Goiás

Jovem morre após bater cabeça em chão de boate de Anápolis durante briga

Caso ocorreu na madrugada de sábado (22/9); vítima chegou a ser levada para o Huana, mas não resistiu aos ferimentos.
23/09/2018, 09h07

Um jovem de 23 anos morreu após bater a cabeça em chão de boate de Anápolis durante uma briga. Caso ocorreu na madrugada de sábado (22/9). O homem chegou a ser socorrido e levado para o Hospital de Urgências de Anápolis (HUANA), mas morreu pouco tempo depois.

De acordo com informações da Polícia Civil (PC), Danillo Patrício Romano, que morava em Aparecida de Goiânia, foi até a boate, localizada no Recanto do Lago, acompanhado de um amigo.

Por volta das 3h, quando eles chegaram à casa de festas, outros frequentadores teriam provocado o amigo de Danillo, que reagiu agredindo um homem. Neste momento, um dos seguranças da boate, na tentativa de conter a confusão, teria empurrado Danillo, que bateu com a cabeça no chão.

Danillo, que era sócio de uma oficina em Aparecida de Goiânia, chegou a ser levado para o Hospital de Urgências de Anápolis (HUANA), mas morreu momentos depois. Não há informações sobre o motivo da discussão.

Segundo o advogado da família de Danillo, Francisco Roldão, existe indícios de que a morte do jovem não foi um acidente e sim “força empregada de forma exacerbada por seguranças.”

Em nota enviada à TV Anhanguera, a direção da casa de festas informou que prestou toda assistência para Danillo, inclusive levando o jovem até o hospital. Foi esclarecido ainda que a boate irá colaborar com as investigações.

Via: G1 Portal 6 
Imagens: G1 

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Goiás

Corpo de mulher morta pelo marido em Aparecida será enterrado em Goiânia

Crime ocorreu na tarde de sábado (22/9); autor confesso do crime foi preso ao tentar se matar.
23/09/2018, 10h02

O corpo de Gleyce da Silva Menezes, de 44 anos, morta pelo marido no sábado (22/9) em Aparecida de Goiânia, será enterrado hoje na capital. O sepultamento está previsto para ocorrer às 15h no Cemitério Parque Memorial de Goiânia.

Nas redes sociais de Gleyce amigos e parentes, ainda chocados com o crime, se despedem da mulher e pedem políticas mais duras contra o feminicídio. Em um dos posts uma amiga de Gleyce escreveu “MEU CORAÇÃO ESTA DE LUTO UMA GRANDE PERDA MULHER GUERREIRA”.

“Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Suas motivações mais usuais são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres, comuns em sociedades marcadas pela associação de papéis discriminatórios ao feminino, como é o caso brasileiro….É por isso que lutamos contra o ódio; mulher não é objeto, não é posse de ninguém, não é frágil, não é menos, é mulher; hoje morre um pedacinho de nós, hoje morremos um tantinho, poderia ser você, mulher, que vocifera a favor de um candidato declaradamente machista! Estranhamente essa abominação acontece pós carreata a favor de um candidato com “um discurso” que coloca a mulher como menos!!! Meu coração está de luto! O silêncio da morte é grande, o do nosso coração ainda maior, mas o nosso grito e nossa força serão sempre de resistência, de luta pela nossa existência!!!!!”, completou Patrícia Alves na postagem.

Acompanhe:

https://web.facebook.com/photo.php?fbid=2041859152793681&set=a.1383669618612641&type=3&theater

Morta pelo marido

O crime ocorreu na tarde de ontem (22/9). Gleicy foi encontrada já sem vida próximo a cozinha da casa, onde morava com Ademar de Jesus Sales, de 63 anos,  autor confesso do crime.

Ademar teria estrangulado a mulher após um vídeo íntimo indicar uma suposta traição. Logo após cometer o crime, o homem ligou para os parentes de Gleyce contando o que tinha feito e sem seguida tentou se matar. Ele foi preso pela Polícia Militar (PMGO) juntamente com a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Aparecida de Goiânia.

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial, mas será encaminhado para o Grupo de Investigação de Homicídios de Aparecida de Goiânia (GIH), que fica na Vila Brasília.

Gleicy e Ademar eram casados há mais de 20 anos e criaram dois filhos, um de 26 e outro de 22 anos, único filho biológico de Ademar. Os rapazes moram na Bélgica e até o momento não se sabe se chegarão a tempo do enterro da mãe.

Agressão

De acordo com um irmão de Gleyce ao G1, ela havia sido agredida pelo marido a cerca de 20 dias. Ela chegou a sair de casa e registrar um boletim de ocorrência. Ademar, arrependido de ter batido na mulher, pediu perdão para Gleyce e para os pais dela. A dona de casa havia voltado a conviver com o homem 10 dias antes do crime.

