputa pela primeira colocação no grid ficou para o final do Q3 entre os dois pilotos da Mercedes. Quando parecia que o inglês, que havia vindo melhorando os setores, chegaria novamente na frente, ele errou no segundo setor, teve de abortar a volta derradeira e acabou entrando nos boxes.

O desempenho confirma o potencial da Mercedes para o GP da Rússia. Afinal, a equipe venceu as quatro provas já realizadas pela Fórmula 1 em Sochi, sendo que Bottas triunfou no ano passado e o tetracampeão Hamilton foi o único a ganhar duas vezes, em 2014 e 2015.

No momento, Hamilton vem de quatro vitórias seguidas e lidera o Mundial de Pilotos, com 281 pontos, contra 241 do vice-líder Sebastian Vettel. Bottas é o quarto, com 171 pontos, logo atrás de Kimi Raikkonen, que soma três pontos a mais.

Decepção dos treinos pois sequer ameaçou a Mercedes, a Ferrari completou a segunda fila, com o tetracampeão Sebastian Vettel, vice-líder do Mundial de Pilotos, em terceiro, e Kimi Raikkonen em quarto. O alemão marcou 1min31s943 e o finlandês, 1min32s237.

Na quinta colocação aparece o dinamarquês Kevin Magnussen, da Haas, que completou o treino em 1min33s181. A Force India ficou com a sexta e oitava posições no grid, com o francês Esteban Ocon à frente do mexicano Sergio Peres. No sétimo lugar, entre eles, está o piloto monegasco Charles Leclerc, da Sauber, que foi contratado para ser o companheiro de Vettel na Ferrari a partir de 2019.

O francês Romain Grosjean, da Haas, largará em nono, e o sueco Marcus Ericsson, da Sauber, em décimo. O bicampeão Fernando Alonso, da McLaren que não competirá mais na Fórmula 1 no próximo ano, ficou partirá apenas da 17ª colocação.

A largada para a corrida em Sochi, a 16ª da temporada, está agendada para as 8h10 (horário de Brasília), deste domingo. Depois de disputada a corrida, vão restar cinco para a conclusão da temporada de 2018.

Confira o grid de largada para o GP da Rússia:

1º Valtteri Bottas (FIN/Mercedes), 1min31s387

2º Lewis Hamilton (ING/ Mercedes), 1min31s532

3º Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), 1min31s943

4º Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min32s237

5º Kevin Magnussen (DIN/Haas), 1min33s181

6º Esteban Ocon (FRA/Force India), 1min33s413

7º Charles Leclerc (MON/Sauber), 1min33s419

8º Sergio Perez (MEX/Force India), 1min33s563

9º Romain Grosjean (FRA/Haas), 1min33s784

10º Marcus Ericsson (SUE/Sauber), 1min35s196

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11º Max Verstappen (HOL/Red Bull), 1min33s048

12º Daniel Ricciardo (ITA/Red Bull), 1min33s247

13º Pierre Gasly (FRA/Toro Rosso), 1min34s383

14º Carlos Sainz (ESP/Renault), 1min34s626

15º Nico Hülkenberg (ALE/Renault), 1min34s655

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16º Brendon Hartley (NZL/Toro Rosso), 1min35s037

17º Fernando Alonso (ESP/McLaren), 1min35s504

18º Sergey Sirotkin (RUS/Williams), 1min35s612

19º Stoffel Vandoorne (BEL/McLaren), 1min35s977

20º Lance Stroll (CAN/Williams), 1min36s437

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Goiás

Idosa cai em golpe de estelionatárias e perde todo o dinheiro da aposentadoria em Anápolis

A idosa foi enganada por duas mulheres depois de recuperar a bolsa "perdida" de uma delas. Caso está sendo investigado.

Por Ton Paulo
29/09/2018, 11h42

Uma aposentada de 68 anos precisou procurar a Central de Flagrantes de Anápolis depois de cair no famoso golpe do “achadinho”. A idosa perdeu todo o seu salário para duas mulheres que se aproveitaram da idosa e aplicaram o estelionato.

De acordo com um jornal local, a idosa foi até o banco e sacou todo o dinheiro de sua aposentadoria. Na saída do banco, duas mulheres andavam em sua frente e uma delas deixou a bolsa cair.

Neste momento, a aposentada, de boa vontade, apanhou a bolsa e a devolveu para a mulher que havia deixado o objeto cair. A estelionatária demonstrou gratidão de maneira eufórica, e disse que a aposentada tinha salvado a vida dela, e que precisava agradecer de maneira correta.

Foi quando as mulheres prometeram que dariam R$100,00 reais e um kit de beleza para a vítima, bastava que ela fosse até uma loja buscar.

