Goiás

Presos iniciam motim e incendeiam celas na nova unidade prisional de Formosa 

Ainda não há informações sobre feridos e as causas do tumulto.
30/08/2018, 19h27

Na tarde desta quinta-feira (30/8) presos do novo Presídio de Formosa, no Entorno do Distrito Federal (DF) iniciaram um motim e colocaram fogo em algumas celas da unidade prisional, próximo a ala de visitas. O princípio de motim ocorreu por volta das 17h, mas a ação foi logo controlada pelos agentes.

De acordo com a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), ainda não foram divulgadas imagens de dentro do presídio e não se sabe se há feridos.

Em nota, a DGAP informou ainda que equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros estão no local.

Confira a nota na íntegra:

“A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informa que na tarde desta quinta-feira (30/08), por volta das 17 horas, detentos do Presídio Estadual de Formosa iniciaram um tumulto e colocaram fogo em algumas celas e na área destinada a visitas íntimas.

Os presos foram imediatamente contidos pelos agentes de plantão. O Grupo de Intervenção Tática (GIT), a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros já estão no local para manutenção da ordem.”

No momento do em que os presos iniciaram a confusão, algumas pessoas estavam saindo da unidade, pois havia acabado o período de visitas. Em uma foto, divulgada pelo jornal O Popular, é possível ver a fumaça saindo do presídio.

Presos incendeiam celas e área de visitas do novo presídio de Formosa
Foto: Reprodução

Informações preliminares apontam que parentes do presos que estavam na unidade continuam na porta do presídio em busca de notícias.

Presídio de Formosa

A nova unidade foi inaugurada no dia 9 de fevereiro de 2018. Segundo informações da DGAP, o novo presídio tem capacidade para 300 presos. Cerca de R$ 19 milhões foram investidos na obra.

O complexo tem seis mil metros quadrados de área edificada, com oito blocos com alojamentos, celas, pátio, refeitório, estacionamento e corpo administrativo, além de galpões e guaritas de segurança.

Segundo informações da DGAP, além das vagas coletivas, o local é dotado de quatro celas para isolamento para casos que requeiram regime disciplinar diferenciado. O novo presídio de Formosa não substitui as duas unidades em funcionamento no munícipio, que é a Cadeia Pública e a Casa de Prisão Provisória (CPP).

Via: O Popular 
Imagens: O Popular 

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Goiás

Homem é preso suspeito de matar namorada por ciúmes de celular, em Goianira 

Suspeito alegou à Polícia que o tiro foi acidental; o casal estava junto há seis meses.
30/08/2018, 20h45

Foi preso em flagrante, nesta quinta-feira (30/8), um homem suspeito de matar namorada após discussão por ciúmes de celular, em Goianira. Crime ocorreu na manhã de hoje.

Mônica Gonzaga Bentavinne, de 22 anos, morreu após levar um tiro na cabeça durante a briga com o namorado João Carlos dos Reis Arantes, de 23 anos. O casal estava junto há seis meses.

Homem é preso suspeito de matar namorada por ciúmes de celular, em Goianira 
Foto: Reprodução/Facebook

De acordo com o delegado Bruno Costa e Silva, responsável pelo caso, o suspeito contou à polícia que pediu para ver o celular da moça, mas ao recusar, ele teria atirado nela por acidente, pois pensou que a arma não estava carregada. Segundo o depoimento informal de João, a intenção era apenas assustar a namorada.

O comerciante foi preso em flagrante após levar a namorada ao hospital da cidade. Informações preliminares apontam que logo após o disparar contra a jovem, João gritou pedindo socorro.

Feminicídio em Goiás

Só no primeiro semestre de 2018, foram registradas quase 73 mil denúncias, de acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180.

Atualmente, Goiás mantém a segunda posição entre os estados com maior número de feminicídios proporcional à população e tem se aproximado do primeiro lugar, ocupado por Roraima. O estado do Norte tem média de 9,3 casos a cada 100 mil mulheres, enquanto Goiás subiu de 7,5 para 8,5 execuções na mesma medida.

Os dados são referentes aos levantamentos do Anuário da Segurança Pública, Mapa da Violência, Balanço do 180 e da Agência Patrícia Galvão, juntamente com a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres.

Ni início deste mês, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás apresentou os indicadores da criminalidade no estado, de janeiro a julho deste ano.

