Entretenimento

Raul Gil já foi 'reserva' no clássico Palmeiras e Corinthians nos anos 1960

09/09/2018, 13h30

Mais uma partida entre Palmeiras e Corinthians ocorre neste domingo, 8, na cidade de São Paulo – e quem tem uma história bastante curiosa envolvendo o clássico é o apresentador (e corintiano) Raul Gil.

Há mais de 40 anos, em 9 de março de 1967, Palmeiras e Corinthians se enfrentariam em jogo válido pela primeira fase do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão, no Pacaembu.

Raul Gil foi ao estádio e estava ao lado do cantor Erasmo Carlos e do produtor Carlos Imperial.

À época, os dois haviam feito uma aposta que chamou atenção: se o Palmeiras ganhasse, um milhão de cruzeiros para Erasmo. Se o Corinthians ganhasse, o valor seria de Imperial. Os dois, porém, doariam o valor a uma instituição de caridade.

Raul deixou os amigos na porta, e foi até o vestiário para tentar encontrar algum conhecido que lhe ajudasse a entrar no estádio.

Enquanto ele estava lá, porém, o árbitro Armando Marques – que anos depois ficaria conhecido por errar a contagem em disputa de pênaltis na final do campeonato – passou próximo de Erasmo e Imperial e levou-os para dentro.

Inicialmente de fora, o apresentador, então, pediu ajuda a Galhardo e Luis Américo, jogadores de sua amizade, que convenceram o roupeiro Miranda a emprestar um uniforme do Corinthians para ele.

Desta forma, Raul Gil não só entrou no estádio, como conseguiu assistir à partida diretamente do banco de reservas, usando o uniforme de seu time do coração. Quando algum jornalista se aproximava, buscava esconder o rosto para tentar não ser reconhecido.

O resultado do jogo, porém, não foi dos melhores para Raul: derrota corintiana por 2 a 1. Quando a partida ainda estava em 0 x 0, diversos torcedores já haviam notado a ilustre presença e pediam ao técnico Zezé Moreira (alguns de forma não tão educada) que “colocasse o Raul pra jogar”.

O Palmeiras saiu à frente aos 33 minutos de jogo, com Servílio. O Corinthians empatou com Flavio pouco depois, aos 42, mas um gol de Cesar, aos 34 do segundo tempo, deu a vitória ao alviverde.

A história consta no livro Flash – Fora do Ar, lançado por Amaury Jr. na década de 1990, e foi confirmada ao E+ pela assessoria de imprensa de Raul Gil, que acrescentou mais detalhes.

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Goiás

A partir de segunda-feira já pode solicitar carteira de identidade pela internet em Aparecida

O serviço não é complicado e pode ser acessado por qualquer celular com acesso à internet.
09/09/2018, 13h45

Carteira de identidade pela internet? Sim, para quem não quer esperar na fila de qualquer uma das unidades do Vapt Vupt de Aparecida de Goiânia a partir de segunda-feira (10/9) pode agendar a emissão de Carteira de Identidade.

Depois de o sistema ser implantado no Portal Shopping e no Aparecida Shopping, chegou a vez de utilizá-lo no Buriti Shopping e Garavello.

A medida visa evitar que quem precisa do documento tenha de pegar filas, por meio do agendamento pela internet – da mesma forma que já é feita para a solicitação do passaporte.

Quem quiser, pode fazer o pedido por meio do endereço virtual no site do Instituto de Identificação Virtual (https://iivirtual.ssp.go.gov.br).

A medida é uma parceria das Secretarias de Gestão e Planejamento e da Segurança Pública. Agora, o cidadão vai ser atendido com dia e horário marcados.

Para quem não tem acesso à internet, existe uma saída: basta pedir o agendamento no Balcão @Atende+, de qualquer unidade do Vapt Vupt.

O serviço não é complicado e pode ser acessado por qualquer celular com acesso à internet. Ao entrar no link, você escolhe a unidade em que quer ser atendido, em seguida indica se quer tirar a primeira ou a segunda via da carteira de identidade. No momento do agendamento, o usuário é informado sobre os documentos necessários para cada tipo de emissão. Simples.

Documentos para solicitar carteira de identidade

Após o agendamento, o cidadão deve ficar atento aos documentos obrigatórios para emissão do documento de identidade. Eles vão ser conferidos antes do atendimento presencial:

1ª via

  • Certidão de nascimento (se solteiro) ou casamento (se casado, divorciado com averbação ou viúvo com averbação de óbito) original e cópia legível e sem rasuras;
  • Menores de 16 anos devem comparecer com responsável (pais, avós, tios de 1º grau ou irmãos maiores 18 anos munido do seu RG original e cópia para cada menor)
  • Para os menores assistidos pelo Conselho é indispensável a declaração do Conselho Tutelar;
  • Para incluir o CPF no RG, basta apresentar documento original e 1 cópia.

