Goiás

Concurso da Câmara tem 40 mil inscritos para 75 vagas

Os dados foram divulgados pelo Centro de Seleção da UFG, responsável pela homologação das inscrições.

Por Ton Paulo
13/08/2018, 11h11

Quase 41 mil inscrições foram homologadas para o concurso público da Câmara Municipal de Goiânia, de acordo com a Universidade Federal de Goiás (UFG), que divulgou os dados.

Segundo o cronograma estabelecido previamente pelo Centro de Seleção da UFG e divulgado junto com o edital, nesta segunda e terça-feira (13 e 14) é o prazo para recursos referentes a homologação das inscrições. Ao todo, 40.964 foram registradas.

O Concurso para a Câmara Municipal de Goiânia foi lançado este ano na gestão do Presidente Andrey Azeredo que ainda nomeou uma comissão para acompanhar todos os trâmites do processo, deste a escolha da banca organizadora até a elaboração do Edital.

A prova objetiva vai ser realizada no dia 2 de setembro de 2018 e as provas discursivas e práticas e apresentação de portfólio para alguns cargos serão feitas nos dias 29 e 30 de setembro de 2018.

O processo seletivo oferta 75 vagas para cargos de nível médio e superior, conforme previsto na Lei nº 10.137/2018.

Os aprovados serão remunerados com salários de R$ 4.379,33 (nível médio) até R$ 6.737,44 (nível superior), para cumprimento de carga horária de 30 horas por semana.

As vagas de nível médio são: Assistente Técnico Legislativo (Agente Administrativo, Agente de Segurança do Plenário, Técnico em Segurança do Trabalho, Fotógrafo, Editor de Vídeo e Operador de Switcher).

No nível superior estão: Procurador Jurídico Legislativo e Assessor Técnico Legislativo (Designer Gráfico, Administrador, Revisor de Texto, Secretário Executivo, Analista de Sistemas, Assessor Geral, Assistente Social, Biblioteconomista, Cerimonialista, Educador Físico, Enfermeiro do Trabalho, Contador, Economista, Médico do Trabalho, Web Designer e Tradutor e Intérprete de Libras).

O resultado final será divulgado no dia 19/11 e a homologação do concurso no dia 22/11.

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Goiás

Homem baleado por PM durante briga em posto de gasolina em Goiânia está em estado gravíssimo

O homem foi baleado na última sexta-feira (10/8) por um aluno soldado da Polícia Militar, durante uma briga em um posto de combustível no setor Parque Amazônia, em Goiânia.

Por Ton Paulo
13/08/2018, 11h49

O autônomo Silvio César da Costa Júnior, de 27 anos, baleado na última sexta-feira (10/8) por um aluno soldado da Polícia Militar durante uma briga em um posto de combustível no setor Parque Amazônia, em Goiânia, continua internado em estado gravíssimo.

De acordo com a assessoria do Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO), o paciente permanece sedado e respira com ajuda de aparelhos. Apesar de não ter mais febre, o homem está com a pressão baixa e em estado grave.

O PM que disparou contra Silvio passou por audiência de custódia no último domingo (12/8) e permanece preso.

Relembre o caso

Segundo o relatório da Polícia Militar (PM), cinco homens, sendo um deles o PM, e uma mulher se envolveram em uma briga na última sexta-feira (10/8), em um posto de gasolina no Parque Amazônia.

O policial militar, identificado como Bruno Corrêa de Araújo, contou aos PMs que havia sido abordado pelos quatros rapazes e pela jovem e que os mesmos o perguntaram se ele era policial, dizendo que eram ‘ladrões’ e que não tinham ‘medo de polícia’. Com medo do grupo, o PM teria negado que era policial.

Em seguida, os envolvidos pediram para Bruno pagar uma bebida, mas ao negar, um dos homens começou a vasculhar os bolsos do policial.  Ao se afastar, Bruno teria sacado a arma e mandando os suspeitos deitarem no chão. Neste momento um deles conseguiu correr.