Segundo o levantamento, enquanto os crimes de roubo, furto e homicídio diminuíram, as denúncias de violência contra a mulher aumentaram quase 20%. Os casos de estupro também preocupam. Só neste ano, já foram registrados 360 casos em Goiás.

De janeiro ao início de julho deste ano, a Justiça de Goiás concedeu mais de 2 mil medidas protetivas a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar no estado.

Via: G1 O Popular 
Imagens: Facebook 

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Goiás

Motoboy confirma em julgamento que bomba entregue a advogado foi enviada por policial aposentado

Os suspeitos de enviar bomba para o advogado Walmir Cunha em 2016 enfrentaram nesta quinta (30/8) primeira sessão do julgamento em Goiânia.
31/08/2018, 06h45

Os suspeitos de enviar bomba para o advogado Walmir Cunha, de 37 anos, em 2016 enfrentaram nesta quinta (30/8) primeira sessão do julgamento em júri popular em Goiânia.

A sessão, presidida pelo juiz Lourival Machado da Costa, titular da 2ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri, durou várias horas e mais de dez testemunhas de acusação e defesa foram ouvidas.

O motoboy que entregou a bomba para o advogado confirmou em julgamento que o policial federal aposentado Ovídio Rodrigues Chaveiro foi quem lhe entregou o pacote com os explosivos.

José Hélio não sabia do conteúdo da encomenda que deixou o advogado gravemente ferido com três dedos e parte da palma da mão mutilados, fraturas expostas no pé, queimaduras de segundo grau nas pernas e abdômen atingido com estilhaços de bomba. O crime aconteceu no dia 15 de julho de 2016.

Segundo as investigações feitas pela Polícia Civil e denúncia apresentada pelo Ministério Público, além de Ovídio, o seu irmão Valdinho Chaveiro também é acusado de ser mandante e co-autor do crime.

Além de José, outros dois motoboys, que trabalham no mesmo ponto que ele, no setor Jardim Guanabara, também confirmaram que viram Ovídio entregar o pacote com explosivo ao motociclista, para ser levado ao escritório de Walmir.

O julgamento

Além dos motoboys, o empresário Petrônio Reis, 33 anos, também testemunhou. Ele é cliente de Walmir Cunha e parte em ação judicial a qual o advogado obteve sucesso, o que teria contrariando interesses dos acusados, e conforme as investigações, motivado o atentado.

O empresário, na ação em questão, solicitava inicialmente a regulamentação de suas visitas à filha, porém, segundo Petrônio a família da mãe da menina ignorou uma decisão liminar favorável a ele e impedia que ele visse a criança. Diante disso, o pai decidiu recorrer judicialmente. Um dos acusados, Valdinho Chaveiro, é avô materno da menina.

Em seu depoimento Walmir Cunha contou que era para ser uma causa tranquila, mas que acabou tomando dimensões que ele não esperava.

A ação em que Walmir atuou como advogado de Petrônio durou de janeiro de 2013 a dezembro de 2014, e acabou evoluindo a reversão da guarda para o pai. A perícia judicial constatou que a criança estava sofrendo de isolamento e alienação parental.

Além dos detalhes da ação de reversão de guarda, Walmir contou que 13 dias após o atentado, os irmãos entraram com pedido de revisão da guarda da criança, que estava com o pai.

Ainda não se sabe o veredicto do julgamento desta quinta-feira.

Aguarde informações.

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Política

Marina Silva diz que ser líder não é ser dono do partido no Jornal Nacional

A candidata da Rede respondeu perguntas sobre críticas, falta de liderança, alianças e apoio a Aécio Neves.
31/08/2018, 07h50

A candidata à Presidência da República, Marina Silva (Rede) foi a última entrevistada do Jornal Nacional, da TV Globo. A conversa aconteceu nesta quinta-feira (30/8), e assim como os outros candidato Ciro GomesJair Bolsonaro e Geraldo Alckmin, durou 27 minutos.

A emissora convidou apenas os que tiveram as melhores colocações nas pesquisas do Ibope e Datafolha.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que aparece em primeiro lugar em ambas, foi proibido pela Justiça de dar entrevistas. Ele está preso desde abril em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro.

Confira o resumo da entrevista com Marina Silva

A candidata da Rede respondeu perguntas sobre críticas, falta de liderança, alianças e apoio a Aécio Neves.