2ª via

  • Certidão de nascimento (se solteiro) ou casamento (se casado, divorciado com averbação ou viúvo com averbação de óbito) original e cópia legível e sem rasuras;
  • Menores de 16 anos devem comparecer com o responsável (pais, avós, tios de 1º grau ou irmãos maiores 18 anos munido do seu RG original e cópia para cada menor);
  • Os menores assistidos por Conselho é indispensável a declaração do Conselho Tutelar;
  • A inclusão do CPF é opcional, basta apresentar original e 1 cópia;

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Goiás

Homem que matou esposa a facadas na frente das filhas em Goiânia é preso no DF

O homem estava escondido em um matagal na redondezas de Tagatinga (DF) quando foi preso.

Por Ton Paulo
09/09/2018, 20h57

O suspeito de ter assassinado a esposa a facadas na frente das três filhas em Goiânia foi preso neste domingo (9/9), em Taguatinga (DF). O homem estava escondido em um matagal.

Segundo o responsável pelo caso, delegado Danillo Proto da Delegacia de Homicídios de Goiás, Wendel Roberto da Silva, 37 anos, foi preso em flagrante suspeito de ter executado sua companheira Janys Lima de Melo da Silva, de 32 anos, na última sexta-feira (7/9) a golpes de facas, na frente das três filhas, em Goiânia.

De acordo com o delegado, Wendel fugiu para o Distrito Federal e se escondeu em um matagal nas imediações de Taguatinga-DF. Durante esse período em que ficou foragido, o homem efetuou diversas ligações para os pais de Janys ameaçando praticar suicídio, o que não foi concretizado por ele.

Wendel Roberto confessou a prática do crime e será transferido nos próximos dias para Goiânia.

Relembre o caso

Com golpes de faca, Wendel Roberto assassinou a esposa, Janys Lima, na frente das filhas na noite desta sexta-feira (7/9), em Goiânia. O crime ocorreu por volta das 19h em uma casa localizada na Avenida Perimetral, no setor Coimbra, região Central da cidade.

Segundo informações, aparentemente, o relacionamento era conturbado, e antes do crime o casal havia discutido.

O Corpo de Bombeiros foi chamado até o local, mas a mulher já estava morta. Segundo a corporação, Janys foi atingida do lado esquerdo do tórax.

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Política

Rosa Weber nega pedido do PT para adiar prazo de substituição de Lula

Se não trocar Lula por Fernando Haddad até a noite da terça-feira (11/9), o PT pode ficar sem coligação nas eleições presidenciais em outubro.
10/09/2018, 00h50

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, decidiu na noite deste domingo (9/9) encaminhar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o recurso extraordinário apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a decisão do TSE que negou o seu registro como candidato. Por outro lado, a ministra manteve esta terça-feira (11/9) como a data-limite para a substituição de Lula, negando a prorrogação que a defesa insistiu para obter até o dia 17.

Se não trocar Lula por Fernando Haddad até a noite da terça-feira, o PT pode ficar sem coligação nas eleições presidenciais em outubro.

“O simples enunciar das teses debatidas pelo colegiado evidencia relevante questão constitucional a recomendar juízo positivo de admissibilidade ao recurso extraordinário, com a consequente submissão do feito à análise da Suprema Corte brasileira”, escreveu Rosa em sua decisão que admitiu a admissibilidade.

A defesa de Lula, que tem insistido para que o STF dê a palavra final sobre a candidatura, considerou a decisão positiva porque Rosa Weber reconheceu que há questões constitucionais envolvidas no caso, conforme vinha sendo alegado. Agora, a defesa do ex-presidente vai apresentar dois pedidos de liminares ao ministro do STF Celso de Mello, um para aceitar o registro em caráter liminar, suspendendo a decisão do TSE, e outro para que ele pelo menos interrompa o prazo de substituição até que o plenário do Supremo se pronuncie.

Mello rejeitou na última quinta-feira decidir sobre o caso porque faltava a admissão do recurso apresentado no TSE. Agora que Rosa Weber reconheceu que há questões constitucionais sobre o tema, a defesa espera que Celso de Mello possa decidir a favor de Lula.

A rejeição do adiamento do prazo de substituição, por outro lado, deixa o plano de manter Lula candidato numa situação delicadíssima, de acordo com a própria argumentação dos advogados na peça apresentada às 20h deste domingo reforçando o pedido de mais 6 dias. “A decisão do TSE não é apenas exarada em sede originária, mas, pior do que isso, é proferida de maneira final e conclusiva, pois fatalmente não haverá tempo hábil para qualquer pronunciamento do Supremo Tribunal Federal”, disseram os advogados.

A expectativa é que advogados de Lula façam entre esta segunda-feira e amanhã um corpo a corpo no Supremo Tribunal Federal em busca de uma decisão em tempo relâmpago para que não haja a substituição definitiva sem que o tribunal se pronuncie.

A defesa argumenta que a decisão do plenário do TSE deve ser revista com base no pronunciamento do Comitê de Direitos Humanos da ONU, que no dia 17 de agosto solicitou que o Brasil “tome todas as medidas necessárias para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa desfrutar e exercer seus direitos políticos, enquanto esteja na prisão, como candidato para as eleições presidenciais”.