Quando chegou no falso salão de beleza, a primeira suspeita entrou e saiu com o dinheiro e os produtos, enquanto a segunda disse que era a vez da aposentada, mas que ela não poderia entrar com a bolsa.

A idosa então entregou a bolsa e entrou na loja. Quando percebeu que não havia nada lá, saiu novamente mas as criminosas já haviam fugido.

Além do dinheiro, estavam na bolsa também os documentos pessoais dela e dois celulares. Horas depois, as estelionatárias ainda utilizaram o cartão de crédito da vítima e realizaram diversas compras.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Outro aposentado também caiu em golpe em Anápolis este mês

Um outro aposentado, este de 57 anos, acabou perdendo perdeu R$ 1.500 reais após ser vítima de um golpe telefônico informando que ele tinha ganhando um prêmio. O idoso conta, a um jornal local, que o criminoso fingiu ser um funcionário de uma empresa telefônica e pediu seus dados bancários. Caso aconteceu no último dia 13, também em Anápolis.

O aposentado relata que foi informado pelo falso funcionário, por telefone, que tinha ganhado R$ 25 mil reais e um celular novo. Daí então, ainda segundo o idoso, pediram para que ele informasse os dados bancários, porque eles precisavam confirmar para que ele tivesse direito ao prêmio.

O idoso conta que passou os dados e quando fui olhar a conta, o seu dinheiro não estava mais lá.

O caso foi registrado na Polícia Civil. Na cidade, só nesse mês foram registrados 23 casos de estelionato, a maioria deles aplicados por telefone ou internet.

Via: Portal 6 G1 

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Goiás

Juiz de Goiás que disse que recolheria urnas para Exército fazer perícia tem afastamento decretado

Na visão da AGU, o juiz praticou atos que "destoam da conduta esperada de um magistrado".

Por Ton Paulo
29/09/2018, 13h07

O juiz federal de Goiás Eduardo Luiz Rocha Cubas teve seu afastamento por tempo indeterminado decretado na última sexta-feira (28/9), por suspeita de violação dos deveres funcionais. O afastamento foi determinado pelo corregedor do Conselho Nacional de Justiça, Humberto Martins.

De acordo com o processo, o magistrado informou ao Comando do Exército que mandaria recolher urnas eletrônicas para os militares fazerem perícia nos aparelhos.

O afastamento do juiz ainda ainda terá de ser analisado pelo plenário do CNJ, que se reunirá no próximo dia 9 de outubro.

Durante o afastamento, o juiz poderá receber o salário normalmente. Ele será alvo de um procedimento que, ao final, poderá resultar na aposentadoria compulsória de Rocha Cubas, mas com salário.

Juiz de Goiás aparece em vídeo ao lado do filho de Jair Bolsonaro questionando a segurança das urnas

Segundo o processo, a Advocacia Geral da União (AGU) informou que a consultoria jurídica do Comando do Exército avisou sobre uma ação popular em Formosa (GO), na qual o magistrado decidiu, em 10 de setembro, que o Comando do Exército deveria indicar um militar com patente de oficial para realizar teste de segurança nas urnas.

Ainda de acordo com o órgão, no dia 25 de setembro, o juiz apresentou informações sigilosas dizendo que notificaria oficialmente o exército na sexta-feira, 5 de outubro, sobre o recolhimento das urnas para perícia, para que não houvesse tempo de a decisão ser derrubada.

Na visão da AGU, o juiz praticou atos que “destoam da conduta esperada de um magistrado”. O magistrado havia se manifestado em vídeo na internet questionando a segurança das urnas ao lado do filho do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro.

Para a Advocacia Geral da União, “a conduta desvirtuada por parte de magistrados comporta apuração sob a esfera correcional, uma vez que, a partir da função de zelar pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura”.

O corregedor do CNJ, Humberto Martins entendeu que os fatos “denotam a prática de graves e reiterados atos de violação a deveres funcionais da magistratura”. Para o corregedor, o juiz tenta interferir na competência do Tribunal Superior Eleitoral.

A reportagem do Dia Online tenta entrar em contato com o magistrado.

Via: G1 

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Goiás

Vinte governadores vão disputar a reeleição em outubro

Somente cinco têm poucas chances de vitória, entre eles Zé Eliton, sobretudo após operação da PF que prendeu seu coordenador de campanha.
29/09/2018, 15h05

A maioria dos governadores dos 26 estados e do Distrito Federal vai disputar a reeleição neste ano. Dos 27 no exercício do cargo, 20 são candidatos a um novo mandato.

