13/abr/2018 16h04

Campanha “Ame Luisa” busca doações para ajudar bebê em Catalão

A pequena Luísa foi diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal 1, doença rara que afeta a musculatura.
ame luisa - 13/abr/2018 16h04

Luisa Barbosa Loiola nasceu em Catalão, no dia 14 de dezembro de 2017. Logo no primeiro mês de vida, Karla, que é a mãe, percebeu que o desenvolvimento da criança não estava normal.

Foto: Reprodução

Ela procurou um médico, que passou uma série de exames, até que chegaram ao diagnóstico da Atrofia Muscular Espinhal (AME) nível 1.

Após o diagnóstico, a família pesquisou sobre a AME e descobriram que existe um tratamento para barrar o avanço da doença, mas sem condições de arcar com o custo, eles estão em busca de doações. Para isso, criaram nas redes sociais a campanha “Ame Luisa”.

Doações

As doações podem ser feitas por meio de depósito bancário em algumas das contas abaixo:

Caixa Econômica

  • Agência: 0564
  • Conta: 51813-0
  • Operação: 013
  • CPF: 089.040.501-89
  • Titular: Leonardo Loiola

Banco do Brasil

  • Agência: 3648-x
  • Conta: 9590-7
  • Titular: Liliane Domingos Martins

Online

Através do Vakinha Online.

Mais informações através da página no facebook, AME Luisa ou pelo instagram @todospelaluisa 

Entenda sobre a Atrofia Muscular Espinhal (AME)

AME 1 é uma doença degenerativa de origem genética, e o seu tipo 1 é chamado de Werdnig-Hoffmann, o qual é caracterizado como o mais grave dos tipos por apresentar sintomas desde a vida intra-uterina, como um baixo movimento fetal, e no recém-nascido, por afetar desde células do corno inferior até o próprio músculo. Mas a principal causa de óbitos destes pacientes, que na maioria dos casos não conseguem ultrapassar os três anos de idade, é o comprometimento no desenvolvimento do sistema respiratório, que apresenta um retardo fatal para esses pacientes.

Apresentando fraqueza acentuada nas musculaturas distal e proximal, as crianças não conseguem sentar sem apoio, apresentando afundamento do osso esterno.Além desses sintomas, estão incluídos dificuldades de deglutição e sucção. As pernas tendem ser mais fracas que os braços, apresentando ainda dificuldades para se alimentar, aumento na susceptibilidade a infecções respiratórias persistentes e acúmulo de secreções nos pulmões e garganta.

Por: Jefferson Santos