William Bonner começou falando sobre a dificuldade de criação do partido Rede, e posteriormente do desligamento de sete integrantes que apresentaram críticas em relação a falta de posicionamento da Rede para os problemas do Brasil e concluiu perguntando como a candidata iria convencer os brasileiros que tinha características de líder.

Marina respondeu que vê como normal em uma democracia o desligamento de algumas pessoas do partido, mas afirmou que mantém boas relações com todos os desligados e que tem certeza que eles concordam que os ideais que ela defende para o Brasil  são capazes de unir pessoas de diferentes partidos e pessoas da sociedade.

Ela afirmou que as divergências são na verdade visões de mundo como em relação ao impeachment de Dilma. “naquela oportunidade existia um grupo que achava que não se deveria votar favorável ao impeachment. Eu firmei um convencimento de que o impeachment era legal e, em função disso, criou-se uma divergência dentro da Rede. Mas eu mantenho excelentes relações com essas pessoas e tenho por elas admiração.”

“Ser líder não é ser dono do partido”

Ainda sobre essa questão, Marina afirmou que ser líder não é ser o dono do partido e sim ser capaz de dialogar com os diferentes.

Disse que a visão que partido deve ter um dono é uma visão inadequada de política. A candidata disse que geralmente em partidos da esquerda, quando alguém se desliga vira inimigo, mas com a Rede isso não acontece.

Afirmou que, se ganhar, vai governar o país dialogando, inclusive, com essas pessoas que saíram.

“Se existe uma pessoa que assume posições, essa pessoa sou eu”

Questionada sobre sempre levantar a bandeira do debate, mas não apresentar propostas ou posicionamentos concretos, Marina rebateu dizendo que que se existe uma pessoa que assume posições é ela. Usou a reforma da previdência como exemplo. Diz que apoia e que o problema da idade mínima precisa ser encarado.

Quando a jornalista Renata disse que justamente essa questão é vaga em seu programa de governo, Marina voltou a questão que é importante debater pois são questões complexas e que as pessoas estranham a ideia do diálogo pois se acostumaram com a ideia do pacote, mas que o debate é normal numa democracia, isso é o normal.

Disse ainda que Dilma e o Temer não apresentaram nada, que jogaram um pacote na cabeça do povo brasileiro mas discutiu só com os empresários.

Apoio a Aécio Neves

O assunto então avançou para o apoio que Marina deu para Aécio Neves no segundo turno das eleições de 2014. Depois das eleições, Aécio se tornou réu por corrupção passiva e por obstrução de Justiça.

Marina afirmou que se na época tivesse as informações que vieram com a Lava Jato, não o teria apoiado. Bonner afirmou que, no entanto, durante as eleições já haviam questões sendo debatidas como o Aeroporto de Cláudio.

Marina respondeu que todos precisaram escolher alguém para votar no segundo turno “mesmo com tudo que tinha, alguém escolheu um candidato de segundo turno. Mas eu tenho certeza que muitos de nós aqui não teria votado se tivesse as informações da Lava Jato e isso é válido”. disse.

Voltou a afirmar que não votaria em Aécio hoje, mas em Dilma também não: “Não votaria nem em Aécio nem em Dilma. A Lava Jato mostrou que todos eles praticaram crime de caixa 2”.

Coligações

Marina foi indagada sobre as coligações que a Rede tem com diversos partidos que a candidata duramente critica. Bonner citou uma lista das coligações em diversos estados com os partidos MDB, PT, PSDB e partidos do chamado centrão. Bonner questionou se isso não era incoerente.

Marina disse que não. Afirmou que há boas pessoas e trajetórias em todos os partidos e que o recorte não é partidário. “Pessoas boas têm em todos os partidos. E se eu ganhar, eu vou governar com os melhores de todos os partidos. Esse é um discurso que eu falo desde 2010.”

Marina disse ainda achar engraçado que hora lhe cobram alianças e depois criticam: “É engraçado que as pessoas cobram numa hora: ‘Mas a senhora não tem alianças, não tem coligação’. Quando eu faço alianças com aqueles que sobraram dessa miscelânea de corrupção, aí as pessoas me atiram em rosto”.

