02/out/2017 16h10

CBF é multada novamente por homofobia da torcida brasileira

Quase nas rodadas finais pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, a Fifa anunciou punições por causa do mau comportamento dos torcedores.

Futebol - 02/out/2017 16h10

Às vésperas da disputa das duas rodadas finais pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, a Fifa anunciou várias punições à federações nacionais por causa do mau comportamento dos seus torcedores, incluindo a CBF. Por gritos homofóbicos da torcida da seleção brasileira no jogo com o Equador, em 31 de agosto, a entidade puniu a Confederação Brasileira em em 10.000 francos suíços (cerca de 33.000 reais) pelo comportamento na vitória brasileira por 2 a 0 na Arena do Grêmio.

A CBF já foi punida pelos gritos homofóbicos em outros três jogos da seleção como mandante nas Eliminatórias Sul-Americanas, diante de Colômbia, Bolívia e Paraguai.

A tentativa da Fifa de reprimir os insultos homofóbicos provocaram punições para outras seis federações nesta segunda-feira. A Argentina foi condenada a pagar 65.000 francos suíços (213.000 reais), o Panamá recebeu multa de 50.000 francos suíços (164.000 reais), o Chile de 35.000 francos suíços (114.000 reais), Hungria e Equador de 20.000 francos suíços (65.000 reais) cada, e o México de 10 mil francos suíços (33.000 reais).

Outras punições

A federação do Uruguai recebeu uma multa de 25.000 francos suíços (82.000 reais) por “cânticos insultantes” no jogo contra a Argentina em Montevidéu. A Alemanha recebeu multa de 32.000 francos suíços (105.000 reais) após cerca de 200 torcedores entoarem cânticos de conotação nazista, usarem sinalizadores e invadirem o gramado em uma partida como visitante contra a República Checa. Pelo mesmo jogo, os checos foram punidos em 5.000 francos suíços (16.000 reais) pela confusão provocada por torcedores.

A Romênia foi proibida de jogar uma partida no Estádio Nacional de Bucareste, além de ter sido multada. As federações de Irã, Montenegro, Nigéria e Gabão também receberam punições financeiras da Fifa nesta segunda-feira.

Fonte: Estadão