Destes somente cinco – Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Suely Campos (PP-RR), Robinson Farias (PSD-RN), Márcio França (PSB-SP) e Zé Eliton (PSDB-GO) – têm poucas chances de sucesso eleitoral, segundo indicam as pesquisas regionais de intenção de votos feitas pelo Ibope neste mês e registradas na Justiça Eleitoral.

No caso de Zé Eliton, a situação piorou depois da prisão no âmbito da Operação Cash Delivery de seu coordenador de campanha, Jayme Rincón, que foi presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop).

A Operação apura repasses ilícitos de mais de R$10 milhões para agentes públicos no Estado, em 2014, durante a gestão do padrinho político de Zé, Marconi Perillo (PSDB), ex-governador e candidato ao Senado Federal.

Na sexta-feira (28/9), foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e 5 de prisão temporária, expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal de Goiás, nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Pirenópolis e Aruanã, em Goiás, e em Campinas e São Paulo.

Os governadores Tião Viana (PT-AC), Paulo Hartung (MDB-ES), Simão Jatene (PSDB-PA), Ricardo Coutinho (PSB-PB) e Luiz Fernando Pezão (MDB-RJ), todos reeleitos em 2014, estão fora da disputa eleitoral este ano. Daniel Pereira (PSB-RO) e Eduardo Pinho Moreira (MDB-SC), vices no exercício do cargo em substituição aos eleitos em 2014, também não vão concorrer em outubro.

TSE teve 202 registros de políticos que querem ser governadores

Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste ano, foram pedidos 202 registros de candidaturas aos governos estaduais e do Distrito Federal. Até o momento, 182 registros foram aceitos pelos tribunais regionais eleitorais.

A Justiça Eleitoral negou quatro registros. Outros 14 foram indeferidos com recurso, o que dá a possibilidade de o candidato concorrer até o julgamento final. Dois candidatos a governador renunciaram antes do pleito: Fernando Collor (PTC-AL) e Mikaelton Carantino (PCO-CE).

Além dos 20 candidatos à reeleição, em alguns estados a disputa envolve ex-governadores que estiveram no comando em outros tempos. Por exemplo, Antônio Anastasia (PSDB), em Minas Gerais, Renato Casagrande (PSB), no Espírito Santo, José Anchieta (PSDB), em Roraima, José Maranhão (MDB), na Paraíba, e João Capiberibe (PSB), no Amapá.

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Brasil

Deputado Jair Bolsonaro deixa hospital 22 dias depois de ataque

O presidenciável deixou o hospital por uma saída alternativa para evitar a movimentação da imprensa.
29/09/2018, 16h09

O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), deixou o hospital Albert Einstein, no Morumbi, em São Paulo, às 13h45 de hoje (29).

Ele recebeu alta médica às 10h, após passar 22 dias internado por ter sido esfaqueado em 6 de setembro durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

Bolsonaro seguiu para o Aeroporto de Congonhas, onde embarcará para o Rio de Janeiro, no voo das 15h40.

O presidenciável deixou o hospital por uma saída alternativa para evitar a movimentação da imprensa, que o aguardava na entrada principal do hospital.

O deputado Jair Bolsonaro durante sessão do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados que instaurou nesta terça-feira (16) processo por quebra de decoro contra o deputado (Wilson Dias/Agência Brasil)
Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar – (Wilson Dias/Arquivo Agência Brasil)

Gustavo Bebbiano, presidente do PSL, informou que o candidato segue com a saúde frágil nos próximos 15 dias e que não fará campanha de rua. Ele avalia que, com isso, a campanha foi prejudicada.

“Porque [a campanha] não conta com muitos recursos, não aceitamos doações de empresários, fazemos uma política diferenciada. A campanha vinha sendo feita com base no contato de Bolsonaro com o público”, disse.

Bebbiano comentou sobre as polêmicas envolvendo o vice de Bolsonaro, general Mourão. “O general é um homem brilhante, uma pessoa especialmente inteligente, experiente, mas que, talvez, não tenha esse traquejo com a imprensa. Às vezes, ele pode expressar um pensamento pessoal, que não reflete o plano de governo de Bolsonaro”, declarou.

Presidente do PSL, partido de Jair Bolsonaro, não confia em contagem de votos

O presidente do PSL falou sobre os questionamentos de Bolsonaro a respeito da confiabilidade das urnas eletrônicas.

“O que nos incomoda é a impossibilidade da recontagem de votos. A gente tem uma contagem secreta de votos, que fica nas mãos de meia dúzia de técnicos. Infelizmente, isso contraria princípios da publicidade, transparência inerentes à administração pública”, finalizou.

Candidato à presidência pelo PSL, Jair Messias Bolsonaro foi atingido por uma facada enquanto fazia campanha em Juiz de Fora em uma quinta-feira, dia 6 de setembro deste ano.

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