24/abr/2018 09h04

Goiás registra 25 mortes por H1N1

O número de vítimas fatais quase dobrou da última semana para cá. Na semana passada, eram 13 mortes confirmadas em Goiás.
25 mortes - 24/abr/2018 09h04

Segundo Boletim da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) divulgado nesta segunda-feira (23/4) o número de mortes confirmadas por H1N1 em Goiás subiu para 25.

No último boletim, divulgado na semana passada, o número de vítimas fatais eram 13, divididas entre sete cidades (Goiânia, Trindade, Rio Verde, Hidrolândia, Morrinhos, Jaupaci e Anápolis).

No boletim de ontem, mais cinco municípios goianos registraram mortes por influenza A, foram eles: Aragoiânia, Campo Alegre de Goiás, Palmeiras de Goiás, Pirenópolis e Carmo do Rio Verde.

O maior número de vítimas se concentra em Goiânia, com 11 mortes confirmadas. Rio Verde, registra três casos e Trindade dois. As outras cidades registram uma vítima fatal cada.

Vítimas

Entre as vítimas fatais da doença estão 13 mulheres e 12 homens, dividas em:

  • Crianças – 1 (dois anos de idade)
  • Adultos – 16 (dois entre entre 30 e 39 anos, sete entre 40 e 49 e sete entre 50 e 59)
  • Idosos – 8 (maiores de 60 anos)

Casos

O número de casos da doença subiu de 92 confirmações para 139. Goiânia registra 73 casos, seguida por Trindade, com 12, e Rio Verde, com 9.

Campanha de Vacinação

A campanha de vacinação contra a Influenza começou em Goiás 10 dias antes do restante do País.

O primeiro grupo prioritário, que conta com pessoas acima de 60 anos, pessoas com doenças crônicas e trabalhadores da saúde, já foi imunizado.

O segundo grupo, que conta com as gestantes, puérperas e crianças, começou a ser vacinado nesta segunda-feira (23/4).

Logo depois serão os professores (30/4 a 11/4). No dia 12 de maio, conhecido como Dia D, serão vacinados todos os grupos prioritários da campanha.

Indígenas podem ser vacinados durante todo o período da campanha, enquanto presos e funcionários do sistema prisional, o agendamento será feito a critério do município no período da campanha.

Por: Juliana Nogueira