Entretenimento

Helen Ganzarolli, David Brazil e outros famosos marcam presença no Goiânia Fashion Week

Ao todo, 60 marcas desfilam esse ano, entre elas Riachuelo, John Fhild e Hilda Mendonça. E para representar algumas marcas, celebridades do meio artístico marcam presença.

Por Ton Paulo
19/09/2018, 09h40

A cidade de Goiânia recebe desde o dia 18 desse mês, terça-feira, até o dia 20, quinta, o tradicional evento de moda Goiânia Fashion Week (GFW). Em sua 13ª edição, o evento que é considerado a maior semana de moda do Centro-oeste traz presenças ilustres de artistas e personalidades famosas, como David Brasil, Helen Ganzarolli e Guilherme Leican .

No GFW, realizado nos dias 18, 19 e 20 de setembro no Império Boullevard, são expostos 80 modelos do casting desfilando para as várias marcas do país e da capital.

Ao todo, 60 marcas desfilam esse ano, entre elas Riachuelo, John Fhild e Hilda Mendonça. E para representar algumas marcas, celebridades do meio artístico marcam presença. No primeiro dia do evento, esteve presente no coquetel de abertura o promoter e repórter David Brazil, conhecido no Brasil inteiro por seus bordões e humor.

Guilherme Leican, famoso ator da TV Globo, foi outro que marcou presença na abertura do GFW.

Helen Ganzarolli, David Brasil e outros famosos marcam presença no Goiânia Fashion Week
O ator global Guilherme Leican foi um dos que marcaram presença no GFW (Foto: Reprodução)

Estão confirmados ainda para comparecer a apresentadora Helen Ganzarolli (SBT), que deve estar presente nesta quarta-feira (19/9), o ator mirim Leonardo Oliveira, o Zé Filipe da novela Carinha de Anjo (SBT), a ex-participante do Reality Show A Fazenda, Ana Paula Minerato, e a ex-panicat Fernanda Lacerda, a “Mendigata”.

O tema deste ano será “Pela Música e sua Miscigenação Musical” que levará para a passarela as atrações musicais: Banda Violin (GO), Ciganos Trap (RJ) e muito mais.

Sobre O Goiânia Fashion Week

Idealizado por Neiva Evangelista, que também é editora da Revista Atitude, o Goiânia Fashion Week já chega à sua 13ª edição na capital, mas a intenção é expandir. “Ano que vem, nós queremos levar o evento para outras cidades de Goiânia, e aumentar o acesso do pública a essa semana de moda”, conta Neiva, ao Dia Online

O GFW como é popularmente conhecido, atua entre São Paulo, Brasília e Goiânia. É o único evento que está no calendário da moda e com representação internacional. Suas edições anteriores ocorreram no Goiânia Arena, Oscar Niemeyer, Mansão Cristal, Smart Ford, Mansão Boullevard e no Atlanta Music Hall.

Entre as celebridades que já passaram pelo evento estão Juliana Paes, Déborah Secco, Dado Dolabela e Gianne Albertoni.

Via: iConnectGyn 

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Esportes

Em dificuldade financeira, Corinthians mantém comissão com quatro auxiliares

Técnico do Corinthians Jair Ventura conta com o apoio de Emílio Faro, Osmar Loss, Fábio Félix e Dyego Coelho.
19/09/2018, 09h51

A solução encontrada pela diretoria do Corinthians para trocar o comando do time deixou a comissão técnica com quatro auxiliares. Atualmente, colaboram com o treinador Jair Ventura, o novo escolhido, os profissionais Emílio Faro, o próprio Osmar Loss, que era o técnico e desceu um degrau na hierarquia do clube, Fábio Félix e Dyego Coelho. Integra ainda esse time o observador técnico Alysson Marins.

O inchaço na cúpula do elenco ocorre no momento em que o time anda em baixa dentro e fora de campo. O elenco tenta reencontrar o bom futebol, em especial do setor ofensivo, que marcou apenas oito vezes nas últimas dez partidas. A diretoria busca por soluções para tirar o clube do buraco financeiro, ainda sem conseguir fechar com um patrocinador master e há quatro anos à procura por uma empresa que queira dar nome à Arena Corinthians. Há dificuldades para pagar o estádio.

O mais recente balancete divulgado pelo Corinthians, em julho, mostra que as dívidas aumentaram de R$ 481,8 milhões no primeiro semestre para R$ 500 milhões. O departamento de futebol apresentou superávit de R$ 3,7 milhões, mas a parte social do Parque São Jorge foi o principal responsável por deixar as contas no vermelho: déficit de R$ 21,1 milhões.

A comissão técnica cresceu por causa da decisão da diretoria de não demitir Loss. Após a derrota para o Ceará por 2 a 1 no último dia 5, ele voltou para o cargo de auxiliar. Dias depois, Ventura assumiu e trouxe Emílio Faro para ser seu auxiliar.