Imagens: Facebook 

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Goiás

Prefeito de Caldas Novas e outros oito presos pela Operação Negociata são soltos em Goiânia

Os investigados estavam presos no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e saíram após expirar o prazo da prisão temporária.
23/09/2018, 11h15

Foram soltos na noite deste sábado (22/9) em Goiânia Evandro Magal (PP), prefeito de Caldas Novas, e os outros oito presos pela Operação Negociata, ocorrida no último dia 13 de setembro. Eles estavam presos no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e saíram após expirar o prazo da prisão temporária.

O prazo inicial das prisões temporárias venceria no último dia 18 de setembro, mas a pedido do Ministério Público de Goiás (MP-GO), foram prorrogadas por mais cinco dias, até este domingo, dia 23. A prorrogação tinha como objetivo permitir que os promotores do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) continuassem a coleta de provas e as oitivas dos detidos.

Operação Negociata

A operação, realizada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), investiga fraudes em licitação, pagamentos de propina e lavagem de dinheiro envolvendo o Poder Executivo de Caldas Novas e alguns empresários, que se beneficiavam com a atuação ilícita dos agentes públicos.

Ao todo, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão na operação, que ocorre simultaneamente nas cidades de Goiânia, Caldas Novas, Morrinhos, Itumbiara, Aruanã, Aparecida de Goiânia e Santa Vitória, em Minas Gerais.

Entre os nove presos estão: Evandro Magal (PP), prefeito de Caldas Novas; Luciano Filho, ex-secretário de Saúde de Caldas Novas e João Afonso Neto, ex-presidente do Fundo de Previdência de Caldas Novas (CaldasPrev).

O Grupo Privê também foi alvo de busca e apreensão na manhã do dia 13. O empresário Waldo Palmerston, sócio majoritário do Grupo Privê, também estava sendo investigado na Operação Negociata.

Prefeito de Caldas Novas

Em novembro de 2017, o prefeito Evandro Magal e seu vice, Fernando de Oliveira, do PPS, haviam sido afastados dos cargos por decisão do juiz Fabiano Abel de Aragão Fernandes, que manteve parte da posição do magistrado de Caldas Novas, de 1ª instância, Tiago Luiz de Deus Costa Bentes

Na época, os acusados recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral, que ordenou, no fim daquele mês, que eles reassumissem os cargos até o julgamento dos embargos pelo TRE.

Em janeiro de 2018, Magal e Resende voltaram a ser afastados dos cargos por determinação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ambos foram condenados por abuso de poder por meio de veículo de comunicação por pagarem anúncios em um jornal em um período pré-eleitoral, mas reassumiram os cargos posteriormente.

Imagens: Facebook 

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Brasil

Conversar com bebês é a melhor maneira de incentivar desenvolvimento da linguagem

Você conversa com o seu bebê?
23/09/2018, 11h48

Falar como bebê para bebês pode ser uma demonstração de carinho dos pais com os filhos logo depois do nascimento. Mas quando as crianças começam a crescer, falar corretamente é mais importante para estimular o desenvolvimento da linguagem.

Os bebês começam a se comunicar através do choro. Com o passar do tempo, emitem sons mais como uma brincadeira, despertando a curiosidade pela fala. Apenas com sete ou oito meses de vida, atribuem algum significado às palavras. A fala propriamente dita vai aparecer a partir de um ano de idade, dependendo da evolução de cada um. “Isso não significa que até os dois anos a criança não se comunica. Ela usa gestos, atitudes, bate palma quando solicitada. É uma comunicação muito imitativa nessa fase”, explica a fonoaudióloga Marly Teixeira Kondo, integrante da equipe de Neurologia da Clínica Walkiria Brunetti.

Um estudo que acaba de ser divulgado no The Journal of Neuroscience apontou que uma das melhores maneiras para incentivar a criança a falar é conversar com ela. Os pesquisadores usaram gravações em áudio e exames de imagens do cérebro de 40 crianças, entre 4 e 6 anos de idade. As imagens mostraram que as crianças mais envolvidas nas conversas apresentaram conexões intensas em duas regiões do cérebro: na área de Wernicke e na área de Broca, ambas localizadas no córtex cerebral e ligadas à compreensão e à produção da fala.

A criança passa os primeiros meses de vida sendo exposta a todo tipo de som e comunicação. O bebê vive a fase da compreensão antes da emissão. E os pais podem ajudar muito, conversando, de fato, com o filho. “Então, você vai dar o banho, converse com a criança, mesmo bebezinho: ‘vamos tomar banho, olha como está a água, vou colocar a fralda, a mamãe vai passar creminho no bumbum’ e assim por diante”, aconselha Kondo.

Outra dica importante é, ao passear com o bebê, ir nomeando as coisas que vão surgindo, como paisagens, um cachorrinho na rua, as árvores, mas tudo de forma natural. “Não é para bombardear a criança com os nomes, não é isso. É mostrar o mundo através da fala e a criança vai internalizando tudo”, afirma a fonoaudióloga.

