Goiás

Dupla é presa em Itaberaí após furtar patrão para gastar dinheiro em bar 

Comerciante teve prejuízo de R$ 5 mil.
03/09/2018, 18h46

Dois homens foram presos em flagrante pela Polícia Civil (PC) nesta segunda-feira (3/9), em Itaberaí, interior de Goiás, após furtar patrão para gastar dinheiro em bar. O comerciante teve prejuízo estimado em R$ 5 mil.

De acordo com informações da PC, os homens furtaram uma quantia em dinheiro do caminhão em que trabalhavam e estavam gastando em um bar na cidade.

Flamarion Cordeiro, com receio da repercussão do caso, ligou para a vítima e contou que apenas o parceiro de trabalho, identificado como Roberto Martins, havia pegado o dinheiro para gastar com bebidas e mulheres.

O patrão imediatamente acionou a delegacia da cidade. Os policiais foram até o bar mencionado por Flamarion e encontraram Roberto bêbado e com cerca de R$ 4,9 mil em espécie.

O homem foi preso em flagrante e contou à polícia que Flamarion, que havia contado ao patrão sobre o crime, também havia participado da ação criminosa.

Segundo informações da Polícia Civil, a vítima teve um prejuízo de mais de R$ 5 mil em mercadoria, além ações paliativas para evitar novos furtos no caminhão.

Os dois homens foram autuados por furto qualificado pelo concurso de pessoas e pelo abuso de confiança, e em seguida encaminhados ao presídio da cidade.

Furto qualificado

De acordo com projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em 12 de dezembro de 2012, a pena para o crime de furto qualificado com abuso de confiança, mediante fraude ou destreza ou ainda com invasão de residência, foi reduzido de reclusão de um a cinco anos e multa, para reclusão de dois a oito anos e multa.

A proposta da CCJ também aumenta em 1/3 a pena para o furto qualificado caso ele seja de bem público. Por outro lado, o juiz poderá reduzir a pena se, por exemplo, a coisa furtada for de pequeno valor.

Via: CCJ 

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Goiás

Investigado por oito crimes de estelionato é preso em Itumbiara

Homem conhecido como "Zé Galinha", que vivia de pequenos golpes, se apresentava às vítimas como engenheiro agrônomo e funcionário de empresas multinacionais.
03/09/2018, 19h45

Um homem investigado por oito crimes de estelionato foi preso nesta segunda-feira (3/9) por policiais da 2ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) de Itumbiara, região Sul de Goiás.

Rodrigo Oliveira Borges, de 36 anos, conhecido como “Zé Galinha” se apresentava às vítimas como engenheiro agrônomo e funcionário de empresas multinacionais conhecidas no meio rural para obter credibilidade. Ele adquiria bens e contratava serviços por ter um “bom nome” no comércio rural, mas nunca pagava pelo produtos.

De acordo com a Polícia Civil (PC),  “Zé Galinha” vivia desses crimes, que vão de golpes em oficinas para reparos automotivos, compra de flores para mulheres, aquisição de móveis planejados até compra de marmitas de refeições, o que originou o mandado de prisão preventiva.

Na casa do suspeito, localizado no bairro Buriti III, em Itumbiara, foram encontrados produtos adquiridos nos crimes como móveis planejados dos quartos, sala e cozinha, além de objetos e materiais utilizados na prática dos crimes.

A PC acredita ainda que existam outras vítimas do “Zé Galinha”, mas que ainda não fizeram o registro das ocorrências por medo ou em virtude do pequeno prejuízo.

Mesmo assim a Polícia pede para que as possíveis vítimas procurem a delegacia local e entrem em contato com o delegado Vinícius de Castro Penna, responsável pelo caso, para evitar ações como essas identificadas como “cifra negra”.

Após a prisão, Rodrigo foi encaminhado à sede da distrital, onde foi interrogado pelos oito inquéritos de estelionato pelos quais é investigado.

O homem foi encaminhado ao Presídio Regional de Itumbiara e está à disposição do Poder Judiciário.

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Brasil

Ministério destinará R$ 10 mi para reformas emergenciais do Museu Nacional

"A reconstrução do prédio deve demorar de três a quatro anos", estimou o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva.
03/09/2018, 20h15

O Ministério da Educação vai destinar R$ 10 milhões para reformas emergenciais do Museu Nacional, informou nesta segunda-feira (3/9) o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, que visitou o imóvel, na zona norte do Rio de Janeiro. Outros R$ 5 milhões serão disponibilizados depois, para a realização do projeto de reconstrução do prédio. “A reconstrução do prédio deve demorar de três a quatro anos”, estimou o ministro.

Paralelamente deve ocorrer a recomposição do acervo, na medida do possível. Só para o projeto serão necessários de seis a dez meses, estima o ministro, contados a partir da contratação do serviço. Questionado sobre as condições precárias do prédio e a culpa pelo incêndio, Rossieli afirmou que os maiores cortes na pasta da Educação ocorreram antes da atual gestão.

Ele afirmou contar com a cooperação de entidades internacionais, como a Unesco, que deve enviar especialistas para acompanhar os trabalhos emergenciais.

Pesar

O Conselho Internacional de Museus divulgou nota expressando pesar diante do “devastador incêndio que destruiu o Museu Nacional, o maior museu de história natural da América Latina e a mais antiga instituição museológica do país. “Lamentamos a perda da coleção inestimável, que incluía itens importantes de história natural, mineralogia, paleontologia, arqueologia, num total de 20 milhões de itens”, informou a nota.