Ainda sobre incoerência a candidata disse não poder impor a cultura partidária da Rede aos demais partidos. Afirmou que convergências e divergências são normais numa democracia e voltou a afirmar que se ganhar vai governar com os melhores de cada partido.

Diz que não incoerência nenhuma nisso, que “Incoerência […] é fazer aliança por tempo de televisão, é fazer aliança em troca de dinheiro para enganar a população com marqueteiro vendido a peso de ouro, isso é que é incoerência”.

Bancada ruralista

Para finalizar, a candidata foi questionada sobre como conquistaria a bancada ruralista que a vê como ameaça.

A candidata voltou a insistir no diálogo, e afirmou que as pessoas tem uma visão geral do agronegócio, mas que já tem muita gente “fazendo o dever de casa”.

Afirmou por fim, que vai mostrar que é possível integrar meio ambiente e ecologia e criar um novo ciclo de prosperidade no país.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Goiás

Piloto de avião que caiu no Pará morre em Goiânia

Cristiano Felipe Rocha Reis, que pilotava o avião que caiu no Pará, estava internado há 33 dias no HUGOL, em Goiânia. O acidente aconteceu em julho deste ano.
31/08/2018, 08h00

O homem que pilotava um avião que caiu no Pará em julho deste ano, que resultou em três mortos e dois feridos, morreu na noite da última quinta-feira (30/8) em Goiânia.

O piloto goiano Cristiano Felipe Rocha Reis, de 31 anos, que pilotava o avião que caiu próximo à comunidade de Barra Mansa, em São Félix do Xingu, região Sudeste do Pará em 27 de julho deste ano, ficou em estado gravíssimo após o acidente e estava internado no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia.

De acordo com amigos próximos, ele estava em um estado que não apresentava nenhuma melhora e, durante à noite, sofreu uma parada cardíaca e acabou vindo a óbito.

Cristiano tinha 13 anos de experiência como piloto, e era conhecido e muito querido no mundo dos sertanejos. Ele já pilotou para cantores como Marília Mendonça e Henrique & Juliano. Ele estava internado há 33 dias.

Avião que caiu no Pará estava impedida de voar

Segundo informações da Polícia Civil do Pará, o avião partiu do aeroporto de Ourilândia do Norte, a cerca de 900 quilômetros da capital Belém, por volta das 13h30 de sexta-feira (27/7). Em pane durante o voo, o piloto teria realizado, então, um pouso de emergência e a aeronave pegou fogo.

Victor Gabriel Tomaz, de 10 anos, Evandro Geraldo Rocha Reis, de 73 anos, e José Gonçalves de Oliveira, de 72, que estavam no avião, morreram na hora.

O piloto Cristiano Felipe Rocha Reis e o empresário Robson Alves Cintra foram socorridos com queimaduras após o acidente e encaminhados para o Hospital de Tucumã, no Pará, e posteriormente para o HUGOL.

Robson recebeu alta e está em casa se recuperando dos ferimentos.

De acordo com informações apuradas pelo Dia Online à época, o corpo do pai de Cristiano, Evandro Geraldo Rocha, conhecido como Rochinha, foi trazido para Goiânia e velado no sábado posterior ao acidente (28/7).

A aeronave modelo Cessna 210L estava impedida de voar e apresentava irregularidades judiciais, de acordo com pesquisa no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB).

No documento é possível ver que a situação da aeronave no RAB apresenta: apreensão, indisponibilidade, impedimento de voo e ordem judicial de sequestro, além de Certificado de Aeronavegabilidade (CA) suspenso.

O documento aponta ainda que a validade das Inspeções Anuais de Manutenção (IAM) estava vencida desde 10 de agosto de 2017.

Amigos lamentam a morte de piloto

Amigos lamentaram a morte de Cristiano nas redes sociais. Na última foto no perfil pessoal do piloto várias pessoas expressaram seus sentimentos e oferecem conforto aos familiares.

Amigos lamentam a morte de piloto goiano que sofreu queda de avião no Pará
Foto: Reprodução

Cristiano era conhecido e muito querido no mundo dos sertanejos. Ele já pilotou para cantores como Marília Mendonça, Henrique & Juliano e Rodolfo da dupla Israel e Rodolfo.

Este último lamentou em seu perfil pessoal a morte do amigo.

Ainda não há informações sobre o velório e enterro do rapaz.

Via: O Popular G1 

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