E quando a criança pronuncia alguma palavra errada, deve-se corrigir? Para Kondo, existe um caminho melhor. “Sempre devemos falar com a criança com nomes certos das coisas. Nunca com a linguagem do bebê, por exemplo, se cair um brinquedo, um carrinho no chão. Você deve pronunciar a palavra ‘carrinho caiu’ e não ‘o tainho taiu’, que tem criança que fala assim”, diz.

Por vezes, a criança ainda não consegue fazer os movimentos adequados para aqueles sons das palavras. É por isso que corrigir não é o remédio, na opinião da fonoaudióloga Marly Teixeira Kondo: “O adulto nunca vai corrigir com um ‘não pode falar assim’, mas repetir a palavra correta. Com o tempo é que acontece o amadurecimento. Então, a criança precisa do modelo correto e não da correção”, conclui.

Imagens: Revista Crescer 

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Esportes

Judô brasileiro fica sem medalha no 4º dia de disputa do Mundial do Azerbaijão

Os judocas brasileiros não avançaram para a disputa de medalhas.
23/09/2018, 12h07

O judô brasileiro não teve um bom domingo no Mundial do Azerbaijão, que é disputado em Baku. Os três judocas não avançaram para a disputa de medalhas. O melhor desempenho do dia foi do meio-médio Eduardo Yudy Santos (até 81 quilos), que venceu duas lutas e parou apenas no atual campeão mundial, o alemão Alexander Wieczerzak, nas oitavas-de-final. Victor Penalber (até 81 kg) e Ketleyn Quadros (até 63kg) estrearam bem, mas não passaram da segunda rodada.

Em sua segunda participação em Mundiais, Yudy pegou uma chave dura. Estreou com vitória sobre um dos cabeças-de-chave, o mongol Uuganbaatar Otgonbaatar, número 5 do mundo, com waza-ari no último segundo da luta. E superou o grego Alexios Ntanatsidis também por waza-ari, garantindo vaga nas oitavas-de-final.

Em luta aberta contra Wieczerzak, Yudy levou um waza-ari, mas reagiu e empatou o confronto. Em nova projeção, os atletas caíram em posição dividida. A arbitragem deu ippon para o alemão, voltou atrás e deu ippon para Yudy e, por fim, não pontuou para ninguém. A luta seguiu e, então, Wieczerzak encaixou um golpe para marcar seu segundo waza-ari e vencer o combate.

“Acho que eu deixei de finalizar o golpe e ficou meio em dúvida (se foi ou não o segundo waza-ari). Quando voltar para o Brasil, preciso treinar essa parte de finalização para não ter dúvida da próxima vez”, disse Yudy. “Eu vim bem preparado, estava confiante também. Mas, acho que faltou trabalhar mais a parte psicológica. Nesse tipo de campeonato o que decide é detalhe.”

Na mesma categoria, Victor Penalber estreou com vitória por ippon (2 waza-aris) sobre o marroquino Achraf Moutii, mas parou na segunda rodada diante do usbeque Sharofiddin Boltaboev. Cada atleta levou duas punições e, num contra-ataque, Penalber foi projetado e imobilizado.

“Eu tive bastante dificuldade na pegada, mas a luta estava bem equilibrada. Errei no final e aí faltavam cinco segundos, não tinha muito o que fazer. A luta com esse estilo de judô (do usbeque) é bastante enroscada. Eles vão para dividir posição e o brasileiro gosta de lutar na distância para entrar o golpe. Esse encurtamento estava me dificultando para fazer as entradas e eu comecei a arriscar também”, disse Penalber.

Desempenho semelhante a Penalber teve Ketleyn Quadros no meio-médio feminino (até 63kg). Ela venceu a primeira luta por ippon (imobilização) sobre a norte-americana Hannah Martin, mas parou na cabeça-de-chave e número 5 do mundo, Andreja Leski, da Eslovênia. As duas foram punidas duas vezes, mas Leski conseguiu pontuar com um waza-ari.

“É difícil fazer uma análise assim que saímos do tatame. Acho que o judô vem mudando muito e as faltas vão fazendo bastante diferença. Eu treinei para pegar e atacar, pegar e atacar, botar volume. Infelizmente, tomei dois shidos por pisar fora da área e por estourar a pegada e isso dificultou muito a luta, porque eu tinha que abrir ou acabava a luta com mais um shido. Mas, eu estava me sentindo bem, preparada. Não sei dizer agora o que eu poderia ter feito para ter revertido. Fiz o melhor que eu podia ali naquele momento. Procurei a queda, que era o que faria diferença nesse resultado e foi isso”, afirmou Ketleyn.

Até o momento, o Brasil tem uma medalha de bronze conquistada por Érika Miranda (52kg). O Mundial continua nesta segunda-feira e Rafael Macedo (até 90kg) e Maria Portela (até 70kg) estarão em ação.

Imagens: Olimpíada Todo Dia 

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