06/abr/2018 17h04

Polícia Civil prende cinco pessoas suspeitas de roubos a residências, em Anápolis

Dois dos presos são filhos de um vereador de Caldas Novas.
investigação - 06/abr/2018 17h04

Cinco homens foram presos nesta quinta-feira (5/4) em Anápolis, supeitos de participação em roubos a residências na cidade. As investigações foram feitas pelo Grupo de Repressão a Crimes Patrimoniais (Gepatri) e pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) da 3ª Regional de Anápolis.

Dos cinco acusados, dois foram presos em Caldas Novas. As prisões ocorreram dentro da Operação Olimpo, que faz parte da Operação “CEOS” da Polícia Civil, com objetivo de cumprir vários mandados de prisão no Estado.

Foram expedidos seis mandados de prisão preventiva. Segundo o delegado Daniel Nunes, são duas associações criminosas, uma com quatro pessoas e a outra com três.

“Prendemos até agora quatro pessoas de uma associação e uma de outra, identificamos um suspeito que ainda não tem mandado de prisão e outro se encontra foragido”, destaca o delegado. “Eles praticaram cerca de nove crimes de roubo a residências em Anápolis, a maior parte no Anápolis City”, ressalta.

O delegado explica ainda que um grupo foi identificado em fevereiro a partir da apreensão de um veículo que teria sido subtraído de uma das residências.

“Nesse dia não prendemos o autor, mas prendemos a esposa de um dos autores que estava na custódia do veículo e representamos pela prisão”, destaca o delegado. De acordo com ele, a outra associação criminosa, que também cometeu crimes de roubos a residências na cidade, foi identificada através de câmeras de segurança. “Os criminosos são extremamente violentos, utilizavam de tortura psicológica, amarravam as vítimas e levavam todos os seus pertences”.

Dois dos acusados presos são moradores de Caldas Novas e filhos de um vereador da cidade. O delegado diz que eles vieram à cidade, cometeram os crimes, voltaram para Caldas Novas e ontem foram presos.

Os acusados vão responder por roubo circunstanciado e, se condenados, poderão pegar penas que variam entre quatro e dez anos de prisão.

Fonte: Polícia Civil