Em nome da comunidade internacional de museus, a nota diz que este domingo foi “um dia negro não apenas para o patrimônio brasileiro, mas também para o patrimônio mundial”. Além disso, o conselho se colocou à disposição para ajudar com toda a expertise necessária para ajudar o museu a superar o desastre.

Incêndio

Um incêndio de grandes proporções destruiu o acervo do Museu Nacional, na zona norte do Rio, na noite deste domingo (2/9). Especializado em história natural e mais antigo centro de ciência do País, o Museu Nacional completou 200 anos em junho em meio a uma situação de abandono. Não houve feridos.

O Corpo de Bombeiros foi acionado às 19h30 e rapidamente chegou ao local, mas, na madrugada de segunda, o fogo permanecia fora de controle. Dois andares foram bastante destruídos, e parte do teto, de madeira, caiu.

Imagens: Terra 

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Goiás

Justiça mantém preso pai que matou filho recém-nascido em Aparecida de Goiânia

Crime ocorreu no último sábado (1/9); o homem confessou ter arremessado o bebê contra a parede durante uma discussão.
03/09/2018, 20h54

Justiça mantém preso preventivamente pai que matou filho recém-nascido em Aparecida de Goiânia. O crime ocorreu no último sábado (1/9), no Bairro Expansul. O bebê de 54 dias foi arremessado contra a parede durante uma discussão do homem com a mãe da criança.

Walison Alves Lima, de 27 anos, passou por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (3/9), na 4ª Vara Criminal da Comarca de Aparecida de Goiânia. A audiência foi presidida pelo juiz Leonardo Fleury Curado Dias, que decidiu por manter o suspeito preso preventivamente até o fim das investigações.

“Ressalte-se que, nos termos do artigo 313, inciso I,do citado diploma legal, referida prisão ainda será admitida nos crimes dolosos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos, e ainda, mesmo sendo medida excepcional, sua decretação se faz necessária, em determinados casos, sob pena de se ver frustrada a prestação jurisdicional, pela ausência de garantia da ordem pública ou aplicação o da lei penal. No presente caso, verifico que há prova da materialidade do crime,conforme se depreende dos depoimentos colhidos na fase de investigação policial“, diz o documento.

Ainda de acordo com a decisão, o mandado de prisão preventiva é válido até o dia 31 de julho de 2038.

Pai mata filho recém-nascido

O crime ocorreu no último sábado (1/9). Walison foi preso em flagrante pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Aparecida de Goiânia, na UPA Brasicon, para onde a criança foi encaminhada.

Os médicos informaram que o bebê, identificado como Davi Lucas Alves da Silva, havia morrido devido as agressões sofridas. Ao suspeitarem da atitude do pai na unidade de saúde, os GCMs prenderam Walison em flagrante.

O homem confessou ter arremessado o próprio filho recém-nascido, de apenas 54 dias de vida, contra a parede durante uma discussão com a mãe da criança, por ter se irritado com o choro.

O suspeito confessou ainda que estava bêbado, mas não tinha intenção de matar o bebê. Ele contou à Guarda que jogou a criança contra a parede, mas que não foi “muito alto”, e que no momento do crime “não sabe o que passou pela cabeça”.

Walison foi autuado por homicídio qualificado por motivo fútil.

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Política

TSE suspende inserções do PT com Lula na programação de TV

Uma multa de R$ 500 mil foi fixada em caso de nova veiculação da propaganda.
04/09/2018, 07h24

O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta segunda-feira (3/9) suspender inserções televisivas veiculadas pela coligação “O povo feliz de novo” (PT/PC do B/Pros) estreladas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato.

Esta é a terceira derrota que o TSE impõe à propaganda do PT desde que a Corte Eleitoral decidiu barrar na madrugada do último sábado (1/9) a candidatura de Lula ao Palácio do Planalto sob o argumento de que o petista está enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Na inserção, Lula diz: “O povo sabe o que aconteceu no período que nós governamos esse país. Esse povo sorria. Esse povo comia. Esse povo trabalhava”.

O candidato a vice-presidente da coligação, Fernando Haddad, afirma logo em seguida: “O povo não esquece o Brasil de Lula. Aquele tempo bom, com trabalho, salário, comida na mesa. Um país com oportunidades para todos. Vem com a gente, vamos trazer o Brasil de Lula de volta”.

“Ao tempo em que a propaganda inicia-se com uma fala de Luiz Inácio Lula da Silva fazendo menção aos seus anos de governo, prossegue com a de Fernando Haddad não explicitando a sua condição de vice, nem sequer na legenda, mas, noutro passo, enaltecendo o governo Lula, prometendo trazer aos cidadãos o ‘Brasil de Lula de Volta’, sem esclarecer, como deveria, que Luiz Inácio Lula da Silva, por decisão do TSE, não pode ser candidato à Presidência da República”, observou Banhos em sua decisão.

“Ao assim proceder, a propaganda eleitoral da coligação não só afrontou a decisão do TSE (de barrar o registro de Lula), como também malferiu o art. 242 do Código Eleitoral, na medida em que confundiu os eleitores quanto à permanência da candidatura de Lula no certame, vedada expressamente pelo TSE, criando, artificialmente, ‘na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais'”, concluiu o ministro.

Banhos também fixou uma multa de R$ 500 mil em caso de nova veiculação da propaganda.

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