A diretoria optou por manter também os dois auxiliares de Loss, o ex-lateral-direito Coelho e o ex-volante Fabinho – o trio subiu para o profissional depois de comandar as base. A reportagem do Estado entrou em contato com alguns dirigentes do clube para entender o papel desempenhado por cada um na comissão. As respostas, em geral, informam que eles têm as mesmas obrigações e se revezam nos trabalhos de campo.

A partir da próxima semana, porém, esse grupo terá uma baixa. Loss ganhará um período de férias. Ele viajará para a Europa, onde fará estágios em times do continente – o Corinthians não especificou em quais. A expectativa é que ele retorne em novembro. O custo da comissão corintiana não foi revelado. A informação é de que “os valores são menores em relação a qualquer outro grande clube”. São Paulo e Palmeiras têm três auxiliares cada.

Imagens: Estadão 

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Brasil

Menos de 40% das cidades têm política de saneamento básico

Em 2011, o percentual era de 28,2%, segundo IBGE.
19/09/2018, 10h22

Entre os 5.570 municípios brasileiros, 2.126 têm política de saneamento básico, mesmo que não seja regulamentada por instrumento legal, o que equivale a 38,2% do total. Apesar do baixo percentual, o índice avançou 10 pontos percentuais desde 2011, quando 28,2% tinham uma política estruturada para a área, que engloba os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos.

Os dados foram divulgados hoje (19/9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no suplemento Aspectos gerais da gestão da política de saneamento básico, dentro da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2017.

O levantamento foi feito de abril a setembro por meio de questionários às prefeituras. A pesquisa não avalia a qualidade e a efetiva prestação dos serviços.

Conforme a pesquisa, 24,1% dos municípios estavam elaborando política de saneamento básico no ano passado. Quanto ao plano municipal de saneamento, que traz o detalhamento das ações, diagnóstico, objetivos e metas de universalização, o percentual passou de 10,9% em 2011 para 41,5% em 2017.

A gerente da pesquisa, Vânia Pacheco, diz que o plano é o instrumento mais adequado para monitorar e avaliar a prestação do serviço. “Com mais possibilidade de acompanhamento, de monitoramento, de regulamentação da política, de regulação dos serviços. Tudo isso permite que o município possa se avaliar mais para frente.”

Controle social

Sobre o controle social dos serviços, apenas 17,2% dos municípios, 958 do total, afirmaram ter um Conselho Municipal de Saneamento. Destes, 816 eram exclusivos da área e 142 em conjunto com outras políticas, como meio ambiente, saúde ou desenvolvimento urbano. Porém, 41,5% deles não tinham realizado nenhuma reunião nos 12 meses anteriores à pesquisa. Em 2011, 195 municípios tinham conselho para tratar do saneamento.

O Fundo Municipal de Saneamento Básico, fonte de recursos exclusivos para a área, estava presente em 580 municípios, 10,4% do total. Enquanto que em 2011, eram 215, ou 3,9%.

Saneamento básico

Em 30,2% (5.570 municípios), o saneamento básico é administrado por consórcios,16,3% informaram ter sistema de informações públicas e 31,4% tinham ouvidoria ou central de atendimento ao usuário.

Para a gerente, a tendência é que os dados melhorem e mais municípios implementem as políticas de saneamento nos próximos anos. “O movimento do governo federal institucionalizando a existência de uma política nacional e um decreto que regulamenta essa política, faz também com que esses se movimentem para isso, deixem de trabalhar fora da institucionalização e tenham instrumentos para gerir aquela política de uma forma mais organizada, mais estruturada para tratar aquela política”.

Após 31 de dezembro de 2019, o plano municipal de saneamento básico será condição para o acesso a recursos da União ou geridos por órgão ou entidade da administração pública federal.

Imagens: Agência Brasil 

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Política

Lava jato: Fachin mantém execução de 27 anos de prisão do ex-vice da Mendes Júnior

Relator da ação no Supremo destacou que a atual jurisprudência da Corte é no sentido de que a execução provisória da pena, confirmada em segunda instância, 'não compromete o princípio constitucional da presunção de inocência'.
19/09/2018, 11h48

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento ao Habeas Corpus (HC) 162145, por meio do qual a defesa do empresário Sérgio Cunha Mendes, ex-vice-presidente da empreiteira Mendes Júnior, questionava a execução provisória da pena a ele imposta. Cunha Mendes foi condenado a 27 anos e 2 meses de reclusão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa no âmbito da operação Lava Jato. As informações foram divulgadas pelo Supremo – Processo relacionado: HC 162145

Cunha Mendes foi denunciado pelo Ministério Público Federal por supostos “pagamentos indevidos” da empreiteira, no montante superior a R$ 31,4 milhões, à Diretoria de Abastecimento da Petrobrás, em razão de contratos firmados com a estatal.

Operaçāo Lava jato

Condenado pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba a 19 anos e 4 meses de reclusão, o empresário teve a pena aumentada para 27 anos e 2 meses pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o tribunal da Lava Jato.

Após o esgotamento dos recursos, o TRF-4 determinou o início da execução provisória da pena.

A defesa tentou reverter o cumprimento antecipado por meio de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas a Corte rejeitou o pedido.