Ainda segundo testemunhas, como o PM não alcançou o rapaz, voltou ao posto, mas outros três também fugiram e o policial conseguiu deter apenas um. Eles entraram em luta corporal, o homem tentou tomar arma de Bruno, mas acabou sendo atingido.

Entretanto, os amigos da vítima deram outra versão. De acordo com o grupo, os amigos estavam fumando narguilé no posto, quando foram abordados pelo PM de forma brusca, pedindo para fumar também.

Os jovens então teriam negado, segundo o relato, dizendo que não o conheciam. Foi então que o PM teria começado a se alterar, e confusão começou.

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Goiás

CASAG promove a primeira copa estadual de futebol para advogados

O intuito é proporcionar uma confraternização entre advogados e advogadas esportistas.

Por Ton Paulo
13/08/2018, 13h43

A Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (CASAG) vai promover durante todo o mês de setembro, em Goiânia e no interior, 1ª Copa Estadual Sete Society CASAG.

As inscrições já estão abertas, e para efetuá-las, é preciso preencher o formulário e enviar para o e-mail descrito nele.

Com o intuito de proporcionar uma confraternização entre advogados e advogadas esportistas, a CASAG pretende reunir profissionais de direito que joguem futebol e desejam participar de uma competição séria, sadia e que será promovida como seletiva para representar a seccional na Copa Concad, em janeiro de 2019.

A disputa será realizada na modalidade FUTEBOL SOCIETY 7, categoria masculino e feminino.

Os jogos vão ser realizados durante todos os finais de semana de setembro (com exceção do feriado de Independência do Brasil). Haverá jogos em todas as cidades nas quais houverem equipes inscritas.

As inscrições serão registradas exclusivamente no site da CASAG, mediante o preenchimento da ficha de inscrição, até o dia 20 de agosto.

A equipe terá direito a escolha de uniforme alusivo a um time que tenha participado da Copa do Mundo. Para as equipes do interior, existe a possibilidade de se inscrever sem uniforme ou com o uniforme do time.

Vão ser no mínimo 16 times na disputa e podem participar todas as subseções. A competição, que é organizada semelhante a um campeonato profissional, vai ser realizada junto com a Federação Goiana de Futebol Society com árbitros profissionais que irão às subseções acompanhados de mesários desportivos.

O regulamento, bem como demais informações complementares, vão ser publicados em breve.

CASAG promove a primeira copa estadual de futebol para advogados

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Goiás

Após decisão da Justiça, Estado afasta responsável pelo socioeducativo em Goiás por assédio moral

A ex-diretora foi denunciada por perseguição e assédio moral por parte dos servidores do socioeducativo.
13/08/2018, 16h26

Foi publicado no Diário Oficial do Estado de Goiás desta segunda-feira (13/8) uma portaria em que afasta Luzia Dora Juliano Silva da Diretora-Geral do Grupo Executivo de Apoio a Criança e Adolescente (Gecria), responsável pelo socioeducativo goiano.

Luzia foi denunciada em ação civil pública promovida pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO). O afastamento foi determinado pelo juiz Wilson Safatle Faiad em 7 de agosto após denúncias de assédio moral e abuso de autoridade.

É a primeira vez que o Estado obedece uma determinação de afastamento dele. Em 2016, a a juíza Zilmene Gomide da Silva Manzolli, em decisão liminar, determinou que o Estado de Goiás afastasse, pelo menos provisoriamente,  da função de diretora Gecria.

A decisão tem a mesma finalidade, a partir da ação civil pública de proteção ao meio ambiente de trabalho, proposta pelo promotor Vilanir de Alencar Camapum Júnior. A denúncia apontou a prática de assédio moral organizacional no sistema socioeducativo estadual.

À época, o Estado chegou a se manifestar pedindo o indeferimento da medida liminar, alegando não haver a presença dos requisitos para a concessão. Na liminar da juiza Zilmene, foi considerada a desproteção da saúde física e mental dos servidores, “que vinha sofrendo perseguições, transferências indevidas e deixando de se afastar por medo de perderem as gratificações.”