Fachin foi o único ministro do TSE que entendeu que o posicionamento do comitê da ONU deveria afastar a inelegibilidade de Lula e permitir sua candidatura. A ministra Rosa Weber também divergiu, mas apenas parcialmente, ao defender o direito de o ex-presidente aparecer no horário eleitoral na condição de candidato. As duas divergências são outro fator utilizado na argumentação da defesa de Lula para ter o caso julgado no STF.

No sábado e no domingo, os advogados de Lula fizeram e reiteraram um pedido para que Rosa Weber prorrogasse até o dia 17 o prazo para a troca de candidato. A defesa alega que é “dramático e injusto” privar o Lula de ter analisado no Supremo o recurso contra a decisão que negou o registro de Lula. Se Rosa não conceder a liminar, o partido tem até as 19h da terça-feira, 11, para nomear Fernando Haddad como candidato.

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Goiás

Marido de ciclista morta em Goiânia é preso como mandante do crime

Eduardo foi preso em seu apartamento, no Setor Celina Park, em Goiânia.
10/09/2018, 07h47

Foi preso neste domingo (9/9), em Goiânia, o advogado Eduardo de Oliveira Francisco, acusado de mandar matar sua esposa, a ciclista e bancária Cibelle de Paula Silveira em 2015.

Eduardo foi preso em seu apartamento, no Setor Celina Park, quatro dias depois da expedição de um mandado de prisão preventiva do  juiz Lourival Machado da Costa, da 2ª Vara de Crimes Dolosos contra Vida.

O advogado passou por exames de corpo de delito e posteriormente encaminhado para a Delegacia Estadual de Capturas de Goiânia (Decap).

Na época do homicídio, duas pessoas chegaram a ser presas e um menor apreendido pelo crime que antes era considerado um latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. A suspeita era que os bandidos queriam a bicicleta de Cibelle.

No entanto, no decorrer das investigações, a polícia concluiu que o marido tinha envolvimento com o assassinato, sendo ele o mandante.

A morte de Cibelle

Cibelle estava com o marido e com um amigo fazendo rilha de bicicleta na BR-060, entre Goiânia e Abadia de Goiás quando foi morta com um tiro na cabeça na noite do dia 30 de novembro de 2015.

A ciclista chegou a ser socorrida e levada ao Centro de Atenção Integral à Saúde (Cais) do Bairro Goiá, mas não resistiu aos ferimentos. O marido e o amigo da vítima não foram feridos.

Na época do crime, a suspeita da polícia era que os bandidos queriam a bicicleta de Cibelle, sendo que não conseguiram levar.

Dois dias depois, dois homens foram presos e um menor de idade, de 17 anos, foi apreendido.

Pedro Henrique Domingos de Jesus Felix, de 18 anos, confessou ser o responsável pelo tiro que matou a ciclista. Ele já tinha várias passagens pela polícia.

O outro suspeito preso na época foi Ronaldo da Silva Alves, de 21 anos, que até então não tinha nenhuma passagem pela polícia.

De latrocínio a homicídio: como a polícia concluiu que o marido foi o mandante do crime

O inquérito foi concluído no prazo de 10 dias e em seguida encaminhado ao Poder Judiciário. Pedro Henrique e o adolescente foram denunciados por latrocínio. O terceiro detido foi retirado do processo, após comprovação que não tinha envolvimento no caso.

Dois meses depois, a polícia teve acesso ao laudo cadavérico, onde foram constatadas lesões no corpo da ciclista, que não eram compatíveis com as causadas pela morte.

A polícia ouviu amigos e familiares, que contaram sobre o relacionamento de Cibelle com o marido. Segundo as testemunhas, ela era vítima de agressões físicas por parte do esposo.

Diante disso, a polícia abriu uma investigação paralela, conhecida como Verificação Preliminar de Informação (VPI), para constatar se o crime era mesmo latrocínio ou homicídio.

Segundo relatos de colegas de trabalho, por diversas vezes a ciclista chegou para trabalhar com lesões e hematomas, usando inclusive roupas compridas.

No dia em que foi morta, Cibelle chegou a escrever um texto falando de agressão e postou numa rede social. Veja:

Prisão marido ciclista
Foto: Reprodução

O motivo seria ciúmes. Eduardo era muito ciumento e desconfiava que a mulher tivesse caso com um amigo do pedal.

Além do ciúme, a polícia suspeita de ganhos financeiros por parte do marido, que chegou a receber o valor do seguro de vida e também ficou com o valor da pensão.

Após o lauda a polícia ouviu novamente Pedro Henrique, que acabou confessando ter sido contratado pelo advogado para matar Cibelle pelo valor de R$ 30 mil. Ele contou ainda que ofereceu parte do dinheiro ao menor apreendido para ajudar na ação.

A Polícia também colheu novamente o depoimento de Eduardo, mas ele negou o crime.

Com base no laudo, o suspeito foi denunciado pelo Ministério Público, que concluiu que Cibelle foi vítima de homicídio e não de latrocínio.

Em novembro do ano passado, Pedro Henrique foi denunciado por homicídio qualificado, como autor do tiro, o menor por participação no ato e Eduardo, como o mandante do assassinato.

Via: G1 

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