No Supremo, os advogados alegaram que a execução da pena antes do esgotamento dos recursos excepcionais “contraria o princípio da presunção da inocência”.

A defesa de Cunha Mendes sustentou ainda a “ausência de fundamentação concreta para a necessidade da medida”, o que configuraria constrangimento ilegal.

De acordo com Fachin, a jurisprudência do STF é no sentido de que “a execução provisória de acórdão penal condenatório proferido em grau de apelação, ainda que sujeito a recurso especial ou extraordinário, não compromete o princípio constitucional da presunção de inocência”.

O relator destacou que o Plenário da Corte, no julgamento do HC 152752 (impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva), “assentou a ausência de constrangimento ilegal em hipóteses como a dos autos, em que o ato impugnado é compatível com a jurisprudência prevalecente no Supremo”.

Defesa

A defesa do empresário Sérgio Cunha Mendes tentou reverter o cumprimento antecipado da pena por meio de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça, mas a Corte rejeitou o pedido.

No Supremo, os advogados alegaram que a execução da pena antes do esgotamento dos recursos excepcionais “contraria o princípio da presunção da inocência”.

Os advogados de Cunha Mendes sustentam ainda a “ausência de fundamentação concreta para a necessidade da medida”, o que configuraria, na visão deles constrangimento ilegal.

Imagens: Estadão 

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Goiás

Tia de jovem com transtorno encontrado em Goiânia depois de fugir de abrigo desabafa: "Ficam jogando ele de um lado para outro"

A família do rapaz lamenta o descaso do Estado com jovens com transtornos, como no caso de Wesley, de 14 anos. Ele foi encontrado vagando por Goiânia, depois de ter fugido de abrigo.

Por Ton Paulo
19/09/2018, 12h30

Com apreensão, a família de Wesley Ferreira dos Santos, de 14 anos anos, espera a chegada do adolescente em Luziânia, que deve ocorrer por volta de 13h desta quarta-feira (19/9). O jovem vai chegar acompanhado por conselheiros tutelares depois de ser encontrado vagando por Goiânia pedindo esmolas e vigiando carros. Wesley foi achado ontem (18/9) por um assistente social, após fugir de um abrigo na capital e ficar desaparecido por 14 dias.

Joaquim Ferreira Campos, 51, que aguarda a chegada do filho Wesley, recebeu alta do hospital nesta manhã. Joaquim sofreu um atropelamento na noite da última terça-feira, quando recebeu por telefone a notícia do reaparecimento do adolescente. Sem recursos financeiros e de mobilidade para poder buscar o rapaz, Joaquim saiu buscado ajuda da assistência social luzianiense assim que soube que poderia buscar o filho. O homem ficou tão afetado pela notícia e em tamanho abalo emocional, que não viu a moto vindo em sua direção ao atravessar a rua.

Joaquim conta que quando o filho o procurou dizendo que queria ficar internado no Abrigo Adonai, em Goiânia, teve esperança na recuperação do rapaz. “Ele chorava, chorava muito para ir pra esse abrigo. Mas ficou pouco tempo lá e não quis mais, e lá eles [responsáveis pelo abrigo] não podem prender e nem segurar ninguém, depende da vontade da pessoa”, conta.

Segundo a tia de Wesley, Sandra Campos, de 53 anos, o rapaz é diagnosticado com Transtorno Opositor-Desafiador e dissemia, fato esse que fez com que Wesley passasse por vários médicos de Luziânia e Brasília. Mas, de acordo com o aposentada, nenhum dos lugares por onde o sobrinho passou se propôs realmente a identificar e oferecer um tratamento real que melhore o quadro de Wesley. “Parece que ficam jogando ele de um lado pro outro, que cada um quer encostar ele num canto, pra não dar trabalho e ser esquecido”, desabafa emocionada.

Tia conta que jovem com transtorno queria ir para o abrigo para estudar

Devido a não realização de um tratamento efetivo voltado para os problemas que atingem de forma crônica a saúde mental de Wesley, o jovem tem um histórico de rebeldia e agressividade alternados com momentos de clareza e e bom comportamento. O rapaz estava fora da escola desde antes procurar o Abrigo Adonai. Ao Dia Online, Sandra conta que o sobrinho se encontrou sem saída quanto ao ensino. “Nenhuma escola pega ele, ninguém reduziu uma turma pra ele, escola nenhuma em Goiás! Eu só quero que ele estude, e ele quer isso também! Ele ficou todo animado quando soube que no abrigo tinha escola e oficinas de arte! Ele só precisa de um tratamento de verdade!”.

Sandra ainda reclama que nenhuma ajuda foi recebida para o menino por parte do Estado. “Ninguém se importa. Ele passou pelo CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) de Luziânia, pelo Adolescentro, em Brasília, e nenhum profissional passou um tratamento de verdade pra ele”.

Ao chegar em Luziânia acompanhado do Conselho Tutelar, Wesley será encaminhado para o Juizado da Infância e Juventude do município, que decidirá seu futuro.

Imagens: G1 

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