O afastamento foi determinado pelo juiz Wilson Safatle Faiad em 7 de agosto após denúncias de assédio moral e abuso de autoridade.

Em uma reportagem especial sobre a história dos dez adolescentes que morreram queimados no incêndio no Centro de Internação Provisória (CIP), no dia 25 de maio deste ano, o Portal Dia Online ouviu diversas denúncias contra Luzia Dora.

Justiça afasta Luzia Dora do socioeducativo por assédio moral

Conforme disse para a reportagem logo depois do incêndio a conselheira tutelar e assistente social Kátia Regina, a atual diretora do Gecria, Luzia Dora, prejudica a busca por soluções dos problemas do sistema socioeducativo goiano. “Ela é fechada, não dialoga, não aparece, não responde aos questionamentos que chegam a ela”, apontou.

O conselheiro tutelar Willian Carlos também reclamou da diretora afastada. Ele denunciou que antes de o incêndio matar os dez adolescentes, conselheiros tutelares não tinham permissão para entrar no CIP. “Por uma determinação da Luzia Dora a gente não podia fiscalizar, mesmo que estivesse previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. Tivemos que entrar com liminar, mas quando conseguimos, já era tarde”, lamentou à época.

A portaria que afasta a ex-diretora, contudo, omite seu nome. Se limita a dizer que, “por força da supracitada ordem judicial haverá o afastamento temporário da Diretora”. Quem assume o lugar de Luzia Dora pe Priscilla Kelly de Sousa Machado Piretti, que ocupava o cargo de secretária executiva.

Procurada por telefone e por e-mail, a assessoria da Secretaria Cidadã não respondeu aos questionamento da reportagem.

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Goiás

Zé Eliton veta lei de acessibilidade em ônibus por "envolver custos"

Ao mesmo tempo em que vetou a lei de acessibilidade, o governador gastou mais de oito milhões em propaganda e publicidade nos meses de junho e julho.

Por Ton Paulo
13/08/2018, 16h27

O governador Zé Eliton (PSDB), que concorre à reeleição este ano, vetou integralmente a obrigatoriedade das empresas de transporte coletivo intermunicipal a operarem com ônibus acessíveis às pessoas com deficiência por “envolver custos”. O veto diz respeito à lei de acessibilidade nº 189 de 6 junho de 2018.

De acordo com o governador em ofício encaminhado ao Presidente da Assembleia, José Vitti, “não é possível negar o compromisso assumido pela República Federativa do Brasil quanto à acessibilidade dos portadores de necessidades especiais”, mas, ainda segundo o documento, tal compromisso não pode ser executado.

Segundo o veto de Zé Eliton, “os direitos sociais envolvem custos, o que impede a satisfação plena e concomitante dos interesses protegidos, haja vista as limitações de recursos orçamentários”.

Outro motivo citado é que no âmbito do Estado de Goiás, o serviço de transporte coletivo rodoviário intermunicipal de passageiros está disciplinado na Lei 18.673, de 21 de novembro de 2014, a qual classifica as diferentes espécies de transporte e confere a eles um tratamento jurídico específico.

Na prática, o veto representa um aumento da dificuldade de acesso de pessoas com deficiência ao transporte coletivo intermunicipal, dificuldade essa que havia sido amainada pela lei nº 189.

Leia o documento da governadoria na íntegra aqui.

Veto do efeito de lei de acessibilidade e aumento de gastos em publicidade

Ao mesmo tempo em que o governador Ze Eliton vetou o efeito da lei de acessibilidade em ônibus intermunicipais, apenas nos meses de junho e julho foram gastos R$ 8.608.221,20 em propaganda e publicidade do Governo.

A Assembleia Legislativa foi outro órgão que não poupou gastos em época de arrocho fiscal e eleitoral. A Casa de Leis gastou no ano de 2018, até agora, a bagatela de R$ 2.251.397,00 reais na aquisição de reformas prediais, computadores, poltronas, softwares e cursos para os servidores.

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